4.12.09

Um ótimo final de semana prá todos!

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Retratos da América!

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Cadê o título?

________ Terra Grilada
Do Blog da Franssinete Florenzano

A PGE vai ajuizar amanhã ação de oposição, a fim de que seja revogada a liminar de reintegração de posse para a fazenda Pouso Alegre, deferida pela Vara Agrária de Castanhal. É que o Iterpa verificou que o título é falsificado e a área pertence ao patrimônio público estadual.

http://uruatapera.blogspot.com/2009/12/terra-grilada.html

Nota do Sérgio Bastos

Twitter falso do Belem Tem Disso

O Ilustrador e publicitário Sergio Bastos, conhecido por retratar com seus desenhos a cidade de Belém na sua coluna Belém Tem Disso durante 5 anos no jornal O Liberal, no seu site e blog na internet e na Tv Cultura do Pará, descobriu que existe um endereço falso no twitter com o nome belemtemdisso. Não bastasse isso o falso twiteiro ainda usa sem autorização uma ilustração de Sergio para identificar a página.
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Divisão do Estado: o Quinta
é contra.
Impedir que todos decidam no Plebiscito:
o Quinta
    é mais contra ainda.
  Plebiscito é decisão de todos, não vontade de alguns.

Paraense, defenda seu direito de decidir.
Uma campanha do Quinta Emenda


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Ironia!

Duciomar Costa foi cassado, a sentença é em 1ª Grau e cabe recursos, mas ele terá que se afastar do cargo até conseguir uma liminar que o coloque de volta ao lugar no qual ele jamais deveria ter entrado.
Ironia que seja cassado pelo TRE, e por utilização de poder econômico em campanha eleitoral.

E o Pará?

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Do blog 'Corredores do Planalto
'http://blogdovalmutran.blogspot.com/2009/12/camara-pode-aprovar-plebiscito-do.html
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"Há algumas resistências que ainda persistem sobre o projeto. Em sua grande parte por desconhecimento da realidade da região e, esse trabalho tem sido feito pelos próprios deputados federais eleitos na região: Bel Mesquita, Asdrubal Bentes (PMDB), Wandenkolk Gonçalves (PSDB), Zequinha Marinho (PSC) e Giovanni Queiroz (PDT), prefeitos, vereadores e líderes empresariais e comunitários da região interessada na criação do Estado do Carajás.
Segundo os defensores do projeto os custos benefícios que todo o país pode auferir é relevante para o desenvolvimento da Amazônia e do Brasil."
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Me lembrei da Rita Lee, "não sei se eu estou pirando, ou se as coisas estão melhorando".
Imaginem, qual é a capacidade e a condição política desses senhores, no enfrentamento dos enormes desafios que estão postos ao Pará.
Falar da divisão do estado na perspectiva do 'custo x benefício' é de uma ignorância coronelista. 
Querem viver da política; políticos não são.

E os Interesses Políticos do Pará?

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Em cima do post  'Eh! Você Aí! ',
uma análise de Alex Fiúza de Mello, comentarista do Quinta.  _____________________________

Será a hora da verdade e o teste histórico definitivo para essa geração de políticos paraenses: ou resgatarão à memória futura o mínimo de dignidade que lhes resta, honrando os votos da representação popular (lutando pela unidade do estado), ou passarão à história como "vendilhões" do maior patrimônio público dos paraenses: o tamanho de sua população e de suas riquezas naturais.
Dividir o estado agora é uma ilusão de que será o povo do sul do Pará a lucrar com a medida. Não é verdade. Restarão dois estados fracos, sem condições econômicas e políticas de se afirmarem perante a Federação e perante os interesses das grandes empresas, em nome do interesse público maior.
Teremos, de um lado, mais um governador, mais alguns senadores e deputados  (o que entusiasma alguns poucos) e, de outro, o aumento da miséria. 
O problema do Pará é não ter uma política de atendimento de sua população na dimensão da grandeza do estado (o que justifica a revolta do povo do interior), e não o seu tamanho (o que não justifica a ilusão da falsa solução). 
É hora de vermos quem terá a grandeza de arriscar votos e mandato pela defesa de teses diante do público e, sobretudo, DIANTE DA HISTÓRIA ; ou quem vai se calar diante de tamanha ameaça ao futuro dos paraenses, apenas em troca de um punhado de votos (e, quem sabe, de outras "vantagens").
Afinal, terão nossos políticos a estatura do Pará atual, ou ficarão com aquela diminuída do que restará.
Que dirão a seus filhos e netos (se é que estão preocupados com isso...)?  Um plebiscito restrito a uma região apenas e não estendido a todo o estado é  golpe!  carece de legitimidade e, creio, inclusive de legalidade. Será o fundo do poço da política paraense.
Onde está a palavra clara do Governo a respeito? dos Partidos (têm ou não têm programas)? dos políticos (têm ou não têm vergonha)? Sim, diante de tamanha questão, como se justificar tamanho silêncio? O que é então a política, meus senhores? um jogo de cartas? de interesses miúdos? o "toma-lá-dá-cá"? mero comércio?
A "arte" dos oportunistas?
É inacreditável!!! Onde estão a coragem, a postura, o compromisso público, a honra, o caráter, os princípios, a transparência que deve ser cultuada na república? Onde estão? Onde? Onde? Onde?

