30.8.07

Segue o Festival

Reina um clima de expectativa entre os esquartejadores do Pará com a anunciada palestra que o deputado Joaquim Passarinho (PTB) dará, na próxima segunda,3, na Associação Comercial do Pará, sobre a divisão do estado.
Aguardam, não sem boa dose de razão, o replay das bobagens desferidas pelo parlamentar em entrevista a O Liberal duas semanas atrás.
Enquanto isso, não podendo segurar suas reais intenções, os esquartejadores estão frenéticos, desdenhando inclusive dos investimentos do PAC no sul e sudeste do Pará.

11 comentários:

Yúdice Andrade disse...

Muitas explicações passam pela minha cabeça, mas sinceramente não compreendo o que leva certas pessoas a escolherem certas pessoas para defender as suas bandeiras. Um mau advogado pode fazer a causa mais justa e nobre do mundo se tornar um retumbante fracasso. Se eu quisesse um defensor da minha idéia, escolheria uma pessoa estudiosa, com atuação naquela área específica, com credibilidade social e um histórico livre de deslizes, p. ex. tolices proferidas em público.
Os divisionistas devem estar esperando ansiosamente essa palestra. Rindo desde agora.

Juvencio de Arruda disse...

Se eu estivesse do lado deles estaria rindo desde agora.
Abraço, mestre.

Hiroshi Bogéa disse...

Eu espero. Rindo, desde agora.
Rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrss

Juvencio de Arruda disse...

É a sua hora, Hiro.
Aproveite...rs
Abs

Anônimo disse...

Essa piada eu não perco. Já mandei preparar o casaco.
Marcos Klautau

Juvencio de Arruda disse...

rsrs..
Abs, MK.

Anônimo disse...

www.oestadodotapajos.com.br/index/htm
OAB DEFENDE PLEBISCITO PARA NOVO ESTADO

Em visita a Santarém, a presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Pará, Ângela Sales, posicionou-se a favor da consulta popular, através de plebiscito, para decidir quanto à criação ou não de mais estados no País. Segundo ela, a OAB/Pa está comprometida com a defesa dos anseios da população, e dará todo o apoio aos que tiverem interesse em realizar a consulta no Estado.

Para tanto, ela acredita que a população pretensa a constituir mais um ente na federação deve se mobilizar mais e fazer com que o Congresso sinta-se pressionado pela sociedade e aprove a proposta que prima pela realização do plebiscito no Estado. "A Ordem dos Advogados é a favor da consulta popular para que seja formada uma nova composição política e econômica tanto no oeste como no sul do Pará, dependendo é claro, do resultado do plebiscito que refletirá a vontade da população", revela Ângela, ressaltando que é fundamental que o povo se organize e assine os formulários que serão levados para a secretaria da Câmara dos Deputados este mês. "Se não houver pressão popular, nunca que os congressistas vão colocar em pauta a proposta de criação de novos estados", disse.

Em passagem rápida pela cidade, esteve também o ex-presidente nacional da OAB, Roberto Antonio Busato, que veio receber da Câmara Municipal de Santarém o título honorifico de "Cidadão Santareno", haja vista os grandes benefícios oferecidos na área jurídica para o município de Santarém. devido aos seus inúmeros compromissos, Busato não pode participar da cerimônia de composição de fotografias que aconteceu na última segunda feira, 27, na subsede da OAB de Santarém e que homenageou os ex-presidentes da Seccional do Estado, Opfir Cavalcante Júnior e o ex-presidente da subseccional Rodolfo Hans Geller.

Mas segundo a presidente da seccional do Pará, apesar da visita do ex-presidente nacional da OAB ter sido tão rápida, ela refletirá de forma positiva no que tange a busca de parceiros para compor a frente que luta pela realização do plebiscito. "Busato sempre primou pela consulta popular em seu mandato e por isso, temos certeza de que ele está apoiando a realização deste plebiscito na região", diz Ângela Sales, ressaltando que tanto o referendo como as leis de iniciativa popular são aprovados pelo ex-presidente que acredita que a sociedade deve ser ouvida, independentemente de afiliação partidária ou outros segmentos.

Para Ângela, a vinda do Busato dará destaque aos interesses do povo desta região, haja vista que ele divulgará em âmbito nacional os anseios dos amazônidas e consequentemente irá despertar a curiosidade de profissionais de diversas áreas pelo Brasil que analisaram dos ângulos econômicos, sociais e ambientais a necessidade desse povo se emancipar.

