Diretor do TCM, em entrevista ao Bom Dia Pará, o economista Diógenes Carneiro, colega de formatura deste poster, garantiu que a palavra de ordem no Tribunal agora é visibilidade. Beleza.
Poderiam começar dando visibilidade a enchente de parentes e aderentes dos conselheiros, onde só falta lulu de madame.Mas tem madame.
17.1.07
Candidato
É...depois de ver os nomes de Martinho Carmona e Domingos Juvenil desfilando para a presidencia daAssembléia Legislativa, prá substituir um Mário Couto, porque que o deputado Alessandro Novelino não pode se assanhar para o cargo?
16.1.07
Deep Throat
15.1.07
Terceira Via
O poster deixa Marabá, logo mais, com uma suspeita: será que vai ser possível um acordo PT-PMDB por aqui? Ou a cidade é importante demais, para os dois lados, que justifique duas candidaturas?
É...só que aí entra uma terceira, com muitas chances.
É...só que aí entra uma terceira, com muitas chances.
Pensão da Hora
Pitoresca, candente, patética.
Com essas bengalas o ex governador Hélio Gueiros defende a manutenção da pensão aos ex governadores de estado. Por causa da pensão, segundo HG, os ex governadores não estão obrigados a roubar.
Com essas bengalas o ex governador Hélio Gueiros defende a manutenção da pensão aos ex governadores de estado. Por causa da pensão, segundo HG, os ex governadores não estão obrigados a roubar.
Verde de Vergonha
Da coluna de Guilherme Augusto, hoje no Diário do Pará.
Sambarilove
O deputado estadual eleito Wanderley da Silva Santos (PV), denunciado pelo Ministério Público Eleitoral do Pará por falsidade na declaração de bens, é, digamos, politicamente incorreto. Antes das eleições era completamente liso, mas, depois do pleito, já tinha casa, automóvel, consórcios e, até, uma lancha.
Como assim, pergunta-se, se ainda nem tomou posse?
O deputado é conhecido por Deley.
E houve um "deley"* entre as duas delarações.
(Em televisão, deley é aquele hiato de tempo em que o repórter que está ao vivo fica olhando prá camera com cara de paisagem, esperando que o retorno indique que ele está no ar.)
Sambarilove
O deputado estadual eleito Wanderley da Silva Santos (PV), denunciado pelo Ministério Público Eleitoral do Pará por falsidade na declaração de bens, é, digamos, politicamente incorreto. Antes das eleições era completamente liso, mas, depois do pleito, já tinha casa, automóvel, consórcios e, até, uma lancha.
Como assim, pergunta-se, se ainda nem tomou posse?
O deputado é conhecido por Deley.
E houve um "deley"* entre as duas delarações.
(Em televisão, deley é aquele hiato de tempo em que o repórter que está ao vivo fica olhando prá camera com cara de paisagem, esperando que o retorno indique que ele está no ar.)
Equipe de Campanha
Do blog do Noblat.
Mensaleiros com Chinaglia
Alijados da cena política na esteira do escândalo do mensalão, um grupo de deputados do PT e de partidos aliados como PP, PTB e PR (ex-PL) vêem na candidatura Arlindo Chinaglia (PT-SP) à presidência da Câmara uma oportunidade de resgatar poder. Trabalham ativamente nos bastidores da campanha petistas como João Paulo Cunha (SP), Professor Luizinho (SP), José Mentor (SP) e Paulo Rocha (PA), todos acusados de envolvimento no escândalo do mensalão. Os três primeiros foram absolvidos no plenário. Rocha renunciou, mas se elegeu para um novo mandato.
Assinante da Folha leia mais aqui
Mensaleiros com Chinaglia
Alijados da cena política na esteira do escândalo do mensalão, um grupo de deputados do PT e de partidos aliados como PP, PTB e PR (ex-PL) vêem na candidatura Arlindo Chinaglia (PT-SP) à presidência da Câmara uma oportunidade de resgatar poder. Trabalham ativamente nos bastidores da campanha petistas como João Paulo Cunha (SP), Professor Luizinho (SP), José Mentor (SP) e Paulo Rocha (PA), todos acusados de envolvimento no escândalo do mensalão. Os três primeiros foram absolvidos no plenário. Rocha renunciou, mas se elegeu para um novo mandato.
