31.8.07

Exoneração

A edição de hoje do Diário Oficial do Estado deve corrigir uma lambança feita pela FUNTELPA na edição de ontem, que publicou atos exonerando, a bem do serviço público, os ex presidentes Nélio Palheta e Ney Messias.
Acontece que os dois, que nunca foram funcionários públicos, já estavam "demitidos" do estado desde dezembro do ano passado.

74 comentários:

Anônimo disse...

na falta do que fazer e na falta de talento pra fazer algo criativo e inovador,eles resolveram dar setença de morte pra defunto.Tem coisa mais importante pra fazer ,Juquinha.Que tal comprar o aparelho de ar condicionado para o estúdio Edgar Proença,quebrado há 2 semanas e que por isso tirou do ar o programa cena musical,antigo Terruá Pará???Porra Juquinha,nem precisa de tanto talento assim pra comprar um split

Anônimo disse...

Luluquefala:
Quem conhece o jornalista Nélio Palheta pela primeira vez sente logo aquele sentimento inverso de amor a primeira vista. Tipo ódio a primeira vista.
É um chato, de mal com a vida, arrogante e por aí vai. É uma unanimidade estadual.
Só o Orly Bezerra gosta dele, e olhe lá.
Mas daí para exonerá-lo a bem do serviço público é pura trapalhada para não dizer sacanagem.
Nélio saiu do governo com uma mão atrás e outra na frente e já chegou a passar por problemas financeiros na sua vida pessoal depois disso.
Como profissional é um puta cara, só não consegue viver em harmonia com seus colegas. Só pode trabalhar numa sala de isolamento para não contaminar o ambiente.Mas é um profissional e tanto.
Quanto ao Ney Messias, um profissional de mão cheia, competentíssimo em tudo o que faz, e ao contrário do Nélio, vive de bem com a vida e ama o que faz. É um bon vivant no bom sentido.Um bon vivant trabalhador.
Ney também não merecia essa sacanagem que tentaram fazer com ele. Todos sabem, inclusive os petistas ávidos pelo gogó do tucanato, que Ney é sério com a coisa pública.
Doa a quem doer, fica registrado aqui o meu repúdio a esses trapalhões de plantão do governo jaderista/Anajulista.
E os dois, logo logo, estarão trabalhando, e muito, na coisa pública.
Um, com o meu protesto e o outro com o meu maior apoio.

Anônimo disse...

Ney Messias é uma das cabeças mais brilhantes com quem já tive contato e uma das pessoas que eu mais respeito! quem não o conhece não imagina o tamanho do carater que ele traz consigo, suas ações foram mal interpretadas e distorcidas pelos que fazem da incompetência sua maior qualidade, sua gestão na Funtelpa foi a melhor de todas, todos sem excessão tiveram oportunidades e puderam participar da gestão. Por lealdade o que é privilégio de poucos ele atendeu a um pedido do Governador enfim..é o preço que se paga por fazer parte da equipe de governo. Que ele continue a abrir as portas do Armazém Belém de forma democrática, abrindo não só as portas mas a janela para o talento de uma maneira geral.

Anônimo disse...

Com a palavra o Orly Bezerra para defender os seus indicados.
Ou será que ele vai deixá-los a própria sorte ?

Anônimo disse...

A FUNTELPA de hoje seria muito mais feliz se tivesse um Nélio Palheta ou um Ney Messias em seus quadros. A competência de ambos é inegável. Mas, a intolerância e o revanchismo, marca registrada dos petistas radicais, foi mais forte. Pior para a FUNTELPA, pior para o governo, pior para o Pará.

Juvencio de Arruda disse...

Aos comentarista que tiveram seus comentários moderados negativamente, um pedido: sem agressões, por favor!

Anônimo disse...

juquinha...meu amigo...espero que esse post não tenha sido pra mim,afinal não agredi vc.Apenas estou indignado com td isso.Me desculpa,mas acho que não mereço isso.Mas o blog é seu e realmente vc tem todo o direito de moderar os posts como quiser.

Juvencio de Arruda disse...

Não, não foi a mim a agressão, e compreendo a indignação de todos que não concordam como fato.
Mas, até prova em contrário, acredito que a presidente da fundação foi induzida ao erro e nunca me pareceu, repito, nunca, uma pessoa revanchista.
Abs

Anônimo disse...

Saiba,querido Juca, que ela fez questão de anunciar isso ontem, pessoalmente, na assembléia legislativa, com um belo ar de satisfação.

Juvencio de Arruda disse...

Só me resta lamentar, colega.

Anônimo disse...

e talvez ser solidário,juqinha

Anônimo disse...

Alô alô Orly, cadê você ?
Eu vim aqui só pra te ler.

Anônimo disse...

O anônimo que fala a meu respeito e diz que sou de mal com a vida. Não me conehce. E se conhece fala por maldade. Estou muito bem obrigado! Com a vida, comas pessoas, trabalho. Com amigos. Novos e fraternos amigos. Vivo hoje uma experiência de vida fundada na humanidade. O passado não vale. Aprendi com ele. Comigo próprio. Mas principalemtne com as pessoas. O anônimo deve ser um recalcado. Um invejoso. Alguém que não soube aproveitar o que de melhor eu tinha, e que continua remoendo raivas gratuitas. Não é Vick Pires Franco? Mas, o que fazer? As pessoas são assim mesmo. Quando não têm nada, inventam uma exonoreção doida, estúpida e ofendem - queiram ou não queiram; acusam sem saber as razão correta do que fazem, Talvez porque desconhecem processos e a própria lei. Oud esconehcem a sensatez. Ou querem msotrar trabalho e nesse caso atropelam o bom senso e as amizades, o respeito e a história. Mas essas também têm o meu o meu perdão. Como dizia uma grande amiga, entre tantas e tantos que fiz por onde passei e que não se cansam de agradecer a experiência profissional: "És uma pedra de gelo até que alguém te derreta". Não falarei mais a meu respeito, prefiro que as pessoas falem; em outras searas há mais gente que me conhece e sabe das minhas virtudes, bem mais do que sabem os colegas das redações. Nélio Palheta

Juvencio de Arruda disse...

