Uma apologia à obstrução das investigações da Operação Furacão desfila, muito bem escrita, no site Consultor Jurídico.
Mas os comentaristas não perdoaram o autor. Nem podiam.
Ah, esses criminalistas, e suas práticas, ainda vão parar no CNJ.
16.4.07
Dor
O orçamento anual da Virgínia Tech, a 56a do ranking americano, onde hoje de manhã aconteceu o maior ataque contra um campus da história dos EUA - 32 mortos - é igual ao orçamento de todas as universidades públicas brasileiras: R$ 2 bilhões.
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Atualizada às 16:40 para correção do número de vítimas fatais.
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Atualizada às 16:40 para correção do número de vítimas fatais.
Dengue Dudu
A SESPA chamou à si a coordenação da campanha de combate a dengue, epidemia que assola a cidade de Nova Déli. Passou de patrol sobre a secretaria municipal da capital, mentirosa e inoperante.
O prefeito, cuja improbidade é endêmica, está onde?
Em Brasília, é claro.
O prefeito, cuja improbidade é endêmica, está onde?
Em Brasília, é claro.
Reforma Tributária
Um conferência do economista Paulo Nogueira Batista Jr vai encerrar o seminário "Políticas Tributárias e Desenvolvimento Regional: o Desafio da Reforma", que a SEFA do Pará realiza nos dias 19 e 20 deste mês, no Hotel Sagres.
O secretário paroara, José Raimundo Trindade, será um dos conferencistas.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o relator da reforma tributária na Câmara, deputado federal Virgílio Guimarães (PT-MG) e a governadora Ana Julia estarão na abertura do evento.
Com informações da Assessoria de Comunicação da SEFA.
O secretário paroara, José Raimundo Trindade, será um dos conferencistas.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o relator da reforma tributária na Câmara, deputado federal Virgílio Guimarães (PT-MG) e a governadora Ana Julia estarão na abertura do evento.
Com informações da Assessoria de Comunicação da SEFA.
As Contas da Gente
A seção do TCM no Diário Oficial do Estado de hoje,16, é pródiga na chamada a santarenos ilustres. São citados, para apresentar defesa em suas contas, da subprefeita Maria do Carmo à ex presidente da Câmara, vereadora Beth Lima.
Sim, é claro que Beiçola também está sendo chamado para dar explicações.
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Atulizada ás 14:00
Adendo do blog do Jeso, na repostagem lá em Santarém.
Além dos três, foram citados também: Delano Riker, vice, pelas contas de 2005 da Semab (Secretaria de Agricultura); Nélio Aguiar, pelo Fundo de Saúde, de janeiro a agosto de 2005; Emanuel Silva, pelo Fundo de Saúde, de setembro a dezembro de 2005; Ana Elvira Alho Teixeira (Setrans, 2005); José Antônio Rocha (SMT, 2005), Conceição Lima (Semdes, 2005), Rosilane Silva (Sefin, 2005), Kássio Portela (Semad, 2005) e Inácio Corrêa (Governo, 2005).
Sim, é claro que Beiçola também está sendo chamado para dar explicações.
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Atulizada ás 14:00
Adendo do blog do Jeso, na repostagem lá em Santarém.
Além dos três, foram citados também: Delano Riker, vice, pelas contas de 2005 da Semab (Secretaria de Agricultura); Nélio Aguiar, pelo Fundo de Saúde, de janeiro a agosto de 2005; Emanuel Silva, pelo Fundo de Saúde, de setembro a dezembro de 2005; Ana Elvira Alho Teixeira (Setrans, 2005); José Antônio Rocha (SMT, 2005), Conceição Lima (Semdes, 2005), Rosilane Silva (Sefin, 2005), Kássio Portela (Semad, 2005) e Inácio Corrêa (Governo, 2005).
Bidú
"A corrupção está indiscutivelmente entranhada em todos os setores do serviço público, sem exceção. Não se salvam mais nem o Judiciário e nem o Ministério Público".
Frase do dia do blog do Noblat, da lavra da procuradora regional da República Janice Ascari.
Frase do dia do blog do Noblat, da lavra da procuradora regional da República Janice Ascari.
Tanto Fizeram...
Do blog do Jeso Carneiríssimo, santareno toda vida.
HR: Ministério Público prepara ação
O MPE (Ministério Público Estadual) entrou no caso hospital regional de Santarém. Via Promotoria de Defesa da Cidadania e Direitos Constitucionais.
O promotor público Túlio Novaes dá os retoques finais numa ação cautelar, na qual pede a imediata ativação do HR.
Ana Júlia, é bom lembrar, só quer colocá-lo para funcionar em junho.
A iniciativa do promotor é anterior ao requerimento protocolado pelo PSDB na sexta-feira, 13, pedindo a reabertura do hospital.
É do dia 9, quando Túlio assumiu a Promotoria de Defesa da Cidadania.
"Foi o meu primeiro ato", disse há pouco ao blog. "Determinei a abertura de um procedimento administrativo, quando pedi informações a todos os atores envolvidos na questão, inclusive a OS Maternidade do Povo".
Agora, ele se debruça sobre o processo final de preparo da ação cautelar, a ser ajuizada nos próximos dias.
O promotor Túlio vai levar um susto se o médico Paulo Monteiro, dono da OS contratada pelo governo anterior, confirmar a ele o que disse dias atrás, para quem quisesse ouvir, no restaurante Lá em Casa, sobre os reais motivos da refrega do HR.
HR: Ministério Público prepara ação
O MPE (Ministério Público Estadual) entrou no caso hospital regional de Santarém. Via Promotoria de Defesa da Cidadania e Direitos Constitucionais.
O promotor público Túlio Novaes dá os retoques finais numa ação cautelar, na qual pede a imediata ativação do HR.
Ana Júlia, é bom lembrar, só quer colocá-lo para funcionar em junho.
A iniciativa do promotor é anterior ao requerimento protocolado pelo PSDB na sexta-feira, 13, pedindo a reabertura do hospital.
É do dia 9, quando Túlio assumiu a Promotoria de Defesa da Cidadania.
"Foi o meu primeiro ato", disse há pouco ao blog. "Determinei a abertura de um procedimento administrativo, quando pedi informações a todos os atores envolvidos na questão, inclusive a OS Maternidade do Povo".
Agora, ele se debruça sobre o processo final de preparo da ação cautelar, a ser ajuizada nos próximos dias.
O promotor Túlio vai levar um susto se o médico Paulo Monteiro, dono da OS contratada pelo governo anterior, confirmar a ele o que disse dias atrás, para quem quisesse ouvir, no restaurante Lá em Casa, sobre os reais motivos da refrega do HR.
Reflexos do Crime
O português João Pereira Coutinho volta às páginas do Quinta, na Pensata da Folha de São Paulo. Um exemplo do legado das quadrilhas que assaltam os cofres públicos ao povo brasileiro.
A normalidade do medo
Fui assaltado em S. Paulo em outubro passado. Sobrevivi. Os contornos da história são fáceis de contar. Cheguei a Guarulhos pelo final da tarde. Tomei um táxi para o centro. Cheguei ao hotel (curiosamente chamado L'Hotel, junto à Paulista), subi os degraus, entrei no lobby. Junto ao balcão, com uma mocinha sorridente que já previa a minha chegada, disse as boas tardes habituais. Então senti uma mão estranha e insistente a puxar pela sacola do laptop, que eu levava a tiracolo. Julguei que fosse um empregado do hotel mais apressado, solícito na sua ajuda ao patrício.
Não era. Um marginal de 15 ou 16 anos, visivelmente mais assustado do que eu, apontava uma arma que era maior do que ele. "É só o laptop", disse o cavalheiro. Eu suspirei fundo, recusei a ordem e, com um golpe certeiro, imobilizei o meliante, que voou dois metros até aterrar na calçada da rua, ensanguentado e inerte.
Mas só na minha imaginação. Em segundos, larguei a sacola, aconselhei calma e ele correu dali para fora. Houve suspiros no lobby, ninguém fora morto ou ferido. O hotel prometeu assumir todas as suas responsabilidades, pagando o prejuízo. As promessas foram como vieram. Pensando bem, esse foi uma espécie de segundo assalto.
Relembro essa história ao ler na última "Vanity Fair" um texto assombroso sobre o crime em S. Paulo. Escrito por William Langewiesche, tem como título "City of Fear" ("Cidade do Medo"), e é uma reconstituição pungente dos dias de terror que a cidade viveu no ano passado, quando o PCC paralisou a vida dos paulistanos. Não existe nenhuma informação que os brasileiros, e sobretudo os habitantes de S. Paulo, não conheçam já por experiência própria: para William Langewiesche, o PCC só existe porque não existe uma política prisional digna de nome; e porque o Estado não tem o monopólio da violência na cidade, permitindo que no seu seio cresçam organizações criminosas que se constituem como estados dentro do Estado. Exatamente como sucedeu com a Máfia italiana, que soube ocupar o vazio político e policial durante a construção, e a unificação, da Itália moderna.
Um pormenor, porém, parece escapar a Langewiesche --e esse pormenor é, pessoalmente falando, o traço mais assustador da criminalidade brasileira. Nos dias seguintes à minha experiência no hotel, eu contei a história a amigos e colegas de ofício que sorriam, e até riam, de todo o episódio. E, com naturalidade impressiva, todos eles relatavam uma lista generosa de assaltos, agressões e até sequestros-relâmpagos que sofreram no passado. Pior: que sofreram no passado e que esperavam continuar a sofrer no futuro, uma inevitabilidade serena e resignada. A minha experiência era um batismo, e um pequeno batismo, que fazia parte da paisagem.
Não nego que seja. Mas também não nego que existe algo de profundamente errado quando o crime se converte numa rotina comparável ao tráfego, ou à poluição urbana. E quando o roubo não é mais do que uma espécie de imposto informal que os brasileiros têm de pagar para viverem no seu próprio país.
A cidade do medo? Quase. Talvez o drama de S. Paulo não esteja no medo propriamente dito; mas na forma como o medo se transformou há muito em normalidade.
A normalidade do medo
Fui assaltado em S. Paulo em outubro passado. Sobrevivi. Os contornos da história são fáceis de contar. Cheguei a Guarulhos pelo final da tarde. Tomei um táxi para o centro. Cheguei ao hotel (curiosamente chamado L'Hotel, junto à Paulista), subi os degraus, entrei no lobby. Junto ao balcão, com uma mocinha sorridente que já previa a minha chegada, disse as boas tardes habituais. Então senti uma mão estranha e insistente a puxar pela sacola do laptop, que eu levava a tiracolo. Julguei que fosse um empregado do hotel mais apressado, solícito na sua ajuda ao patrício.
Não era. Um marginal de 15 ou 16 anos, visivelmente mais assustado do que eu, apontava uma arma que era maior do que ele. "É só o laptop", disse o cavalheiro. Eu suspirei fundo, recusei a ordem e, com um golpe certeiro, imobilizei o meliante, que voou dois metros até aterrar na calçada da rua, ensanguentado e inerte.
Mas só na minha imaginação. Em segundos, larguei a sacola, aconselhei calma e ele correu dali para fora. Houve suspiros no lobby, ninguém fora morto ou ferido. O hotel prometeu assumir todas as suas responsabilidades, pagando o prejuízo. As promessas foram como vieram. Pensando bem, esse foi uma espécie de segundo assalto.
Relembro essa história ao ler na última "Vanity Fair" um texto assombroso sobre o crime em S. Paulo. Escrito por William Langewiesche, tem como título "City of Fear" ("Cidade do Medo"), e é uma reconstituição pungente dos dias de terror que a cidade viveu no ano passado, quando o PCC paralisou a vida dos paulistanos. Não existe nenhuma informação que os brasileiros, e sobretudo os habitantes de S. Paulo, não conheçam já por experiência própria: para William Langewiesche, o PCC só existe porque não existe uma política prisional digna de nome; e porque o Estado não tem o monopólio da violência na cidade, permitindo que no seu seio cresçam organizações criminosas que se constituem como estados dentro do Estado. Exatamente como sucedeu com a Máfia italiana, que soube ocupar o vazio político e policial durante a construção, e a unificação, da Itália moderna.
Um pormenor, porém, parece escapar a Langewiesche --e esse pormenor é, pessoalmente falando, o traço mais assustador da criminalidade brasileira. Nos dias seguintes à minha experiência no hotel, eu contei a história a amigos e colegas de ofício que sorriam, e até riam, de todo o episódio. E, com naturalidade impressiva, todos eles relatavam uma lista generosa de assaltos, agressões e até sequestros-relâmpagos que sofreram no passado. Pior: que sofreram no passado e que esperavam continuar a sofrer no futuro, uma inevitabilidade serena e resignada. A minha experiência era um batismo, e um pequeno batismo, que fazia parte da paisagem.
Não nego que seja. Mas também não nego que existe algo de profundamente errado quando o crime se converte numa rotina comparável ao tráfego, ou à poluição urbana. E quando o roubo não é mais do que uma espécie de imposto informal que os brasileiros têm de pagar para viverem no seu próprio país.
A cidade do medo? Quase. Talvez o drama de S. Paulo não esteja no medo propriamente dito; mas na forma como o medo se transformou há muito em normalidade.
Abre e Fecha
Tem novo round hoje, no TRF1, em Brasília, o imbroglio da Cargill, que não quer porque não quer fazer o EIA/RIMA do porto em Santarém.
Tapem o Nariz
Tá no blog do Josias de Souza a mais nova ação do homem público Jader Barbalho, o grande líder político do Pará.
Medinho
O IVCezal piscou.
Não há nenhuma palavra, na edição de hoje, sobre a última ação de Jader Barbalho.
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Atualizada às 10:28
Às 10:01, o online do IVCezal publicou parte da matéria da Veja.
Não há nenhuma palavra, na edição de hoje, sobre a última ação de Jader Barbalho.
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Atualizada às 10:28
Às 10:01, o online do IVCezal publicou parte da matéria da Veja.
Inocente Útil
A matéria de O IVCezal na página 4 do caderno Poder, edição de ontem, 15, que descreve a "perfumaria" perigosamente recalcitrante do governo Ana Julia, tem seu pior momento na fala do Consultor Geral do Estado, o advogado boa gente Carlos Botelho.
Chama o DOE de fofoqueiro, pois foi lá que saíram as portarias de diárias de 28 funcionários públicos durante 5 dias para a Semana Santa da gov; acrescenta mais um compromisso à malsinada viagem aérea de Ana Julia no jatinho das ORM à Belo Horizonte - uma encontro secreto, só agora divulgado, com o prefeito Fernando Pimentel - e alega a presunção de inocência para agasalhar a malandragem sobrancelhuda incrustrada no governo.
Quanto ao princípio da moralidade pública, Botelho presume, decerto, que somos inocentes.
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Botelho, não agrida a inteligência das pessoas.
Chama o DOE de fofoqueiro, pois foi lá que saíram as portarias de diárias de 28 funcionários públicos durante 5 dias para a Semana Santa da gov; acrescenta mais um compromisso à malsinada viagem aérea de Ana Julia no jatinho das ORM à Belo Horizonte - uma encontro secreto, só agora divulgado, com o prefeito Fernando Pimentel - e alega a presunção de inocência para agasalhar a malandragem sobrancelhuda incrustrada no governo.
Quanto ao princípio da moralidade pública, Botelho presume, decerto, que somos inocentes.
