É claro que Ana Júlia observa com atenção a movimentação do Sobrancelhudo, e seus olhares para aliados do passado.
Talvez por isso a conversa entre os dois, no sábado à noite, não teria sido lá essas coisas, em termos de produtividade, digamos.
4.12.06
Segunda Chamada
O blog, e seus curiosos leitores, ainda estão aguardando as respostas dos parlamentares paroaras.
Ondas Tropicais
O blog está interessado em alugar uma rádio.
Vai procurar o Ministério das Comunicações para saber qual é o caminho.
Vai procurar o Ministério das Comunicações para saber qual é o caminho.
Pesquisa e Vira
Analistas da política santarena fizeram as contas e concluíram: os votos obtidos na arrancada final da campanha do deputado eleito Carlos Martins, do PT, mano caçula do prefeito Beiçola Martins, correspondem aos votos que faltaram aos candidatos Reginaldo Campos, do PSB, e Nélio Aguiar, do PPS.
O sucesso da operação foi obtido pelo rigoroso mapeamento dos colégios eleitorais do município através de pesquisas de opinião durante a campanha, pelo menos seis rodadas.
O sucesso da operação foi obtido pelo rigoroso mapeamento dos colégios eleitorais do município através de pesquisas de opinião durante a campanha, pelo menos seis rodadas.
Não Gostamos de Voce
Até o Natal deverá rolar uma movimentação contra o inimigo público número 1 de Nova Déli, Duciomar "amo Brasília" Costa.
Começará nos vidros dos carros da cidade.
Começará nos vidros dos carros da cidade.
Jogo Duro
Quase pegou fogo a mesa redonda do encontro de comunicação da CNBB, sábado, no auditório lotado da UNAMA.
O incendiário foi o palestrante Bernardo Kucsinsky, físico e jornalista, editor-assistente da Agencia Carta Maior, por suas afirmações polêmicas sobre a questão ambiental na Amazonia e pela defesa veeemente da tese de linchamento do presidente Lula pela mídia.
Debatedor da mesa, este poster saiu de lá frustrado.
Bernardo só respondeu uma, das quatro questões a ele formuladas.
O incendiário foi o palestrante Bernardo Kucsinsky, físico e jornalista, editor-assistente da Agencia Carta Maior, por suas afirmações polêmicas sobre a questão ambiental na Amazonia e pela defesa veeemente da tese de linchamento do presidente Lula pela mídia.
Debatedor da mesa, este poster saiu de lá frustrado.
Bernardo só respondeu uma, das quatro questões a ele formuladas.
Clean Airways
Não eram peixes-voadores não.
Mas quem embarcou no vôo da TAM, no sábado, em Brasília,com destino à Nova Déli, por um momento teve a impressão de estar entrando numa, digamos, "fábrica" de rêmoras.
Estavam todos no avião, acompanhados de seus advogados.
Mas quem embarcou no vôo da TAM, no sábado, em Brasília,com destino à Nova Déli, por um momento teve a impressão de estar entrando numa, digamos, "fábrica" de rêmoras.
Estavam todos no avião, acompanhados de seus advogados.
Para 2008
"Nenhum médico faz sua própria autópsia."
Com esta frase, segundo uma fonte tucana revelou ao blog, o ex governador Almir Gabriel teria respondido a um grupo de correligionários que o procuraram, em sua residencia, em busca de soluções para a retomada das atividades políticas do grupo.
Almir se declara fora da disputa das eleições de 2008, mas acha que o que restará do time deve se aliar ao PFL.
Nomes? Bem, perguntado se poderia ser Valéria Pires Franco, ele teria respondido que acha um bom nome. Talvez com Paulo Elcídio, presidente do PSDB, para vice.
Com esta frase, segundo uma fonte tucana revelou ao blog, o ex governador Almir Gabriel teria respondido a um grupo de correligionários que o procuraram, em sua residencia, em busca de soluções para a retomada das atividades políticas do grupo.
Almir se declara fora da disputa das eleições de 2008, mas acha que o que restará do time deve se aliar ao PFL.
Nomes? Bem, perguntado se poderia ser Valéria Pires Franco, ele teria respondido que acha um bom nome. Talvez com Paulo Elcídio, presidente do PSDB, para vice.