3.12.09

Boa Pergunta!

Em cima do post 'Só faltava essa!',  uma pergunta da Bia, comentarista do Quinta:
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"Boa tarde, Marise querida: não sou jurista, mas acho que os sulistas quiseram fazer charme para a população do sul e sudeste do estado. O plebiscito deveria obedecer a Lei 9.709, que diz com muita clareza:
"Art. 7º Nas consultas plebiscitárias previstas nos arts. 4º e 5º entende-se por população diretamente interessada tanto a do território que se pretende desmembrar, quanto a do que sofrerá desmembramento; em caso de fusão ou anexação, tanto a população da área que se quer anexar quanto a da que receberá o acréscimo; e a vontade popular se aferirá pelo percentual que se manifestar em relação ao total da população consultada."
Vamos ver o que é isso. Ou será que a lei foi revogada?
VOCÊ AÍ!
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Você aí morador do baixo Amazonas, do Nordeste Paraense, das microrregiões Bragantina e do Salgado: você quer ficar de fora do plebiscito que vai decidir se o Pará deve ser cortado em fatias; como uma pizza?
Você é a favor que só o sudeste do Pará vote no plebiscito?
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Somos Todos Paraenses! 
Por quê, só uma parte decide!?
 Cinismo!
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Da mediação não-imparcial