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Botelho, não agrida a inteligência das pessoas.
Parceiros
Não é verdade que o Diário do Pará vai fazer uma campanha de assinaturas oferecendo a Revista Veja de cortesia.
Pega!
A Polícia Federal está perto, pertinho mesmo, de botar as mãos no governador do Amapá, Waldez Goes, do PDT.
O Amapá é um dos estados brasileiros que registra o maior número de ladrões encastelados em cargos públicos.
Alguns deles, bem fornidos, nascidos e criados fora daquele estado.
O Amapá é um dos estados brasileiros que registra o maior número de ladrões encastelados em cargos públicos.
Alguns deles, bem fornidos, nascidos e criados fora daquele estado.
Praxe
O levantamento do DIEESE que mostra o achatamento salarial no governo tucano, que conseguiu quadruplicar o número de servidores que recebem o salário mínimo, é um aperitivo da história salarial dos barnabés estaduais.
O DIEESE poderia trazer a série histórica para algumas décadas atrás, de modo a desvelar uma velha prática dos planejadores estaduais: a de equilibrar orçamentos públicos às custas do achatamento dos salários, prova inconteste das limitações teóricas e políticas de todas as equipes de planejadores paroaras- eu disse todas - de Coutinho Jorge à Maria Eugênia Rios, de Amílcar Tupiassú à Roberto Ferreira.
Espera-se que o chefe da atual equipe, Carlos Guedes, não entre na lista.
O DIEESE poderia trazer a série histórica para algumas décadas atrás, de modo a desvelar uma velha prática dos planejadores estaduais: a de equilibrar orçamentos públicos às custas do achatamento dos salários, prova inconteste das limitações teóricas e políticas de todas as equipes de planejadores paroaras- eu disse todas - de Coutinho Jorge à Maria Eugênia Rios, de Amílcar Tupiassú à Roberto Ferreira.
Espera-se que o chefe da atual equipe, Carlos Guedes, não entre na lista.
15.4.07
Vale a Pena Ver de Novo
O escândalo da RBA chegou no blog do Noblat.
Com direito a You Tube da inesquecível imagem da prisão do Sobrancelhudo, devidamente braceletado, em 2001.
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Atualizada às 19:20.
O Sobrancelhudo, e suas estrepulias milionárias, também está presente na Folha de SP, cuja transcrição da matéria voce pode ler nos comentários deste post.
Com direito a You Tube da inesquecível imagem da prisão do Sobrancelhudo, devidamente braceletado, em 2001.
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Atualizada às 19:20.
O Sobrancelhudo, e suas estrepulias milionárias, também está presente na Folha de SP, cuja transcrição da matéria voce pode ler nos comentários deste post.
Não Há Clima
O senador Romero Jucá (PMDB-RR) e a senadora Roseana Sarney (PMDB-MA) foram chamados por Lula. Ele é líder do governo no Senado. Ela representa os interesses do Planalto no Congresso. Conversaram sobre a intenção de PSDB e DEM de instalar no Senado uma CPI para investigar o caos aéreo.
"Queremos evitar a CPI aqui no Senado porque entendemos que hoje não há clima para isso na Casa”, disse Jucá. “Queremos mostrar, com bom senso, que nós estamos num ritmo de votações e de questões que são emblemáticas e necessárias de serem aprovadas nesse semestre. E uma CPI, de certa forma, tumultua esse relacionamento."
O governo está certíssimo. Não há clima para uma CPI no Senado. Envenenaria o “clima”, quebraria o “ritmo”, tumultuaria o “relacionamento”. Um horror. Também não há clima para uma CPI na Câmara. Abriria uma guerra política justamente no instante em que o governo precisa de paz para votar o PAC.
Há muito menos clima para duas CPIs –uma em cada Casa legislativa. Deputados e senadores esmiuçariam as negociatas da Infraero. Há sempre o risco de um ou outro congressista ser enredado na teia de suspeições, o que, além de ressuscitar a atmosfera da CPI dos Correios, prejudicaria o esforço para a recuperação da imagem do Legislativo.
Não há clima para a imprensa publicar denúncias contra o governo. Manchariam a imagem do governo num instante em que a popularidade do presidente está nas nuvens. Tampouco há clima para que a oposição critique a situação. As ressalvas sonegariam a unanimidade a Lula.
No limite, não há clima para a democracia, esse regime nefasto que tanto "tumultua os relacionamentos".
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Josias de Souza está certo em seu post, de ontem.
Não há clima para a democracia num país cheio de alternantes quadrilhas que nunca chegam ao STF, ou chegam perto demais.
"Queremos evitar a CPI aqui no Senado porque entendemos que hoje não há clima para isso na Casa”, disse Jucá. “Queremos mostrar, com bom senso, que nós estamos num ritmo de votações e de questões que são emblemáticas e necessárias de serem aprovadas nesse semestre. E uma CPI, de certa forma, tumultua esse relacionamento."
O governo está certíssimo. Não há clima para uma CPI no Senado. Envenenaria o “clima”, quebraria o “ritmo”, tumultuaria o “relacionamento”. Um horror. Também não há clima para uma CPI na Câmara. Abriria uma guerra política justamente no instante em que o governo precisa de paz para votar o PAC.
Há muito menos clima para duas CPIs –uma em cada Casa legislativa. Deputados e senadores esmiuçariam as negociatas da Infraero. Há sempre o risco de um ou outro congressista ser enredado na teia de suspeições, o que, além de ressuscitar a atmosfera da CPI dos Correios, prejudicaria o esforço para a recuperação da imagem do Legislativo.
Não há clima para a imprensa publicar denúncias contra o governo. Manchariam a imagem do governo num instante em que a popularidade do presidente está nas nuvens. Tampouco há clima para que a oposição critique a situação. As ressalvas sonegariam a unanimidade a Lula.
No limite, não há clima para a democracia, esse regime nefasto que tanto "tumultua os relacionamentos".
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Josias de Souza está certo em seu post, de ontem.
Não há clima para a democracia num país cheio de alternantes quadrilhas que nunca chegam ao STF, ou chegam perto demais.
Uma Cidade e Seu Espírito
Não levando em conta a seiva das mangueiras, que são árvores sérias e seculares, que tipo de sangue corre nas veias de Belém? A resposta está por aí, nas notícias de jornal, nos bares, esquinas, no aroma tucupi-pimenta de cheiro, uma combinação diabólica, e nas conversas em volta das bancas de tacacá. O sangue que corre nas veias de Belém é um sangue equatorial, bandalho. È claro que com uma pitada de sífilis, aqui e ali, mas isso agora não vem ao caso.
Na linha do Equador a coisa é quase toda assim, mas Belém tem características próprias, únicas. Temos pé, mas não temos cabeça, pelo menos no que se refere à pirâmide social. Na base está a sacolejante massa de pobres e miseráveis, mas seguindo para o topo, não há nada além da classe média. Burguesia e nobreza, nem pensar. Em meio a essa grande confusão sociológica, os novos ricos sobem e descem, sem posição fixa de acordo com as disponibilidades da Sudam e dos cofres públicos em geral.
Assim começa o texto do saudoso jornalista Euclides Bandeira, o "Chembra", publicado em 1991, mas atual e pulsante. Da biblioteca do jornalista Miguel Oliveira, para os leitores do Quinta, aqui.
Na linha do Equador a coisa é quase toda assim, mas Belém tem características próprias, únicas. Temos pé, mas não temos cabeça, pelo menos no que se refere à pirâmide social. Na base está a sacolejante massa de pobres e miseráveis, mas seguindo para o topo, não há nada além da classe média. Burguesia e nobreza, nem pensar. Em meio a essa grande confusão sociológica, os novos ricos sobem e descem, sem posição fixa de acordo com as disponibilidades da Sudam e dos cofres públicos em geral.
Assim começa o texto do saudoso jornalista Euclides Bandeira, o "Chembra", publicado em 1991, mas atual e pulsante. Da biblioteca do jornalista Miguel Oliveira, para os leitores do Quinta, aqui.
Ilustres Ausentes
Do jornalista Lucio Flavio Pinto, na edição de sábado, 14, do Estado do Tapajos.
São plenamente justificados os motivos para comemorar o cinqüentenário da Universidade Federal do Pará. Não só é infactível voltar a uma época antes dela, como não é desejável. A qualidade do ensino, a capacidade de pesquisa, a utilidade da educação, a competência de pessoal, a amplitude de quadros - por esses e vários outros títulos a contribuição da UFPA para Belém, o Pará e a Amazônia é valiosa.
Tudo bem: mas onde estão os intelectuais públicos que a UFPA seduziu e parece que engoliu nos seus campi? Eles estão se qualificando academicamente, pesquisando, escrevendo e ensinando. Mas não se apresentam na arena do cotidiano para os desafios e debates da inteligência. Os intelectuais, enquadrados na (e pela) academia, reduzidos a sacertdotes do saber (ou oráculos de uma Delfos privada) são os grandes ausentes do dia-a-dia mais recente. Talvez se tenham tornado mais sábios, mas, para o povo, ficaram menos úteis. Para a história, dispensáveis.
Antes da UFPA, eles estavam nas redações dos jornais, nos parlamentos, nas praças, nos bares, nas ruas. Estavam expostos a todos os riscos, mas se apresentavam como interlocutores de qualquer questão, mesmo quando não muito bem preparados para esclarecê-las. Hoje, como regra, estão tratando da própria carreira, para a qual pouco contribuem entrevistas à imprensa (quando não, muito pelo contrário). Quem é o grande intelectual universitário na linha de tiro desta fronteira selvagem?
Convinha pensar na resposta a esta pergunta antes de cortar o bolo do aniversário.
--------------
Curiosamente, dois dias após o lançamento desta edição do JP, uma poderosa entrevista do filósofo Benedito Nunes na edição dominical de O IVCezal logra quebrar o silêncio. Descontada a sutileza do mestre, vê-se a Nova Déli arrasada em que vivemos.
São plenamente justificados os motivos para comemorar o cinqüentenário da Universidade Federal do Pará. Não só é infactível voltar a uma época antes dela, como não é desejável. A qualidade do ensino, a capacidade de pesquisa, a utilidade da educação, a competência de pessoal, a amplitude de quadros - por esses e vários outros títulos a contribuição da UFPA para Belém, o Pará e a Amazônia é valiosa.
Tudo bem: mas onde estão os intelectuais públicos que a UFPA seduziu e parece que engoliu nos seus campi? Eles estão se qualificando academicamente, pesquisando, escrevendo e ensinando. Mas não se apresentam na arena do cotidiano para os desafios e debates da inteligência. Os intelectuais, enquadrados na (e pela) academia, reduzidos a sacertdotes do saber (ou oráculos de uma Delfos privada) são os grandes ausentes do dia-a-dia mais recente. Talvez se tenham tornado mais sábios, mas, para o povo, ficaram menos úteis. Para a história, dispensáveis.
Antes da UFPA, eles estavam nas redações dos jornais, nos parlamentos, nas praças, nos bares, nas ruas. Estavam expostos a todos os riscos, mas se apresentavam como interlocutores de qualquer questão, mesmo quando não muito bem preparados para esclarecê-las. Hoje, como regra, estão tratando da própria carreira, para a qual pouco contribuem entrevistas à imprensa (quando não, muito pelo contrário). Quem é o grande intelectual universitário na linha de tiro desta fronteira selvagem?
Convinha pensar na resposta a esta pergunta antes de cortar o bolo do aniversário.
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Curiosamente, dois dias após o lançamento desta edição do JP, uma poderosa entrevista do filósofo Benedito Nunes na edição dominical de O IVCezal logra quebrar o silêncio. Descontada a sutileza do mestre, vê-se a Nova Déli arrasada em que vivemos.
Sombrero
Vai sair do tiroteio por uma semana o chefe da Casa Civil da governadoria, Charles Alcântara. E desfilar pelo México seu bem cuidado cavanhaque.
Autorização e diárias no DOE de sexta.
Autorização e diárias no DOE de sexta.
A Força do Preconceito. Ou do Medo.
Insustentável. Assim adjetiva um membro do alto escalão do governo do Pará referindo-se a pressão contra os acadêmicos que estão no governo.
Atraso e Representação
A governadora Ana Júlia atrasou em 1 hora e 1/2 o início da reunião que apresentou o planejamento territorial participativo, o PTP, que lotou o maior salão do Hotel Sagres na sexta, 13.
Maria do Carmo estava lá, representando o prefeito de Santarém, seu irmão Beiçola.
Maria do Carmo estava lá, representando o prefeito de Santarém, seu irmão Beiçola.
Limpeza Total
O deputado Adamor Aires, líder do PR na assembléia paroara, aqui citado no post Falta de Higiene, em comentário ao blog rebate a informação tirada do blog do Cjk e afirma que se sucedeu o contrário: ele é quem defende a correta aplicação dos recursos públicos.
Vamos ao texto do deputado Adamor.
Equivoca-se,profundamente, a "informação" de sua fonte, trazendo a baila suposta briga minha e do colega Dep. Jr.Hage com o Presidente da ALEPA Dep.Domingos Juvenil.
A uma, porque nunca existiu e não existe briga. Debates travados no Parlamento são normais(ou deveriam ser) e corriqueiros. A duas, porque a defesa da observância dos Princípios que norteiam a Administração Pública(legalidade,moralidade,lealdade e etc...), inconfundem-se com supostos "interesses contrariados", como alfinetam,maldosamente,alguns poucos levianos e desinformados.
A minha intervenção da Tribuna da ALEPA,na sessão ordinária realizada em 11/04,teve como desiderato alertar o Presidente da Casa,a respeito da necessidade de se fazer respeitar o artigo 21 do Regimento interno do Poder Legislativo,que prescreve a obrigatoriedade da assinatura do Presidente, 1º e 2º Secretários, nos Atos da Mesa Diretora,antes de sua publicação. Como não houve as assinaturas, conforme se provou, os Atos são inexistentes, Nulos de pleno direito, pois não deliberados.
Devo lembrar,de outra banda,que ajudei, com o meu voto, a eleger para Presidente da ALEPA o Dep.Domingos Juvenil, mas, por conta disso,não sou obrigado a ficar silente, diante de gravames à Ordem Jurídica. A omissão deliberada fica para os subservientes e bajuladores.
Por fim, e resumindo a "ópera", acredito que o ato praticado pela Presidência(publicação de decretos e portarias sem a deliberação e assinaturas do conjunto da Mesa),foi involuntário e, creio, deverá ser corrigido.
Vamos ao texto do deputado Adamor.
Equivoca-se,profundamente, a "informação" de sua fonte, trazendo a baila suposta briga minha e do colega Dep. Jr.Hage com o Presidente da ALEPA Dep.Domingos Juvenil.
A uma, porque nunca existiu e não existe briga. Debates travados no Parlamento são normais(ou deveriam ser) e corriqueiros. A duas, porque a defesa da observância dos Princípios que norteiam a Administração Pública(legalidade,moralidade,lealdade e etc...), inconfundem-se com supostos "interesses contrariados", como alfinetam,maldosamente,alguns poucos levianos e desinformados.
