O financiamento público das campanhas, 0 voto facultativo e a introdução das listas partidárias.
O procurador da república Felício Gomes acertou na mosca em sua análise sobre as estratégias para diminuir os custos e a corrupção nas campanhas políticas em 2006.
Já o cientista político Edyr Veiga, da UFPA, mapeia as possíveis bancadas dos principais partidos e alerta para a alta renovação parlamentar, que o blog acha que será maior ainda que os 50% previstos por Edyr.
Mas está redondamente enganado quem pensa que os marketeiros vão ganhar pouco esse ano.
Vai ser a mesma balada que vem desde 2000.
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