2.12.06
Desenhos de Poder
De um comentarista do blog sobre a arquitetura do Palácio da Justiça.
A arquitetura nazista, bem como a do colonizador, impôe altas escadarias de acesso ao edifício, para dar a sensação de algo que está acima do homem comum.
Tem que ter aspecto sólido, estável, para dar a sensação de algo perpétuo e imutável no seu poder: vira ruína, mas não se desestabiliza,nem acaba, assim como as pirâmides do Egito.
O arquiteto Oscar Niemeyer na sua arquitetura moderna e democrática reagiu, contra essa arquitetura da opressão, criando os palácios de Brasília sem escadarias, mas com passarelas sobre as águas, no caso da Itamaratí; com rampas leves, no caso do Congresso e do Planalto; sem nada, com acesso direto,(viu senhores desembargadores?) no caso da Justiça e do Alvorada. Com relação ao aspecto, nada de sólido, ou estável,ou perpétuo, as colunas tocam o chão de leve, num ponto; ou estão flutuando sobre lagos; os edifícios com aspecto totalmente instáveis, como no caso do Senado, que é uma cuia assentada sobre um plano, se alguém se encostar, dá a sensação de se mexer.
Essa arquitetura, tão querida do povo brasileiro, encarna a vontade do povo, escravizado e colonizado, por tantos e tantos anos, de voar, se desprender do solo e alcançar alturas nunca atingidas.
Viva o Brasil!
A arquitetura nazista, bem como a do colonizador, impôe altas escadarias de acesso ao edifício, para dar a sensação de algo que está acima do homem comum.
Tem que ter aspecto sólido, estável, para dar a sensação de algo perpétuo e imutável no seu poder: vira ruína, mas não se desestabiliza,nem acaba, assim como as pirâmides do Egito.
O arquiteto Oscar Niemeyer na sua arquitetura moderna e democrática reagiu, contra essa arquitetura da opressão, criando os palácios de Brasília sem escadarias, mas com passarelas sobre as águas, no caso da Itamaratí; com rampas leves, no caso do Congresso e do Planalto; sem nada, com acesso direto,(viu senhores desembargadores?) no caso da Justiça e do Alvorada. Com relação ao aspecto, nada de sólido, ou estável,ou perpétuo, as colunas tocam o chão de leve, num ponto; ou estão flutuando sobre lagos; os edifícios com aspecto totalmente instáveis, como no caso do Senado, que é uma cuia assentada sobre um plano, se alguém se encostar, dá a sensação de se mexer.
Essa arquitetura, tão querida do povo brasileiro, encarna a vontade do povo, escravizado e colonizado, por tantos e tantos anos, de voar, se desprender do solo e alcançar alturas nunca atingidas.
Viva o Brasil!
Cinema Pornô
Não é verdade que representantes do You Tube estejam em Nova Déli em busca de um vídeo sexy, assunto da hora em todas as rodas da cidade.
Advinhe Quem Vem Pro Jantar?
O projeto Orla, pretensa tábua de salvação do inimigo público número 1 de Nova Déli, o prefeito Duciomar Costa, poderá receber em breve, muito breve, um visita inesperada. E indesejada.
Pastores da Onda
O deputado estadual Martinho Carmona, do PMDB, conversou com o federal Wladimir Costa (PMDB-PA) ontem.
Homens de fé, muita fé.
Homens de fé, muita fé.
Aluga-se
Encontra-se "pinado", ou seja, em local incerto e não sabido, o radialista Zeca Diabo, da Rádio Infernal, chefe da gang de extorsionários que "alugava"( rs...) um horário da emissora.
Mas é só para evitar o flagrante.
Conforma previsto, o jornal co-irmão da emissora nada disse aos leitores.
Deve ter sido "alugado" pelo Zeca Diabo também. Deve ter sido sim.
Mas é só para evitar o flagrante.
Conforma previsto, o jornal co-irmão da emissora nada disse aos leitores.
Deve ter sido "alugado" pelo Zeca Diabo também. Deve ter sido sim.
Tempos e Mores
Surgiu a sombra de uma jaça, por alguns momentos, no discurso do desembargador Milton Nobre, presidente do TJ paroara, ontem ao cair da tarde, na inauguração do Palácio da Justiça.
Justamente na presença da mais alta autoridade do judiciário brasileiro, a presidente do STF, a ministra Ellen Gracie.
