29.1.07

Na Encruzilhada

Enfim as Organizações Rômulo Maiorana disseram algo a respeito de uma das polêmicas mais comentadas no estado nos últimos 30 dias: o convenio FUNTELPA-TV Liberal. Não disseram.
Nem depois da suspensão dos pagamentos, por determinação do Procurador Geral Ibrahim Rocha, que emitiu parecer pela nulidade do instrumento.
As ORM não foram à Sessão.
Mas o governo foi.
O chefe da Casa Civil, Charles Alcantara, o porta voz, falou:

(o convenio)...fere os princípios da administração pública, da transparência, publicidade e legalidade”. Ele resumiu que o convênio, na verdade “um contrato disfarçado”, foi uma forma de burlar a lei de licitações.

A presidente da FUNTELPA, profa. Regina Lima, também falou:

"Quero deixar claro que a nossa decisão será sempre respaldada à luz da legalidade. Não faremos nada que possa ferir a lei, e o nosso principal objetivo é o interesse público...e a gente terá que encontrar uma solução que não seja prejudicial à sociedade. A minha preocupação principal é esta".

A presidente da FUNTELPA também não foi.
Estava com a governadora no mesmo horário.
Mas precisavam estar lá, os protagonistas, se as declarações falam por si?
Olhe novamente os itálicos: o governo deu o tom, pela prof. Regina Lima e pelo Chefe da Casa Civil, Charles Alcântara, anunciada na vera mesmo pelo Procurador Geral.
Todos na mesma linha, certo?
Eu entendi assim: não dá prá continuar do jeito que está e vai rolar uma licitação para escolher um novo, digamos, fornecedor de conteúdo - ou o mesmo, se derivações jurídicas não criarem obstáculos.
Embora seja importante ressaltar que concretamente, os deficits nas áreas técnica e de infra estrutura da FUNTELPA sejam muito maiores que seu "acervo" na capacidade de gerar produtos de comunicação, pela experiência acumulada.
Há mais de vinte anos ela é maior produtora de conteúdo televisivo no estado.
Mais do que os 5,5 milhões/ano do convênio, porém, a preocupação seria uma suposta retaliação do IVCezal ao governo de Ana Júlia, e os ônus daí decorrentes.
Entre eles o pior dos dos mundos, discute-se em Nova Déli : ficar dependente da mídia sobrancelhuda.
Por isso o lance inicial, que tinha de partir de Ana Júlia.
Não demorou,(30 dias), na direção certa (via Procurador Geral), expôs as condições ( ilegal e novo certame), e ainda marcou um penalty: suspendeu os pagamentos.
Marcou a posição de maneira clara e elegante.
Fez o dever de casa.
Os olhares agora se voltam para o dr. Ibrahim, o Procurador Geral.
Ele estabeceu um prazo para o próximo round, 90 dias.
Procuremos o procurador, nos próximos 90 dias.
E a bola caiu no colo da Rê, bacanésima, com todo respeito, é claro.
Tem 90 dias para encaminhar as respostas e soluções possíveis para algumas questões, inclusive as de natureza extra agenda governo-ORM.
O que fazer da comunicação pública neste estado, neste momento?
Teremos parceiros? Quem serão e em que condições?
Perguntas simples, hein? Lugares comum ( é assim no plural?).
Mas e daí que começa a parada.
Elas é que vão, no limite, responder às brechas abertas pela fala da professora quando diz - vamos repetir - a gente tem que encontrar uma solução que não seja prejudicial à sociedade.
Enquanto seu Lôbo não vem, Ana Júlia rompeu o convenio.
E o seu trunfo é o novo edital. Teve cabeça.
As ORM vão ter que abrir a boca. E fechar o bolso.
Se tiverem cabeça.

24 comentários:

Anônimo disse...

A articulação cronometrada entre bom ação gestora e judiciária para mim foi obra de alguém que não está entre os citados no post. Quem foi então o verdadeiro estrategista, o que escreveu o script e de longe liderou a ação sob anonimato?
Por outro lado é interessante um certo blog ter noticiado que a sessão fora esvaziada na AL, e, por isso, destituída de qualquer conseqüência prática.
Agora vamos ver no próximo round qual o real poder de fogo de O Liberal e o quanto irá oscilar o humor do Sobrançelhudo.