A minha intervenção da Tribuna da ALEPA,na sessão ordinária realizada em 11/04,teve como desiderato alertar o Presidente da Casa,a respeito da necessidade de se fazer respeitar o artigo 21 do Regimento interno do Poder Legislativo,que prescreve a obrigatoriedade da assinatura do Presidente, 1º e 2º Secretários, nos Atos da Mesa Diretora,antes de sua publicação. Como não houve as assinaturas, conforme se provou, os Atos são inexistentes, Nulos de pleno direito, pois não deliberados.
Devo lembrar,de outra banda,que ajudei, com o meu voto, a eleger para Presidente da ALEPA o Dep.Domingos Juvenil, mas, por conta disso,não sou obrigado a ficar silente, diante de gravames à Ordem Jurídica. A omissão deliberada fica para os subservientes e bajuladores.
Por fim, e resumindo a "ópera", acredito que o ato praticado pela Presidência(publicação de decretos e portarias sem a deliberação e assinaturas do conjunto da Mesa),foi involuntário e, creio, deverá ser corrigido.
Tranco no Crime
Foi de perplexidade a reção de membros do MPF em Brasília, conta uma fonte planaltina do blog, às prisões dos desembargadores federais.
Avaliam os membros do 'parquet" que a decisão caiu como uma bomba na magistratura.
Avaliam os membros do 'parquet" que a decisão caiu como uma bomba na magistratura.
Liminar a R$ 1 Milhão
Começam a surgir as primeiras revelações da Operação Hurricane.
O jornal O Globo, edição de ontem, adianta que as gravações telefonicas da quadrilha indicam uma negociação entre o irmão do ministro do STJ Paulo Medina, o advogado Virgílio Medina, e um colega seu, advogado dos donos de bingo.
O jornal O Globo, edição de ontem, adianta que as gravações telefonicas da quadrilha indicam uma negociação entre o irmão do ministro do STJ Paulo Medina, o advogado Virgílio Medina, e um colega seu, advogado dos donos de bingo.
Balido Esnobe
Do Repórter Diário, no Diário do Pará de hoje.
Longa ressaca
A revista Veja, que tudo fez para inviabilizar - com seu noticiário alugado aos tucanos - a reeleição de Lula, continua indócil, azeda e incorrigível, diante dos elevados índices de aprovação popular do presidente. Pelo jeito, a ressaca da revista ainda vai longe.
E foi só o que conseguiu sair da garganta e dos miolos dos proprietários do Sistema Clube de Comunicação, a empresa que está na mira do MPF pois conseguiu renovar ilegalmente uma licença como sucessora da RBA, enrolada numa dívida de R$ 80 milhões.
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Mas no blog do Cjk - sempre os blogs - há mais detalhes. Conta o advogado e Msc em Direito Internacional, que a tese da defesa nos arraiais sobrancelhudos é que o ataque ao deputado federal Jáder Barbalho nada mais é do que um ataque disfarçado ao presidente Lula, e a coalizão que este montou no Congresso Nacional. Estivesse o PMDB na oposição, o tom da revista seria outro..
Deve ser por isso que o blogueiro titula o post com um singelo Sem Comentários, tal o ridículo da estratégia.
O MPF não concorda com a tese sobrancelhuda, e vai atrás dos R$ 80 milhões.
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Já o diretor da RBA, Cjk, teria outra versão, segundo fontes da Veja.
Camilo Centeno, habitualmente cortês, teria batido o telefone na cara do repórter da revista Veja que tentava ouvi-lo no escândalo da RBA.
Antes, porém, teria dito que a "imprensa gostava de perseguir Jader pois ele era o maior líder político do Pará e só tinha feito o bem do povo do estado".
Claro, deve ser outro Jader, outro Pará, e outro povo.
Mas é mimoso este Centeno, não?
Longa ressaca
A revista Veja, que tudo fez para inviabilizar - com seu noticiário alugado aos tucanos - a reeleição de Lula, continua indócil, azeda e incorrigível, diante dos elevados índices de aprovação popular do presidente. Pelo jeito, a ressaca da revista ainda vai longe.
E foi só o que conseguiu sair da garganta e dos miolos dos proprietários do Sistema Clube de Comunicação, a empresa que está na mira do MPF pois conseguiu renovar ilegalmente uma licença como sucessora da RBA, enrolada numa dívida de R$ 80 milhões.
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Mas no blog do Cjk - sempre os blogs - há mais detalhes. Conta o advogado e Msc em Direito Internacional, que a tese da defesa nos arraiais sobrancelhudos é que o ataque ao deputado federal Jáder Barbalho nada mais é do que um ataque disfarçado ao presidente Lula, e a coalizão que este montou no Congresso Nacional. Estivesse o PMDB na oposição, o tom da revista seria outro..
Deve ser por isso que o blogueiro titula o post com um singelo Sem Comentários, tal o ridículo da estratégia.
O MPF não concorda com a tese sobrancelhuda, e vai atrás dos R$ 80 milhões.
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Já o diretor da RBA, Cjk, teria outra versão, segundo fontes da Veja.
Camilo Centeno, habitualmente cortês, teria batido o telefone na cara do repórter da revista Veja que tentava ouvi-lo no escândalo da RBA.
Antes, porém, teria dito que a "imprensa gostava de perseguir Jader pois ele era o maior líder político do Pará e só tinha feito o bem do povo do estado".
Claro, deve ser outro Jader, outro Pará, e outro povo.
Mas é mimoso este Centeno, não?
14.4.07
A Volta do Incorrigível
Com este título, eis a íntegra da matéria da Veja desta semana, que está hoje nas bancas de todo o Brasil.
Jader, o dos desvios na Sudam, tinha uma TV atolada
em dívidas. Agora ele tem a TV, mas não as dívidas
Um dos expoentes do PMDB, partido que anda em lua-de-mel com o governo, o incorrigível deputado Jader Barbalho, recebeu o que pode ser um presentaço de 80 milhões de reais do governo. Em sua fachada, tudo parece se resumir a uma simples rearrumação societária, seguida de uma prosaica transferência de uma concessão de televisão de uma empresa para outra, de modo a adequar tudo à legislação. Examinado nos detalhes, o negócio é uma forte sugestão de que o governo deixou-se sucumbir a expedientes marotos com o objetivo de favorecer o novo aliado.
O desfecho se deu no dia 21 de dezembro passado, quando o presidente Lula assinou um decreto autorizando que Jader transferisse sua concessão da Rede Bandeirantes no Pará. A concessão pertencia a uma empresa atolada em dívidas com o Erário, a RBA. Pois bem, ela foi transferida a uma empresa devidamente saneada, a Sistema Clube do Pará. A RBA tem uma dívida monumental com a União. Deve 82,4 milhões de reais à Receita Federal, ao INSS e ao fundo de garantia. Mesmo assim, conseguiu autorização oficial para livrar-se de uma concessão de TV, seu principal patrimônio, que foi parar no aconchego de uma empresa saneada. A RBA, agora sem televisão, vai certamente ser cobrada por suas dívidas junto à União, mas, como não tem capital para saldá-las, a conta vai ficar dependurada. Com a palavra o procurador Rômulo Moreira Conrado, da Procuradoria da República no Distrito Federal, que examina o caso: "Com certeza, tudo foi feito para que a emissora continue operando sem pagar suas dívidas".
O primeiro passo da operação "Presentaço para Jader" começou em julho do ano passado, quando o ministro das Comunicações, o também peemedebista Hélio Costa, solicitou à Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados que devolvesse ao governo todas as 225 concessões de rádio e TV que estavam sob sua análise. Entre elas estava a concessão da RBA de Jader. Enquanto isso ocorria, o deputado incorrigível cuidou de associar-se à Sistema Clube. Em outubro passado Jader passou a figurar como um dos donos da nova e saneada empresa, juntamente com sua ex-mulher, a deputada Elcione Barbalho, e seus filhos Helder e Jader. Em novembro, com Lula na Nigéria, coube ao vice José Alencar assinar o despacho autorizando a alteração societária da Sistema Clube. O segundo passo estava dado. Agora, faltava dar um jeito no cardápio monumental de dívidas da RBA.
A RBA pagou algumas dívidas e, para as demais, aderiu a um parcelamento especial junto à Receita Federal. Com isso, obteve o atestado de bom comportamento necessário para que a transferência da TV fosse efetivada. Para todos os efeitos, tratava-se, portanto, de uma empresa idônea e interessada em regularizar sua situação perante o Fisco. Até aqui nada a reparar e, sem que isso constituisse qualquer ilegalidade, no dia 21 de dezembro Lula assinou o decreto autorizando a transferência da TV da RBA para a Sistema Clube. O que ocorreu depois é espantoso.
Na semana passada, VEJA teve acesso aos dados cadastrais da RBA junto à União. Até março, a dívida da empresa era superior a 80 milhões de reais. Só na Receita, chegava a 59,5 milhões de reais em imposto de renda, PIS, Cofins, IPI e taxas de importação. "Quando autorizamos a transferência, a empresa apresentou todos os documentos necessários. Se ela deixou de pagar depois, não posso fazer nada", diz Marcelo Bechara, consultor jurídico do Ministério das Comunicações. É verdade. O que Jader conseguiu, aparentemente, foi abrir uma pequena janela orbital de legalidade e enquanto ela não se fechava habilitou-se a receber os favores. Logo, porém, essa janela se fecharia.
Em menos de seis meses – de julho a dezembro –, Jader conseguiu uma transferência que, em casos comuns, levaria pelo menos três anos. Na operação, o deputado só ganhou. Terá a concessão até 2017. Como retransmissora da Bandeirantes, dona da terceira maior audiência de televisão no Pará, a RBA era avaliada em 30 milhões de reais e faturava 550.000 reais mensais em publicidade – faturamento agora transferido para a Sistema Clube, que não tem cobrador no seu encalço. Os cofres públicos, por seu turno, só perderam no negócio. A dívida de 80 milhões de reais da RBA existe e provavelmente será cobrada. Será paga? Pela lei, não é impossível cobrá-la, mas o caminho ficou tortuoso. O histórico da RBA não recomenda muito otimismo. A biografia de seu deputado-proprietário e a silenciosa rapidez com que o negócio foi concretizado também são sinais desanimadores.
Há quase duas décadas a RBA vem construindo um reincidente currículo de calotes. Em 2002, chegou a aderir ao Refis, programa de parcelamento de débitos da Receita, mas não cumpriu o acordo e foi excluída do programa. Exatamente como fez agora... de novo. Além disso, desde agosto do ano passado, as empresas de Jader – incluindo a RBA – estão com bens bloqueados por ordem judicial. O bloqueio é preventivo. Afinal, Jader é acusado de promover um desvio milionário na Sudam, a velha autarquia do desenvolvimento na Amazônia. Se for condenado a devolver os recursos surrupiados, o bloqueio de bens de suas empresas garantirá que o pagamento será feito. A clara facilidade que o deputado-empresário teve de resolver seus problemas societários, mesmo sob o peso de dívidas não pagas com a União e mesmo com seus bens judicialmente bloqueados, é de difícil explicação. Pela lei, bloqueio de bens, por si só, pode constituir um impedimento à transferência da concessão de TV.
Há seis anos, Jader Barbalho teve de renunciar ao seu mandato de senador para fugir da cassação e chegou a ficar onze horas na prisão, investigado por desvios na Sudam. No afã de ter o PMDB sob suas asas, o governo ignorou esse passado. Lula chegou a beijar a mão de Jader Barbalho em um comício em Belém em setembro último. Num jantar com 200 peemedebistas, realizado na quarta-feira passada, ao qual Lula chegou tropeçando nos degraus, o presidente fez elogios públicos ao deputado. "Qual era o progressista deste país que, em 1978, não votava em Jader Barbalho para deputado federal no estado do Pará?", exaltou o presidente. Em nome do outro passado de Jader – o financeiro –, o procurador Rômulo Conrado, do Distrito Federal, vai ajuizar uma ação civil pública contra a União e as empresas do deputado com o objetivo de anular o decreto presidencial que autorizou a transferência da TV. Apoios de incorrigíveis custam caro, presidente. Muito caro.
Foto da RBA.
Sede da RBA, em Belém: a empresa deve 80 milhões, mas agora não tem mais televisão
-----------------
Digam lá, é ou não é o campeão?
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E o repórter Afonso Klautau, em comentário no post Esporte Predileto, pergunta ao novo Coordenador de Comunicação Social do governo do Pará o que ele acha dessa imundície.
Professor Fábio, a palavra é sua.
Jader, o dos desvios na Sudam, tinha uma TV atolada
em dívidas. Agora ele tem a TV, mas não as dívidas
Um dos expoentes do PMDB, partido que anda em lua-de-mel com o governo, o incorrigível deputado Jader Barbalho, recebeu o que pode ser um presentaço de 80 milhões de reais do governo. Em sua fachada, tudo parece se resumir a uma simples rearrumação societária, seguida de uma prosaica transferência de uma concessão de televisão de uma empresa para outra, de modo a adequar tudo à legislação. Examinado nos detalhes, o negócio é uma forte sugestão de que o governo deixou-se sucumbir a expedientes marotos com o objetivo de favorecer o novo aliado.
O desfecho se deu no dia 21 de dezembro passado, quando o presidente Lula assinou um decreto autorizando que Jader transferisse sua concessão da Rede Bandeirantes no Pará. A concessão pertencia a uma empresa atolada em dívidas com o Erário, a RBA. Pois bem, ela foi transferida a uma empresa devidamente saneada, a Sistema Clube do Pará. A RBA tem uma dívida monumental com a União. Deve 82,4 milhões de reais à Receita Federal, ao INSS e ao fundo de garantia. Mesmo assim, conseguiu autorização oficial para livrar-se de uma concessão de TV, seu principal patrimônio, que foi parar no aconchego de uma empresa saneada. A RBA, agora sem televisão, vai certamente ser cobrada por suas dívidas junto à União, mas, como não tem capital para saldá-las, a conta vai ficar dependurada. Com a palavra o procurador Rômulo Moreira Conrado, da Procuradoria da República no Distrito Federal, que examina o caso: "Com certeza, tudo foi feito para que a emissora continue operando sem pagar suas dívidas".
O primeiro passo da operação "Presentaço para Jader" começou em julho do ano passado, quando o ministro das Comunicações, o também peemedebista Hélio Costa, solicitou à Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados que devolvesse ao governo todas as 225 concessões de rádio e TV que estavam sob sua análise. Entre elas estava a concessão da RBA de Jader. Enquanto isso ocorria, o deputado incorrigível cuidou de associar-se à Sistema Clube. Em outubro passado Jader passou a figurar como um dos donos da nova e saneada empresa, juntamente com sua ex-mulher, a deputada Elcione Barbalho, e seus filhos Helder e Jader. Em novembro, com Lula na Nigéria, coube ao vice José Alencar assinar o despacho autorizando a alteração societária da Sistema Clube. O segundo passo estava dado. Agora, faltava dar um jeito no cardápio monumental de dívidas da RBA.
A RBA pagou algumas dívidas e, para as demais, aderiu a um parcelamento especial junto à Receita Federal. Com isso, obteve o atestado de bom comportamento necessário para que a transferência da TV fosse efetivada. Para todos os efeitos, tratava-se, portanto, de uma empresa idônea e interessada em regularizar sua situação perante o Fisco. Até aqui nada a reparar e, sem que isso constituisse qualquer ilegalidade, no dia 21 de dezembro Lula assinou o decreto autorizando a transferência da TV da RBA para a Sistema Clube. O que ocorreu depois é espantoso.