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Renato Lessa, cientista político.
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Dias após discreta e contida recepção oficial no Brasil oferecida ao Presidente de Israel, Shimon Peres, com pompa e certo espalhafato aportou entre nós o Presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad. Relações entre Estados por certo, contêm uma dimensão, digamos, extra cíclica, mais larga no tempo do que a duração dos espasmos políticos imediatos. Afinal, não são regimes que estão a interagir, ou, menos ainda, governos e personalidades, mas entidades dotadas de maior permanência e durabilidade. No entanto, Estados não são entes de razão. Materializam-se, de modo necessário, em regimes e governos, e esses se fazem presentes por seus supremos mandatários.
Na impossibilidade da presença de Deus - em versão local - mandou-nos o Irã o Sr. Ahmadinejad. De nossa parte, quiseram inequivocamente os eleitores brasileiros, sem qualquer supervisão divina, que na ocasião daquela visita estivesse o Presidente Lula a representar-nos.
É exatamente nesse abismo entre a impessoalidade e abstração contidas na idéia de Estado e a concretude e personalização dos regimes, dos governos e da presença de seus mandatários que reside toda a questão. Não bastam cândidos formalistas a decretar que “por razões de Estado” devem mandatários de países com relações diplomáticas em curso encontrar-se, e que tal justificativa, tal como fazia o saudoso Gustavo Kuerten, “mata o ponto”. Essa é na verdade uma forma curiosa de pensar. Tomam-se normas escritas e formais como explicação em última instância e justificativa para gestos de natureza política. 
Do hábito argumentativo, sabe bem o cinismo. Melhor fez Carlos Drummond de Andrade,
para quem “os lírios não nascem da lei; meu nome é tumulto e se escreve na pedra”.
No caso em questão, não se trata tanto de tumulto, mas de abismo. Um abismo inscrito entre a formalidade e a operação política. Para além do imperativo dos bons modos, poder-se-ia acrescentar como razão para a visita de Ahmadinejad - antecipada não apenas pela de Shimon Peres, mas pela de Mahmud Abbas - o desejo do governo brasileiro em lançar o país como interlocutor ativo em um dos mais intratáveis conflitos internacionais contemporâneos. Com efeito, não é trivial a presença em curto espaço de tempo, em um mesmo país, dos três personagens indicados. A questão, no entanto, consiste em saber se a presença simultânea é indicador suficiente do preenchimento do papel pretendido. Tudo dependerá, entre outros fatores, do que foi dito aos dignitários que por cá passaram.
Recordemos do patético papel cumprido por José Manuel Durão Barroso, então primeiro ministro de Portugal, ao receber na base das Lajes, na Ilha Terceira (Açores), em 2003, Bush, Blair e Aznar, no que desaguou na intervenção “aliada“ no Iraque. Houve mesmo quem dissesse na altura que, pelas mãos de Durão Barroso, Portugal teria sido o primeiro país a entrar em uma guerra como anfitrião. Descontada a maldade da oposição de esquerda portuguesa, ninguém com juízo mental médio julgou que a cimeira dos Açores representou algo de significativo para a projeção internacional de Portugal. É certo que a quase simultaneidade das visitas ao Brasil, dos mandatários mencionados, tem sabor distinto. Não se trata de reuni-los para simbolicamente lançar um plano comum, mas de afirmar uma vontade de mediação.
Ressalvado o que pode ter sido dito em segredo, e para cada um deles em particular, o que veio a público não é auspicioso. Sem dúvida, o presidente Lula é insuperável na arte de dizer a desafetos - um de cada vez - de que todos possuem lugar em seu vasto coração. São os custos afetivos do presidencialismo de unanimidade. Cada um dos interlocutores do presidente deve ter a convicção de que critérios generosos de justiça fundiária imperam no coração do presidente. Serão tais artes suficientes para a projeção do país como mediador de crises internacionais graves e complexas? Tomara que sim. Não estou aqui a torcer contra, mas o velho hábito da dúvida e da reserva cética sempre faz da suas.
Os hábitos do interlocutor afetuoso não podem, em particular, evitar a sensação de que não somos exatamente eqüidistantes no conflito que pretendemos mediar. A Mahmoud Abbas, por exemplo, foi dito que o Brasil condena a expansão das colônias israelenses para além do território do Estado de Israel e em terras sob jurisdição ainda precária da Autoridade Palestina. Penso não existir, se calhar, causa mais decente e defensável do que essa. No entanto, seria música para os ouvidos de Abbas ter escutado algo a respeito do regime que o Hamas impôs na Faixa de Gaza, com a eliminação física de dezenas de milhares de militantes da Fatah. O deleite musical teria chegado ao máximo êxtase, se nosso mandatário tivesse condenado o apoio e o financiamento iranianos ao Hamas. Isso não foi feito. Será que estamos à espera dos mandatários da Faixa da Faixa de Gaza, para apurar nossa vocação pacificadora?
Do que foi dito, em público, a Mahmoud Ahmadinejad, é inevitável a sensação de falta. A tímida afirmação da vocação pacifista brasileira e a defesa do “direito legítimo” ao desenvolvimento de tecnologia nuclear com fins pacíficos fenecem diante da decisão da Agência Nuclear Internacional de considerar o programa iraniano como incompatível com o Direito Internacional. E como ficamos diante disso? Consideramos a Agência um braço do imperialismo e confiamos no semblante impassível de Ahmadinejad ao escutar as palavras do presidente Lula?
E quanto à negação criminosa e obstinada da existência do Holocausto? Nada a respeito foi ouvido, da parte brasileira. É como se o tema não fizesse parte da agenda de cooperação entre os dois estados. O Brasil no momento mantém encarcerado um ex-militante político italiano, acusado em seu país de ter cometido delitos de sangue. Há imensas dúvidas quanto à seriedade do processo ao qual foi submetido naquele país. Ao mesmo tempo, recebemos um negacionista como Ahmadinejad, sem que suas patologias fétidas tivessem sequer um reparo, mesmo educado e gentil. Na verdade, quem falou do Holocausto durante a visita foi o próprio presidente iraniano. Em entrevista ao fim da visita fez a gracinha: disse ter ouvido falar que entre os 60 milhões de mortos da II Guerra, havia alguns judeus. O cinismo da afirmação está a revelar que o personagem não veio ao Brasil para fazer concessões.

É só o que faltava!

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Os nossos 'representantes' no Congresso Federal são muitos 'engraçados'.
Os que foram 'eleitos' pelo sul do Pará tiveram a cara de pau de colocar o plebiscito para ser votado apenas pelos 'habitantes da região' onde se pretende criar o Estado de Carajás.
Isso é uma senhora canalhice!
Temos que acompanhar os demais passos desses "representantes do Pará", ou eles vão passar a perna nos que são contrários a divisão.
Sou a favor do plebiscito realizado em todo o território paraense.

'Sincretismo Cultural'

Os católicos dedicam o 8 de dezembro à Nossa Senhora da Conceição.
As religiões afro-brasileiras homenageiam Yemanjá e Nossa Senhora da Conceição.
Nossa Senhora da Conceição, no Brasil, é negra e é branca. É branca em Portugal.
É também 'Nossa Senhora da Aparecida' ou 'Nossa Senhora da Conceição Aparecida', 'Padroeira do Brasil'.
Belíssimos rituais aguardam 'as senhoras' no próximo dia 8 de dezembro.











Lei de Murphy.