Das 8:56: leia novamente o post, por favor.

Anônimo disse...

O ato de demitir quem não pode ser demitido, pelo simples fato de não ser empregado ou não ter nenhum vínculo ou relação de trabalho, já mostra muito bem as mãos que, hoje, dirigem as emissoras FUNTELPA. É lamentável.

Anônimo disse...

Nelinho,meu amigo
relaxe.Você acaba de ganhar uma caderneta de poupança doada pela Mestra Regina Lima.Seu futuro está garantido depois de uma ação por dano moral

Anônimo disse...

Ei Nélio, Vic se escreve assim, sem K, só com C.
C de coragem.
Ainda bem que vc mudou.
A vida realmente nos ensina e nos faz mudar.
Pena que eu ainda não conheci esse Nélio, mas fico muito feliz de saber pelo próprio de que hoje é outra pessoa.
Não retiro uma só palavra e continuo afirmando que poucos são tão profissionais no jornalismo como você, Nélio.
Agora que você mudou, ficou quase perfeito.
Boa sorte na vida, Nélio.
Lulu

Anônimo disse...

Eu sinceramente não acredito que o Orly vai deixar o seu amigo Nélio na mão, sem nem uma linha aqui no Quinta.
Não acredito mesmo.

Anônimo disse...

Vou acabar achando que o Brazuka tem razão, quando chama a Regina de ex-ré bacana.
Quem convive com a atual presidente da Funelpa sabe que ela não tem voz ativa, é uma marionete nas maõs do advogado daquela fundação, que é um petista arrogante e incompetente. O setor de recursos humanos, à frente o Leone, é quase desmoralizado em tudo. Há sim um verdadeira caça às bruxas e até aos ex-bruxos ( Palheta e Messias).
Fico aqui a me perguntar o por quê de 'companheiros' trabalhadores que hoje têm poder de mando na Funtelpa esquecerem seus passados de lutas e resistências.
A Funtelpa é uma Voz do Brasil piorada. O jornal da Rádio Cultura enconheu sua área de abrangência porque o presidente do sindicato dos radialistas, que é o diretor da Rádio, não permite que emissoras que fazem críticas ao governo Ana Júlia retransmitam o radiojornal. Sabemos que a própria governadora não aprova esse tipo de burrice, ela que é vítima constante de baixarias e tem no jornal que vai para o interior um importante meio de propaganda e contrapropaganda.
Ainda Mais. Deu para identificar que 'Luluquefalaequemente' é sim o deputado federal Vick Pires Franco, que tem raiva do Nélio porque o mesmo não permitiu que, certa vez, Vick apresentasse o jornal da Tv Liberal porque, bem ao estilo dele, ligou para o Rominho para tentar 'derrubar' uma matéria que iria ao ar e que contrariava seus interesses. É por isso que Vick ataca Nélio.
Nélio tem muitos erros e ele msmo reconhece que seu temperamento o fez queimar pontes. Eu mesmo tenho muitas divergências com ele, mas uma coisa eu assino embaixo: Nélio é honesto, como poucos.

Um amigo de Nélio ainda na Funtelpa

Anônimo disse...

Não entendi o último parágrafo do Lulu.
Onde a dupla Nélio/Ney vai trabalhar ? Em que governo ?
Será que é na prefeitura com o Duciomar, onde estão quase todos do governo Jatene ?

Anônimo disse...

Concordo com o anônimo das 9 e 14, o Nélio e o Ney, devem mover uma ação contra a FUNTELPA, por danos morais. Afinal, foram chamados, em outras palavras, de corruptos, na publicação OFICIAL do Estado. Isso é gravíssimo!!!.

Ana Paula Ribeiro disse...

Acho engraçado como voces protegem os erros do petistas, sempre os responsáveis são "induzidos" a erros, já aconteceu também este comentário outras vezes, inclusive quando a nossa ilustre governadora nomeou a cabeleireira e a esteticistas.
Vamos ser realistas, tem que assumir os seus erros e não jogar para cima dos outros.Isto é frouxura, falta de caráter.

Anônimo disse...

Pelo contrário, ana paula ribeiro o fato da regina não mandar na funtelpa e sim o advogado não serve de habeas corpus para ela. é incompetente e por ser incompetente não consegue distinguir entre AM e FM, entende?
ela foi induzida, ela errou porque não tem discernimento entre o certo e o errado.
como nada entende, regina se apóia em gente incompetente, entendeu?

Anônimo disse...

QUEM SABE O NOME DO ADVOGADO DA FUNTELPA?

Anônimo disse...

Jucaríssimo.
Alguém citou o Brazuca. Olha eu aqui.
Só para dizer que sou amigo do Nélio Palheta há décadas, apesar das divergências.
Ele é competente e honesto.
Ponto final.
E a doutira ex-Ré Bacana mais uma vez pisou na bola.
Ronaldo Brasiliense

Juvencio de Arruda disse...

Blz, Brazuka, meu amigo apenas uma década...rs.
Eu não mudei minha opinião sobre a Regina. Para mim ela não é ex.
E viva as divergências,

Anônimo disse...

Ao anônimo, tão ansioso da minha manifestação, quero dizer que o Nélio o Ney não precisam da minha manifestação pública. Primeiro, porque há outros valores muito mais importantes para se reconhecer uma amizade. E segundo, porque a história de vida dos dois, de correção, caráter, ética e justiça, responde por eles para todas as pessoas de boa fé.

Orly Bezerra

Anônimo disse...

É inconfundível o estilo de escrever do Orly Bezerra, o papa dos tucanos.(Pelo menos uma pequenhina banda deles).
O deputado Vic que o diga.
E ele vai dizer com certeza.
É só esperar.
E olha que quando ele vem, sai de perto.
Não é seu Nélio?

Anônimo disse...