Na semana passada, VEJA teve acesso aos dados cadastrais da RBA junto à União. Até março, a dívida da empresa era superior a 80 milhões de reais. Só na Receita, chegava a 59,5 milhões de reais em imposto de renda, PIS, Cofins, IPI e taxas de importação. "Quando autorizamos a transferência, a empresa apresentou todos os documentos necessários. Se ela deixou de pagar depois, não posso fazer nada", diz Marcelo Bechara, consultor jurídico do Ministério das Comunicações. É verdade. O que Jader conseguiu, aparentemente, foi abrir uma pequena janela orbital de legalidade e enquanto ela não se fechava habilitou-se a receber os favores. Logo, porém, essa janela se fecharia.
Em menos de seis meses – de julho a dezembro –, Jader conseguiu uma transferência que, em casos comuns, levaria pelo menos três anos. Na operação, o deputado só ganhou. Terá a concessão até 2017. Como retransmissora da Bandeirantes, dona da terceira maior audiência de televisão no Pará, a RBA era avaliada em 30 milhões de reais e faturava 550.000 reais mensais em publicidade – faturamento agora transferido para a Sistema Clube, que não tem cobrador no seu encalço. Os cofres públicos, por seu turno, só perderam no negócio. A dívida de 80 milhões de reais da RBA existe e provavelmente será cobrada. Será paga? Pela lei, não é impossível cobrá-la, mas o caminho ficou tortuoso. O histórico da RBA não recomenda muito otimismo. A biografia de seu deputado-proprietário e a silenciosa rapidez com que o negócio foi concretizado também são sinais desanimadores.
Há quase duas décadas a RBA vem construindo um reincidente currículo de calotes. Em 2002, chegou a aderir ao Refis, programa de parcelamento de débitos da Receita, mas não cumpriu o acordo e foi excluída do programa. Exatamente como fez agora... de novo. Além disso, desde agosto do ano passado, as empresas de Jader – incluindo a RBA – estão com bens bloqueados por ordem judicial. O bloqueio é preventivo. Afinal, Jader é acusado de promover um desvio milionário na Sudam, a velha autarquia do desenvolvimento na Amazônia. Se for condenado a devolver os recursos surrupiados, o bloqueio de bens de suas empresas garantirá que o pagamento será feito. A clara facilidade que o deputado-empresário teve de resolver seus problemas societários, mesmo sob o peso de dívidas não pagas com a União e mesmo com seus bens judicialmente bloqueados, é de difícil explicação. Pela lei, bloqueio de bens, por si só, pode constituir um impedimento à transferência da concessão de TV.
Há seis anos, Jader Barbalho teve de renunciar ao seu mandato de senador para fugir da cassação e chegou a ficar onze horas na prisão, investigado por desvios na Sudam. No afã de ter o PMDB sob suas asas, o governo ignorou esse passado. Lula chegou a beijar a mão de Jader Barbalho em um comício em Belém em setembro último. Num jantar com 200 peemedebistas, realizado na quarta-feira passada, ao qual Lula chegou tropeçando nos degraus, o presidente fez elogios públicos ao deputado. "Qual era o progressista deste país que, em 1978, não votava em Jader Barbalho para deputado federal no estado do Pará?", exaltou o presidente. Em nome do outro passado de Jader – o financeiro –, o procurador Rômulo Conrado, do Distrito Federal, vai ajuizar uma ação civil pública contra a União e as empresas do deputado com o objetivo de anular o decreto presidencial que autorizou a transferência da TV. Apoios de incorrigíveis custam caro, presidente. Muito caro.
Foto da RBA.
Sede da RBA, em Belém: a empresa deve 80 milhões, mas agora não tem mais televisão
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Digam lá, é ou não é o campeão?
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E o repórter Afonso Klautau, em comentário no post Esporte Predileto, pergunta ao novo Coordenador de Comunicação Social do governo do Pará o que ele acha dessa imundície.
Professor Fábio, a palavra é sua.
PF Vasculha Incra de Santarém
Acabou por volta da meia noite ontem, depois de quase 12 horas, a diligência que a PF realizou na Superintendência do INCRA em Santarém, chefiada pelo petista Pedro Aquino, cacique da facção dissidente do prefeito Beiçola e sua troupe mambembe.
Com mandado de busca e apreensão, os agentes federais reviraram documentos e computadores, na esteira de uma investigação que teria quebrado sigilos telefônicos.
Semana passada foram divulgadas gravações onde Pedro torce mais que vascaíno para que determinada empresa vencesse uma licitação no órgão.
Com informações do blog do Jeso Carneiro.
Com mandado de busca e apreensão, os agentes federais reviraram documentos e computadores, na esteira de uma investigação que teria quebrado sigilos telefônicos.
Semana passada foram divulgadas gravações onde Pedro torce mais que vascaíno para que determinada empresa vencesse uma licitação no órgão.
Com informações do blog do Jeso Carneiro.
Esporte Predileto
O Presente de Natal demorou, mas saiu.
Na edição da Veja que chega às bancas hoje, mais uma sensacional história de bicicletagens do campeão de mandrakarias da política paroara, o velho e bom Sobrancelhudo.
Tamanho do golpe: R$ 80 milhões. Quem paga? Voce, é claro.
Aqui, para assinantes, e amanhã em conteúdos abertos, inclusive aqui no Quinta, com mais informações.
Na edição da Veja que chega às bancas hoje, mais uma sensacional história de bicicletagens do campeão de mandrakarias da política paroara, o velho e bom Sobrancelhudo.
Tamanho do golpe: R$ 80 milhões. Quem paga? Voce, é claro.
Aqui, para assinantes, e amanhã em conteúdos abertos, inclusive aqui no Quinta, com mais informações.
A Sociedade Civil Entra em Campo
Trecho da matéria do Portal ORM, ontem à noite, sobre o desencontro de informações dos orgãos de saúde a respeito da epidemia de dengue em Nova Déli.
Para a presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-PA, Mary Cohen, a Prefeitura de Belém é omissa e não combate de forma efetiva a proliferação da dengue. 'Essa omissão precisa ser imediatamente corrigida. Vamos acionar o Ministério Público, para cobrar e apontar soluções para proteger a população', afirmou Mary Cohen.
Para a presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-PA, Mary Cohen, a Prefeitura de Belém é omissa e não combate de forma efetiva a proliferação da dengue. 'Essa omissão precisa ser imediatamente corrigida. Vamos acionar o Ministério Público, para cobrar e apontar soluções para proteger a população', afirmou Mary Cohen.
Falta de Higiene
A coisa anda preta mesmo lá pelos lados da Assembléia Legislativa.
Veja só a moral da história do post do blog do Cjk, contando os bastidores da perlenga que alimentam, há meses, os deputados Júnior Hage e Adamor Aires, do PR, com o presidente da AL, Domigos Juvenil.
Nobres Motivações
Dos bastidores da Assembléia Legislativa chega-nos de várias fontes insuspeitas a opinião de que na briga iniciada pelos deputados Junior Hage e Adamor Aires, ambos do G-8, contra o deputado Domingos Juvenil, quem tem razão desta vez é o presidente da nossa Casa de Leis.
A desavença envolve assuntos de higiene, limpeza e conservação de patrimônio. E a defesa do erário
Veja só a moral da história do post do blog do Cjk, contando os bastidores da perlenga que alimentam, há meses, os deputados Júnior Hage e Adamor Aires, do PR, com o presidente da AL, Domigos Juvenil.
Nobres Motivações
Dos bastidores da Assembléia Legislativa chega-nos de várias fontes insuspeitas a opinião de que na briga iniciada pelos deputados Junior Hage e Adamor Aires, ambos do G-8, contra o deputado Domingos Juvenil, quem tem razão desta vez é o presidente da nossa Casa de Leis.
A desavença envolve assuntos de higiene, limpeza e conservação de patrimônio. E a defesa do erário
13.4.07
Cardápio Variado
Toda a cúpula do jogo do bicho carioca, dois desembargadores federais, dois delegados da PF , e um procurador da República foram algemados hoje na Operação Furacão.
É ótimo ve-los em cana!
É ótimo ve-los em cana!
Explode a Epidemia
Aqui está, tirado do Portal ORM, o que a prefeitura de Nova Déli tentou esconder da população.
Em entrevista coletiva realizada na manhã desta sexta-feira (13) a Sespa (Secretaria Executiva de Saúde) admitiu que Belém vive uma epidemia de dengue. De acordo com os números apresentados pelo diretor de Endemias da secretaria, Walter Amoras, a situação na região metropolitana de Belém é preocupante.
Em entrevista coletiva realizada na manhã desta sexta-feira (13) a Sespa (Secretaria Executiva de Saúde) admitiu que Belém vive uma epidemia de dengue. De acordo com os números apresentados pelo diretor de Endemias da secretaria, Walter Amoras, a situação na região metropolitana de Belém é preocupante.
A Prova do Crime
O Ministério Público Federal disponibilizou em sua página o laudo pericial da Polícia Federal que comprova a improbidade de Duciomar Costa, prefeito de Nova Déli.
As provas estão aqui.
É só clicar no arquivo do laudo que aparece toda a bandalheira, aquela que os vereadores co responsáveis não querem nem saber.
As provas estão aqui.
É só clicar no arquivo do laudo que aparece toda a bandalheira, aquela que os vereadores co responsáveis não querem nem saber.
JP
O setor mineral paroara, o aumento do lago de Tucuruí, a decisão judicial sobre a hidrelétrica de Belo Monte, e a situação das guseiras marabaenses são algumas das pautas da mais nova edição do Jornal Pessoal, de Lucio Flavio Pinto, daqui a pouco nas bancas de Nova Déli, nas ruas de Santarém pelo Estado do Tapajós amanhã, e domingo aqui no Quinta.
Turbulência
Os céus ameaçam desabar sobre a cabeça do prefeito de Parauapebas, Darci Lermen (PT). O Ministério Público daquela cidade e de Marabá já conversam animadamente.
Cadê o Processo?
Já foi expedido o segundo ofício em que a auditoria da secretaria de Finanças de Nova Déli pede informações ao secretário sobre o desaparecimento de um auto de infração superior a 1 milhão de reais.
Mas essses mesmos auditores não se envergonham de receber salários pagos pelo contribuinte e não encaminhar cópia dos ofícios ao Ministério Público.
Mas essses mesmos auditores não se envergonham de receber salários pagos pelo contribuinte e não encaminhar cópia dos ofícios ao Ministério Público.
Duas em Uma
São fundamentadas, e muito, as notícias da associação entre uma agência que atende o governo do Pará desde a era tucana, com outra que está ensandecida para entrar no invejado grupo que atenderá o novo governo.
Justiça Orelhuda
Um festival de baixarias marcou a eleição da nova administração do TRF2, que cobre os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Tem até acusação de grampo ilegal na sucessão.
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Atualizada ás 10:15.
O desembargador acusador acaba de ser preso pela Polícia Federal, na esteira da Operação Furacão, desfechada hoje de manhã. Ele é acusado de envolvimento na lavagem de dinheiro da máfia dos jogos, bingos e caça níqueis.
Tem até acusação de grampo ilegal na sucessão.
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Atualizada ás 10:15.
O desembargador acusador acaba de ser preso pela Polícia Federal, na esteira da Operação Furacão, desfechada hoje de manhã. Ele é acusado de envolvimento na lavagem de dinheiro da máfia dos jogos, bingos e caça níqueis.
Psiu!
Edmilson Rodrigues e Simão Jatene, os mais discretos personagens da política paroara na atualidade. Não se ouve um pio daqueles bicos.
Secretário
O físico Ronaldo Mota, 55, gaúcho da Universidade Federal de Santa Maria, será o novo secretário de Ensino Superior (SESU) do MEC.
Antes, Ronaldo foi o titular da secretaria de Ensino à Distancia daquela pasta.
Antes, Ronaldo foi o titular da secretaria de Ensino à Distancia daquela pasta.
And The Oscar Goes To
Conta o Seventy, na edição de hoje da folha dos Maiorana, que o zoo senador Mário Couto (PSDB-PA) bateu tanto com a mão no púlpito, em discurso ontem no senado contra o estado de abandono das estradas, que chegou a feri-la.
É aquela mão que tremia de tanto assinar convênios com prefeituras do interior, na época em que era presidente da Assembléia Legislativa.
É aquela mão que tremia de tanto assinar convênios com prefeituras do interior, na época em que era presidente da Assembléia Legislativa.
Facínoras
O Sindicato dos Trabalhadores da UFPA, o Sintufpa, comandado por um nacional cuja alcunha é João Xiita, ameaça paralisar na próxima terça, 17, por 24 horas numa greve de advertência, o Hospital Barros Barreto.
Deveria esperá-los, na porta da unidade, a PF e dois camburões.
Deveria esperá-los, na porta da unidade, a PF e dois camburões.
O Império Contra Ataca
No Estado do Tapajós, ontem de noite.
O desembargador federal Carlos Fernando Mathias, do Tribunal Regional Federal da 1ª região, em Brasília, concedeu mandado de segurança nesta quinta-feira, 12, em favor da reabertura do terminal da Cargill no porto de Santarém. Com a decisão o porto pode retomar as suas atividades a partir desta sexta-feira, 13.
Fernando Mathias decidiu que o fechamento do porto é conflitante com a sentença de primeira instância do processo, que mandou a empresa realizar os estudos de impactos ambientais, mas não determinou o fechamento do terminal. Segundo o desembargador, a liminar concedida em 2000, que determinada o embargo das atividades, perdeu validade com a sentença de 2004.
A sentença anterior, a que se refere o lamentável despacho do desembargador federal, não precisaria exigir o que a Lei já o faz, e a Cargill nunca respeitou: a elaboração do EIA/RIMA.
O desembargador federal Carlos Fernando Mathias, do Tribunal Regional Federal da 1ª região, em Brasília, concedeu mandado de segurança nesta quinta-feira, 12, em favor da reabertura do terminal da Cargill no porto de Santarém. Com a decisão o porto pode retomar as suas atividades a partir desta sexta-feira, 13.
Fernando Mathias decidiu que o fechamento do porto é conflitante com a sentença de primeira instância do processo, que mandou a empresa realizar os estudos de impactos ambientais, mas não determinou o fechamento do terminal. Segundo o desembargador, a liminar concedida em 2000, que determinada o embargo das atividades, perdeu validade com a sentença de 2004.
A sentença anterior, a que se refere o lamentável despacho do desembargador federal, não precisaria exigir o que a Lei já o faz, e a Cargill nunca respeitou: a elaboração do EIA/RIMA.
12.4.07
Hupomnemata
Nada mais revelador do estado das artes da publicidade e do jornalismo paraense do que a tentativa de descredenciar o jornalista e professor Fábio Castro - que irá substituir sua colega Fátima Gonçalves no comando da comunicação do governo do Pará - pela sua condição de Doutor em Comunicação pela Universidade de Paris, ou pela sua inexperiência na relação com o mercado publicitário.
Sua condição de intelectual e professor faz diminuir, por exemplo, a quantidade de beócios que chega à este "mercado", mais afeito à balangandãs, lantejoulas e mau caratismo, do que ao conteúdo, que sobra em Fábio.
Só isto já deveria garantir-lhe um crédito de confiança, não fossem tão nefastos os interesses que o espreitam, ou tão doentios os tempos em que vivemos.