Ao responsabilizar a imprensa pela revolta da sociedade brasileira contra a abusiva, ilegal, inútil e perniciosa tentativa dos TJ's de escapar dos tetos salariais, Sua Excelencia quis culpar a janela pela paisagem.
Que pena.
Igualou-se, no gesto, às reações dos parlamentares quando a sociedade lhes exigiu o fim do voto secreto, o fim dos 90 dias de férias anuais, o fim das convocações extraordinárias remuneradas, privilégios insuportáveis finalmente varridos para a lixeira da história política brasileira.
O presidente Nobre- o blog estende as duas mãos à palmatória - não falou só em seu nome.
Foi o porta voz dos quase 3000 membros do judiciário brasileiro que recebem ilegalmente os recursos do povo.
Mas foi também, e principalmente, a voz do sentimento da média do judiciário, que resistiu à criação do CNJ, que resistiu ao nepotismo, que sucumbe aos privilégios, que não viu o tempo passar sob suas sentenças, que não viu o mundo mudar sob suas togas.
Subiu no ar uma nuança acre de paroxismo quando Sua Excelencia atribuiu à imprensa a tentativa de macular a imagem de todo o judiciário por míseros 1,5% do total dos membros do poder - aqueles que estão, com efeito, fora da lei, decerto na suposição que tão ínfimo percentual pudesse ser tomado como uma aceitável margem de erro estatístico.
O mesmo raciocínio poderia aceitar, por extensão, que a imprensa estaria sendo injusta com alguém que desviasse apenas 1,5% dos recursos públicos.
Ou ainda que seria tolerável se o nazismo tivesse exterminado apenas 1,5% dos 10 milhões de judeus na 2a Guerra.
Mas não é uma zona assintótica - um mistério que a Matemática ainda não teve tempo de resolver- que está em discussão, senão o princípio da universalização no alcance e aplicação da lei, sem o qual a justiça se torna assimétrica, deformada, reabrindo as portas para a sociedade da barbárie, para o passado.
A presidente do Supremo, que falou imediatamente antes, não mexeu um só músculo de sua melodiosa face.
Aos presidentes dos TJ's, no início desta semana, ela deu-lhes o aviso: acabou. E ponto.
Todos vão receber o teto estabelecido pela lei, e devolver as diferenças recebidas a maior.
Nas barras do Supremo? Que seja, é pena, mas será.
E ponto.
Isto sim garante um judiciário sem mácula, e lhe retorna mais um pouco da credibilidade tragada por um passado que ainda insiste em resistir ao tempo.
Antes da serena ministra, falaram o presidente da OAB-PA e o procurador geral do MPE, que deixaram escapar uma oportunidade ímpar de dizer aos presentes o que pensam os defensores da lei e os guardiões dos intereses da sociedade frente aos atos do estado.
Talvez porque não sejam, ou não se sintam, ainda, nem uma coisa, nem outra.
Também para os dois o tempo ainda não passou.
A corte assistiu em silencio.
E na avenida em frente ao Palácio, naquele fast motion das luzes no asfalto molhado das canções de Arrigo Barnabé, o tempo continuava, rápido, sem olhar para trás.
Igual a vida das pessoas.
Eles, lá dentro, precisam se ver assim. É o que são.
-------------------------------------------------------
Peço desculpas por não poder cumprir o prometido escrevendo os posts sobre Keynes e Gramsci.
São duas e meia da manhã e ainda preciso fazer meus últimos apontamentos da mesa redonda da CNBB amanhã.
Mas os dois maiores pensadores do século que ainda não acabou, como demonstram os mores deste post, estão certos prá domingo.
Os muito curiosos nos potins da festa podem dar uma passadinha nos comentários do post abaixo, o Répiauer, onde um bem humorado, generoso e observador comentarista do blog conta quase tudo certo. Quase.
Justamente na presença da mais alta autoridade do judiciário brasileiro, a presidente do STF, a ministra Ellen Gracie.
Ao responsabilizar a imprensa pela revolta da sociedade brasileira contra a abusiva, ilegal, inútil e perniciosa tentativa dos TJ's de escapar dos tetos salariais, Sua Excelencia quis culpar a janela pela paisagem.
Que pena.