O Nélio e o Ney passaram e deixaram suas marca na Funtelpa, gostem ou não deles. A Regina Lima e o Paulo Roberto Ferreira também estão deixando suas marcas, em pouquíssimo tempo: sem conhecimento das funções da Funtelpa chegaram mudando tudo, como os mais novos inventores da roda e, na maior parte dos casos, criaram a roda quadrada. Chegaram perseguindo, demitindo, dando atenção a fofocas e maldades de recalcados, assinaram em baixo de picuinhas desgastantes e, pior de tudo, estão aparelhando a Funtelpa para ser mais um organismo a serviço do PT.
Diga-se de passagem que, na longa história da Funtelpa nunca houve dirigente que levasse tão a fundo a prática da perseguição política.

Anônimo disse...

Amigo oculto do Nélio:
Antes de mais nada tenha coragem de defender o seu amigo saindo do anonimato.
Que diabo de amizade é essa que o amigo não assume?
Coisa de quem quer jogar a pedra e esconder a mão.
Coisa feia hein !

Anônimo disse...

Muito bonito o que o Orly escreveu dos seus amigos e indicados do governo que já se foi.
Pena que ele se esqueceu de assinar outros comentários.
Pelo menos esse e o dos 25 anos do jornal dos Barbalho,ele assinou com muito carinho.
Vic Pires Franco

Pará disse...

Salvo as paixões ideológicas e políticas, uma afirmação precisa ser reiterada, uma vez que já foi citada por outro anônimo. A COMPETÊNCIA do NEY é inquestionável. Sobre sua posição política, decisões administrativa cabe outras divagações.
"Meus Amigos da Cultura"... pois é a Funtelpa já não mais a mesma....

Anônimo disse...

Meu caro Vic Pires Franco,

Eu assino, sempre, o que escrevo. E procuro pensar bastante antes, justamente para não me arrepender depois e ter que pagar pelo resto da vida.

Orly Bezerra

Anônimo disse...

Deputado Vic, responda ao anônimo de 9h26 e negue que tenhas ráiva do Nélio...
O senhor que responde a tudo...

Anônimo disse...

Eu tenho motivos para me manter no anonimato. Se 'exoneraram' o Nélio mesmo depois que ele deixou as funções de presidente da Funtelpa há mais de 5 anos, acho que poderão fazer o mesmo comigo, que trabalho aqui para tirar o sustento da minha família.
Mas você, que também quer ficar no anonimato, você não corre o risco de demissão. Se identifique primeiro, se tiver coragem.

Amigo oculto do Nélio

Anônimo disse...

Não vou entrar no mérito da questão Funtelpa porque estabeleci, na minha relação com o Nélio, não tratar de trabalho para evitar ao máximo os conflitos de interesse em razão das nossas atividades.
Mas não poderia deixar de dar meu testemunho pessoal: do Nélio chato, turrão, arrogante, só ouvi falar.
O Nélio que conheci é amigo, solidário, bom caráter e tenho certeza, uma pessoa honesta. Nunca trabalhei com o Nélio, mas sei da sua competência regada a dedicação e paixão por tudo que faz, o que só me faz admirá-lo cada dia mais.

Rita Soares

Francisco disse...

Caro Juvêncio,


Estivéssemos em um outro país onde a administração se pautasse por competência, seriedade e rigor na condução do mandato público, os autores ( com destaque, óbvio, para a dirigente maior ) dessa violência jurídica e moral contra ex dirigentes de uma Fundação estariam todos no "olho da rua ".

Eles , sim ! , demitidos à bem do serviço público!

E , imediatamente , reeinstalados nos bancos escolares para aprenderem o bê-a-bá da língua pátria e um pouco de humildade no exercício do cargo público.

Vc leu a Portaria 250 que torna sem efeito as de números 247 e 248???

Qual foi o gênio que escreveu esta pérola da parlapatanice burocrática nos "consideranda " ?

Aspas - Considerando que houve falha de competencia na produção do ato de aplicação da penalidade de demissão , gerando um vício e competência - Aspas. !!!

Não seria mais simples e, especialmente, honesto dizer "Considerando que houve erro na apreciação etc,etc "???

Por que a tautologia?

Adiante , diz a Porca, digo, Portaria -

"Resolve: (...) III - Remeter os autos à apreciação da Chefe do Poder Executivo para a devida apreciação que o caso requer "!
Bolas ! , vá gostar de apreciar assim no quinto dos infernos !

Mandar à apreciação da Governadora!!!

Tenha a santa paciência, minha santa , poupe sua Governadora de suas diatribes. Ela, com certeza, tem muito mais a fazer do que ficar apreciando esses descalabros.

É o somatório da incompetência com a burrice vazado num português de beira de cais!

É inconcebível e inaceitável que um(a) Presidente com suposta formação superior aponha sua assinatura em um documento tão ilegítimo e espúrio quanto esse.

E , pior , repetem velhos e velhacos procedimentos .
Ofendem em público e pedem desculpas em privado.

As portarias malsinadas foram publicadas com todo o seu mal cheiroso recheio no DO de 28 de agosto , em sua integralidade .

A errata - a Portaria 250, de 30 de agosto - o foi na edição de hoje referindo-se tão somente
"Tornar sem efeito as portarias n. 247 e 248 , publicadas no DOE n. tal , etc".

Covardes.

Por último, meu apreço e solidariedade ao Nélio e Ney Messias, na certeza absoluta de que não deixarão essa episódio passar sem que o poder judiciário possa examiná-lo e sentenciá-lo.

Juvencio de Arruda disse...

Grande Ritonga!
Bjs prá voce!

Juvencio de Arruda disse...

Francisco, meu caro, a redação é, de fato, sofrível. E busca o impossível: lustrar a lambança...rsrs.

Anônimo disse...

...Da Silva disse ...

Falou e disse Francisco Rocha. Os dirigentes da Funtelpa, hoje, é que deveriam ser demitidos a bem do serviço público.

Anônimo disse...