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Gangorra
Os deputados federeais reeleitos Asdrúbal Bentes e Zéquinha Marinho, ambos do PMDB, desembarcaram em Marabá na última sexta, procedentes de Nova Déli.
Turma que estava no aeroporto João Rocha, dizia que a estrela de um subia, e a do outro descia.
Turma que estava no aeroporto João Rocha, dizia que a estrela de um subia, e a do outro descia.
Exceção
É generalizado, preocupante mesmo, o descontentamento com o não pagamento dos digamos, restos de campanha dos candidatos da União Pelo Pará no sudeste do estado.
"Quem avalizou as despesas, transformadas em convenios, foi o Jatene", disse uma fonte ao blog.
Tem gente que está entrando em desespero pela suspensão dos pagamentos que, registre-se, alcançou todos os municípios do estado.
Todos menos um.
Quem pensou em Nova Déli acertou.
Para lá - estou escrevendo de Marabá - teriam sido repassados 8 milhões, no finalzinho do governo, antes da rosca fechar.
"Quem avalizou as despesas, transformadas em convenios, foi o Jatene", disse uma fonte ao blog.
Tem gente que está entrando em desespero pela suspensão dos pagamentos que, registre-se, alcançou todos os municípios do estado.
Todos menos um.
Quem pensou em Nova Déli acertou.
Para lá - estou escrevendo de Marabá - teriam sido repassados 8 milhões, no finalzinho do governo, antes da rosca fechar.
12.1.07
Causa Comum
O Ministério Público Federal (MPF) e a Fundação Nacional do Índio (Funai) ajuizaram ação civil pública contra a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) para obrigar a empresa, em definitivo, a compensar a população indígena Xikrin pelos impactos do Programa Grande Carajás, em Parauapebas, no sul do Pará.
O blog aplaude a iniciativa, principalmente pelo "em definitivo".
A tentativa do processo é definir, judicialmente e "de uma vez por todas, a origem e os contornos da responsabilidade da CVRD em relação a uma comunidade tradicional, diretamente impactada pela atividade empresarial".
A ação pugna pela criação um diagnóstico etno-ambiental da comunidade Xikrin para posterior implantação de um novo modelo de gestão do território indígena. A proposta é criar, em no máximo 30 dias a contar da decisão judicial, um Conselho Institucional de Gestão do Programa de Compensação Ambiental da Comunidade Indígena Xikrin.
Seria de ótimo alvitre se também ficassem definidos as origens e os contornos da ausencia dos governos, federal e estadual, em boa medida responsáveis por parte dos gravíssimos impactos sociais dos grandes projetos no Pará.
Em entrevista à O IVCezal, na edição de Natal, o presidente da CVRD alerta para a possível chegada de 1 milhão de pessoas ao estado, na esteira dos mais de 11 bilhões de dólares de investimentos previstos para os próximos anos.
Pode não ser exagerado estimar que, nos últimos 25 nos, o setor mineral tenha atraído para o estado do Pará algo em torno de outro milhão de almas.
O blog não tem conhecimento de um impacto demográfico de tal magnitude em todo o continente, que faz a região merecedora de alternativas inusuais e corajosas de enfrentamento do problema.
E a estratégia do MPF e da FUNAI, representando os indígenas, pode vir a ser imitada por outras "comunidades" que se relacionam com a companhia, tipo cooperativas de mineradores e prefeituras das áreas sob influencia dos projetos minerais, da CVRD ou não.
E a empresa deve ter todo o interesse em "passar essa régua", enfim, pois também enfrenta modelos de gestão superados, não raro abertamente incentivados por funcionários de orgãos federais nas comunidades indigenas, mal orientando suas lideranças, o que causa problemas na administração dos recursos repassados pela companhia, com problemas na execução do convênio, havendo casos concretos de desperdício e mau uso dos recursos pela associação indígena responsável pela administração do dinheiro, admitem os autores da ação.
Como enfrenta também o assédio, nem sempre republicano, de gestões municipais comprometidas com o curto prazo, para dizer o mínimo.
Tá na hora do "pára prá acertar", removendo, "de uma vez por todas", os resquícios da fase militar-estatal da companhia, que tinha como emblema o funcionário da empresa empurrando um carrinho de supermercado atrás do cacique, e ainda subsiste nas invasões às áreas de produção da empresa, ou ainda nas ameaças à paralisação da ferrovia, inadmissíveis.