Igualou-se, no gesto, às reações dos parlamentares quando a sociedade lhes exigiu o fim do voto secreto, o fim dos 90 dias de férias anuais, o fim das convocações extraordinárias remuneradas, privilégios insuportáveis finalmente varridos para a lixeira da história política brasileira.
O presidente Nobre- o blog estende as duas mãos à palmatória - não falou só em seu nome.
Foi o porta voz dos quase 3000 membros do judiciário brasileiro que recebem ilegalmente os recursos do povo.
Mas foi também, e principalmente, a voz do sentimento da média do judiciário, que resistiu à criação do CNJ, que resistiu ao nepotismo, que sucumbe aos privilégios, que não viu o tempo passar sob suas sentenças, que não viu o mundo mudar sob suas togas.
Subiu no ar uma nuança acre de paroxismo quando Sua Excelencia atribuiu à imprensa a tentativa de macular a imagem de todo o judiciário por míseros 1,5% do total dos membros do poder - aqueles que estão, com efeito, fora da lei, decerto na suposição que tão ínfimo percentual pudesse ser tomado como uma aceitável margem de erro estatístico.
O mesmo raciocínio poderia aceitar, por extensão, que a imprensa estaria sendo injusta com alguém que desviasse apenas 1,5% dos recursos públicos.
Ou ainda que seria tolerável se o nazismo tivesse exterminado apenas 1,5% dos 10 milhões de judeus na 2a Guerra.
Mas não é uma zona assintótica - um mistério que a Matemática ainda não teve tempo de resolver- que está em discussão, senão o princípio da universalização no alcance e aplicação da lei, sem o qual a justiça se torna assimétrica, deformada, reabrindo as portas para a sociedade da barbárie, para o passado.
A presidente do Supremo, que falou imediatamente antes, não mexeu um só músculo de sua melodiosa face.
Aos presidentes dos TJ's, no início desta semana, ela deu-lhes o aviso: acabou. E ponto.
Todos vão receber o teto estabelecido pela lei, e devolver as diferenças recebidas a maior.
Nas barras do Supremo? Que seja, é pena, mas será.
E ponto.
Isto sim garante um judiciário sem mácula, e lhe retorna mais um pouco da credibilidade tragada por um passado que ainda insiste em resistir ao tempo.
Antes da serena ministra, falaram o presidente da OAB-PA e o procurador geral do MPE, que deixaram escapar uma oportunidade ímpar de dizer aos presentes o que pensam os defensores da lei e os guardiões dos intereses da sociedade frente aos atos do estado.
Talvez porque não sejam, ou não se sintam, ainda, nem uma coisa, nem outra.
Também para os dois o tempo ainda não passou.
A corte assistiu em silencio.
E na avenida em frente ao Palácio, naquele fast motion das luzes no asfalto molhado das canções de Arrigo Barnabé, o tempo continuava, rápido, sem olhar para trás.
Igual a vida das pessoas.
Eles, lá dentro, precisam se ver assim. É o que são.
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Peço desculpas por não poder cumprir o prometido escrevendo os posts sobre Keynes e Gramsci.
São duas e meia da manhã e ainda preciso fazer meus últimos apontamentos da mesa redonda da CNBB amanhã.
Mas os dois maiores pensadores do século que ainda não acabou, como demonstram os mores deste post, estão certos prá domingo.
Os muito curiosos nos potins da festa podem dar uma passadinha nos comentários do post abaixo, o Répiauer, onde um bem humorado, generoso e observador comentarista do blog conta quase tudo certo. Quase.
1.12.06
Répiauer
Ainda tá rolando a festa de inauguração do Palácio da Justiça.
O poster, plebeu, não foi convidado.
Mas, amigo de reis e rainhas, vai receber as notícias de duas fontes que lá estão.
Amanhã voces saberão detalhes.
O que não quer dizer que o poster não vá se divertir também, a partir de agora.
Enquanto eles comem brioches, eu vou de peixinho frito.
E na cadencia do samba....rs
----------------------------------------------
Mais uma vez alguns comentaristas deram show de bola hoje, especialmente nos posts O Palácio e DS Prega Fim do Monopólio.
Boas pautas para o sabadão, onde falaremos sobre Lord Keynes - viu Oliver?, e sobre Gramsci - viu Anonimo interessado na construção da hegemonia? .
Para não ficar só nos potins da corte.