Por favor, não misturem o nome do Paulo Roberto Ferreira, diretor da TV Cultura, com o esse episódio lamentável. Ele é pessoa bem intencionada e não é ouvido nem cheirado para fazer essas armações.

Anônimo disse...

Demonstração de caráter: Rita Soares.
Demonstração de mesquinhez e incompetência: Doutora(!!!) Regina Lima.
Nélio e Ney: nem santos nem canalhas, foram vingados pela enxurrada de comentários.
Funtelpa: a caminho do ralo.

neymessiasjr disse...

Resolvi falar do Nélio também.
Creio que ficamos amigos exatamente nas nossas divergências. Nossos defeitos nos aproximaram.Tolero tudo,menos os defeitos intoleráveis das pessoas...e o Nélio não tem defeitos intoleráveis.Espero que eu também não tenha,entre tantos que possuo.
Ora, então o que existe contra o Nélio é rabuchice? ninguém consegue ser feliz o tempo inteiro.Nélio é professor de gerações de jornalistas.Dentro de uma redação poucos entendem como ele,poucos escrevem tão bem quanto ele e outros poucos conseguem colocar no ar uma tv ou um jornal como ele.Alguém discorda??? Devo ao Nélio muito do pouco que sou( ou fui)como jornalista.Aí vem uma turma de "competentes gestores da comunicação pública paraense" e tentam rasgar a folha corrida do cara?!?!?! Putz! os desafios da comunicação pública são imensos e deliciosos.O que falta para o grupo que hoje administra a Funtelpa mostrar as suas cartas?? sinceramente não acredito que na falta de idéias interessantes, eles resolveram perseguir 2 ex-presidentes.Se faltava uma boa obra para a atual gestão,acabaram de produzir uma.Uma obra jurídica tosca,barata e cruel.
Eu sinceramente continuo torcendo para que o projeto petista para a Funtelpa seja vitorioso.Nem tenho como torcer contra.Jogar picica(é assim que se escreve?)seria torcer contra centenas de pessoas que ainda estão por lá e pelas quais eu tenho um profundo respeito e admiração.
Nelinho,meu amigo.Nossa vida atual, e as dificuldades que estamos enfrentando com dignidade,falam por nós.
Que a caderneta de poupança venha.Vem pra caixa você também....vem!!!!!!!
e obrigado pela solidariedade dos justos
Ney Messias Jr.

Juvencio de Arruda disse...

Ney, parabéns pelo seu aniversário, que transcorre hoje.
Abs e muitos anos de vida.

neymessiasjr disse...

juvêncio,
obrigado meu amigo. Creio que você não precisa de mim mais do que um simples abraço fraternal para sentir o quanto te admiro e gosto do SR.
E La Nave vá!

Juvencio de Arruda disse...

De fato, meu caro. Muito obrigado.

francisco rocha junior disse...

Da Silva, só uma correção: o Francisco que comentou acima não sou eu. Neste angu eu não meti minha tão usada colher.

Anônimo disse...

acompanho a Funtelpa desde a fundação e garanto que nem mesmo a administração Carlos Santos conseguiu levar tamanha insatisfação para dentro de seus muros.
Agora até a atriz que serviu de apresentadora na campanha de Ana Julia está ganhando status de Editora de Jornalismo na TV Cultura, um absurdo desrespeito à categoria. Com a palavra o sindicato dos jornalistas

R. Sampaio disse...

Nossa... ..a que ponto se chega e a que ponto rastejam as ofensas nessa nossa terra dita de Nazarenos devotos (também alcunhada como Nova Delhi e na sua boa fase chamada de Cidade Morena que tanto encantava o Dr. Augusto Meira, seu eterno namorado).
A história política de nossa contemporanedade paraense chega a extremos de tratar a honra dos outros de forma além do que levianas.Insensatas, até.
Conheci o competente Ney Messias quando mudei do Colégio Moderno para o Colégio Nazaré onde ele já era um ativo e simpático membro da CAJU e já era um jornalista nato e competente de primeira vista.
Vinha de um Colégio onde fui contemporâneo de muitas personalidades como os competentes,Ernani Guilhon,Luiz Paulo Zogby,Emília Martins,Atreu Baena Jr.,Almyrzinho,Zeca Araújo, Kátia Bragança,Gui Acatauassú,Vic Pires Franco e de outra infindável lista de uma geração que revelou muitas notoriedades nos mais diversos campos.Contemporâneo também de Rômulo Maiorana Jr.e Ronaldo Maiorana,à quem peço desculpas nessa oportunidade pelas impulsivas palavras que porventura os tenham ofendido,apesar de divergir de suas condutas enquanto dirigentes do seu grupo empresarial no que tange os interesses coletivos do Estado, durante episódio em passado recente por conta de suas "batalhas" políticas que acabaram por sobrar para uma entidade da qual fui diretor e que guardo essa entidade com a mais alta estima, como todas as outras das quais fui fundador,dirigente ou membro como o Aéro Clube do Pará,Confederação Brasileira de Canoagem,Federação de Canoagem do Pará,dentre outras.
Conheço alguns do poder , alguns banidos dele e alguns aspirantes a tais condições.Voces muito também se conhecem ,e não é justo que as querelas políticas rompam amizades pessoais construídas com a espontânedeade de nossa juventude.Temos que aprender a discordar sem ofender a honra.Respeito.
Esta aí um bom começo para mudar esse Estado.Essa foi a lição que tirei.
Não sou o moderador do espaço mas conheço grande parte dos que aqui estão escrevendo.Por isso...
Obrigao,Juva e a vcs que leram.

Juvencio de Arruda disse...

Mandou bem, Mr. Romulogic.
Hoje tá uma catarse.
Abs

Anônimo disse...

É bom deixar claro que quem manda na Funtelpa é a Presidente. Ele hoje toma todas as decisões sozinha sem consultar nenhum diretor. Ao contrario, quando eles sabem dos fatos, tudo já está velho. Ficam sabendo pelo bem da especulação e da maldade humana. Uma coisa é certo, tudo passa. Assim como o tucanato, o pt também vai passar. Tudo é farinha do mesmo saco.