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'Portas à Corrupção'

Os democratas, até estourar o Mensalão do DEM, tinham como principal diversão acusar os demais partidos de corrupção, apadrinhamento, conluios, etc. Começaram a baixar a crista quando os escandâlos do Senado demoliram as pretensões de santificação de alguns políticos. Foi o caso do deputado Luluquefala(DEM), pego no rolo das passagens aéreas. Pensou que bastava pedir desculpas e o eleitor iria entender.
Dê desculpas em desculpas vão se formando os elos entre corruptos e corruptores.
Agora estão às voltas com o Mensalão do DEM.
O que o post Furo descreve nada mais é que uma porta do caixa 2; uma porta aberta para o filho do Governador Arruda; muitas outras foram abertas; espero que tenhamos acesso a todas.

Furo!

O Blogosfera, do prof. Alan, dá um furo no restante da mídia, e revela em primeira mão um detalhe da Operação Caixa de Pandora, o escândalo que caiu na cabeça do governador do DF, José Roberto Arruda.
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"Existe algo no escândalo que caiu na cabeça do governador do DF, José Roberto Arruda, que ainda não foi falado por nenhum blogueiro, nem jornalão ou emissora de TV. Não sei se a omissão foi deliberada, se passou despercebido ou se está sendo guardado para mais tarde...

Trata-se de um trecho do depoimento de Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais e denunciante do esquema. Barbosa prestou, em 16 de setembro deste ano, um longo depoimento ao Ministério Público do DF.
A íntegra do Inquérito nº 650/2009 do STJ, base da Operação Caixa de Pandora, foi disponibilizada pelo portal G1, da Globo (veja aqui)
Às folhas 17 do volume I do inquérito Barbosa anota em seu depoimento que o próprio Arruda lhe pedira para contratar, via CODEPLAN, uma empresa de comunicação chamada Notabilis Comunicação e Marketing. Disse Barbosa que a Notabilis estava no nome dos irmãos Omézio e Orlando Pontes, mas que um de seus sócios era Marcos Sant’anna Arruda, filho de José Roberto Arruda.
Assim a Notabilis, que tinha como sócio um filho de Arruda, foi contratada pela CODEPLAN, passando a receber, segundo Barbosa, um valor mensal de 40 mil reais.
Às folhas 73 do volume II do Inquérito 650 Barbosa juntou cópia da 10ª alteração contratual da Notabilis, quando Marcos Arruda passou a fazer parte do quadro social da empresa. A alteração está datada de 23/10/2003, e foi registrada no Cartório Marcelo Ribas em 06/11/2003, sob o nº 0002273, no livro A-03.
Na sequência Barbosa juntou ao inquérito (folhas 90 a 128 do volume II) um conjunto de 39 notas fiscais da Notabilis, emitidas entre dezembro de 2003 e julho de 2006, totalizando mais de 720 mil reais pagos à Notabilis, tendo a CODEPLAN como cliente.
Omézio Pontes, sócio de Marcos Arruda na Notabilis, foi assessor de comunicação de Arruda na Câmara Federal, e seguiu como assessor de comunicação de Arruda no GDF."

Aqui http://prof.alan.blog.uol.com.br.

2.12.09

Plebiscito, Sim! Estado, Não!

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No blog do Hiroshi Bogéa sobre a realização do plebiscito para a criação do Estado de Carajás.

"... o Senado Federal acabou de aprovar proposta de realização de plebiscito para a criação do Estado de Carajás, após acordo de lideranças negociado durante toda a tarde.
Matéria segue agora para a Câmara Federal, onde todas as lideranças partidárias já assinaram sua votação.
Deputado federal Wandenkolk Gonçalves (PSDB) informa ao blog que após a aprovação pelo plenário da Câmara, o Tribunal Superior Eleitoral tem 45 dias para marcar a data da realização do plebiscito."

http://www.hiroshibogea.blogspot.com/

'A última que morre'

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9/12/09

Vamos lá Santarenos!
O Ministério Público Federal (MPF) no Pará vai promover na próxima quarta-feira, dia 9, uma audiência pública em Santarém, oeste do Estado, para discutir a implantação da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa).
O objetivo é que todos os cidadãos interessados possam debater temas como o currículo universitário, local e estrutura da instituição, processo de ingresso, cursos e grade curricular.
A audiência pública, para a qual foram convidados representantes da reitoria da Ufopa e do movimento Comissão Popular para a Nova Universidade, será realizada a partir das 8:40 horas no auditório do campus da Universidade Estadual do Pará (Uepa), localizado na avenida Plácido de Castro, nº 1399, no bairro Aparecida.
O edital da audiência, que será presidida pelo procurador da República Cláudio Henrique Cavalcante Machado Dias, pode ser acessado na íntegra pelo link http://tinyurl.com/edital-audiencia-ufopa.

