30.5.06

Se...

Tá certo que ele está confortável em seu novo partido, que tem todo um futuro pela frente.
Mas na política o cavalo passa selado, e às vezes não volta, como aconteceu com Ana Júlia em 2002, que não esperava a onda vermelha, e abriu mão da candidatura ao governo para a subprefeita santarena Maria do Carmo.
Dificilmente ela terá uma chance como a que desperdiçou naquela eleição, vencida por Jatene na risca de 3,5% dos votos.
O mesmo parece estar ocorrendo agora com Edmilson, que se ainda estivesse no PT, teria muito mais chances de fazer uma campanha competitiva.
Mas em política não existe "se".
Nem arrependimento, certo Ed?

4 comentários:

Flanar disse...

Sim. E é por estas e outras que às vezes eu me lembro daquele velho seriado "Os 3 Patetas". Mas quantos seriam na atual conjuntura?

Juvencio de Arruda disse...

Ah, Barretto, só sentando com calma prá fazer a conta...rs
Mas o Edmilson voltará á cena em melhores condições, pode estar certo disso. Não só pelos seus méritos, como pela grande ajuda de Duciomar Costa.

Flanar disse...

Vc tem razão. O "quasímodo" tem ajudado bastante. Seria melhor convidá-lo logo para a campanha do Ed. Mas aí, ia dar "quebranto".

Anônimo disse...

Três tocs na madeira, que isola. É a picica, Barretto, como se diz em bom paraensês.
Está claro que Edmilson entre os naipes da política paraense é de todos o mais promissor, em que pese estar hoje num partido com pouca expressão e dado a arroubos juvenis de queimar bandeira norte-americana na porta de Consulado Americano - sem trocadilhos, podemos dizer que imagem mais Babá impossível!
Para melhor ver esse horizonte basta que pensemos nos ases desse baralho: Almir (está velho demais para prosseguir depois de seu possível terceiro governo); Jatene (carimbadíssimo, principalmente se for cassado); Duciomar (pífio demais para ir além do que já foi. Aliás, foi?); Ana Júlia (detesta executivo, como já disse, preferindo o Parlamento); Hélio Gueiros (nem que a vaca tussa); Hildegardo Nunes (não disse ainda a que veio); Helder Barbalho (problemas filogenéticos e a ausência de experiência pública consolidada o obrigam a cumprir tarefa parlamentar), Paulo Rocha (baqueado, precisará se recuperar da lambada que levou sobre a imagem para pensar em executivo). Daí que o Ed vem chegando na crista da onda, ou melhor, surfando a poroca numa prancha-igarité como ele certamente preferirira dizer. E se não é já na eleição para Governador, o será na próxima para prefeito de Belém.