14.3.08

Metas e Condições

A corda estica entre a diretoria do Banco da Amazonia e a Associação dos Empregados. É que o presidente da casa bancária, Abdias Nascimento, que veio do Banco do Brasil, está com a firme intenção de elevar os patamares de produtividade e performance do banco regional, mas esbarra, segundo os empregados, em diferentes condições de infraestrutura, recursos humanos e tecnológicos em relação ao mercado bancário.
O informativo da Associação, que chegou hoje ao blog, trata da questão em seu artigo principal.
Há mudanças nas gerências de Mato Grosso e Santarém, e indícios de fechamento da filial de São Paulo. A do Rio, já motivo de post aqui no Quinta, só não fechou ainda pela demora na relotação dos 35 funcionários da agência.
Enquanto isso, permanecem as queixas, de clientes e funcionários, que acabam ouvindo toda a sorte de reclamações, contra a grosseira decisão de retirar as cadeiras dos usuários na filas dos caixas do banco.

4 comentários:

Alan Lemos disse...

Fechamento das agências em SP e RJ?
óh Jesus...

pelo menos o BASA é bem melhor e maior que o querido Tamborete.. perdão, digo, Banco.. do Pará (BANPARÁ).

Anônimo disse...

Seu Juca, oriundi é plural de oriundo.

Juvencio de Arruda disse...

É mesmo, seu anônimo.
Vou corrigir e obrigado.

Anônimo disse...

Sou funcionário do Basa. Esse presidente veio pra fechar ou fundir o basa ou outro banco , provalvemente o BB. Tem metas absurdas. Dificultou e muiiiiito a forma de se conceder crédito, principalmente exigindo avalista pra tudo,e com relação do FNO principal finalidade e missão do Banco passou a financiar apenas projetos que preservem 80 % da propriedade, ou seja, dessa forma só agricultura famíliar basicamente.Essa preservção de 80% ,que antes era 50, é para evitar desmatamento, pois pecuária derruba mata pra fazer pasto o que ocupa bem mais espaço q pecuária.
Do jeito q está indo o Basa fecha.