Rouba Mas Faz!

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Há forte evidência de que a Microsoft seria uma das financiadoras do Mensalão do DEM.
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Em o globo mais uma denúncia contra a construtora Camargo Corrêa.
O velho esquema de sempre: doleiros, partidos políticos, agentes públicos, parlamentares e chefes de estatais. Uns recebem propina, outros captam o dinheiro, outros mandam o dinheiro para fora do Brasil. Depois ele volta novinho em folha.
Desta vez as denúncias envolvem as obras de construção de hospitais no Pará.
PT e PMDB são citados nas investigações.
As propinas distribuidas em três obras públicas da Construtora Camargo Corrêa somam, aproximadamente, R$ 4 milhões.
De acordo com o MPF, a construtora Camargo Corrêa pagou propina nas licitações para ficar com as obras.
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De Soraya Aggege
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/12/02/nova-denuncia-contra-construtora-camargo-correa-246375.asp.

Novo 'Amor'

Não é verdade que o deputado Luluquefala vai dar um bouquet de rosas para o Sobrancelhudo, hoje, em agradecimento ao lugar de vice na chapa para o governo.

Democratas


1.12.09

Oh Azar!

Tucanos em revoada e democratas em cólicas.
Nada pior para o DEM do que não ter como explicar o  "caixa 2"  na mão do Governador, a nove meses de uma campanha eleitoral.
O PSDB é o quarto partido a deixar a base de Arruda. Ninguém sabe, ninguém viu!
É isso, agora é o barata voa!
Segundo a folha são 100 tucanos na administração de Arruda.

Nem um pé de feijão...

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Veja que estória interessante foi contada no site do Luis Nassif sobre a senadora Kátia Abreu (DEM); aquela que defende com unhas e dentes os proprietários de terra; com título ou sem título.
Perceba a diferença entre convicção e vocação quando o assunto é  "do meu interesse":
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01/12/2009 - 15:35
O caso Kátia Abreu
Por Roberty
Uma história de estarrecer:
A propósito de uma reportagem que Leandro Fortes publicou na Carta Capital, o Conversa Afiada publicou o seguinte post: “Kátia, que é inimiga do MST e quer derrubar governadora compra terra no grito e não planta nada”.
Ontem, por telefone, Paulo Henrique Amorim entrevistou o pequeno proprietário rural Juarez Vieira Reis, de Campos Limpos, Tocantins.
Juarez reafirmou que a união do poder Executivo e do Judiciário de Tocantins o obrigou a abandonar as terras em que vivia com a família desde 1955, sem receber um tostão.
O beneficiário da intervenção foi a então deputada e presidente da associação rural de Tocantins, a hoje senadora Kátia Abreu, que tenta prender o João Pedro Stédile e depor a governadora do Pará.
A Senadora se apropriou das terras, embora tenha ido à casa de Juarez e prometido que não faria nada para prejudicar a família.
Juarez venceu em todas as etapas do Judiciário, mas não consegue reaver as terras.
Ele demonstrou que os documentos que atestavam a sua propriedade – o usucapião – eram legítimos.
A certa altura, uma autoridade disse que ele tinha tomado aquelas terras e Juarez respondeu: “nunca vi pobre tomar terra de rico”.
Enquanto isso, a Senadora não planta no local um pé de feijão.
Juarez calcula que a Senadora, com a desapropriação ilegal, tenha se apossado de 3 mil hectares de terra, num platô da Serra Geral.
Juarez mencionou que, no último sábado, conversou com o Senador João Ribeiro, do PR de Tocantins, e denunciou a injustiça de que é vítima.
Paulo Henrique Amorim conversou ontem à noite com o senador João Ribeiro, por telefone.
Ribeiro confirmou que esteve com Juarez numa solenidade entrega de 100 títulos, em companhia do Senador Eliomar Quintanilha, hoje Secretário de Educação de Tocantins, e José Augusto Pugliesi. Presidente do Instituto de Terra do Tocantins.
Que, de fato, conversou com Juarez.
“Um homem simples”, disse o Senador.
“É uma história de estarrecer !”, disse João Ribeiro.
“Foi um processo brutal (de desapropriação)”, disse.
O Senador anunciou que vai conversar com o Governador Carlos Henrique Gaguim (PMDB) para apurar como foi essa desapropriação das terras de Juarez e ver o que é possível fazer, dentro da Lei.
“Precisamos ver se a terra é ou era dela. É uma história de estarrecer. E ela (Senadora Kátia) não produziu nada: um pé de feijão !”, concluiu o Senador João Ribeiro.
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/12/01/o-caso-katia-abreu/#more-40339

Direitos

Sobre Belo Monte...
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“Nosso trabalho é garantir que a sociedade brasileira
seja respeitada, porque o Estado brasileiro tem se
comportado como se vivesse de aparências, como se
a aparência de um debate democrático fosse suficiente”
                     Ubiratan Cazetta, procurador da República no Pará.

