5.2.06

A Borboleta

Edmilson Rodrigues irá docemente constrangido para as eleições em outubro, concorrendo ao cargo de governador do Pará.
Sabe que suas chances são probabilísticas, apenas.
Como as de Heloísa Helena à presidência.
Mas o nanico PSOL tem que enfrentar a cláusula da barreira – sejam 5 ou 2% dos votos – e fazer uma bancada mais expressiva na Câmara Federal.
Para isso vai lançar mão de todos os quadros de peso do partido nas eleições majoritárias nos estados.
O PSOL sabe de suas chances, mas aposta no “farfalhar das asas da borboleta”, imagem que se popularizou para explicar a teoria do caos.
Edmilson viria candidato ao governo, mas estaria mirando na sucessão à prefeitura de Nova Déli, em 2008, onde suas chances serão maiores.
Enquanto isso vai se divertir, e ilustrar o eleitor, com as incongruências e armações que seus concorrentes nos brindaram nos últimos tempos.
Entre 2006 e 2008 as batidas das asas da borboleta se encarregariam de reverberar seu nome o suficiente para levá-lo até a vitória.
Já conta com um grande cabo eleitoral: o sr. Duciomar dos Santos Costa.

2 comentários:

Bruno Soeiro Vieira disse...

É isto aí comandante Juca, a informação que tem chegado até mim é esta mesma.
O ex-prefeito vai à disputa contrariado.
Sds. Bicolores
Bruno

Unknown disse...

A contra gosto, sem grana,e sem uma aliança forte. Mas vai bater as asas...rs.Bom domingo, comandante Bruno.