Té amanhã.
O poster, plebeu, não foi convidado.
Mas, amigo de reis e rainhas, vai receber as notícias de duas fontes que lá estão.
Amanhã voces saberão detalhes.
O que não quer dizer que o poster não vá se divertir também, a partir de agora.
Enquanto eles comem brioches, eu vou de peixinho frito.
E na cadencia do samba....rs
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Mais uma vez alguns comentaristas deram show de bola hoje, especialmente nos posts O Palácio e DS Prega Fim do Monopólio.
Boas pautas para o sabadão, onde falaremos sobre Lord Keynes - viu Oliver?, e sobre Gramsci - viu Anonimo interessado na construção da hegemonia? .
Para não ficar só nos potins da corte.
Té amanhã.
Reservas sub judice
Tem até segunda, o governador Jatene, para correr atrás de cassar a liminar concedida há pouco pelo Juiz Federal Herculano Nacif , de Altamira, a pedido do MPF, contra a criação da Flota da Amazonia e da Área de Proteção Ambiental de Santa Maria de Prainha.
Para o MPF, a criação das duas áreas, anunciadas pelo governador do Estado Simão Jatene como iniciativa de preservação, representa na verdade um ataque ao modo de vida das populações tradicionais da região e privilegia um modelo de exploração predatório da floresta amazônica.
Com informações da Assessoria de Comunicação do MPF.
Para o MPF, a criação das duas áreas, anunciadas pelo governador do Estado Simão Jatene como iniciativa de preservação, representa na verdade um ataque ao modo de vida das populações tradicionais da região e privilegia um modelo de exploração predatório da floresta amazônica.
Com informações da Assessoria de Comunicação do MPF.
DS Prega Fim do Monopólio
Do blog do Jeso Carneiro, absolutamente tapajônico.
Para não cair nas mãos dos Maiorana
A deputada federal Socorro Gomes (PCdoB) e Raul Pont, secretário-geral do PT nacional e uma espécie de morubixaba da DS (Democracia Socialista), à qual Ana Júlia está ligada, têm a mesma opinião no tocante à política de comunicação que a governadora eleita deve implementar no seu governo.
Socorro e Raul defendem a criação de alternativas de comunicação que garantam ao governo o apoio das ruas para as mudanças desejadas, independente da obtenção de maioria ou não na Alepa (Assembléia Legislativa do Pará).
Os dois pregam ações que incluam fortes parcerias com os jornais, tvs, rádios comunitárias e comerciais do interior e livrem o governo da pressão exercida pelo monopólio que controla a mídia no estado.
Para não cair nas mãos dos Maiorana
A deputada federal Socorro Gomes (PCdoB) e Raul Pont, secretário-geral do PT nacional e uma espécie de morubixaba da DS (Democracia Socialista), à qual Ana Júlia está ligada, têm a mesma opinião no tocante à política de comunicação que a governadora eleita deve implementar no seu governo.
Socorro e Raul defendem a criação de alternativas de comunicação que garantam ao governo o apoio das ruas para as mudanças desejadas, independente da obtenção de maioria ou não na Alepa (Assembléia Legislativa do Pará).
Os dois pregam ações que incluam fortes parcerias com os jornais, tvs, rádios comunitárias e comerciais do interior e livrem o governo da pressão exercida pelo monopólio que controla a mídia no estado.
O Palácio
( Imagem do Palácio de Versailles, no dia da assinatura dos Termos de Paz, em junho de1919 - Foto do US National Archives)O novo prédio do Tribunal de Justiça do Estado custou 32 milhões de reais aos cofres públicos. O governo do Estado, proprietário do imóvel, entrou com R$ 17,5 milhões para bancar a restauração do antigo colégio Lauro Sodré, uma suntuosa construção que ficou com sua feição definitiva no início do século XX, sem uso há vários anos.
A parte do judiciário na obra foi de R$ 13 milhões, usados para levantar um prédio anexo, que completou os 37 mil metros quadrados de área construída a serviço da cúpula do poder judiciário paraense.
Leia na íntegra aqui o artigo da mais nova edição do Jornal Pessoal, do jornalista Lucio Flavio Pinto, que já circula desde cedo em Santarém nas páginas do Estado do Tapajós, que hoje estréia uma nova tipologia de letras na capa.
