6.11.06

Qual é a Mudança?

O poder, no Pará, é uma miragem. E como dói na parede.

Assim termina o artigo de Lúcio Flávio Pinto, na mais nova edição do seu Jornal Pessoal, e publicado no Estado do Tapajós.
Lúcio comenta as qualidades e limites da vencedora,e dos perdedores.

31 comentários:

CJK disse...

Juca, o poder de controle do governador sobre as bancadas legistativas, a atual e a futura, da "união" (sic) pelo Pará se desmancha no ar (thanks to Marx e Engels). Você já deve ter recebido os últimos informes.
Quanto à sua pretensão de assumir a presidência do PSDB local a partir de dezembro: no meio do caminho existe uma pedra (thanks grande CDA).

Anônimo disse...

Esta edição do jornal pessoal est´´a divina, como sempre. Lúcio sabe ser "o" jornalista e avaliar a qustão de maneira neutra. Gosto quando ele fala que os dois grupos de comunicação do Pará falharam, mas, segundo o jornalista, as ORM conseguiram ser bem pior. Quem puder ler o JP não deixe de conferir a matéria da página 10, na qual Lúcio relembra um problema seríssimo, que é o fato das ORm receberem mensalmente do governo estadual a simples quantia de 300 mil reais para utilizar as antenas da funtelpa e levar sua "bela' programação para o interior. Ora, faça-me o favor, isso é no mínimo um absurdo sem explicação, mas que explica o desespero dos maioranas para elegerem a qualquer custo o doutor Almir. Tomara que essa palhaçada e tantas outras acabe pois não quero ver meu dinheiro continuar indo para o lixo...

Anônimo disse...

O anônimo das 7:49 PM está coberto de razão. Mas é preciso ter muito cuidado para que a Funtelpa não passe a retransmitir o sinal da RBA, de propriedade de Jader.
Vamos começar uma campanha para que o sinal das repetidores da Funtelpa no interior passem a veicular a programação da TV Cultura. Aí poderíamos assistir no hinterland - como diria o saudoso Edyr Proença - programas da qualidade de um Sem Censura Pará.
Outra coisa que o anônimo deveria se perguntar. Por quê somente um jornal editado em Santarém republica os textos do Lúcio Flávio Pinto?

Anônimo disse...

Para o anônimo anônimo srsrsrsr Concordo plenamente. Eu espero que não passe para a RBA. Prefiro ver o Catalendas e qualquer carimbolé do que ver meu dinheiro sendo jogado no lixo. O Sem Censura com um investimento de 300 mil, com jornalistas mais bem pagos poderá ficar bem melhor que o Liberal Comunidade ahahahhahahahahah

Anônimo disse...

Ah, se esqueci de uma coisita srsrsrsrsr O Lúcio deveria ter suas matérias do JP publicadas na íntegra na internet e tb distribuídas em escolas para que as pessoas comecem a raciocinar melhor sobre o jornalismo paraense... uma vergonha nacional. Mas também me pergunto uma coisa: por que será que as ORM não noticiam fatos como o espancamento sofrido por Lúcio Flávio Pinto, que apanhou do distintíssimo Ronaldo Maiorana. Muitos mistérios sem solução...

Anônimo disse...

Querido Juvêncio, não me decepcione e publique minhas duas últimas postagens, afinal de contas não gostaria de deixar meu amigo "anônimo anônimo" sem respostas. Beijos com admiração e parabéns pelo blog.

Anônimo disse...

Sugiro que se fale mais sobre políticas culturais. vamos analisar o que foi feito e o que poderá ser feito no Pará. Nesse sentido repito o que falei abaixo, respondendo ao meu amigo "anônimo", que me chamou de medroso: "Ah, esqueci. Não tenho medo do Paulo Chaves, tenho pena dele e do quanto ele fez mal a tanta gente. juvêncio, assim que puder me identificar você saberá em primeira mão de muitas m... que tenho jogado nos ventiladores de reis loucos que pensam que mandam no Pará".

