30.1.08

Isca

Através de seus porta-voze$, o prefeito falsário pede apoio para cumprir suas obrigações e desocupar a av. Presidente Vargas dos camelôs.
Para mais adiante apresentar, digamos, a fatura.
Deve ter sido esta suspeita que fez com que a Associação Comercial do Pará publicasse nota nas edições de hoje das pocilgas, sem logo, despintada mesmo.
O texto, educado e claro, já cobra outras ações da prefeitura.
A ACP devolveu a isca.

8 comentários:

Flanar disse...

É bom que cobre mesmo. Em favor de toda a população da cidade, encantada em poder enxergar a Presidente Vargas novamente.
Hoje pela manhã, já podíamos ver os depósitos de mercadorias dos camelôs alinhando os baús na Henrique Gurjão.
Se amolecerem, eles vão voltar.

Anônimo disse...

DUCIOMAR MASSACRA CAMELÔS DA PRESIDENTE VARGAS
O Prefeito Duciomar Costa usou a força da Guarda Municipal para afastar os camelôs de seus postos de trabalho. Na calada da noite, como se estivesse em caçada, disparou seu exercito armado até os dentes contra os trabalhadores e trabalhadoras desta Avenida Presidente Vargas retiram o sustento de suas famílias.
Foram 47 presos, arrastados pelos cabelos e agredidos sob todas as formas até as celas policiais por um único motivo: lutar por seus postos de trabalho que lhes garantia a vida. Um verdadeiro parque de guerra em plena avenida.
Há muito tempo que Belém não assiste cenas tão pesadas de descontrole na gestão pública, com disparo de armas de fogo, bombas de gás lacrimogêneo, batalhão de choque e outras formas de combate. Não há como desassociar o MASSACRE ocorrido agora, que segundo o Prefeito foi deflagrado em nome da ordem jurídica, daqueles praticadas na plenitude do regime de exceção.
É preciso que a população de Belém conheça a verdade e quem de fato está enganando o povo. Não há nenhum motivo judicial para que o Prefeito realizasse a desocupação das calçadas de forma truculenta. O despacho do Desembargador Federal é muito claro quando delimita que se desocupe à frente dos Correios. Duciomar se esconde atrás de um factóide ilegítimo para encobrir a real razão de sua ação que é a incompetência para enfrentar o problema com coragem e responsabilidade.
Nem os camelôs e nem a população querem ter suas calçadas ocupadas por atividades comerciais e, diferente do que o Prefeito tenta passar para a população de forma maquiavélica, há de fato propostas dos camelôs viáveis para resolver o problema, que são:
1. PROJETO RUA DO CIDADÃO, que consiste na estruturação de vias cobertas interligadas aos principais eixos do centro comercial.
2. Viabilização de COOPERATIVAS DE CONFECÇÕES, para fomentar o abastecimento dos futuros micro-empreendedores, possibilitando a geração de trabalho e renda para costureiras de nosso município.
3. Terreno do BANCO DA AMAZÔNIA, hoje já em posse da PMB na Rua Padre Prudêncio.
4. COMISSÃO PARITÁRIA: para garantir a participação de todos os agentes envolvidos.
5. O ESPAÇO PALMEIRA transformado em espaço de comercialização com mini lojas, no formato das galerias que já existem.
6. PRÉDIO DO INSS na esquina da Trav. Ó de Almeida com 3 andares.
Assim sendo, os trabalhadores e trabalhadoras da Av. Avenida Presidente Vargas vêm repudiar a AÇÃO IRRESPONSÁVEL DO PREFEITO DUCIOMAR COSTA, que colou em risco a vida de mais de 400 pessoas que NÃO SÃO BANDIDOS, mas sim pais e mães de família a procura de um lugar para sobreviver.
Fábio Paixão

Anônimo disse...

Não são bandidos, mas são oportunistas. Se sabem de todas essas opções, como cidadãos deveriam zelar pela cidade e lutar desde o início para que as alternativas listadas fossem hoje realidade?
O que fizeram para isso? NADA. Preferiram se acomodar e até mesmo resistir a um reordenamento, por exemplo, quando o prefeito Edmilson tentou reorganizá-los no centro comercial em seus dois governos. Alías, é bom que se lembre, APOIARAM descaradamente a eleição de DUCIOMAR COSTA ("um irmão de nós", diziam)na sucessão de Edmilson. O que a cidade quer dos camelos é que devolvam a comunidade o espaço de que se apropriaram, com a ajuda daquele que hoje os corre debaixo de bala e cassetete. Quanto a conversa de que não são ladrões, não passa de conversa fiada, pois alternativas como foram explicadas existem.

Juvencio de Arruda disse...

Traga as provas da fraude na pesquisa que eu publico seu comentário.

Anônimo disse...

Duciomar e camelôs, cada um a seu tempo, cuspiram pro alto.

No segundo semestre de 2004, Duciomar fomentou a invasão das ruas do centro por centenas de camelôs.

Com isso, conquistou o apoio deles e inviabilizou a Rua dos Mercadores.

A bomba que eles armaram explode, agora, no colo de ambos...

Anônimo disse...

Inteligente a operação de desocupação da Presidente Vargas. Tudo urdido pelo assessor nacional de sobrenome Jefferson, filho do outro nacional Roberto, condenado como um dos mentores do mensalão. Foi Jefferson Filho quem negociou, em Brasília, com os Correios (PTB) o pedido dos Correios daqui para que a desobstrução da avenida fosse feito por ordem da justiça. Célere, a Justiça deu provimento de causa ao pedido. O gesto objetiva, no jargão dos consultores do prefeito falsáio, "fechar o cerco social". Entenda-se. Duciomar divide com Edmilson e com o PT os setores empobrecidos da cidade, mas leva uma lambada entre os endinheirados e formadores de opinião. A empresa MCI foi quem sugeriu a operação, após pesquisa para ver quais os mais candentes desejos das elites locais. Só uma coisa não foi como planejado. A operação seria coroada com uma entrada violenta da Polícia Militar do Estado contra os camelôs, o que deixaria o ônus da desocupação no colo da governadora e da justiça, ficando o falsário apenas com o bonus da ação.

Anônimo disse...

O PT é uma moça, mesmo. Durante o governo Edmilson, o terreno do Basa foi solicitado uma dúzia de vezes, para remanejar os camelôs. O Banco, nas mãos indóceis do PSDB, nem respondia aos ofícios. Agora, cedeu o terreno em menos de 12 horas depois de iniciado o conflito.

Juvencio de Arruda disse...

Das 15:35, comentário recusado.
Por favor, refaça-o em caixa baixa e somente com acusações comprováveis.