Não existe nada - rigorosamente nada! - de misterioso ou complexo na gestão da comunicação institucional do governo além de garantir-lhe objetivos públicos.
Aposta no contrário quem não consegue gerenciar a coisa pública de maneira clara e transparente. Por trás de tudo, a excitação do "mercado" pelo volume da conta, suficiente para expor suas vísceras lotadas.
Não há nenhum pulo do gato que não possa ser identificado e enfrentado por Fábio e sua equipe.
Soam patéticas, igualmente, as versões que o posicionam como ponta de lança de qualquer agência participante da concorrência do governo.
Tal estratégia, aliás, carrega a indelével digital de elementos do mercado, publicitário e político, cujas mandrakarias Fábio, com efeito, não tem experiência.
Só quem não conhece sua trajetória - construída desde os 15 anos de idade, sempre marcada pela produção reconhecida e premiada, e pela discrição e afeto no relacionamento com as pessoas, além da seriedade com que enfrenta os desafios - poderia engendrar tais proposições.
Este poster duvida muito que Fábio ponha em risco sua história pessoal e profissional por causa de cargos, facções partidárias ou injunções do "mercado" - publicitário, jornalístico e político.
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Quem escreve estas linhas foi um dos primeiros chefes que Fábio encontrou no serviço público, no final dos anos 80. Depois, lá pelos idos de 92, foi seu aluno em ciclos de palestras na UFPA, quando Fábio retornou do mestrado na UNb.
Raramente o vê, e nunca com ele fala por telefone. E tão à vontade se sente para elogiá-lo, quanto se sentirá para criticá-lo, mais na frente, se preciso for.
O título do post é o nome do blog do Fábio, linkado ao lado.
Vá lá e conheça-o.
Sua condição de intelectual e professor faz diminuir, por exemplo, a quantidade de beócios que chega à este "mercado", mais afeito à balangandãs, lantejoulas e mau caratismo, do que ao conteúdo, que sobra em Fábio.
Só isto já deveria garantir-lhe um crédito de confiança, não fossem tão nefastos os interesses que o espreitam, ou tão doentios os tempos em que vivemos.
Não existe nada - rigorosamente nada! - de misterioso ou complexo na gestão da comunicação institucional do governo além de garantir-lhe objetivos públicos.
Aposta no contrário quem não consegue gerenciar a coisa pública de maneira clara e transparente. Por trás de tudo, a excitação do "mercado" pelo volume da conta, suficiente para expor suas vísceras lotadas.
Não há nenhum pulo do gato que não possa ser identificado e enfrentado por Fábio e sua equipe.
Soam patéticas, igualmente, as versões que o posicionam como ponta de lança de qualquer agência participante da concorrência do governo.
Tal estratégia, aliás, carrega a indelével digital de elementos do mercado, publicitário e político, cujas mandrakarias Fábio, com efeito, não tem experiência.
Só quem não conhece sua trajetória - construída desde os 15 anos de idade, sempre marcada pela produção reconhecida e premiada, e pela discrição e afeto no relacionamento com as pessoas, além da seriedade com que enfrenta os desafios - poderia engendrar tais proposições.
Este poster duvida muito que Fábio ponha em risco sua história pessoal e profissional por causa de cargos, facções partidárias ou injunções do "mercado" - publicitário, jornalístico e político.
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Quem escreve estas linhas foi um dos primeiros chefes que Fábio encontrou no serviço público, no final dos anos 80. Depois, lá pelos idos de 92, foi seu aluno em ciclos de palestras na UFPA, quando Fábio retornou do mestrado na UNb.
Raramente o vê, e nunca com ele fala por telefone. E tão à vontade se sente para elogiá-lo, quanto se sentirá para criticá-lo, mais na frente, se preciso for.
O título do post é o nome do blog do Fábio, linkado ao lado.
Vá lá e conheça-o.
Mesma Laia
No Seventy, edição de hoje de O Liberal.
Duciomar e o G11 estão se entendendo. Depois de pronta para dar entrada na Justiça, o prefeito mandou sustar uma nova ação contra o grupo.
Iguais se entendem.
Do outro lado toda a cidade, que já sacou a malta que elegeu para a Câmara Municipal.
Duciomar e o G11 estão se entendendo. Depois de pronta para dar entrada na Justiça, o prefeito mandou sustar uma nova ação contra o grupo.
Iguais se entendem.
Do outro lado toda a cidade, que já sacou a malta que elegeu para a Câmara Municipal.
No Caminho de Santiago
Subindo e descendo os vales da rota francesa do Caminho de Santiago de Compostela, sob chuva e neve, o juiz trabalhista José de Alencar e sua companheira, a ex deputada Araceli Lemos - os dois blogueiros - ainda encontram tempo para atualizar o blog do Alencar, uma deliciosa cartografia da aventura.
Boa sorte, amigos.
Boa sorte, amigos.
Muita Discussão, Pouca Ação
Só SEDUC não conseguiu apresentar seu plano de trabalho na recente reunião dos secretários com a governadora Ana Julia.
Questionado, o secretário Mário Cardoso foi sincero: está sendo difícil conciliar a luta ideológica entre várias facções petistas dentro do órgão.
No início de janeiro, este blog repercutiu o equívoco da secretaria na montagem de uma Ouvidoria, mais para LBA de servidor do que outra coisa. Dois dias depois veio uma retificação às informações prestadas pela assessoria de comunicação.
Mas a onda, pelo visto, continua.
A lentidão do mastodonte já começa preocupar o núcleo do governo, viu Mário?
Questionado, o secretário Mário Cardoso foi sincero: está sendo difícil conciliar a luta ideológica entre várias facções petistas dentro do órgão.
No início de janeiro, este blog repercutiu o equívoco da secretaria na montagem de uma Ouvidoria, mais para LBA de servidor do que outra coisa. Dois dias depois veio uma retificação às informações prestadas pela assessoria de comunicação.
Mas a onda, pelo visto, continua.
A lentidão do mastodonte já começa preocupar o núcleo do governo, viu Mário?
Bota Bicampeão Nisso!
O poster teve o prazer de engolir dois ilustres vascaínos ontem à noite, os jornalistas Ronaldo Brasiliense e Raimundo José Pinto.
Mas eles não saíram tristes não. Afinal jogaram ontem, no primeiro tempo, tudo que não conseguiram nos dois turnos do campeonato carioca.
Em quase 50 anos de botafoguice, acho que só o time do bicampeonato do final dos anos 60 inspirou tanta confiança.
E para felicidade geral da nação alvi negra, o Flamengo será nosso adversário na finalíssima.
Mas eles não saíram tristes não. Afinal jogaram ontem, no primeiro tempo, tudo que não conseguiram nos dois turnos do campeonato carioca.
Em quase 50 anos de botafoguice, acho que só o time do bicampeonato do final dos anos 60 inspirou tanta confiança.
E para felicidade geral da nação alvi negra, o Flamengo será nosso adversário na finalíssima.
11.4.07
Primeira Baixa?
Podem ocorrer mudanças, a qualquer momento, numa área nevrálgica do governo do Pará.
A jornalista Fátima Gonçalves, titular da Coordenadoria de Comunicação Social, estaria deixando o cargo.
Em seu lugar assumiria o professor Fábio Castro.
Ainda há muitas versões sobre o caso, que envolvem desde um desgaste pessoal da jornalista até disputas internas por maiores espaços de poder entre as diversas tendências do partido.
A jornalista Fátima Gonçalves, titular da Coordenadoria de Comunicação Social, estaria deixando o cargo.
Em seu lugar assumiria o professor Fábio Castro.
Ainda há muitas versões sobre o caso, que envolvem desde um desgaste pessoal da jornalista até disputas internas por maiores espaços de poder entre as diversas tendências do partido.
Capital do Amor
Do blog do Noblat.
Prefeitos inflacionam preços em Brasília
A cidade está agitadíssima desde que aqui desembarcaram há dois dias alguns milhares de prefeitos ou de seus representantes com a intenção de arrancar dinheiro do governo federal. É a 10a. Marcha dos Prefeitos. De dia, eles visitam ministérios e gabinetes de senadores e deputados. À noite, parte deles entope boates e inferninhos. Disparou o preço cobrado pelas acompanhantes
Prefeitos inflacionam preços em Brasília
A cidade está agitadíssima desde que aqui desembarcaram há dois dias alguns milhares de prefeitos ou de seus representantes com a intenção de arrancar dinheiro do governo federal. É a 10a. Marcha dos Prefeitos. De dia, eles visitam ministérios e gabinetes de senadores e deputados. À noite, parte deles entope boates e inferninhos. Disparou o preço cobrado pelas acompanhantes
UEPA Assume HR do Oeste
Fonte do blog com trânsito no Palácio dos Despachos confirma a nota de Mauro Bonna postada ontem aqui no Quinta, trazida de sua coluna no Diário do Pará.
Tudo indica que o HR do Oeste do Pará vai mesmo passar para administração da UEPA.
Teria sido, de acordo com a fonte, a saída digamos, salomônica, que a governadora Ana Julia arrumou para escapar das pressões peemedebistas, que preferiam entregá-lo à outra empresa.
Até lá,santarenos, aguardem.
Salomão agiu de maneira diferente no caso do HR de Redenção, sob a administração da OS do deputado Luis Sefer, DEMocrata horizontalmente à serviço do Sobrancelhudo.
E do seu bolso, mais prá frente, sairá a rescisão do contrato com a OS de Paulo Monteiro.
Tudo indica que o HR do Oeste do Pará vai mesmo passar para administração da UEPA.
Teria sido, de acordo com a fonte, a saída digamos, salomônica, que a governadora Ana Julia arrumou para escapar das pressões peemedebistas, que preferiam entregá-lo à outra empresa.
Até lá,santarenos, aguardem.
Salomão agiu de maneira diferente no caso do HR de Redenção, sob a administração da OS do deputado Luis Sefer, DEMocrata horizontalmente à serviço do Sobrancelhudo.
E do seu bolso, mais prá frente, sairá a rescisão do contrato com a OS de Paulo Monteiro.
Sexta Super
A edição da primeira quinzena de abril do Jornal Pessoal vai estar nas ruas na sexta, 13. Para azar de neguinho por aí.
No sábado um artigo aqui no Quinta, para sorte dos leitores.
No sábado um artigo aqui no Quinta, para sorte dos leitores.
À Flor da Pele
Já está sendo aberta a primeira sindicância na Casa Militar da Governadoria, conta o Seventy na edição de hoje da folha nariguda.
Vai apurar um imbroglio envolvendo um major e uma cabo, que denunciou o superior à chefia, o coronel Coêlho.
Como se vê, trabalha normalmente a Casa Militar.
Vai apurar um imbroglio envolvendo um major e uma cabo, que denunciou o superior à chefia, o coronel Coêlho.
Como se vê, trabalha normalmente a Casa Militar.
Mas Logo o Adelmo !?
Por onde ando, afirmo que o melhor dos blogs - de todos eles- é a caixinha de comentários. Vejam essa pérola de diálogo entre dois blogueiros no blog do Hiroshi Bogéa, comentando os primeiros nomes da corrida pela prefeitura de Marabá, especialmente sobre um deles, o Adelmo.
Quaradouro disse...
Então temos candidatos à dona-das-burras até agora: Maurino Magalhães, Nagilson Amoury, Ítalo Ipojucan, Asdrúbal Bentes. Demétrius, não? E aquele outro, que sempre é lembrado em véspera de qualquer pleito, o Leo Rocha, nâo?
Da Câmara, só o Maurino? E os outros? Bom, há um elemento extra, a Ação Popular, que pode melar a zona alagada do agrião da Câmara.
De qualquer forma, eu incluiria o Ferreirinha, o melhor nome dos de lá.
Acho bom você acautelar-se também com a possibilidade de sairem candidados o Zé Orlando, o João Cardoso, e aquele aventureiro que se diz sindicalista, o Adelmo.
Meu Deus!
2:48 AM, Abril 08, 2007
hiroshi disse...
O Adelmo agora quer abrir CPI para investigar o DMTU, depois de desmoralizado em praça pública pelos agentes de trânsito dirigindo carro com dois anos de IPVA atrasado e ter outro veículo apreendido, diriigido pela filha dele de menor. Esse aí é a xepa da feira, maninho.
abs
10:37 AM, Abril 09, 2007
Quaradouro disse...
Então temos candidatos à dona-das-burras até agora: Maurino Magalhães, Nagilson Amoury, Ítalo Ipojucan, Asdrúbal Bentes. Demétrius, não? E aquele outro, que sempre é lembrado em véspera de qualquer pleito, o Leo Rocha, nâo?
Da Câmara, só o Maurino? E os outros? Bom, há um elemento extra, a Ação Popular, que pode melar a zona alagada do agrião da Câmara.
De qualquer forma, eu incluiria o Ferreirinha, o melhor nome dos de lá.
Acho bom você acautelar-se também com a possibilidade de sairem candidados o Zé Orlando, o João Cardoso, e aquele aventureiro que se diz sindicalista, o Adelmo.
Meu Deus!
2:48 AM, Abril 08, 2007
hiroshi disse...
O Adelmo agora quer abrir CPI para investigar o DMTU, depois de desmoralizado em praça pública pelos agentes de trânsito dirigindo carro com dois anos de IPVA atrasado e ter outro veículo apreendido, diriigido pela filha dele de menor. Esse aí é a xepa da feira, maninho.
abs
10:37 AM, Abril 09, 2007
Só na Terça
Não vislumbram saídas para a representação parlamentar os deputados, e tascam a enforcar as segundas. As atividades nos estados e a crise aérea são o pretexto para reduzir a dois dias e meio, na prática, a prática congressual.
São os campeões de rejeição pela opinião pública.
Cum magna lauda.
São os campeões de rejeição pela opinião pública.
Cum magna lauda.
Fora, Mala!
O que andam suspirando pelas alcovas, e que corre nos becos na boca do povo, chegou na Câmara de Nova Déli.
Quem conta é o blog do Cjk.
O vereador "batriça" Sahid Xerfan (PR), muito irritado, deixou de lado sua usual postura conciliadora. Ao ocupar a tribuna da Câmara Municipal de Belém hoje, dia 10, disparou críticas severas contra o prefeito municipal de Belém, Duciomar Costa.
O parlamentar-mirim chegou, no auge do seu discurso, a declarar que se acontecesse, hoje, uma consulta popular, através de plebiscito, para saber se a população apóia o impeachment do prefeito, o resultado não seria surpresa. “Peçam um plebiscito na cidade e eu antecipo o resultado que é o impeachment do Prefeito”, que tem sido "incompetente, irresponsável, sem projeto e sem gestão
Quem conta é o blog do Cjk.
O vereador "batriça" Sahid Xerfan (PR), muito irritado, deixou de lado sua usual postura conciliadora. Ao ocupar a tribuna da Câmara Municipal de Belém hoje, dia 10, disparou críticas severas contra o prefeito municipal de Belém, Duciomar Costa.
O parlamentar-mirim chegou, no auge do seu discurso, a declarar que se acontecesse, hoje, uma consulta popular, através de plebiscito, para saber se a população apóia o impeachment do prefeito, o resultado não seria surpresa. “Peçam um plebiscito na cidade e eu antecipo o resultado que é o impeachment do Prefeito”, que tem sido "incompetente, irresponsável, sem projeto e sem gestão
O Ceará é Aqui
A agência alencarina Verve ganhou a concorrência para o atendimento da conta da Gafisa, pêso pesado do setor imobiliário nacional.