Juvencio de Arruda disse...

Tem que "ter cabeça"...eheh.
E ele sempre tem...rs

Anônimo disse...

Juca, tenho muito medo disso tudo. Se o convênio terminar e o governo resolver fazer mídia técnica, a distribuição de recursos nas emissoras de rádio e TV e nos jornais ficará desequilibrada para os Maiorana. Isso é que me mete medo. Com a queda de receita do governo, a TV Liberal vai vender mais espaços para as aparelhagens sonoras fazerem propaganda. Com isso, terei que desligar meu aparelho de TV no horário noturno porque os caras sempre entram gritando e espantam meu filho,de três meses. Por que, Juca, comercial de aparelhagem tem que ter locutor gritando? Será que ninguém explicou pra esses filhos de uma puta sem alma que eles estão na TV e que não precisam gritar para a gente ouvir? Eu tenho medo. Sem o governo, o Liberal vai acabar na mão do Tupinambá.

Waldyr Silva disse...

Meu caro "Juca", permita que eu, na condição de licenciado em Letras e Artes pela UFPA, lembre ao nobre confrade que o plural de lugar-comum (com hífem) é "lugares-comuns".
Abraços:
Waldyr Silva
Parauapebas (PA)

Vigilante disse...

Atentem para essa leitura: O grupo do Jader aprecia com astúcia o desfecho dessa situação. O que consta agora é enfraquecer o sinal da Tv Liberal nos municípios e se cacifar perante a Globo, para ter o sinal como outros caciques políticos já o tem em seus estados( Sarney, ACM, Collor e por aí vai). Jader já tem boa parte do controle da Tv Tapajós, que entra direto no baixo-amazonas com a retransmissão da Rede Globo. Cabe a nossa governadora Ana fazer valer a lei, dar um basta nesta situação, não deixar nenhum grupo tomar conta da Funtelpa, muito menos o do Jader que já manda em 50% das secretarias de governo e que agora quer a concessão da Globo para sua RBA, nos moldes da RBS, no Rio Grande do Sul. O poder para Jader não tem limites. E ele vai apostar todas as fichas nessa jogada. Resta a governadora e seus aliados de perto ficarem atentos. Qualquer descuído será fatal, nos próximos 90 dias. Até a próxima

Anônimo disse...

Com todo o respeito, Juca, é Ré mesmo, não Rê. E creia, é mesmo Bacana, como gente, como profissional, como colega, como amiga.
e não cabe a ela falar sobre oque já foi feito, isso é função de outras administrações ( Chico César, Nélio, Ney). O máximo que ela pode falar é sobre o que vai ser feito, e isso, tu mesmo mostraste, ela já disse: o que tiver que ser feito dentro da lei.
A propósito, qual blog tentou minimizar a importância da sessão na AL?

Anônimo disse...

O que não prejudica a sociedade é que a TV Cultura transmita para todo o Estado a programação da TV Cultura, e que, numa economia de mercado tão ardentemente defendida, as empresas privadas se estabeleçam no sagrado princípio da competição- quem tem competência ( competência, não poder escuso) se estabelece, não é assim que querem? - as empresas privadas façam sua parte pra chegar a todos os lares, sem a intervenção do Estado.
Chega de privatizar o Estado, a função do Estado é cuidar do todo, não de garantir boquinha pra quem bota sua carinha nos jornais - e que boquinha, hem?

Juvencio de Arruda disse...

Vigilante,é isso aí.É isso que ele quer.

Juvencio de Arruda disse...

Amigo Waldir,obrigadíssimo,e mande o "corretor", sempre.Grande abraço e estou lhe devendo o link.Vou providenciar.

Anônimo disse...

Ao anonimo das 12:28 AM:

Quem noticiou o esvaziamento da sessao da AL foi o blog do Barata (http://www.blogdobarata.jor.br), que, alias, tem uma visao diferente do Juvencio sobre o assunto.

Francisco Rocha Junior

Juvencio de Arruda disse...