Player internacional, em breve a maior mineradora do mundo, a CVRD tem todas as condições para se colocar neste processo de maneira a ajudar a encaminhar alternativas para resolução das questões, de índios e cara-pálidas. E pela posição que desfruta no cenário internacional, é certo que o fará.
Sob pena de, além da subseção judiciária da Justiça Federal de Marabá, onde tramita a ação, a discussão se transferir para foruns internacionais, aonde já se encontra, na marca do penalty, o setor guseiro do sudeste paraense.
Isto não convém às partes, as envolvidas ou expectadoras do processo, não é mesmo?
Ou o patamar de discussão - e resolução - das pendências sobe, ou esse estado explode.
E a ação do MPF e da FUNAI chama, por isso mesmo, todo o estado e todos os paraenses à lide.
Nesse sentido a causa é comum, e em todos os sentidos a questão é inadiável.
(Os excertos em itálico são do release da Assesoria de Comunicação do MPF no Pará)
O blog aplaude a iniciativa, principalmente pelo "em definitivo".
A tentativa do processo é definir, judicialmente e "de uma vez por todas, a origem e os contornos da responsabilidade da CVRD em relação a uma comunidade tradicional, diretamente impactada pela atividade empresarial".
A ação pugna pela criação um diagnóstico etno-ambiental da comunidade Xikrin para posterior implantação de um novo modelo de gestão do território indígena. A proposta é criar, em no máximo 30 dias a contar da decisão judicial, um Conselho Institucional de Gestão do Programa de Compensação Ambiental da Comunidade Indígena Xikrin.
Seria de ótimo alvitre se também ficassem definidos as origens e os contornos da ausencia dos governos, federal e estadual, em boa medida responsáveis por parte dos gravíssimos impactos sociais dos grandes projetos no Pará.
Em entrevista à O IVCezal, na edição de Natal, o presidente da CVRD alerta para a possível chegada de 1 milhão de pessoas ao estado, na esteira dos mais de 11 bilhões de dólares de investimentos previstos para os próximos anos.
Pode não ser exagerado estimar que, nos últimos 25 nos, o setor mineral tenha atraído para o estado do Pará algo em torno de outro milhão de almas.
O blog não tem conhecimento de um impacto demográfico de tal magnitude em todo o continente, que faz a região merecedora de alternativas inusuais e corajosas de enfrentamento do problema.
E a estratégia do MPF e da FUNAI, representando os indígenas, pode vir a ser imitada por outras "comunidades" que se relacionam com a companhia, tipo cooperativas de mineradores e prefeituras das áreas sob influencia dos projetos minerais, da CVRD ou não.
E a empresa deve ter todo o interesse em "passar essa régua", enfim, pois também enfrenta modelos de gestão superados, não raro abertamente incentivados por funcionários de orgãos federais nas comunidades indigenas, mal orientando suas lideranças, o que causa problemas na administração dos recursos repassados pela companhia, com problemas na execução do convênio, havendo casos concretos de desperdício e mau uso dos recursos pela associação indígena responsável pela administração do dinheiro, admitem os autores da ação.
Como enfrenta também o assédio, nem sempre republicano, de gestões municipais comprometidas com o curto prazo, para dizer o mínimo.
Tá na hora do "pára prá acertar", removendo, "de uma vez por todas", os resquícios da fase militar-estatal da companhia, que tinha como emblema o funcionário da empresa empurrando um carrinho de supermercado atrás do cacique, e ainda subsiste nas invasões às áreas de produção da empresa, ou ainda nas ameaças à paralisação da ferrovia, inadmissíveis.
Player internacional, em breve a maior mineradora do mundo, a CVRD tem todas as condições para se colocar neste processo de maneira a ajudar a encaminhar alternativas para resolução das questões, de índios e cara-pálidas. E pela posição que desfruta no cenário internacional, é certo que o fará.
Sob pena de, além da subseção judiciária da Justiça Federal de Marabá, onde tramita a ação, a discussão se transferir para foruns internacionais, aonde já se encontra, na marca do penalty, o setor guseiro do sudeste paraense.
Isto não convém às partes, as envolvidas ou expectadoras do processo, não é mesmo?
Ou o patamar de discussão - e resolução - das pendências sobe, ou esse estado explode.
E a ação do MPF e da FUNAI chama, por isso mesmo, todo o estado e todos os paraenses à lide.