Anônimo disse...

Mr. Juket... ...sua erudicao me fascina.Aristoteles sorriu de encanto e Madureira chorou de dor.

Anônimo disse...

Foi uma honra trabalhar e aprender com Nélio Palheta. É também uma honra ser amiga dele. É uma pena que estas coisas estejam acontecendo.
Marly Quadros

Anônimo disse...

...Da Silva disse ...

Desculpe-me Francisco, o Rocha, pelo equívoco. Fui traído pelos muitos (bons) comentários que você sempre faz. Mas continuo achando que o Francisco, o outro, falou e disse por aqui.

Anônimo disse...

É impressionante como o publicitário Orly Bezerra já escreve ou fala como o sobrancelhudo.
Logo logo ele vai estar receitando óculos como o Dudu.
É a vida meu caro Da Silva...
É ou não é 8 X 23 ?
Mas se Deus quiser ainda tem cura.

Anônimo disse...

Meus caros e minhas caras, como dizem o Orly e o Jáder.
Dessa vez não vou responder a nenhum comentário.
Apenas peço para que o Nélio Palheta desminta a historinha que um palhaço deixou aqui no blog a meu respeito e aproveite para contar o que realmente aconteceu.Ele sabe que eu apenas mostrei quem realmente mandava na empresa que ele trabalhava. Só isso. O resto ele conta.
Ou ele, ou o Da Silva.
E se não contarem, eu chamo o 8 X 23.
Vic Pires Franco

Anônimo disse...

Luluquefala:
Essa novidade todos voces vão adorar, principalmente o Da Silva e o 8 X 23.
O último brinquedinho da net é um software que identifica os nossos queridos anônimos. É coisa de louco.
A gente fica até altas horas se divertindo e anotando os IP.
Logo logo vai estar chegando por essas bandas.
Funciona como um verdadeiro bina e é um barato.
Beijos seus falsos...

Anônimo disse...

Certa noite, assistia ao JLII da TV Liberal. Layse Santos entrou no ar com uma passagem vestindo blusão preto de linho; tinha sombras nos olhos, queixo, nariz; testa franzida encarando o sol de meio dia na porta do Comando da PM, na travessa do Chaco. O cinegrafista tripudiou com aquela passagem! E o editor sapecou no ar a gravação defeituosa. Continuei na audiência, agora do JN. Surpresa, a matéria da Layse no Jornal Nacional. Viva! Festejei sozinho. Era a estréia dela na rede, passados tantos anos que eu havia tirado a Layse da TCV Cultura para a TV Liberal. A matéria do JN, claro, entrou sem a passagem incorreta. Liguei para a Layse, para dar parabéns. Era uma boa pauta - onda de doenças mentais na tropa da PM. Festejamos juntos e choramos juntos naquela noite, lembra Layse? - porque ela me agradeceu de montão todas as oportunidades, as brigas, as chateações, aborrecimentos, cobranças e mais cobranças. E disse que muita gente daquela equipe se sentia “órfã do Nélio Palheta”. E todos que passaram por mim, até mesmo mais recentemente na CCS, sabem do meu esforço pelo crescimento técnico da equipe. Conto a história da Layse para me referir ao post do Ney Messias. Obrigado! Aos do Orly e do Vic (desculpe, a pressa é inimiga da revisão) e de tantos outros anônimos que revelaram ser meus amigos. E aproveito para agradecer os comentários de solidariedade. E agradeço em especial o da amada Rita, que aqui compareceu para, com sua graça, dar o testemunho sobre quem cunharam estigmas e teimam usá-los como se o tempo não se encarregasse de destruí-los. Agradeço a Rita pelas críticas e reparos honestos, carinhosos de todos estes anos. Caro, Vic, na CCS puseram um apelido discreto, que funciona como desagravo: Nélio Light. Achei que estava ficando besta, otário, bobalhão! Discuti na terapia. Nada disso! A vida se encarrega não só de apagar estigmas, mas sobretudo de lapidar as pessoas. E quem não consegue, com o tempo, lapidar o diamante que tem em si próprio, está ferrado. Esse sim deve ser sepultado para além de todos os Deuses com suas maldades e seus corações inchados de soberba. O ser humano que não melhora com o passar do tempo, sofre muito na velhice, provavelmente. Mas o segredo desse processo de aprendizagem passa obrigatoriamente pela capacidade de perdoar. É nessa virtude que me pego agora, passado o impulso da primeira leitura dessa história; depois de pensar e repensar, na solidão em um quarto de alojamento da usina de açúcar onde estou trabalhando como jornalista e consultor, a 420 quilômetros de Belém (por favor, não como “trabalhador escravo”. Na solidão inspirada pela leitura sobre fraternidade, humanidade, fé e espiritualidade, ontem à noite, percebi o quanto a natureza humana é frágil diante das possibilidades do poder (“Carta a Jovem Poeta”, de Rainer Maria Rilke, tem ótimos ensinamentos nesse campo, não exatamente sobre poder, mas sobre vida). E como é difícil compreender isso. É difícil acreditarem na minha revelação pública de que jamais me vali do cargo (aliás, cargos de terceiro nível, o que não faz diferença nenhuma em relação ao de primeiro nível que ocupei no último governo) para potencializar o poder natural das funções que ocupei no governo, principalmente porque lidava com uma verba cobiçada – a da publicidade, tão polêmica quanto nervosa.Não deveria falar desse ponto, mas é útil neste momento. E na solidão destes dias repassei um filme de todo esse tempo passado no governo - espaço para todos os interesses possíveis e seus conflitos conseqüentes. Destruidores conflitos que ficam ecoando, como esse de agora. Se não fosse a frase maldita do general, diria: Esqueçam-me, estou noutra! Afinal tudo que fiz no governo fiz por dever e fidelidade ao governo e assumo todas as conseqüências; fiz por profissão; fiz por dever de ofício e razão do meu trabalho. Fiz com esmero e seriedade. Mas tenho a meu favor nesse ponto, as aprovações de contas do TCE. Meus conflitos nunca foram por causa desse poder temporal, mas tão-somente por causa da produção, da qualidade, da eficiência, da eficácia. Obrigado, Rita, amada! Pelo reconhecimento desse Nélio que infelizmente é mitigado pelas histórias do passado, quando ainda eu não sabia lapidar a minha pedra. Jamais pensei ter que tratar disso publicamente, depois de tantas horas de conversas sobre isso. Mas não me arrependo. E aqui lembro o poema de Pessoa (Álvaro de Campos). Obrigado, Ney, pelas referências e recordâncias de um tempo de ansiedade por fazer sempre o melhor. O que mais me empolgou nesse tempo todo, que começou exatamente em 1976 com a inauguração da TV Liberal - lembra, Francisco Cezar, meu companheiro de portaria e exoneração - foi descobrir pessoas, foi ajudar muitas pessoas a crescer. Alguns, inclusive, fora daqui; alguns que empreenderam carreira na TV Globo e em outras emissoras Brasil afora. Isso é que, olhando para trás, anula todo o estigma que trouxeram de volta neste espaço do mestre Juca. E saibam que isso que fiz, de descobrir pessoas, fazer as pessoas crescer, foi o melhor de mim. Quando cobram aqui, do Orly, manifestação, não sabem que o nosso relacionamento é fruto mais dessa lapidação humana do que do trabalho que nos juntou por muito tempo. Somos exemplo de crescimento humano e compreensão das fraquezas e valorização das virtudes. Aprendemos juntos. Infelizmente, a Regina Lima deve estar sofrendo por me ter como personagem da sua história na Funtelpa, por um caminho tortuoso que não traduz o tempo de amizade. A ignorância, arrogância, intempestividade e o exercício político-ideológico – utilitária ideologia – acabaram contabilizando uma conta de saldo negativo difícil de ser resgatado e que, infelizmente, destrói amizades, confianças, respeito e companheirismo. As decisões de um executivo raramente são solitárias. Mas, por favor, poupem os amigos que estão na Funtelpa – uns de passagem, outros porque precisam lá continuar. Perdôo a Regina pelo ato falho. Mais por causa de mim. Mas não posso deixar passar essa história em branco porque a tibieza é uma forma de conivência. Eu estaria concordando com a acusação de corrupto – que não sou. Não tenho vocação para autoflagelo. E a reparação pública aqui manifestada no espaço do Juca, não será bastante. Qualquer medida conseqüente se dará mais por defender minha honra do que por ideologia, vingança – gesto recheado de maltrato e ofensa. O tempo, inclusive, será senhor da sabedoria que devo adotar nesse caso, para não cometer os mesmos erros: ignomínia, subterfúgio. A destemperança pessoal não se perdoa. A destemperança ideológica mais ainda. Ambas nos cegam. Mas a pior cegueira é aquela fruto da empolgação quando se está no poder. Esta anula, sobretudo as virtudes e os relacionamentos. Talvez tenha feito cosias assim, mas não me arrependo porque nenhuma foi temperada pela ideologia exacerbada, pelo ódio, pela vingança. De nada que fiz, me arrependo porque foi com os erros que aprendi a lapidar minha pedra. E minhas atitudes, decisões e resoluções como funcionário público. E nas relações com as pessoas, digo que todas as destemperanças foram desprovidas da soberba, do ódio. Se esse passado não mais me perturbam, meu desempenho nas funções do governo muito mais. Dispenso-me do auto-elogio sobre idoneidade. Isso é que não me perturba, não alimenta minha clássica insônia – por sinal uma fase ótima, o que faz lembrar o poema de Álvaro de Campos – excelente para quem precisa sepultar seus deuses (ou demônios). É uma boa inspiração para ourives. Não deixem de ler o poema, perfeito para encerrar esta reflexão sobre atitudes e gestos diante da vida:

Na noite terrível, substância natural de todas as noites,
Na noite de insônia, substância natural de todas as minhas noites,
Relembro, velando em modorra incômoda,
Relembro o que fiz e o que podia ter feito na vida.
Relembro, e uma angústia
Espalha-se por mim todo como um frio do corpo ou um medo.
O irreparável do meu passado — esse é que é o cadáver!
Todos os outros cadáveres pode ser que sejam ilusão.
Todos os mortos pode ser que sejam vivos noutra parte.
Todos os meus próprios momentos passados pode ser que existam algures,
Na ilusão do espaço e do tempo,
Na falsidade do decorrer.
Mas o que eu não fui, o que eu não fiz, o que nem sequer sonhei;
O que só agora vejo que deveria ter feito,
O que só agora claramente vejo que deveria ter sido —
Isso é que é morto para além de todos os Deuses,
Isso — e foi afinal o melhor de mim — é que nem os Deuses fazem viver ...
Se em certa altura
Tivesse voltado para a esquerda em vez de para a direita;
Se em certo momento
Tivesse dito sim em vez de não, ou não em vez de sim;
Se em certa conversa
Tivesse tido as frases que só agora, no meio-sono, elaboro —
Se tudo isso tivesse sido assim,
Seria outro hoje, e talvez o universo inteiro
Seria insensivelmente levado a ser outro também.
Mas não virei para o lado irreparavelmente perdido,
Não virei nem pensei em virar, e só agora o percebo;
Mas não disse não ou não disse sim, e só agora vejo o que não disse;
Mas as frases que faltou dizer nesse momento surgem-me todas,
Claras, inevitáveis, naturais,
A conversa fechada concludentemente,
A matéria toda resolvida...
Mas só agora o que nunca foi, nem será para trás, me dói.
O que falhei deveras não tem sperança nenhuma
Em sistema metafísico nenhum.
Pode ser que para outro mundo eu possa levar o que sonhei,
Mas poderei eu levar para outro mundo o que me esqueci de sonhar?
Esses sim, os sonhos por haver, é que são o cadáver.
Enterro-o no meu coração para sempre, para todo o tempo, para todos os universos,
Nesta noite em que não durmo, e o sossego me cerca
Como uma verdade de que não partilho,
E lá fora o luar, como a esperança que não tenho, é invisível p'ra mim.

