27.3.08

Novo Formato

É possível que no ano que vem ocorram mudanças na concepção da Feira Pan Amazonica do Livro e do Festival de Ópera.

10 comentários:

Anônimo disse...

Juvêncio

Sinto lhe informar que com certeza, já estão acontecendo as mudanças. O concurso Internacional de Canto já foi cancelado e o Festival de Ópera e a Feira do Livro já estão perigando. Dizem inclusive, que a pressão para que esses projetos sejam cancelados foi o grande motivador para a saída da Patrícia Guilhon, que bateu de frente com o secretário em defesa da continuação deles.

Juvencio de Arruda disse...

As informaçõs que tenho dizem que para este ano os formatos atuais ainda serão mantidos, mas que em 2009 as coisas mudarão, não necessáriamente para pior, no caso da Feira, segundo a minha leitura.
Prefiro aguardar o anúncio das mudanças.
Quanto ao Festival de Ópera as mudanças não me foram detalhadas.
Obrigado pelo comentário.

Anônimo disse...

se o festival de ópera continuar beneficiando grupinhos A e B, leia-se A=unger e B=marina, melhor acabar de vez. que se criem projetos que estimulem os artistas da cidade, sejam os de longa data ou os iniciantes. e que acabe, junto com essas loucuras, o apoio ao rainha das rainhas. apesar dos absurdos que se tem visto, algumas ótimas ações estão sendo implantadas no interior. vamos esperar pra ver o resto...

Anônimo disse...

Já era tempo de ocorrerem essas mudanças!
Mesmo sendo um evento para lá de mundano, há anos que a Feira do Livro está capenga!
Onde já se viu uma Feira, como em 2007, onde do país homenageado (Cuba) não se viu um só escritor!
Quanto ao Concurso de canto e ao Festival de Ópera, creio que também estejam precisando de uma senhora reformulação, e sobretudo, se po$$ível, que cheguem a mais espectadores.
Música erudita, eventos literários, como muitas outras manifestações artísticas, necessitam de todo um trabalho de formação de platéia/leitores, de capacitação de quem os leva adiante (artistas, músicos, escritores, gestores culturais) e de investimentos que na época atual não parecem trazer os lucros e o prestígio para os políticos de qualquer hora.
Se vale a pena? Só vale! Mas quem, me digam, quem quer investir em "desenvolvimento" cultural eqüitável?
Dá-lhe "Rainha das Rainhas", dá-lhe espetáculos ultra-exclusivos para os e as lulus da Nova Déli!

Anônimo disse...

Juvêncio, tu sabes especificamente que tipo de mudanças ocorreriam na Feira do livro?

abraços

Anônimo disse...

Claro que as mudanças so podem ocorrer e serem sentidas a longo prazo, mas levar montagens de opera para o interior, como aconteceu em Santerem e Tucurui é um bom começo na democratizaçao da cultura. parabens ao Secretario e a sua equipe!

Anônimo disse...

Anomino das 7:22, posso afirmar que há muito tempo eu não via um pais homenageado ter verdadeira representaçao cultural na Feira do Livro, assisti a mostra de filmes cubanos com a presença de cineastas de Cuba. O Vice-presidente de uma das mais importantes instituiuçoes literarias do mundo , a Casa de Las Americas proferiu palestra, isto sem falar dos tres magnificos e inesqueciveis shows de Pablo Milanez e Chucho Valdez e bandas.

Anônimo disse...

Acabar com a Feira, como desculpa porque ela não forma leitores, é brincadeira. Estes é um dos poucos eventos que o povão, formado por uma massa de estudantes, professores, donas de casa apropriam-se como seu. Agora que o governo do Estado tem que ter outras açoes dentro de uma politica de incentivo ao livro e a leitura, não se discute, cade a Seduc, a Biblioteca Arthur Viana? até agora tambem não disseram muita coisa nesse sentido. Ou nada!

Anônimo disse...

Eu sei que a patricia, aqui na Secult, ainda conseguiu fazer, com apoio do Secretario, a interiorização da opera, ainda no inicio de 2008 e deixou montado projetos para os Saloes do livro em algumas regioes do Estado. Espero que tudo que foi feito, cada vez melhore mais!

Anônimo disse...

Temo que pelo nível intelectual de alguns representantes da área cultural, talvez queiram fazer um arremedo de ópera, bem ao gosto de pseudo-intelectual demagogo, que acha que nosso povo não gosta do que é bom. Ou seja, democratizar e popularizar significa oferecer ao povo apenas o que eles acham que o povo deve gostar uma tal de cultura popular.