É verdade, Francisco, as visões são algo diferentes.Mas a percuciente cobertura do blog do Barata está correta, entre outros itens, quanto ao esvaziamento da sessão.

ak disse...

A pergunta é: a quem interessa transformar o convênio Funtelpa/TV Liberal no assunto de maior destaque no primeiro mês do governo Ana Júlia? O convênio tem que ser discutiddo e reformulado, mas é mesmo a questão mais grave da transição do poder estadual? É?

Anônimo disse...

Oi Juca! Engraçado, muito se fala de uma defasagem técnica da Funtelpa. Generaliza-se que estaria sucateada. Não é verdade. A TV Cultura é uma das mais bem equipadas de Belém - se não a mais bem equipada- e entre as TVs públicas de todo o Brasil. A única falha é na potência do transmissor que deveria ter 20khz e tem apenas 5 ou 6 Khz (me corrija um técnico se estou falando alguma bobagem quanto ao Khz). Na parte de captação de imagens, edição e complexo eibidor, a TV Cultura está toda digitalizada, com equipamento DVCam. É a única com 4 ilhas não-linerares para Jornalismo e mais 4 só para programas de produção. Ninguém tem isso em Belém. Sei porque realizei um trabalho de co-prpdução ano passado lá e fiquei impressionado com o que vi. O Ney Messias Jr fez um bom trabalho sim, também nessa área técnica. Pergunte aos funcionários...

Anônimo disse...

Corretor também para o Waldir, já que hifen é com n e não com m ao final..

Anônimo disse...

Corretor também para o anônimo das 3:16 PM, dado que hífen leva acento agudo no "I" e as reticências são formadas por três pontos...

Juvencio de Arruda disse...

Sem desmerecer o trabalho do Nei, a falta de um transmissor decente, por si só,já referenda os termos do post,caro anônimo das 14:10.
Tenho conhecimento dos investimentos na edição.
E os veículos? Recursos para viagens e diárias? Verbas para a produção?
Bem sabe voce que a finalização é apenas um dos itens da cesta "infraestrutura".
Mas vou perguntar aos funcionários sim.
Valeu a visita. Obrigado!

Juvencio de Arruda disse...

Agradeço aos corretores, pela rapidez,generosidade e bom humor.
Plural, hífen ou trema, fiquem sempre á vontade para corrigir este blog.
A filha da última flor do Lácio agradece.

Marina disse...

Juvêncio querido, veja o que saiu no Estadão, dia 29:


Vencedor de Sundance diz não querer exibição no Brasil
"Manda Bala!", documentário de Jason Kohn, aborda violência e corrupção no País
29 de janeiro de 2007 - 19:55
Vencedor de Sundance diz não querer exibição no Brasil


Manda Bala!, documentário de Jason Kohn, aborda violência e corrupção no País

Flávia Guerra

" SÃO PAULO - "Esse filme não é para ser exibido no Brasil". É com este aviso nada ortodoxo que começa Manda Bala! (Send a Bullet), documentário dirigido pelo americano Jason Kohn, que venceu o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cinema de Sundance, o mais importante festival de cinema independente do mundo, que foi encerrado no domingo em Park City, Utah, EUA.

Kohn se recusa a falar com jornalistas brasileiros. E, a julgar pelo aviso, não pretende exibir seu filme no país onde nasceu a idéia de seu filme, que, como antecipou o Estado, já está fazendo barulho por botar o dedo na ferida escancarada da corrupção e da impunidade brasileira.

No debate que se seguiu ao filme, o diretor foi questionado por Helvécio Marins Jr, cineasta mineiro e produtor de Acidente, que concorria no festival: Por que, diante da coragem de tratar da corrupção no Brasil, não sobra vontade para exibir este filme no País? “Porque meu pai mora no Brasil e seria perigoso”, respondeu o diretor americano, que é filho de pai americano e mãe brasileira e fala português fluentemente.