"Tanto Tem, Tanto Vales"

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por Helena Palmquist
MPF ouve indígenas sobre a hidrelétrica de Belo Monte

1/12/2009 18h38
Ibama, Funai e Eletrobrás foram as ausências significativas
na audiência pública sobre o projeto, promovida pelo
Ministério Público Federal para ouvir lideranças indígenas
e ribeirinhas do Xingu.
Dezenas de lideranças indígenas e ribeirinhas do rio Xingu
percorreram as longas distâncias que separam a Amazônia
de Brasília para debater o projeto do governo brasileiro de
construir a usina hidrelétrica de Belo Monte.
Kaiapós, jurunas, xavantes, xipayas, araras, agricultores,
pescadores artesanais formavam a plateia na audiência
pública promovida pelo Ministério Público Federal.
As três instituições governamentais diretamente envolvidas
no projeto, no entanto, não atenderam ao convite:
Ibama, Eletrobrás e Funai foram duramente criticadas pela
ausência.  “São ausências significativas, mas não significam
fracasso da audiência. É uma oportunidade do Ministério
Público para conhecer de perto a situação dos moradores
do Xingu e os problemas desse empreendimento.
Se não há disposição para o diálogo, buscaremos a via
judicial, como  sempre fizemos”, disse a vice
procuradora-geral da República, Deborah Duprat.
Pelo governo federal estiveram presentes representantes
do BNDES, ICMBio, Presidência da República e
Ministério do Desenvolvimento Social.
São todos representantes de instituições envolvidas até
agora de modo indireto com o empreendimento. Os
questionamentos maiores recaem justamente sobre as
instituições ausentes.
A falta de disposição para o diálogo por parte dessas
instituições foi o tema também dos pronunciamentos de
quase todas as lideranças indígenas presentes. Eles
entregaram ao MPF uma carta em que se mostram,
mais uma vez, dispostos a lutar contra a barragem
no Xingu.  “Se o governo brasileiro quiser construir
Belo Monte da forma arbitrária como está sendo
proposto, que seja de total responsabilidade deste
governo e de seus representantes, como também
da Justiça, o que virá a  acontecer com os executores
dessa obra; com os trabalhadores; com os povos indígenas.
O rio Xingu pode virar um rio de sangue”, diz a carta,
assinada por vários povos indígenas.
“Nosso trabalho é garantir que a sociedade brasileira
seja respeitada, porque o Estado brasileiro tem se
comportado como se vivesse de aparências, como se
a aparência de um debate democrático fosse suficiente”,
disse o procurador da República no Pará Ubiratan Cazetta.
“O governo se recusa a fazer mais audiências, se recusa a
 fazer oitivas com os povos indígenas, como manda a
Constituição e, por último, frustra a expectativa das
pessoas que enfrentaram  a Transamazônica para esse
debate aqui. É justa a revolta da sociedade com a falta
de debate público nesse caso de Belo Monte”, acusou
o procurador Rodrigo Timóteo Costa e Silva, de Altamira.
Dúvidas – A pressa com o licenciamento e precariedade
dos estudos de impacto ambiental foi destacada por
Hermes Fonseca, professor da Universidade
Federal do Pará em Altamira e integrante do Painel de
Especialistas que fez análise crítica do EIA.
“Minha dúvida era a respeito da falta de previsão de
impactos para a construção das eclusas, que podem
permitir passagem de espécies estranhas para
o trecho oriental do Xingu. Mas, para minha surpresa,
na resposta, os empreendedores simplesmente disseram
que desistiram de construir as eclusas”, relatou ao MPF.
Também integrante do painel de especialistas,
Nírvea Ravena, da UFPA  de Belém, apontou o que
considera fragilidade técnica dos estudos. 
“Há ausência de modelos estatísticos que possam
garantir segurança hídrica na região, os dados não
são robustos o suficiente para fazer avaliação de risco”, disse.
Ela refere-se ao risco concreto de uma seca permanente
na região da Volta Grande, trecho de cem quilômetros
do rio Xingu que será interrompido pelas barragens do
aproveitamento hidrelétrico.
Todos os questionamentos feitos foram protocolados
oficialmente e passarão a subsidiar, assim como outros
 instrumentos, a atuação do MPF no acompanhamento
do empreendimento Belo Monte.

