13.3.08

G-9

De um comentarista anônimo do blog, na caixinha de comentários do post abaixo.

O G-8 da ALEPA agora é G-9, com o ingresso na Frente Parlamentar, ontem à noite,12/03,do Deputado Luiz Sefer.O G-9,portanto,passa a ser a maior bancada na ALEPA.

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Por coincidência, o G foi discutido agora de manhã na sala de aula do mestrado.
Admite-se que o G é um constructo do governo, interessado em impedir o crescimento do PMDB a ponto de criar embaraços ao governo, por assim dizer.
Avalia-se que o custo de manutenção do G é bem menor que uma bancadona vermelha de bolinhas pretas, e menor que o custo de manutenção da própria bancada petista.
Realmente, o G é um point de atração.
Por oportuno, ressalve-se que a expressão "custo de manutenção" é aqui utilizada em sentido técnico.

11 comentários:

Anônimo disse...

Esse curso que você está fazendo, meu caro Juca, é bom mesmo.

Antonio Fernando

Juvencio de Arruda disse...

rsrs...e vc não é mole não!

Lafayette disse...

E eu pensei que era mais um "tipo assim".

rsrsrs

Juvencio de Arruda disse...

rsrs..negativo.

Juvencio de Arruda disse...

O post é bastante claro: custo de manutenção é próprio das relações impróprias, porque desvirtuadas, entre o executivo e legislativo.
No sistema politico brasileiro, o deputado que não apareceer como realizador - de obras, inclusive - não volta ao parlamento.
É ruim? É, mas é assim.
Quando mudará? Não sei.
Só sei que se não bater não melhora.
E infelizmente o mestrado não tem mais nove vagas para abrigar os Gs.
Decerto teriam muito a contribuir, embora eles estejam dando preferencia aos cursos de Jornalismo...rs

Bia disse...

Boa noite, querido:

gostei mesmo foi da ressalva...rsrsrs..." que a expressão "custo de manutenção" é aqui utilizada em sentido técnico".


Beijão

Anônimo disse...

A bancada do SUS não pode ser jamais contra o Governo.

Juvencio de Arruda disse...

Boa noite, queridona.

Mas está mesmo, não é blague não.
No máximo vc, ou qualquer outro comentarista, pode discordar da categoria.Aliás, essa é uma discussão ácida na Ciência Política. Há intelectuais, respeitadíssimos por sinal, que se recusam a dar valor à aplicação da Teoria dos Jogos, geografia do voto, contagen de partidos e outras modelagens na Ciência Política.

Mas não deixa de parecer engraçado...rs
Bjao.

Alan Lemos disse...

Desculpe-me a ignorância, Sr. Juvêncio. Mas, o que viria a ser um "G"? "G11", "G9".. ?

Grupo de parlamentares montanheses?

Bia disse...

Querido:

a risada no comentário é minha.

Não foi ironia pra sua ressalva.

Eu é que gostei, gostei...

Beijo grande.

Anônimo disse...

O que aconteceu com o Sefer, que até outubro de 2006 odiava de morte o PT. Depois que a Ana se elegeu passou a simpatizar e depois adorar os petistas, de aliou na Alepa, votou na eleição do Juvenil, rompeu com os tucanos, seus aliados de carreira e conseguiu, é claro, manter as guias de internação do SUS em seus 12 hospitais mantidos todos com verbas públicas. Isso tudo no governo da AJC, cujos membros criticaram essa prática na administraçãio tucana. Pelo que sei Juca, ele perdeu 60% das internações e está chantageando a governadora para tê-las de volta. Igualzinho ao Cássio Andrade. Todos iguais, todos soltos. Tudo como dantes.
Um grande beijo Juvêncio.