Nélio Palheta

Juvencio de Arruda disse...

(Gulp!)
Uma boa noite sem insonia para vc, Nélio. E obrigado pelas menções ao poster, imerecidas.
Abs

Anônimo disse...

Com toda a minha sinceridade que guardo dentro do meu coração, vou dormir com este belo texto do Nélio.
Nunca fomos amigos e nunca procuramos ser.
Burros, né não ?
Tempo ? Ainda temos.
Vic Pires Franco

Juvencio de Arruda disse...

Agora desejo uma boa noite para voce também, Vic.
Obrigado e um abs.

neymessiasjr disse...

o último boa noite será meu.Que me desculpem Vic e Juca.
Palhetinha...não somos anjo,nem demônio.Apenas somos.Depois do seu texto, me orgulho ainda mais de ter tido o sr. como norte.Quem não consegue crescer com vc nas divergências da vida,não merece a sua amizade.
Vamos dormir todos catarseados(existe isso?) pelo seu belo texto.
Somos maior do que isso ,meu amigo.Queiram os ideólogos no poder,ou os embasbacados pelo poder,nossas marcas ficaram.Te ofereço a minha janela para que juntos possamos admirar quais as marcas que ficarão daqui por diante.Tomara não sejam apenas nódoas,afinal,como vc bem disse,as pessoas que ficaram por lá merecem no mínimo diginidade,já que a alegria se foi
boa noite a todos

Anônimo disse...

Olá, Vic,
Obrigado pelo comentário sobre o bife (a despeito de alguns escorregões de revisão, que viraram incorreções involuntárias). Obrigado pela sinceridade. Infelizmente, só a atividade no governo é que fez cruzarmos, recentmente, nossos caminhos - mais por causa da rotina burocrática e de trabalho do que por cortezia que pressupõe amizade, que no nosso caso não avançou embora tivéssemos tido tempo para tal entre um telejornal e outro. De qualquer forma, vale a intenção eo que não está escrito. O que é saudável nestes tempos em que nenm o que está escrito vale, nem as histórias de relacionamento, confidências, choradeiras e angústias mútuas sustentam as amizades quando estas são atravessadas violentamente por episódios como esse da Funtelpa, afinal, no governo, nem das amizades somos donos.

Anônimo disse...

Tudo de bom pra vc Juvêncio.
De corção, também.
Vic

Val-André Mutran disse...

Muitíssimo digno a postura de Nélio e de Ney Messias nesse caso.
Conheci Nélio aqui em Brasília numa audiência num desses 38 Ministérios do Governo do Pê Tê.
Ney ainda não tive o prazer, porém, estudei com o seu irmão, o Alex Messias, que segundo me localizaram, mora no Rio de Janeiro e é publicitário.
O caçula dos Messias é um dos mais brilhantes e inteligentes homens que conheci em minha vida.
Penso que os dois não merecem esse tratamento do "Governo da Mudança".
Sinto cheiro de coisa ruim no ar.
Penso que uma reparação judicial, -cabe como uma luva nesse caso-, é o remédio correto para repor o dano da imagem dos dois jornalistas em tela.

Carmen Palheta disse...

Falar de Nélio é, sobretudo, falar de algo que vai mais além das picuinhas e desavenças que muitos ou alguns possam haver tido com ele ao longo de sua caminhada. É falar, sobretudo, dos laços de sangue que nos unem...e apesar dele( o sangue nas veias) nos haver unido um dia, por alguma razão desconhecida do Universo...eu e Nélio viemos a nos conhecer melhor no trabalho de uns anos pra cá. É.Para os muitos que não sabem, e para rememorar naqueles que por ventura o tenham esquecido, Nélio veio a saber mais de mim e meu trabalho depois que recebi da adorável e ex- coordenadora de Comunicação do governo Almir, Rosyan Brito, o convite para trabalhar na CCS daqueles tempos que - para os que também não o sabem - ainda não era a CCS de agora. Melhor dito, da época Jatene. Sim. Quando dei a ele a notícia do convite, tenho quase a certeza de que, se não estava sentado, se sentou.... Creio que não acreditava que alguém havia me "visto" e observado meu trabalho lá na assessoria de imprensa da Polícia Civil. Não por não acreditar em minha competência, mas porque, simplesmente, apesar de parentes, pouco discutíamos sobre profissão em nossos encontros familiares e, por ventura, alguns almoços que surgiram ao longo de minha "estada" como assessora de imprensa da Polícia Civil lá em 97...Enfim! O tempo passa e dificilmente aqueles que não o conhecem bem se equivocam quanto à idoneidade e, principalmente, quanto àquilo que alguém carrega no íntimo de sua alma e que nem sempre consegue passar a todos.... Os seres humanos somos assim...jornalistas ainda mais: querem um motivo a mais para comentar determinada "novidade"... O que quero dizer com tudo isso é que Nélio Palheta é um dos seres de alma mais intrigante e, ao mesmo tempo, mais nobre, doce, humana e justa que conheço. Se não fôssemos tio e sobrinha, seríamos pai e filha... quem sabe? O amo. E nesta distância em que hoje nos encontramos o que posso dizer é que ele está presente ainda mais em muito do que minha vida "portenha" dá-me o prazer de conhecer e aprender. Com ele embriaguei-me ainda mais da necessidade de seguir estudando. Com ele, embriaguei-me da necessidade de acreditar mais em mim. Ele foi e segue sendo uma das pessoas que mais me estimulam, torcem e vibram por mim e minhas vitórias... E escuta minhas mágoas e desilusões. Se fosse esse 'cara' que alguns aí o têm "pintado" e escrito eu teria estado nos lugares onde ele esteve... ele teria me dado um emprego, quem sabe, em televisão, rádio... o que fosse!Se ele simplesmente fosse um ser sem ética e decoro... enfim, teria usado da afinidade sangüínea para "dar aquela forcinha", como dizem....! Enfim!!! É necessário, como disse Baudelaire, "...embriagar-se!". Mas não de idéias e opiniões anônimas e maldosas, mas " de vinho, de poesia ou de virtude, como achardes melhor." E para Nélio, ofereço o que um dia já lhe escrevi: O que mais te desejo
me visita a mente como uma velha amiga de conversas fiadas,
de longas horas de sorrisos, de confidências largas...
como um lampejo na noite a romper silêncios. Breves silêncios da busca incessante que ora me domina
e que fartam as horas gris da saudade
com coloridas pinceladas do porvir...