"Escândalo Político"

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Abaixo, duas manchetes da folhaonline com seus respectivos links.
Na primeira, Lula diz que as imagens não falam por si; falam?; não!; gritam!
Na segunda, o pivô de denúncias envolve o PSDB.
Curioso e lamentável é a grande imprensa  não ter feito matérias mais extensas sobre o assunto; mostrando ao leitor a magnitude e a extensão da quadrilha do Mensalão do DEM: "- é tudo picadinho".
Uma situação de corrupção desse nível, era prá Imprensa estar estampando em letras garrafais; - no Brasil, a coisa vai em um crescente: depende dos niveis de adesão dos leitores.
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01/12/2009 - 10h30
Lula evita comentar escândalo no DF e diz que imagens não falam por si
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u660011.shtml
01/12/2009 - 09h36
Pivô de denúncias envolve PSDB no mensalão do DEM no DF http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u659991.shtml

30.11.09

'ARRUDA'


















Árvore do Dinheiro

Oh Céus!

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A líder do governo na Câmara Legislativa do Distrito Federal, Eurides Britto (PMDB), aparece, nos videos sobre o Mensalão do DEM, recebendo  dinheiro e colocando na bolsa; as imagens são claras; inclusive ela fecha a porta para  "ninguém"  ver. 
Na campanha de Arruda para o governo do Distrito Federal,  ela aparece defendendo todas as melhores expressões da política eleitoral: educação de qualidade, melhoria do salários dos professores, etc.
Dona de uma reputação 'casta', militante da área de educação, ela ainda não conseguiu explicar o que fazia trancada em uma sala, com o Durval Barbosa Rodrigues, recebendo 'aquele' dinheiro; guardando o vil metal na bolsa.
Ela se defende; seus argumentos estão amparados em Deus e em razões divinas; oh céus!

"Fica Vermelha Cara Sem Vergonha"

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É  repugnante o descolamento do DEM de alguns princípios éticos elementares: o partido está se organizando para manter o 'Caixa 2'  até  2010.
Havendo como garantir a permanência de Arruda no poder; havendo como garantir a manutenção do 'Caixa 2'; havendo como garantir a 'prorrogação' das sanções legais;  fica tudo como está.
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Antonio Lavareda, cientista político, e um dos estrategistas do partido, - como o Cesar Maia, deve saber que o eleitorado só precisa de uma boa razão prá continuar acreditando no Arruda e no DEM.

29.11.09

"Os Demos"

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Paulo Henrique Amorim, 28/11/09

Arruda, o do mensalão dos Demos, fugiu do Senado como líder do FHC
"José Roberto Arruda teve que renunciar ao cargo de Senador, porque violou o painel eletrônico de votos do Senado em conluio com o então presidente da casa, Antonio Carlos Magalhães, que também por isso renunciou.
Naquele momento, Arruda era exuberante líder do Governo FHC no Senado.
Foi nessa condição que lutou com bravura para prorrogar a CPMF do FHC, a mesma CPMF que, depois, FHC, com a ajuda de Arthur Virgílio Cardoso, derrubou no Senado e tirou o remédio da boca das criancinhas".
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=23259

A Velha Prática!

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Tempo de Violência , de  Franssinete Florenzano.

Uma das principais testemunhas de acusação contra o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, acusado de mandante do assassinato da irmã Dorothy Stang, sofreu atentado a tiros na quinta, 26, por volta de 21:00h, no município de Anapu, duas horas depois de ter sido intimado pela Justiça como testemunha de acusação a respeito de fraudes, uso de laranjas e falsificação de documentos para ocultar a grilagem do lote 55 – palco de sangrentos conflitos agrários e onde Dorothy foi assassinada. Mesmo baleado nas pernas, na cabeça e na boca, Roniery Bezerra Lopes não morreu, e está em estado grave, internado em um hospital não informado, por medida de segurança.  Aqui: http://www.uruatapera.com/blog/blog.asp

Recado dado!

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Edição de hoje do  'Diário do Pará online'.
Da jornalista Rita Soares.

Enquanto em Brasília, o clima entre o governo petista de Luiz Inácio Lula da Silva e o PMDB paraense de Jader Barbalho é de eterna lua de mel, no Pará, o tom é de quase divórcio. Maior partido da base aliada e considerado fundamental para a eleição de Ana Júlia Carepa, o PMDB não esconde mais as insatisfações com o governo e a grande pergunta que muita gente tem feito é se o casamento entre PT e PMDB - celebrado nas eleições de 2006 - resistirá às eleições do ano que vem.
Mantendo o estilo de evitar queixas públicas, o presidente do PMDB do Pará, deputado federal Jader Barbalho, não quis falar sobre o assunto.
Herdeiro político de Jader, Helder Barbalho, contudo, classifica as relações hoje com o governo do Pará de “frias e distantes”. E a responsabilidade, segundo ele, seria do governo. “Quem está no governo é que deve pautar o relacionamento e, apesar de a governadora ter sido eleita graças ao apoio do PMDB, quem deve definir relações - se mais próximas ou mais distantes- é ela”.