Equipe brasileira
Além do conteúdo polêmico, Kohn, que tem apenas 23 anos e se mudou para o Brasil durante as filmagens, fez questão de trabalhar com equipe brasileira em seu filme. A diretora de fotografia Heloísa Passos levou por Manda Bala! o Prêmio de Excelência em Cinematografia para Documentários. Os brasileiros que concorreram em Sundance e assistiram ao filme levantam prós e contras Manda Bala!. “Mesmo diante da justificativa, acho questionável. O filme consegue até criar situações e personagens bem interessantes. Mas começar assim não é nada bom”, declarou Marins, que nesta semana participa do festival de Roterdã com seu curta Trecho.

Até ser exibido no festival, Kohn pouco falava de seu filme. As informações oficiais se restringiam a uma breve sinopse. Manda Bala! investiga a corrupção no Brasil, acompanhando três personagens-chave. Um deles é um político que, para lavar bilhões de dólares, abre uma fazenda de fachada. O outro personagem é um empresário que gasta milhões para blindar seus carros. Os depoimentos deste e de outros personagens que já foram seqüestrados revelam como a indústria do seqüestro é um ramo rentável no Brasil. O terceiro, ironicamente, é um cirurgião plástico, que reconstrói orelhas de vítimas de seqüestro.


Entrevista no YouTube
Em entrevista disponível no site YouTube, o diretor afirma que produziu Manda Bala! com foco principal em um escândalo político e conta histórias de corrupção. Não por acaso, Kohn ensina o beabá da lavagem de dinheiro no Brasil. E o exemplo dado é o caso do ranário (the frog farm) de Jader Barbalho, que foi acusado de desviar US$ 9 milhões da Sudam (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia), operando um orçamento de R$ 300 mil. "O "crime organizado chegou ao centro do poder" no Brasil. Jader fez o que queria na Sudam. Aprovava o que queria pelo valor que queria", declara o diretor. Em uma outra cena, surge um entrevistado brasileiro, não identificado, que fala em português e diz: "Sempre recebendo propina, sempre recebendo suborno".

“De fato. É um filme chocante. Grotesco. E não só pelo lado político, que é sórdido. Mas também pelas cenas de seqüestro. Mas é real. Kohn conseguiu vídeos caseiros feitos pelos seqüestradores. Há cenas de criança implorando para não ter a orelha decepada”, conta Fellipe Gamarano Barbosa, jovem diretor brasileiro, que concorria no festival com seu curta Beijo de Sal.

"É totalmente estúpido decidir fazer um filme como esse, porque é difícil de realizar, difícil de vender", disse Kohn em entrevista ao site do Sundance Festival. "Quando negociamos com pessoas de uma sociedade tão injusta, que se beneficiam do desequilíbrio, é muito difícil contar a história, ninguém quer falar sobre isso. Eu pessoalmente gostaria de ter capacidade de continuar a fazer isso", diz o diretor.

“O Konh conversa com pessoas da fazenda de rãs e chega a entrevistar o Barbalho que, no momento em que é questionado sobre o ranário, levanta-se e vai embora dizendo que ‘eles teriam de conversar horas sobre aquele assunto’. É impressionante. E é baseado na impunidade que o Kohn fundamenta seu filme. No fato de que, tanto na corrupção quanto na indústria da violência, os crimes continuam sendo cometidos porque ninguém é punido no Brasil. O Barbalho foi preso e reeleito”, completa Fellipe, que, assim como Kohn, mora e estudou cinema em Nova York. Outro entrevistado, também brasileiro, fala em inglês da violência nos grandes centros urbanos brasileiros. Diz que já teve um sócio e pessoas próximas seqüestradas na cidade de São Paulo. "Uma pessoa é seqüestrada todo dia em São Paulo. A situação está totalmente fora de controle".


Trilha desconcertante
A trilha sonora do filme também é totalmente brasileira, mas mesmo assim incomodou os diretores brasileiros. Como fundo das cenas que investigam a contradições do País, há Caetano, Mutantes, Tim Maia Racional, Jorge Mautner, Lo Borges, Jorge Ben...

“Mas, no final, o que se sente é que, mesmo ótimas, as músicas não têm nada a ver com o filme, ficam presentes full time... Ele deveria ter pesquisado Racionais, Chico Science e outras coisas mais modernas e que batessem mais com a proposta”, completa Marins.