Anônimo disse...

www.oestadodotapajos.com.br/index/htm

PARÁ INVESTE MENOS DO
QUE ARRECADA NO OESTE
Paulo Leandro Leal
Repórter



O discurso de que o Estado do Pará vem investindo mais nas regiões mais distantes para levar até elas desenvolvimento e com isso diminuir a pressão pela divisão do Estado não passa de um discurso. É o que revela o mais recente estudo do economista José de Lima Pereira, do Centro Avançado de Estudos Amazônicos (Ceama), com base em dados dos mais importantes órgãos de estatísticas e economia do país. O estudo "Viabilidade Política e Econômica do Estado do Estado do Tapajós", apresentado pela primeira vez na Assembléia Legislativa do Amazonas por Lima Pereira, que representou a Associação Comercial e Empresarial de Santarém, mostra que o governo estadual investe menos do que arrecada no oeste paraense.

O mais recente estudo sobre a viabilidade da criação do novo estado demonstra que no ano passado o Estado arrecadou, nos 25 municípios que estão na área onde se pretende criar o Estado do Tapajós, R$ 587,9 milhões, uma arrecadação per capita (por pessoa) de R$ 450,60. Mas deste montante, R$ 574,7 mil retornam em investimentos nas áreas de saúde, educação, habitação, saneamento, infra-estrutura e outras, portanto, o investimento per capita chega a R$ 440,48.

Isso significa que cada pessoa contribui com o Estado anualmente com R$ 450,60, mas só recebe de volta em serviços e obras R$ 440,48. Estes cerca de R$ 10,00 restantes são investidos em sua maior parte na capital do Estado. Em muitos municípios da região, os investimentos do Estado são praticamente inexistentes ou inexpressivos. O município de Juruti, no extremo oeste do Pará e que tem uma população estimada em 47.5457, recebeu no ano passado míseros R$ 7,2 milhões em transferências estaduais, o que gera um retorno de R$ 151,48 por pessoa. Outro município, Monte Alegre, recebeu de volta do governo estadual R$ 181,06 por pessoa.

A falta de investimentos dos governos estadual e federal nos municípios a região é um dos principais argumentos usados por aqueles que defendem a redivisão territorial do Estado e a criação de novos estados. Esta falta de investimentos faz com que boa parte destes 25 municípios não tenham serviços essenciais básicos, como água encanada e energia elétrica. Os municípios da Calha Norte do Rio Amazonas, por exemplo, aguardam há décadas o cumprimento da promessa da transposição do linhão do Tucuruí para aquela área, o que daria fim aos racionamentos de energia elétrica, produzida pelas termelétricas á dieesel.

O primeiro resultado da criação do novo Estado, dizem os defensores da divisão, seria o aumento substantivo da arrecadação da região que seria O Estado do Tapajós, aumentando os investimentos e melhorando a qualidade da vida da população. Faz sentido. No ano passado, a arrecadação per capita no Estado do Pará, de R$ 525,01, foi bem acima da do resultado da região oeste, que ficou nos R$ 450,60. Esta diferença é o resultado da falta de atividades produtivas que gerem arrecadação em boa parte dos municípios da região. Na maioria deles, a principal base econômica é o extrativismo e não há indústrias.

Se comparadas com os números absolutos do Estado, a arrecadação e as transferências feitas aos municípios do oeste ficam ainda menores. Com área de 722,3 mil quilômetros quadrados, o oeste arrecada apenas 16,3% do total de R$ 3,6 bilhões do total paraense. Com área que corresponde a 58% do território paraense, os 25 municípios da região recebem apenas 15,9% das transferências estaduais. Os mais de 1,3 milhões de habitantes destes municípios sofrem com serviços públicos de má qualidade, escolas sem professores e hospitais que não possuem nem médicos e nem remédios.

Juvencio de Arruda disse...

rsrs...

crisblog disse...

rsrs (II)

Vamos ver se sai mesmo esse "plebiscito"...

Estou com São Tomé...

Ei Juca...talvez "ele" esteja pensando: quem ri por último...ri por último mesmo !

Beijos.

Anônimo disse...

eles falam de um jeito como se Belém fosse primeiro mundo