Cartão de Natal








Cartões de Natal!



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Os desenhos fazem parte da série de cartões de natal que o ilustrador Sergio Bastos está lançando neste final do ano em parceria com a Jokerman Postais Publicitários.

Natal!

Sergio Bastos lança cartões de Natal
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Oh Céus! Oh Vida! Oh Azar!

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-  É muito triste perder um 'caixa de campanha'  às vésperas de uma campanha eleitoral!?!
-  É muito azar!


Que lindo!

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Olha quanta  ternura  nessa declaração em defesa do governador do Distrito Federal:

"O secretário de Ordem Pública do DF, Roberto Giffoni, nega que o dinheiro seja propina. Seria uma colaboração recebida, em 2005, pelo então deputado José Roberto Arruda para financiar ações sociais, entre as quais a compra de panetones e brinquedos, alega. "

O DEM tem medo!

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O DEM  tem pressa, quer atalhar o escândalo em seu nascedouro, sabe que as coisas não são tão simples, mas conta com 'alguma' ajuda para tentar segurar a difusão daquelas informações que são realmente bombásticas e que envolvem muita, mais muita gente.
Nunca vi um governador ser ameaçado de expulsão com tanta rapidez e em tão altos brados.
Isso é o que eu chamo de a força das imagens.

"O MENSALÃO DO DEM"

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O primeiro Mensalão a gente nunca esquece!, ainda guardo a imagem do 'diretor' dos Correios 'guardando' aqueles R$ 3.000,00 no bolso.
Mas, pelo visto, o mensalão do DEM  tem tudo para superar as imagens anteriores.
Agora são R$ 50.000,00 nas mãos de um governador.
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O mais interessante no Mensalão do DEM  é que, rapidamente, saberemos quais são os partidos que recebem a  mesada.  O PSDB já começou a aparecer na lista...

Lula e o IPI dos MÓVEIS


92 ANOS

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Em 2007, durante o  31º Encontro Anual da Anpocs, assisti a uma Mesa Redonda sobre os
noventa anos da Revolução russa.
Da mesa faziam parte quatro historiadores,
Cicero Araújo (USP), Angelo Segrillo (USP),
Gabriel Cohn (USP)  e  Luis Manuel Fernandes (Puc-RJ).
O papo entre eles foi curto, no ponto!
pelas tantas, o Prof. Gabriel Cohn, faz a seguinte reflexão:

 "A Revolução russa foi uma  experiência muita dura
  e muito cruel  para os soviéticos,
  mas foi benéfica e necessária para a humanidade."
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Tim tim!
                                                         

27.11.09

Bom final de semana!








Boa Notícia.

"Há pelo menos oito pessoas em Brasília, além dos procuradores da República que investigaram o caso e do ministro Fernando Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça, que dizem ter assistido o vídeo. Segundo elas, se o vídeo se tornar público só restará a Arruda renunciar ao cargo.
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Elos da corrupção...

Durval Barbosa Rodrigues - o secretário -, participava dos esquemas de corrupção no governo de Joaquim Roriz, ex-governador do Distrito Federal,  e estava  "infiltrado"  no atual  governo  porque fez o acordo de delação premiada.
Observe as ramificações da quadrilha  no "despacho" do ministro Fernando Gonçalves do Superior Tribunal de Justiça (STJ),
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O Globo, 27/11/09

[...] a autoridade policial noticia haver o colaborador (Durval Barbosa Rodrigues) repassado ao DPF (Departamento de Polícia Federal), para fins de registro, a soma de R$ 400 mil, valor que a ele (Durval) retornará para seguir destino apontado por Arruda: entrega a Maciel [José Geraldo, chefe da Casa Civil do GDF], para pagamento da 'base aliada'.  Ou seja, o dinheiro será dissipado em diversos pagamentos menores a pessoas ainda não identificadas".

Ferida Aberta.

Absolutamente estarrecedor o nível da corrupção, no Brasil. Tomei conhecimento pelo blog da Franssinete Florenzano dos acontecimentos em Brasília, estava completamente por fora. Não tive tempo prá verificar os dados, só há pouco fui começar a entender o tamanho e a extensão da quadrilha. É muito grave, e muito revoltante, verificar como se formam os caixas de campanha, e como se mantém a tal da governabilidade: abrindo o bolso e negociando em espécie.
Imagine: um governador recebendo propina e sendo gravado, e o pior, um ex-governador, não menos bandido, declarando que está estarrecido com o nível de corrupção do governo de Arruda.
Nada como a competição política para revelar a podridão da República.