“Talvez seja uma ironia. O fato de exibir imagens tão grotescas e se ouvir uma música tão maravilhosa de um mesmo país. Mas, assim como a primeira e a última cena, nunca saberemos se ele era um punk kid querendo chocar que acabou fazendo um belo filme ou um diretor sério que queria fazer um filme que conscientizasse”, comenta Gamarano.

A tal última cena é a bandeira do Brasil tremulando. “Eu disse a ele que a primeira cena era sensacionalismo e ele disse que iria cortar. Mas a última ele disse que vai manter porque é para alertar, não só brasileiros, mas estrangeiros, de que o que está escrito ali é, ironicamente, "Ordem e Progresso”, finaliza Gamarano Barbosa. "


E aí? quem é realmente pior?
as ORM ou esse Jader?

quanto ao filme, acho que ele deveria ser assistido por todos os brasileiros, paraenses principalmente, vc não acha?

Juvencio de Arruda disse...

Marina morena querida, nota dez para sua colaboração/comentário, que vai para a ribalta amnhã, com o link do Estadão.
Não saberei reponder a sua pergunta entretanto, sobre o pior.Difícil dizer qual dos dois é o pior.
E acho quetodos os paroaras devem ver o doc sim.
Com certeza.
A FUNTELPA, por exemplo, poderia exibi-lo.
Abs.

Anônimo disse...

Corretor também para o anônimo das 4:52 PM, o período é finalizado por ponto e não por reticências.

Anônimo disse...

Pede pra Dira Paes apresentar no festival esse ano ou no vindouro. Mas, essa discussãozinha de quem é mais ladrão só interessa a eles. Até mesmo porque há muitos gatunos parecidos que vivem por detrás da mídia. E, nisso que dá o chefe do Executivo indicar os altos membros do Judiciário. Se tirar o denominador comum do Tribunal paraense metade é amarelho, metade é barbalho - e também porque será que os deputados falam demasiadamente mas nos enrolam tanto pra fazer tão almejadas reformas: tributária, trabalhista, processual, penal, etc. ? O problema é que os políticos nacionais pensam que o Estado é deles, enquanto o povo pensa que o Estado também é dos políticos. E os jornalistas, que poderiam contribuir infinitamente pra quebrar esse tabu, têm os bolsos fundo como o oceano - salvo raras e abençoadas exceções.

Anônimo disse...

Só não quero que a polêmica do convênio deixe o estado sem retransmissora da Globo exatamente agora que "Páginas da Vida" está acabando...aí sim, aconteceria uma revolução, uma hecatombe, com a cara do Brasil...

cursor disse...

Pessoal, não sei qual a preocupação que a Ana Júlia deve ter com o grupo Liberal, já que segundo o poster e o Diário do Pará de domingo ele já não representa quase nada no mercado editorial do Pará e nos meios radiofônicos. Se isso é verdade como foi arduamente defendido aqui e nas páginas dominicais do Diário a força do Liberal acabou. Ou não? Só sei, que inegavelmente, o noticiário do concorrente da folha sobrancelhuda mudou para melhor nos últimos dias.

Anônimo disse...

queria dar uma pitaco sobre essa onda de sucateamento da funtelpa.Isso não existe.Também fiz um trabalho de produção por lá e percebi como a emissora está bem equipada.Tirando as grandes tvs públicas(rio,são paulo,minas e bahia) o pará fica muito bem entre essas e com certeza é hoje a emissora mais bem equipada da cidade.
Juca,o que eu soube é que na administração passada foi comprado um transmissor novo de 5 kwa.Ora,pra que comprar um transmissor potente com esse canal baixo (2) onde entram todas as interferências elétricas???quando concederam os canais para as emissoras públicas,todas pegaram o canal 02...o pior de todos.O que deveria ser feito,e isso leva tempo e jogo político, é mudar de canal,aí sim,até esse transmissor novo de 5kva serve.O que eu sei é que o transmissor antigo (valvulado e com 15 anos de uso) estava pra tirar a tv do ar e aí foi necessário comprar um transmissor urgentemente.
Tô apenas tentando enriquecer essa discussão com um mínimo de conhecimento técnico,antes de queimar a administração de quem quer que seja.
abs juca