O que mais te desejo surge e se acomoda em mim
em dias claros ou com sóis pequenos
em noites frias de lua tímida
em lugares outros dos quais sou mera passante
como um 'flâneur' a mirar sonhos alheios
e assim a construir o próprio devaneio...

Surge em mim como surge em nós todos
A manifestar-se em silêncio sem que a percebamos...
O que mais te desejo, de todo o coração
É esse poema nosso de cada dia
que dá asas a este simples divagar
e a tudo o que nos oferece a imaginação do próprio existir
É esse poema nosso, essa permissão de despertar-nos
Esse simples sentir-se vivo. A vida feita assim simplesmente. CARMEN PALHETA

R.Sampaio disse...

Ney, eu estava pensando o que faria em seu lugar se tivesse que assinar documentos como presidente da Fundação aos 47 minutos do segundo tempo. Por quê voce assinou o convênio? Quem disse para voce assinar que estava tudo certo? Em quem foi que voce confiou ,levando em consideração que vc é formado em Educação Física e como jornalista pela vida,portanto, não tem "tino" jurídica para entender os direitos e obrigações decorrentes de um ato jurídico dessa natureza? Já que te colocaram na história da vida pública do Estado dessa forma, voce poderia nos dizer o que se passaou nesse dia?De onde veio a pressão?
Abraço

Anônimo disse...

É engraçado ouvir as pessoas falarem dos humores do Nélio, porque esse outro, o ‘hard’, eu nunca conheci. Suerte, mala suerte? Vejamos. Nélio tem uma grande importancia na minha vida e nem sabe disso. Nos últimos 15 anos, ele foi pousando na minha história e mudou seu rumo. A minha primeira chance como profisional na área de Jornalismo foi dada por ele, quando foi diretor da Tv Cultura. Eu era funcionária pública concursada da Seduc e abandonei a dita estabilidade para seguir com meus sonhos, e com ele, na Funtelpa. Lembro o dia que disse que queria me contratar e eu tive que tomar uma decisão. Ainda bem, porque poderia estar até hoje na secretaria de um colégio, ‘estável’, porém frustada e infeliz. Em 2005, já estava fora do Governo, ele me convidou a fazer parte da CCS e me lançou o desafio de integrar, junto com a Tânia Monteiro (grande Tânia!), a equipe da Vice-governadora e Secretária Especial Valéria Pires Franco. Aceitei e acho modestamente que cumpri, no pouco tempo que lá estive, com a missão que me foi dada. Digo isso porque o Nélio é extremamente profissional e a Valéria idem, além de entender do riscado por ser também da nossa área. Se não bastassem todas as surpresas vindas dele, eis que ‘apronta’ mais uma, me doando milhas para que eu pudesse comprar a passagem e chegar aqui em terras portenhas para fazer meu mestrado. Nélio, ontem, na aula, falávamos sobre a possibilidade que a racionalidade dá para que criemos condições reversíveis ao tempo e que o mundo dos sentidos se constrói a partir deste caráter. Então, quando falam dos teus humores e penso neste tema pergunto sobre o sentido disso para mim, se foi bom ou ruim encontrar o ‘light’ ao invés do ‘hard’. Bom, cada um dá o sentido que quiser ao mundo, mas prefiro pensar que aqueles que conheceram o ‘hard’ devem, de alguma forma, terem aprendido um bocado, porque quando exigias, imagino, pensavas em fazer bem feito e no crescimento profissional da equipe que ora comandavas. E a isso se deve o fato de que, neste lampejo da minha história, penso que os nossos encontros, para mim, foi suerte. Quero que saibas que trabalhar contigo foi uma honra. E sei que o que ocorre agora não mudará o rumo das coisas, pois você já tem um lugar garantido quando resolverem, um dia, contar a história do jornalismo paraense em um livro ou em um blog (tahi uma sugerencia pro Juca, que ele abra um post para que todos costurem a história ou as histórias) . Como diz o povo daqui: salud y suerte! CLAUDIA AGUILLA

Anônimo disse...

Depois de ler tanta puxação de saco como dizer que o Ney é uma mente brilhante fico feliz ao ver um dos poucos comentários que presta e de um homem que apesar de nao conhecer nunca tive apreço por ele. Mas adorei quando o Orly assumiu o escrito e ainda faz uma provocação com o herdeiro da ética, probidade e honestidade. A Ação popular quê o diga.

Anônimo disse...

Desculpem a DESCORTESIA da CORTEZIA no post dirigido ao Vic.

Nelio Palheta

neymessiasjr disse...

Concordo com o anônimo das 11 53.Eu, de brilhante, só tenho a pele,que parece uma pupunha oleosa.
Mas o Val se referiu ao meu irmão quando destacou o brilhantismo da mente.O caçula dos Messias é brilhante mesmo.Concursado pela BR,gerente de comunicação da BR e agora assessor da presidência.
Obrigado Val

Anônimo disse...

Mas tá muito mela-cueca isso aqui.
Só falta agora o Paulo Chaves dizer que ama o Ney Messias...
Jesus...

Anônimo disse...

Luluquefala:
Por favor, deixem o Orly recomeçar em paz a sua nova vida de rei do churrasquinho da Doca.
Ele merece...
Boa praça como ele, só o amigo da onça...

Tapajoara disse...

Sou vegetariana,obrigada.