Nesse sentido a causa é comum, e em todos os sentidos a questão é inadiável.
(Os excertos em itálico são do release da Assesoria de Comunicação do MPF no Pará)
Começou Bem
O forte temporal que desabou sobre Nova Déli anteontem, na hora em que o poster ia sair para a reunião de apresentação do projeto do novo instituto estadual de pesquisas, acabou impedindo sua presença no evento.
Mas vários pares de olhos do blog estavam lá.
E gostaram muito do que viram.
Todos os reitores das instituições paroaras presentes, menos o da UFPA, representado pelo Pro Reitor de Pesquisa e Pós, o geólogo Roberto Dalla'gnol.
O modelo desenhado pelo secretário de Governo, Cláudio Puty, que comandou a reunião, agradou e animou os pesquisadores. Muita participação.
Rolou um clima bacana, de confiança e expectativa.
A governadora Ana Júlia "sentiu o clima" do evento, e saiu de lá feliz da vida.
Marcou um ponto importantíssimo, numa área fundamental para o seu governo.
Tem tudo prá dar certo, o instituto. Tudo mesmo.
Mas vários pares de olhos do blog estavam lá.
E gostaram muito do que viram.
Todos os reitores das instituições paroaras presentes, menos o da UFPA, representado pelo Pro Reitor de Pesquisa e Pós, o geólogo Roberto Dalla'gnol.
O modelo desenhado pelo secretário de Governo, Cláudio Puty, que comandou a reunião, agradou e animou os pesquisadores. Muita participação.
Rolou um clima bacana, de confiança e expectativa.
A governadora Ana Júlia "sentiu o clima" do evento, e saiu de lá feliz da vida.
Marcou um ponto importantíssimo, numa área fundamental para o seu governo.
Tem tudo prá dar certo, o instituto. Tudo mesmo.
Cozinha Portuguesa
Uma noite saborosa esperava o poster e sua amada companheira no Festival Gastronomico de Portugal, na quarta à noite.
De entrada, um creme frio de meloa (com a mesmo) e presunto portugues picado.
Prato principal: um arroz de pato desfiado com laranja, sensacional.Patinho macio, que chamou atenção do poster pela completa ausencia do mais remoto pitiú na carne, levemente adocicada.
E de sobremesa um manjar de reis, um creme de amendoas e arroz, enfeitado com um raspa da casca da caneleira, finíssima.
A chef lusa, Ana Roldão, 13 anos de Brasil, na realidade uma historiadora que faz da cozinha seu laboratório de pesquisa, além de tudo é generosa: não se furtou a responder a pergunta do poster, curioso com o pato mais perfumado que já tinha visto.
Simples, disse-me. Antes de assá-lo, imersão num molho de vinho com rodelas de laranja, por 24 horas. Descobrimos, eu e Ana, uma identidade na culinária lusa: nosso petisco predileto são as alheiras.
Bem, há outras opções no cardápio do festival que, infelizmente, termina hoje.
Há que se fazer reserva, pelo 3224-2111.
É lá no Dom Giuseppe, a casa do estudioso e criativo Fábio Sicília, um chef que poderia arrebentar em qualquer grande capital do mundo.
Que bom que ele está aqui.
Mas o melhor de tudo mesmo foi a companhia do Álvaro e da Angela, primeiríssima linha do turismo paroara.
De entrada, um creme frio de meloa (com a mesmo) e presunto portugues picado.
Prato principal: um arroz de pato desfiado com laranja, sensacional.Patinho macio, que chamou atenção do poster pela completa ausencia do mais remoto pitiú na carne, levemente adocicada.
E de sobremesa um manjar de reis, um creme de amendoas e arroz, enfeitado com um raspa da casca da caneleira, finíssima.
A chef lusa, Ana Roldão, 13 anos de Brasil, na realidade uma historiadora que faz da cozinha seu laboratório de pesquisa, além de tudo é generosa: não se furtou a responder a pergunta do poster, curioso com o pato mais perfumado que já tinha visto.
Simples, disse-me. Antes de assá-lo, imersão num molho de vinho com rodelas de laranja, por 24 horas. Descobrimos, eu e Ana, uma identidade na culinária lusa: nosso petisco predileto são as alheiras.
Bem, há outras opções no cardápio do festival que, infelizmente, termina hoje.