Em post há semanas o Quinta cantou esta pedrinha, que agora está engatada na garganta dos publicitários paroaras.
E deve vir mais Verve por aí.
Em post há semanas o Quinta cantou esta pedrinha, que agora está engatada na garganta dos publicitários paroaras.
E deve vir mais Verve por aí.
Custo Zero
Veja só que curioso. O deputado federal Jader Barbalho(PMDB-PA) foi o campeão de economia de verbas indenizatórias, segundo o blog do Jeso Carneiro. Não gastou um centavinho sequer, e por isso não pediu verba indenizatória.
Também, não fez nada mesmo...
Também, não fez nada mesmo...
Muito na Vanguarda
O envelope com as propostas de preços da DC3 nem precisou ser aberto ontem, em Canaã dos Carajás, tal a dianteira que a Vanguarda abriu na proposta técnica.
Como diz o mais inteligente, charmoso e rico colunista da terrinha- o Ismaelino Pinto, é claro - que coisa!
Como diz o mais inteligente, charmoso e rico colunista da terrinha- o Ismaelino Pinto, é claro - que coisa!
10.4.07
Portfólio
É a Vanguarda a agência vencedora da licitação de serviços de propaganda para a prefeitura de Canaã dos Carajás, antes atendida pela DC3.
Ubre Pernicioso
Os deputados voltam a protagonizar cenas de imundície explícita com o anunciado relaxamento da lei que proíbe a contratação de parentes em cargos públicos.
Com a afrouxada, primos e cunhados podem mamar a vontade.
A malta não se emenda mesmo.
Com a afrouxada, primos e cunhados podem mamar a vontade.
A malta não se emenda mesmo.
Mórbida Semelhança
Do blog do Noblat, corroborando velha tese do Quinta Emenda.
PSDB e PT, tudo a ver
O que aproxima o PSDB do PT - e, de resto, dos demais partidos quando chegam ao poder? O medo de ser investigado. De ter suas estripulias devassadas.
Sob as mais variadas desculpas, o governo do companheiro fez tudo para enterrar a CPI do Apagão Aéreo. O Supremo Tribunal Federal deve garantir a instalação dela.
Como Lula montou a mais formidável base de apoio dentro do Congresso que um presidente jamais teve, ele controlará a CPI indicando a maioria dos seus membros. Mesmo assim estará sujeito a surpresas.
O PSDB e seus aliados conseguiram engavetar nos últimos 12 anos 70 pedidos de CPIs na Assembléia Legislativa de São Paulo.
Em decisão inédita, o Tribunal de Justiça do Estado concedeu um mandado de segurança à oposição, determinando a instalação da CPI para investigar o uso político das verbas de publicidade da Nossa Caixa durante o governo de Geraldo Alckmin (2001-2006).
Ainda haverá manobras dentro da Assembléia para tornar sem efeito a decisão do tribunal. Quanto a isso, é possível que o governo Serra seja mais bem-sucedido do que o governo Lula.
Ao cabo, o empenho dos dois em ocultar negócios suspeitos só aumentará a crença do distinto público de que todos os políticos e partidos são iguais - no mínimo, parecedíssimos
PSDB e PT, tudo a ver
O que aproxima o PSDB do PT - e, de resto, dos demais partidos quando chegam ao poder? O medo de ser investigado. De ter suas estripulias devassadas.
Sob as mais variadas desculpas, o governo do companheiro fez tudo para enterrar a CPI do Apagão Aéreo. O Supremo Tribunal Federal deve garantir a instalação dela.
Como Lula montou a mais formidável base de apoio dentro do Congresso que um presidente jamais teve, ele controlará a CPI indicando a maioria dos seus membros. Mesmo assim estará sujeito a surpresas.
O PSDB e seus aliados conseguiram engavetar nos últimos 12 anos 70 pedidos de CPIs na Assembléia Legislativa de São Paulo.
Em decisão inédita, o Tribunal de Justiça do Estado concedeu um mandado de segurança à oposição, determinando a instalação da CPI para investigar o uso político das verbas de publicidade da Nossa Caixa durante o governo de Geraldo Alckmin (2001-2006).
Ainda haverá manobras dentro da Assembléia para tornar sem efeito a decisão do tribunal. Quanto a isso, é possível que o governo Serra seja mais bem-sucedido do que o governo Lula.
Ao cabo, o empenho dos dois em ocultar negócios suspeitos só aumentará a crença do distinto público de que todos os políticos e partidos são iguais - no mínimo, parecedíssimos
Assassino Enfrenta Tribunal
As Câmaras Crminais Reunidas do TJ paroara decidiram aceitar, por unanimidade, a denúncia contra o coronel Sebastião Moura, o Curió, prefeito de Curionópolis.
Curió matou pelas costas, na década de 90, em Brasília, um jovem que teria invadido sua chácara.
O blog quer ver este assassino sentado no banco dos réus.
Curió matou pelas costas, na década de 90, em Brasília, um jovem que teria invadido sua chácara.
O blog quer ver este assassino sentado no banco dos réus.
Agenda de Vice
Não é verdade que o vice governador Odair Correa irá proferir a palestra de abertura do 1o Seminário Distrital de Semântica da Fotosíntese Biomolecular das Borboletas, na Vila de Maruacá, no Marajó.
Pelo Contrário
A manchete da Folha de SP que acompanha a deliverance de Maradona é um caso típico onde a ordem das coisas altera o resultado.
Papo Furado
O factóide armado pelo prefeito Duciomar Costa de expropriar terrenos abandonados e evitar a proliferação da dengue completou mais de um mes, e nada aconteceu.
E assim segue enganando a municipalidade, driblando a fiscalização, cooptando vereadores, empurrando ações na Justiça- quando não empurrado por ela.
Escárnio e escândalos, marcas da administração deste nacional à frente de Nova Déli.
E assim segue enganando a municipalidade, driblando a fiscalização, cooptando vereadores, empurrando ações na Justiça- quando não empurrado por ela.
Escárnio e escândalos, marcas da administração deste nacional à frente de Nova Déli.
Saúde e Política
A coluna de Mauro Bonna, na edição de hoje do Diário do Pará, continua a desvelar o enrêdo pusilânime que acompanha o Hospital Regional do Oeste.
Hospital
Dizem que Paulo Monteiro ganhou de mão beijada a terceirização do Hospital Regional de Santarém, em troca de votos para Almir na região de Alenquer. Porém, parece que o além não quis, e Paulo vai “dançar solenemente”.
Uepa
Ana acaba de determinar que a Uepa crie uma OS (Organização Social), para assumir imediatamente a administração do Hospital Regional de Santarém, ainda não inaugurado
Hospital
Dizem que Paulo Monteiro ganhou de mão beijada a terceirização do Hospital Regional de Santarém, em troca de votos para Almir na região de Alenquer. Porém, parece que o além não quis, e Paulo vai “dançar solenemente”.
Uepa
Ana acaba de determinar que a Uepa crie uma OS (Organização Social), para assumir imediatamente a administração do Hospital Regional de Santarém, ainda não inaugurado
9.4.07
Juiz Nega Pedido do MPF
O juiz federal Antonio Carlos Campelo preferiu esperar a decisão final com relação ao agravo que tramita no TRF1 desde o ano passado, sob responsabilidade do desembargador federal Candido Ribeiro, e negou o pedido do MPF para bloquear os bens do prefeito de Nova Déli e dois auxiliares.
Junto com Sua Excia, aguardam 2 milhões de almas entregues à propria sorte.
O Diário do Pará online, excitado com a notícia, não aguardou.
Junto com Sua Excia, aguardam 2 milhões de almas entregues à propria sorte.
O Diário do Pará online, excitado com a notícia, não aguardou.
Filial da Matriz
Na coluna de Ana Carolina, no caderno Top do Diário do Pará.
Vêm aí as agências filias. Isso mesmo. Algumas agências de Belém, seguindo os modelos de outras agências nacionais e internacionais, devem lançar novas e pequenas agências, “as filiais” ou “os braços”. Uma agência cuida de contas públicas, outra do varejo e outra da indústria, ou talvez as três atendam o mesmo cliente nos seus diversos segmentos de mercado.
Vêm aí as agências filias. Isso mesmo. Algumas agências de Belém, seguindo os modelos de outras agências nacionais e internacionais, devem lançar novas e pequenas agências, “as filiais” ou “os braços”. Uma agência cuida de contas públicas, outra do varejo e outra da indústria, ou talvez as três atendam o mesmo cliente nos seus diversos segmentos de mercado.
Tabelinha
Já circula em circuito fechado a informação de que outra compensação está em cogitação para a suspensão do mensalão da Funtelpa: a publicidade oficial nos veículos das ORM será à base de "tabela cheia". A expressão significa que o governo pagará exatamente o valor que consta da tabela de preços do grupo Liberal, um dos mais elevados do país, dispensando os descontos, às vezes substanciais (de mais de 50%), que são concedidos aos bons clientes.
Trecho do artigo de Lucio Flavio Pinto - A Vontade e a Voz do Dono. Outra Vez - publicado no Observatório da Imprensa.
Trecho do artigo de Lucio Flavio Pinto - A Vontade e a Voz do Dono. Outra Vez - publicado no Observatório da Imprensa.
Blogs
Já está em 7x0, no cardápio de blogs, a disputa entre os portais das folhas paroaras.
Literatura, esporte, estética, cinema, comportamento, política e o fait divers da redação do próprio Portal estão contemplados no Portal ORM.
No Diário do Pará, nada.
Literatura, esporte, estética, cinema, comportamento, política e o fait divers da redação do próprio Portal estão contemplados no Portal ORM.
No Diário do Pará, nada.
Rede Pioneira
Começa a ficar intensa a atividade do deputado tucano Manoel Pioneiro rumo à prefeitura de Ananindeua, pobre cidade.
Quem aparenta ter chances de amealhar e bancar mais de 1.000 votos, está sendo convidado a sair candidato em 2008.
Mesmo quem já é vereador em outro município.
Até do Marajó serve.
Quem aparenta ter chances de amealhar e bancar mais de 1.000 votos, está sendo convidado a sair candidato em 2008.
Mesmo quem já é vereador em outro município.
Até do Marajó serve.
Estilo Brucutu
O Ministério Público do Estado oficia ao Executivo e Legislativo, inclusive prefeituras e câmaras municipais, dando 60 dias para varrerem parentes e aderentes de cargos públicos.
A governadora responde que as despesas do MPE estão altas demais.
---------------
Atualizada às 11:47
Mais uma vez o blog errou, fazendo confusão entre os diferentes ministérios públicos em atuação no executivo estadual. Correta, e rápida, foi a Assesoria de Imprensa do MPE, colocando tudo em seu devido lugar, pelo que o poster agradece.
E a retificação do MPE queima o post, e a língua do signatário do blog
Segue o comentário , postado há pouco.
Esclarecemos que o MPE que a governadora se refere é o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Município, órgão independente, que não possui nenhum vínculo com o Ministério Público do Estado, que teve todas as suas contas aprovadas.
Assessoria de Imprensa do Ministério Público do Estado.
A governadora responde que as despesas do MPE estão altas demais.
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Atualizada às 11:47
Mais uma vez o blog errou, fazendo confusão entre os diferentes ministérios públicos em atuação no executivo estadual. Correta, e rápida, foi a Assesoria de Imprensa do MPE, colocando tudo em seu devido lugar, pelo que o poster agradece.
E a retificação do MPE queima o post, e a língua do signatário do blog
Segue o comentário , postado há pouco.
Esclarecemos que o MPE que a governadora se refere é o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Município, órgão independente, que não possui nenhum vínculo com o Ministério Público do Estado, que teve todas as suas contas aprovadas.
Assessoria de Imprensa do Ministério Público do Estado.
Pérolas Santarenas
À imprensa santarena o médico Paulo Monteiro, presidente da organização social que vai administrar o Hospital Regional do Oeste, disse que a entrega de equipamentos e o processo de seleção e treinamento foi interrompido em meados de fevereiro, mais um ingrediante estranho no pusilânime enrêdo do atraso do funcionamento do hospital.
Mais de dez dias depois da visita do diretor da SESPA ao HR, a situação por lá continua na mesma.
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Em compensação, a mobilização da população é forte e transversal à sociedade santarena, o que pegou desprevenido os políticos locais que apoiam o governo.
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E o destaque da semana santa - negativo, é claro - protagonizou o deputado peemedebista Antonio Rocha, que foi às manchetes dos jornais pedindo vagas no HR para seus correligionários.
A turma por lá até que simpatiza com Rocha, mas identifica seu estilo com um passsado que não deve, e nem vai, voltar.
------------
A presença, no mesmo final de semana, do jornalista Pelágio Gondim, do craque em pesquisas Dornélio Silva e deste poster, chamou atenção dos bastidores políticos da Pérola.Este poster reitera: aposentou-se do marketing político, mas os outros dois estão em plena atividade.
------------
Levanta-se a possibilidade da saída de Maria do Carmo da prefeitura de Santarém a tempo de encaminhar seu irmão, o médico e deputado Carlos Martins, ao pleito do ano que vem. Tudo combinado com o vice, Delano Riker. Com isso ela poderia voltar sem problemas ao MP, e o outro irmão, o prefeito de fato Everaldinho Beiçola, poderia governar a cidade por mais quatro anos.
Tudo de acordo com o slogan do governo municipal: Cidade da Gente.
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Por trás de tudo isto, o temor de Maria de que seu prazo de validade política estaria vencendo. E nas pesquisas de opinião até os botos do rio Amazonas tem a sensação de que a cidade é governada por Beiçola.
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Faltando um ano e cinco meses para as eleições, este poster garante: só Jesus salva Maria.
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E os peemedebistas locais insistem: no acordo que houve entre PT e PMDB em 2004, agora assumido sem maiores pudores, ficou acertado que na eleição seguinte a cabeça de chapa seria do PMDB.
O blog acha que Plutão seria o mais forte candidato do PMDB em Santarém.
Se até lá ele não pegar nenhuma boquinha no governo federal ou arquivar a posibilidade de sair candidato à prefeitura de Nova Déli, mais uma aventura sideral.
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E o comandante da PM local reuniu a tropa na quinta, 4, pediu desculpas pela lambança que armou, e se despediu. Já o chefe da Casa Militar , coronel Coêlho, continua escondidinho na cartola da governadora.
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Pelo menos dois veículos de comunicação já baixaram o You Tube do blog do Afonso Klautau com as incríveis declarações de amor de Maria do Carmo ao governador Jatene, desmentidas há quinze dias.
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Devem surgir ainda neste semestre mais duas ações contra atos de gestão da prefeitura de Santarém.
Mais de dez dias depois da visita do diretor da SESPA ao HR, a situação por lá continua na mesma.
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Em compensação, a mobilização da população é forte e transversal à sociedade santarena, o que pegou desprevenido os políticos locais que apoiam o governo.
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E o destaque da semana santa - negativo, é claro - protagonizou o deputado peemedebista Antonio Rocha, que foi às manchetes dos jornais pedindo vagas no HR para seus correligionários.
A turma por lá até que simpatiza com Rocha, mas identifica seu estilo com um passsado que não deve, e nem vai, voltar.
