A se confirmar, a saída do presidente do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim, para candidatar-se às eleições deste ano será um revés para a imagem e as tradições da mais alta corte do país. Também representará uma carga extra de tensão sobre a disputa eleitoral que seria melhor evitar. Estão frescas decisões e atitudes do magistrado que interferem no jogo de forças político-partidárias
Assim começa o Editorial da Folha de São Paulo de ontem, comentando as atitudes do Ministro Jobim e a contribuição de Lula e do PMDB ao Brasil. É impressionante: foram-se as auras dos presidentes dos três poderes brasileiros nos últimos seis meses. Leia aqui o Editorial completo
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