Há que se fazer reserva, pelo 3224-2111.
É lá no Dom Giuseppe, a casa do estudioso e criativo Fábio Sicília, um chef que poderia arrebentar em qualquer grande capital do mundo.
Que bom que ele está aqui.
Mas o melhor de tudo mesmo foi a companhia do Álvaro e da Angela, primeiríssima linha do turismo paroara.
Frente Fria
De Gilberto Sant'ana, comentarista do blog do Jeso, e por ele apelidado de "clone ao tucupi do Tutty Vasques", comentando as férias da subprefeita de Santarém:
Não chove em Santarém desde que Maria do Carmo saiu em férias. Seminf (a secretaria de Obras), Crea, Melo de Azevedo (empreiteira) e barraqueiros de Alter do Chão torcem para a prefeita passar o Carnaval em Salvador.
Eu, hein!
Um detalhe: tem chovido na capital baiana. E a previsão, para os próximos cinco dias, é de tempo nublado com pancadas esparsas.
Não chove em Santarém desde que Maria do Carmo saiu em férias. Seminf (a secretaria de Obras), Crea, Melo de Azevedo (empreiteira) e barraqueiros de Alter do Chão torcem para a prefeita passar o Carnaval em Salvador.
Eu, hein!
Um detalhe: tem chovido na capital baiana. E a previsão, para os próximos cinco dias, é de tempo nublado com pancadas esparsas.
Último a Saber
Comentarista do blog, pelo fio, assina embaixo dos elogios ao repórter Frank Siqueira no post Histórias da Imprensa Paroara, que está se transferindo para o Diário do Pará após 27 anos em O IVCezal.
Malino, diz que o único "defeito" de Frank é seu pre nome, Cornélio.
Mas, arremata, nesse caso específico da transferencia, Cornélio foi o IVCezal.
Malino, diz que o único "defeito" de Frank é seu pre nome, Cornélio.
Mas, arremata, nesse caso específico da transferencia, Cornélio foi o IVCezal.
Tom Melhor
Seria de bom tom, observa um comentarista do blog, se o secretário de Cultura abrisse mão do gerundismo observado em sua entrevista ao Bom Dia Pará, ontem.
Foram quatro vezes, em cinco minutos:
...vamos estar fazendo ..
...possa estar planejando ...
...não possam estar tendo acesso...
...possa estar dialogando...
Foram quatro vezes, em cinco minutos:
...vamos estar fazendo ..
...possa estar planejando ...
...não possam estar tendo acesso...
...possa estar dialogando...
Crash
Fonte do blog, com longa experiencia no setor de transportes coletivos de Nova Déli, garante que é crítica a situação das empresas na cidade. Uma delas, com 120 carros, roda com a metade da frota. Diz que a turma sente saudades do ex presidente do sindicato das empresas, Augusto Nogueira (credo!), e afirma: vai ter quebradeira no setor.
É, pode ser.
Mas ninguém pensa em se desfazer de seus ativos ultramarinos, e recuperar a frota.
Tem empresário que ao saber que precisaria de R$ 5 milhões para tal, disse que se pegasse numa grana dessas ia embora prá Portugal.
Mas assim...
É, pode ser.
Mas ninguém pensa em se desfazer de seus ativos ultramarinos, e recuperar a frota.
Tem empresário que ao saber que precisaria de R$ 5 milhões para tal, disse que se pegasse numa grana dessas ia embora prá Portugal.
Mas assim...
Categoria
Nada menos que 32 delegados da Polícia Federal, num amplo processo de consulta interna, estão recebendo votos para a presidencia da Federação dos Policiais Federais, que vai acontecer no dia 14 de fevereiro.
11.1.07
Virus Found
Prosseguem os problemas técnicos no computador deste poster. Pela segunda vez, em tres dias, sou obrigado a leva-lo à assistencia técnica, pelo que não está garantida a atualização do blog durante esta quinta.
Se for possível, voltarei com posts sobre a ação do MPF e FUNAI contra a CVRD, a situação que se desenha com o aumento das passagens de ônibus em Nova Déli, e o Festival de Gastronomia Portuguesa, entre outros.
Se for possível, voltarei com posts sobre a ação do MPF e FUNAI contra a CVRD, a situação que se desenha com o aumento das passagens de ônibus em Nova Déli, e o Festival de Gastronomia Portuguesa, entre outros.