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A presença, no mesmo final de semana, do jornalista Pelágio Gondim, do craque em pesquisas Dornélio Silva e deste poster, chamou atenção dos bastidores políticos da Pérola.Este poster reitera: aposentou-se do marketing político, mas os outros dois estão em plena atividade.
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Levanta-se a possibilidade da saída de Maria do Carmo da prefeitura de Santarém a tempo de encaminhar seu irmão, o médico e deputado Carlos Martins, ao pleito do ano que vem. Tudo combinado com o vice, Delano Riker. Com isso ela poderia voltar sem problemas ao MP, e o outro irmão, o prefeito de fato Everaldinho Beiçola, poderia governar a cidade por mais quatro anos.
Tudo de acordo com o slogan do governo municipal: Cidade da Gente.
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Por trás de tudo isto, o temor de Maria de que seu prazo de validade política estaria vencendo. E nas pesquisas de opinião até os botos do rio Amazonas tem a sensação de que a cidade é governada por Beiçola.
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Faltando um ano e cinco meses para as eleições, este poster garante: só Jesus salva Maria.
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E os peemedebistas locais insistem: no acordo que houve entre PT e PMDB em 2004, agora assumido sem maiores pudores, ficou acertado que na eleição seguinte a cabeça de chapa seria do PMDB.
O blog acha que Plutão seria o mais forte candidato do PMDB em Santarém.
Se até lá ele não pegar nenhuma boquinha no governo federal ou arquivar a posibilidade de sair candidato à prefeitura de Nova Déli, mais uma aventura sideral.
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E o comandante da PM local reuniu a tropa na quinta, 4, pediu desculpas pela lambança que armou, e se despediu. Já o chefe da Casa Militar , coronel Coêlho, continua escondidinho na cartola da governadora.
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Pelo menos dois veículos de comunicação já baixaram o You Tube do blog do Afonso Klautau com as incríveis declarações de amor de Maria do Carmo ao governador Jatene, desmentidas há quinze dias.
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Devem surgir ainda neste semestre mais duas ações contra atos de gestão da prefeitura de Santarém.
5.4.07
Pólo Ilegal
Uma simples vistoria - que os governos tucanos nunca foram capazes de realizar - arrombou de vez a porta da sem vergonhice guseira de Marabá e região.
E desta vez até a CVRD foi obrigada a entrar em ação.
E desta vez até a CVRD foi obrigada a entrar em ação.
Calote Cultural
O maior aplicador de beiços de todo o oeste do Pará, o prefeito de Santarém Everaldinho Beiçola Martins, desta vez vai parar na Justiça.
Veja aqui.
Veja aqui.
Diminuem as Verbas da Saúde
Analisando as contas públicas do governo do Pará, relativas ao primeiro trimestre de 2007, o bacharel em Direito e servidor federal Evaldo Viana, articulista do blog do Jeso Carneiro, aponta dados interessantes nas despesas da Saúde.
Diz ele:
Na área de saúde, com dotação inicial prevista para 2007 de R$ 1,030 bilhão, foram gastos, no primeiro bimestre, apenas R$ 93,33 milhões, o que representa 9,06 %.
Desses R$ 93,33 milhões foram gastos com a subfunção “Assistência hospitalar e ambulatorial”, na qual está hospedada a atividade “implementação de serviços de média e alta complexidade em saúde”, R$ 35,69 milhões, contra R$ 41,94 milhões em igual período de 2006, o que significa uma redução, contração, diminuição, encolhimento ou mutilação de 14,91 %, ou, em números absolutos, uma subtração de R$ 6,2 milhões (valor aproximado do que o HR de Santarém deveria ter recebido nos meses de janeiro e fevereiro).
Interessante, não?
Na íntegra aqui.
Diz ele:
Na área de saúde, com dotação inicial prevista para 2007 de R$ 1,030 bilhão, foram gastos, no primeiro bimestre, apenas R$ 93,33 milhões, o que representa 9,06 %.
Desses R$ 93,33 milhões foram gastos com a subfunção “Assistência hospitalar e ambulatorial”, na qual está hospedada a atividade “implementação de serviços de média e alta complexidade em saúde”, R$ 35,69 milhões, contra R$ 41,94 milhões em igual período de 2006, o que significa uma redução, contração, diminuição, encolhimento ou mutilação de 14,91 %, ou, em números absolutos, uma subtração de R$ 6,2 milhões (valor aproximado do que o HR de Santarém deveria ter recebido nos meses de janeiro e fevereiro).
Interessante, não?
Na íntegra aqui.
A Caneta Detona

Começaram os post do blog Caneta Sem Fronteira que explodem a quadrilha de ladrões amapaenses, entre eles deputados federais, ex secretários de Estado e até um promotor público.
Vumbora, Pessoá!
Durou pouco a alegria da quadrilha que assalta a municipalidade de Nova Déli. Ri melhor quem ri por último, se não demorar muito, Excias da Justiça Federal!
3.4.07
MPF Garante: Duciomar Não é Probo!
Da Assessoria de Comunicação do MPF. E tem novidades no escândalo: veja nos negritos.
MPF reitera acusação de improbidade e quer bloqueio de bens do prefeito de Belém
Auditoria do SUS que favoreceria Duciomar Gomes da Costa está sendo analisada
O Ministério Público Federal, em documento enviado ao juiz federal Antonio Carlos de Almeida Campelo, reiterou as acusações de improbidade administrativa contra Duciomar Gomes da Costa, a ex-chefe de gabinete da prefeitura de Belém Silvia Helena Randel, e os secretários de administração Willliam Gomes Lôla, e de saúde, Manoel Francisco Pantoja Dias, pedindo a reconsideração do pedido de bloqueio de bens, negado em junho de 2006.
O pedido foi feito na Ação Civil Pública nº 200639000049857, depois da descoberta de que mais de R$ 1 milhão do SUS tinham sido usados indevidamente para compra de carros para a Guarda Municipal de Belém (Gbel). Os carros foram apresentados em cerimônia pública à população em 12 de janeiro de 2006, dia do aniversário da cidade, mas retirados apressadamente de circulação depois da descoberta das irregularidades.
Novidades no processo embasam o pedido de bloqueio do MPF. A apresentação de denúncia criminal contra o prefeito no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília é um dos fatos. Foi aberta também investigação para apurar a participação societária de Sílvia Randel na empresa Mídia Mais, contratada para colocar os adesivos que identificaram os carros adquiridos com dinheiro do SUS como veículos da Guarda Municipal de Belém, quando deveriam ser utilizados exclusivamente pela Vigilância Sanitária.
A empresa é acusada por tentar ludibriar o MPF e a Polícia Federal, retirando os adesivos na véspera de inspeção determinada pela justiça. Na investigação inicial peritos da PF atestaram esta e várias outras tentativas de fraudar evidências, para enganar não só os investigadores como a opinião pública.
Incompetência - Ao mesmo tempo em que o MPF reafirma a convicção de improbidade administrativa, o Departamento Nacional de Auditorias do Sistema Único de Saúde (Denasus), enviou conclusões considerando regular o processo de aquisição de veículos para a Vigilância Sanitária, ignorando a retirada dos adesivos da Guarda e a perícia policial.
O documento está sendo analisado pelos procuradores da República responsáveis, mas eles sustentam de antemão que qualquer atestado favorável à prefeitura nesse caso não corresponde à realidade, já que os carros foram incontestavelmente adquiridos com dinheiro do SUS e entregues à Gbel. "Esperamos que trate-se apenas de incompetência dos auditores, mal capacitados ou não qualificados para a tarefa. Mas não descartamos a hipótese de má-fé que, se comprovada, pode levar os responsáveis a processo também por improbidade", explica o procurador da República Ubiratan Cazetta.
Entenda o caso:
Janeiro de 2006 - No dia do aniversário de Belém, 12 de janeiro, a prefeitura apresenta em cerimônia pública carros novos adquiridos para a Guarda, com luminosos e identificação. Pouco depois, o MPF recebe denúncias de que foram comprados com dinheiro do SUS e inicia investigação.
Abril de 2006 - O MPF obtém uma ordem judicial para exibição tanto dos carros comprados para a Vigilância Sanitária quanto da Guarda Municipal. Às pressas, os envolvidos trocam os adesivos e retiram luminosos dos veículos para tentar encobrir a irregularidade, mas a fraude é evidente.
Junho de 2006 - O MPF ajuiza ação civil de improbidade contra os envolvidos, pedindo o bloqueio de bens, mas tem o pedido indeferido pela Justiça Federal. Também é enviada representação para a Procuradoria Regional da República em Brasília, para que investigue o caso e, se considerar procedentes as acusações, que denuncie o prefeito para responder criminalmente pelas irregularidades. O envio é necessário por causa do foro privilegiado a que tem direito Duciomar Costa.
Setembro de 2006 - O procurador regional da República Paulo Queiroz denuncia o prefeito Duciomar Costa por desvio de verbas públicas. O processo será relatado pelo desembargador federal Cândido Ribeiro
Fevereiro de 2007 - A procuradora da República Tatiana Pollo Flores, responsável pela ação civil de improbidade envia novo pedido ao juiz Antonio Carlos de Almeida Campelo para que bloqueie os bens dos acusados.
MPF reitera acusação de improbidade e quer bloqueio de bens do prefeito de Belém
Auditoria do SUS que favoreceria Duciomar Gomes da Costa está sendo analisada
O Ministério Público Federal, em documento enviado ao juiz federal Antonio Carlos de Almeida Campelo, reiterou as acusações de improbidade administrativa contra Duciomar Gomes da Costa, a ex-chefe de gabinete da prefeitura de Belém Silvia Helena Randel, e os secretários de administração Willliam Gomes Lôla, e de saúde, Manoel Francisco Pantoja Dias, pedindo a reconsideração do pedido de bloqueio de bens, negado em junho de 2006.
O pedido foi feito na Ação Civil Pública nº 200639000049857, depois da descoberta de que mais de R$ 1 milhão do SUS tinham sido usados indevidamente para compra de carros para a Guarda Municipal de Belém (Gbel). Os carros foram apresentados em cerimônia pública à população em 12 de janeiro de 2006, dia do aniversário da cidade, mas retirados apressadamente de circulação depois da descoberta das irregularidades.
Novidades no processo embasam o pedido de bloqueio do MPF. A apresentação de denúncia criminal contra o prefeito no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília é um dos fatos. Foi aberta também investigação para apurar a participação societária de Sílvia Randel na empresa Mídia Mais, contratada para colocar os adesivos que identificaram os carros adquiridos com dinheiro do SUS como veículos da Guarda Municipal de Belém, quando deveriam ser utilizados exclusivamente pela Vigilância Sanitária.
A empresa é acusada por tentar ludibriar o MPF e a Polícia Federal, retirando os adesivos na véspera de inspeção determinada pela justiça. Na investigação inicial peritos da PF atestaram esta e várias outras tentativas de fraudar evidências, para enganar não só os investigadores como a opinião pública.
Incompetência - Ao mesmo tempo em que o MPF reafirma a convicção de improbidade administrativa, o Departamento Nacional de Auditorias do Sistema Único de Saúde (Denasus), enviou conclusões considerando regular o processo de aquisição de veículos para a Vigilância Sanitária, ignorando a retirada dos adesivos da Guarda e a perícia policial.
O documento está sendo analisado pelos procuradores da República responsáveis, mas eles sustentam de antemão que qualquer atestado favorável à prefeitura nesse caso não corresponde à realidade, já que os carros foram incontestavelmente adquiridos com dinheiro do SUS e entregues à Gbel. "Esperamos que trate-se apenas de incompetência dos auditores, mal capacitados ou não qualificados para a tarefa. Mas não descartamos a hipótese de má-fé que, se comprovada, pode levar os responsáveis a processo também por improbidade", explica o procurador da República Ubiratan Cazetta.
Entenda o caso:
Janeiro de 2006 - No dia do aniversário de Belém, 12 de janeiro, a prefeitura apresenta em cerimônia pública carros novos adquiridos para a Guarda, com luminosos e identificação. Pouco depois, o MPF recebe denúncias de que foram comprados com dinheiro do SUS e inicia investigação.
Abril de 2006 - O MPF obtém uma ordem judicial para exibição tanto dos carros comprados para a Vigilância Sanitária quanto da Guarda Municipal. Às pressas, os envolvidos trocam os adesivos e retiram luminosos dos veículos para tentar encobrir a irregularidade, mas a fraude é evidente.
Junho de 2006 - O MPF ajuiza ação civil de improbidade contra os envolvidos, pedindo o bloqueio de bens, mas tem o pedido indeferido pela Justiça Federal. Também é enviada representação para a Procuradoria Regional da República em Brasília, para que investigue o caso e, se considerar procedentes as acusações, que denuncie o prefeito para responder criminalmente pelas irregularidades. O envio é necessário por causa do foro privilegiado a que tem direito Duciomar Costa.
Setembro de 2006 - O procurador regional da República Paulo Queiroz denuncia o prefeito Duciomar Costa por desvio de verbas públicas. O processo será relatado pelo desembargador federal Cândido Ribeiro
Fevereiro de 2007 - A procuradora da República Tatiana Pollo Flores, responsável pela ação civil de improbidade envia novo pedido ao juiz Antonio Carlos de Almeida Campelo para que bloqueie os bens dos acusados.
2.4.07
Cozinha Santarena
O blog vai parar na Semana Santa.
O poster vai dar um pulo em Santarém, trabalhar nos feriados e matar as saudades, da terra e dos amigos.
Das comidas matou ontem , na casa dos Oliveira em Nova Déli, Miguel e Rejane à frente.
Maionese de pirarucu defumado, salada de feijão manteiga e um sensacional tambaqui na brasa esperavam os comensais, entre eles o diretor da TV Cultura do Pará, jornalista Paulo Roberto, que reencontrei depois de 17 anos.
Miguel é o diretor-proprietário de O Estado do Tapajós, link deste blog.
O poster vai dar um pulo em Santarém, trabalhar nos feriados e matar as saudades, da terra e dos amigos.
Das comidas matou ontem , na casa dos Oliveira em Nova Déli, Miguel e Rejane à frente.
Maionese de pirarucu defumado, salada de feijão manteiga e um sensacional tambaqui na brasa esperavam os comensais, entre eles o diretor da TV Cultura do Pará, jornalista Paulo Roberto, que reencontrei depois de 17 anos.
Miguel é o diretor-proprietário de O Estado do Tapajós, link deste blog.
DRT Disputada
Fonte do blog garante que a parada pela chefia da Delegacia Regional do Trabalho no Pará não está decidida em favor de Fernando Coimbra, conforme post das 06:03 da manhã de hoje aqui no Quinta.
Tem chances de atropelar, na reta final, um pedetista histórico, da zona bragantina, com trânsito na colizão estadual.
Podem chama-lo de Napoleão Braun.
Tem chances de atropelar, na reta final, um pedetista histórico, da zona bragantina, com trânsito na colizão estadual.
Podem chama-lo de Napoleão Braun.
Honestíssimo
Da coluna de Mauro Bonna, edição de ontem da folha sobrancelhuda.
Isento
Auditoria do Ministério da Saúde isentou Dudu da acusação de ter usado verba federal na frota da Guarda Municipal.
Bacana a notícia da coluna do Mauro Bonna, também presente no Seventy, edição de ontem da folha nariguda. Mais um pouco e o culpado é o MPF.
Acontece que os carros adesivados desfilaram nas barbas da cidade, e os adesivos foram retirados, maquiagem que a perícia técnica da PF comprovou.
Por que foram desadesivados, hein?
Convém lembrar ainda que a auditoria do Ministério da Saúde é a mesma que mantém em funcionamento as pocilgas que mexem, na realidade, com mapas de AIH.
Este auditor deve aguardar a auditoria do MPF.
Bem feito!
Enquanto isso a peia vai continuar em cima da quadrilha.
Isento
Auditoria do Ministério da Saúde isentou Dudu da acusação de ter usado verba federal na frota da Guarda Municipal.
Bacana a notícia da coluna do Mauro Bonna, também presente no Seventy, edição de ontem da folha nariguda. Mais um pouco e o culpado é o MPF.
Acontece que os carros adesivados desfilaram nas barbas da cidade, e os adesivos foram retirados, maquiagem que a perícia técnica da PF comprovou.
Por que foram desadesivados, hein?
Convém lembrar ainda que a auditoria do Ministério da Saúde é a mesma que mantém em funcionamento as pocilgas que mexem, na realidade, com mapas de AIH.
Este auditor deve aguardar a auditoria do MPF.
Bem feito!
Enquanto isso a peia vai continuar em cima da quadrilha.
Doença
O blog do jornalista Afonso Klautau registra, com rara felicidade e muita simplicidade, o oportunimo político da subprefeita de Santarém no caso do Hospital Regional de Santarém. As imagens são deprimentes, se cotejadas com seu discurso atual.
Maria entra na fila de pacientes do hospital.
Hipocrisia aguda.
Maria entra na fila de pacientes do hospital.
Hipocrisia aguda.
Profilaxia
Conta o blog do Noblat, citando o Jornal do Brasil, que o novo ministro da Saúde, José Temporão, estabeleceu tres critérios para escolher seus auxiliares na pasta: experiência em gestão administrativa, competência e vida pregressa limpa.
As pretensões de quem não tem os pré requisitos foram pro espaço.
Oh! céus...
As pretensões de quem não tem os pré requisitos foram pro espaço.
Oh! céus...
Podres Poderes
O blog Caneta Sem Fronteira, do jornalista Walter Jr., promete revelar a partir de hoje toda a história da maior quadrilha que já assaltou os cofres públicos...do Amapá.
Rotatividade
Nem esquentou a cadeira o advogado Jorge Lopes de Farias na Delegacia Regional do Trabalho, aqui no Pará. Quem vai fazê-lo é o também advogado Fernando Coimbra, presidente do diretório municipal do PDT, a sigla que dá as cartas no Ministério do Trabalho.
Jorge volta para seu lugar de origem, o PCdoB.
Com informações do blog do Jeso.
Jorge volta para seu lugar de origem, o PCdoB.
Com informações do blog do Jeso.
1.4.07
Delinquência e Tolerância
Meia noite de sábado.
Num badalado bar da cidade, lotado, irrompe o filho da dona e, tremendo todo, começa a correr às mesas dos amigos da mãe - muitos - a pedir dinheiro.
"Estava sendo sequestrado", disse à um poster incrédulo e confuso em relação aos novos usos dos tempos verbais.
Correu até o caixa, pegou toda a féria da noite, e saiu em desabalada, ainda a tempo de ouvir os primeiros gritos de desespero da mãe.
Dez minutos antes, em outro ponto da cidade, ele e a namorada foram rendidos por dois bandidos, na saída de uma festa. Sem dinheiro, foi obrigado a leva-los até o bar da mãe, onde estacionaram antes 50 metros, a esperar o retorno do rapaz, mantendo a namorada sob a mira dos revólveres.
Uma hora depois veio o telefonema tão esperado: haviam sido liberados num bairro distante do centro, e já estavam voltando.
O episódio, cada dia mais comum em Nova Déli - na semana que passou dois alunos de uma facúl foram vítimas do sequestro relâmpago - foi testemunhado pelo titular de um orgão estadual, e pelo menos tres dezenas de jornalistas, artistas e intelectuais.
-------------------
Enquanto isso, no Palácio, o chefe da Casa Militar trabalha normalmente, mesmo sob acusação de Caixa 2 e otras cositas mas por cinco promotores públicos, e um comandante de batalhão do interior, flagrado dentro de um motel no horário de trabalho e acossado pelo marido traído, mobiliza quatro viaturas da PM para resgata-lo. Continua trabalhando normalmente.
Nenhuma palavra se ouviu da secretária de Segurança Pública, nem da governadora.
De que tem medo as duas senhoras?
Ou acaso não foram informadas? Ou sequer entendem que precisam agir antes que a esculhambação contamine de vez a já altamente infectada área da segurança no estado do Pará?
------------------
A sensação de insegurança está de volta, muito cedo e muito forte.
E sem trocadilhos com o Ancelmo, é horrível viver num lugar de gente hipócrita, covarde, e cheio de ladrões, de recursos públicos à paz alheia.
Num badalado bar da cidade, lotado, irrompe o filho da dona e, tremendo todo, começa a correr às mesas dos amigos da mãe - muitos - a pedir dinheiro.
"Estava sendo sequestrado", disse à um poster incrédulo e confuso em relação aos novos usos dos tempos verbais.
Correu até o caixa, pegou toda a féria da noite, e saiu em desabalada, ainda a tempo de ouvir os primeiros gritos de desespero da mãe.
Dez minutos antes, em outro ponto da cidade, ele e a namorada foram rendidos por dois bandidos, na saída de uma festa. Sem dinheiro, foi obrigado a leva-los até o bar da mãe, onde estacionaram antes 50 metros, a esperar o retorno do rapaz, mantendo a namorada sob a mira dos revólveres.
Uma hora depois veio o telefonema tão esperado: haviam sido liberados num bairro distante do centro, e já estavam voltando.
O episódio, cada dia mais comum em Nova Déli - na semana que passou dois alunos de uma facúl foram vítimas do sequestro relâmpago - foi testemunhado pelo titular de um orgão estadual, e pelo menos tres dezenas de jornalistas, artistas e intelectuais.
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Enquanto isso, no Palácio, o chefe da Casa Militar trabalha normalmente, mesmo sob acusação de Caixa 2 e otras cositas mas por cinco promotores públicos, e um comandante de batalhão do interior, flagrado dentro de um motel no horário de trabalho e acossado pelo marido traído, mobiliza quatro viaturas da PM para resgata-lo. Continua trabalhando normalmente.
Nenhuma palavra se ouviu da secretária de Segurança Pública, nem da governadora.
De que tem medo as duas senhoras?
Ou acaso não foram informadas? Ou sequer entendem que precisam agir antes que a esculhambação contamine de vez a já altamente infectada área da segurança no estado do Pará?
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A sensação de insegurança está de volta, muito cedo e muito forte.
E sem trocadilhos com o Ancelmo, é horrível viver num lugar de gente hipócrita, covarde, e cheio de ladrões, de recursos públicos à paz alheia.
Gasolina de Aviação
Dia desses o vice governador Odair Correa (PSB) foi convidado para dar um palestra em Tucuruí. Seria numa sexta feira.
Prudente, na segunda feira daquela semana oficiou à Governadoria pedindo um avião do estado, mesmo existindo um vôo diário da Total para aquela cidade.
Na terça recebe a confirmação mas ao chegar no hangar do estado, na sexta, encontra o lugar mais limpo.
Estranhando, dirige-se ao funcionário responsável e pergunta pelo seu aviãozinho.
Informado que ele acabara de decolar, levando a secretária Suely Oliveira, do Desenvolvimento Urbano, para Parauapebas, rapazes... o vice teve um ataque.
Pegou o celular e ligou imediatamente para o porta voz, o chefe da Casa Civil, Charles Alcântara, e disse-lhe o diabo.
Entre as pérolas publicáveis (...é, foi barra pesada a conversa), a afirmação de que sabia porque ainda não havia sido revogada a lei que impede que o vice assuma com menos de quinze dias de afastamento, criada, como se sabe, para que os tucanos se livrassem de Hélio Gueiros Jr, infausto vice de Almir Gabriel.
Ao chefe da Casa Civil o vice vociferou:" É porque meu primeiro ato vai ser exonerar voce, Charles".
Várias testemunhas incrédulas ouviram o áspero diálogo, entre elas a fonte do blog, para azar de Odair, ele até agora azar de todos os paroaras.
Mas que não tá certo prometer e não cumprir, não está.
E esse negócio de avião para autoridades, vamos combinar, só deu problemas até agora, hein?
Prudente, na segunda feira daquela semana oficiou à Governadoria pedindo um avião do estado, mesmo existindo um vôo diário da Total para aquela cidade.
Na terça recebe a confirmação mas ao chegar no hangar do estado, na sexta, encontra o lugar mais limpo.
Estranhando, dirige-se ao funcionário responsável e pergunta pelo seu aviãozinho.
Informado que ele acabara de decolar, levando a secretária Suely Oliveira, do Desenvolvimento Urbano, para Parauapebas, rapazes... o vice teve um ataque.
Pegou o celular e ligou imediatamente para o porta voz, o chefe da Casa Civil, Charles Alcântara, e disse-lhe o diabo.
Entre as pérolas publicáveis (...é, foi barra pesada a conversa), a afirmação de que sabia porque ainda não havia sido revogada a lei que impede que o vice assuma com menos de quinze dias de afastamento, criada, como se sabe, para que os tucanos se livrassem de Hélio Gueiros Jr, infausto vice de Almir Gabriel.
Ao chefe da Casa Civil o vice vociferou:" É porque meu primeiro ato vai ser exonerar voce, Charles".
Várias testemunhas incrédulas ouviram o áspero diálogo, entre elas a fonte do blog, para azar de Odair, ele até agora azar de todos os paroaras.
Mas que não tá certo prometer e não cumprir, não está.
E esse negócio de avião para autoridades, vamos combinar, só deu problemas até agora, hein?
Surpresinha!
Decorridas 24 horas, até agora ninguém consegue explicar como esta nota passou no Repórter Diário, a coluna de Duciomar Costa no Diário do Pará.
Funcionários da Sesma reclamam que o troca-troca de diretores na instituição está atravancando procedimentos importantes para o funcionamento das unidades de saúde do município. Até hoje, por exemplo, o material para exames preventivos deste ano ainda não foi distribuído.
O blog arrisca um palpite: incompetência passa, improbidade não.
Funcionários da Sesma reclamam que o troca-troca de diretores na instituição está atravancando procedimentos importantes para o funcionamento das unidades de saúde do município. Até hoje, por exemplo, o material para exames preventivos deste ano ainda não foi distribuído.
O blog arrisca um palpite: incompetência passa, improbidade não.
Lenha na Fogueira
O deputado federal petista Zé Geraldo ajudou, e muito, a botar lenha na fogueira no caso do Hospital Regional de Santarém. Veja o que ele disse num programa de rádio lá na Perola, aqui comentada no Diário do Tapajós, o suplemento semanal do Diário do Pará que circula naquela região.
Hospital
O deputado federal José Geraldo, do PT, em sua participação, por telefone, na manhã de ontem no programa Mesa Redonda, da 94 FM, deixou bastante claro que a questão não é falta de recursos para que o hospital possa funcionar a todo vapor, mas sim um desejo político do atual governo em administrar os hospitais construídos pela gestão anterior. Declarou que um projeto de lei, pedindo a retomada da administração pelo Estado, tramita na Assembléia Legislativa e até sua aprovação, o problema vai continuar, por enquanto, por tempo indeterminado.
Entenderam porque a situação por lá pegou fogo?
Hospital
O deputado federal José Geraldo, do PT, em sua participação, por telefone, na manhã de ontem no programa Mesa Redonda, da 94 FM, deixou bastante claro que a questão não é falta de recursos para que o hospital possa funcionar a todo vapor, mas sim um desejo político do atual governo em administrar os hospitais construídos pela gestão anterior. Declarou que um projeto de lei, pedindo a retomada da administração pelo Estado, tramita na Assembléia Legislativa e até sua aprovação, o problema vai continuar, por enquanto, por tempo indeterminado.
Entenderam porque a situação por lá pegou fogo?
O Filho é Teu
No Repórter Diário, edição de domingo do Diário do Pará.
O ex-prefeito de Conceição do Araguaia, Josevaldo Reis, acusado pela revista Veja de estar envolvido no escândalo da Infraero, foi eleito pelo PMDB mas cumpriu mandato municipal na legenda do PFL e integrando o que os tucanos chamavam de “Novo Pará”.
O que o RD quis dizer foi o seguinte: nos parimos e tu embalas.
-----------------------
Atulizada às 8:40 do dia 02/04.
O RD esqueceu de dizer que o filho espúrio aí de cima é genro do extorsionário Paulo Castelo, a alma gêmea do prefeito Duciomar "tudo limpo" Costa.
O ex-prefeito de Conceição do Araguaia, Josevaldo Reis, acusado pela revista Veja de estar envolvido no escândalo da Infraero, foi eleito pelo PMDB mas cumpriu mandato municipal na legenda do PFL e integrando o que os tucanos chamavam de “Novo Pará”.
O que o RD quis dizer foi o seguinte: nos parimos e tu embalas.
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Atulizada às 8:40 do dia 02/04.
O RD esqueceu de dizer que o filho espúrio aí de cima é genro do extorsionário Paulo Castelo, a alma gêmea do prefeito Duciomar "tudo limpo" Costa.
Mais Um Golpe
Usuários da travessia do Marajó estão com a pulga atrás da orelha.
É que dia desses responderam a uma pesquisa da SETRAN sobre as condições da hidroviária improvisada no armazém 10 da CDP, e temem que um de seus resultados seja a transferência das operações para a rodovia Arthur Bernardes, distante para quem chega e sai, para quem vem da ilha resolver assuntos rápidos no centro, e longe do movimento de turistas.
Seria mais um golpe na malfadada travessia, que acerta em cheio o turismo da ilha.
Um funcionário da Arcon diz que a mudança vai livrar os funcionários estaduais das regras da CDP, dona do Armazém 10, que supostamente não deixam eles trabalharem direito.
Parece que se trata de uma conveniência para os funcionários públicos, mas em nenhum momento se fala de conforto dos usuários.
Enquanto isso, na falta do que fazer, seguem as velhas e imundas banheiras - a cara de seus proprietários e dos funcionários públicos reguladores - na porcaria da travessia.
É que dia desses responderam a uma pesquisa da SETRAN sobre as condições da hidroviária improvisada no armazém 10 da CDP, e temem que um de seus resultados seja a transferência das operações para a rodovia Arthur Bernardes, distante para quem chega e sai, para quem vem da ilha resolver assuntos rápidos no centro, e longe do movimento de turistas.
Seria mais um golpe na malfadada travessia, que acerta em cheio o turismo da ilha.
Um funcionário da Arcon diz que a mudança vai livrar os funcionários estaduais das regras da CDP, dona do Armazém 10, que supostamente não deixam eles trabalharem direito.
Parece que se trata de uma conveniência para os funcionários públicos, mas em nenhum momento se fala de conforto dos usuários.
Enquanto isso, na falta do que fazer, seguem as velhas e imundas banheiras - a cara de seus proprietários e dos funcionários públicos reguladores - na porcaria da travessia.