Roberto Franklin i disse...

li este jornal do Lúcio e fiquei pasmo quando soube que o governo paga para a liberal tudo isso. por que ninguém faz nada em relação a isso. tomara que Ana Júlia dê um jeito nisso. cara, trezentos mil por mês é uma coisa de louco...

Anônimo disse...

Meu querido Ju, prometo que não vou mais comentar neste blog (por hoje0, mas me explique porque não publicou a postagem sobre o Ninguém Merecia? Será que só o Brasiliense tem "poder" para falar o que quer? Ou será que ficará chato sujar a imagem de homem tão lessssgal que nem o Reizinho, ops, Neizinho. O que falei são só suposições, podem até ser somente lendas ou virarão lendas... quem saberá? O que acho interessante é as pessoas terem a oportunidade de saber e pesquisar o que pode rolar nos bastidores da mídia paraense, principalmente a mídia paga com o dinheiro do povo. Aurevuá!!!!!!! Já me vúuuuu, mas vorrrrrto!!!!!

Anônimo disse...

Leio, nem sempre, o Jornal Pessoal. Sobre o LFP é claro que é um excelente jornalista. Mas acho que tem um problema, típico de pessoas que atiram para todos os lados, uma verdadeira metralhadora giratória: parece sempre rancoroso. E também, por isso, meio desacreditado. Também deixa transparece uma vaidade exagerada, aparentemente embutida, mas exagerada ... deixa pra lá. Vale apenas ler o seu jornal.

Anônimo disse...

Acho o Paulo Chaves um gênio como arquiteto e um grande secretário por todas as suas grandes obras.
Mas ninguém é perfeito ! E o defeito do Paulo é não pensar em obras mais simples e menos dispendiosas. Por exemplo, se tirassemos um pouco de dinheiro de cada obra fantástica sua, não faria muita diferença e não deixariam de continuarem lindas. Mas esse pouco tirado de cada uma delas já daria para fazer muita coisa simples e barata para a nossa periferia que precisa tanto da atenção dos nossos governantes. Todos!!! Obras, por exemplo, projetadas pelo próprio Paulo, para os jovens. Quadras polivalentes de esporte, ginásios cobertos, pequenas vilas olímpicas e por aí vai. Bastava que o vidro importado da Europa para o Centro de Convenções fosse um vidro normal, mortal como outro qualquer. Só essa diferença já daria pra se fazer muita coisa por aí.
Só pra encerrar e não deixar nenhuma dúvida, o Paulo pra mim é mais um inesquecível arquiteto e Belém deve muito a ele. Mesmo com a sua rabugisse. E teimosia também.

Anônimo disse...

Ele também deve muito à Belem. Depois de tantos anos torrando nossa grana em vidros exportados e deixando o povo anos a fio carente de cultura. Como arquieteto, ele ´[e um péssimo secretário. Vamos sofrer por muito tempo as conseqüências das loucuras deste homem. S[ó quem é artista entende o mal que ele causou.

Anônimo disse...

A rabugisse do paulo Chaves custou muto caro para o povo e mais ainda para os artistas da terra. Merece mil anos de perdão este senhor. Quero deixar isso BEM CLARO!!!!

Elizângela Andrade disse...

Quanto ao Lúcio Flávio querido "anônimo', acho que "rancoroso" é uma palavra pequena demais para este homem destemido e jornalista de primeira linha, ao contrário de Brasilienses da vida. se ele fosse ressentido já teria até parado de fazer jornalismo nesta terra, ou melhor nesta "quitanda". Com toda a certeza quem escreveu este comentário não sabe o que está falando, uma pena. vamos ler mais lúcio, galera, para saber mais de como funciona este pseudo-jornalismo no Pará. Graças a Deus ele ama o que faz e o faz com MAESTRIA. favor publicar este post se isto não incomodar muita gente. Não deixem de ler o último lançamenteo de Lúcio, um livro que, como os outros, ficará para a história.

Elizângela Andrade disse...

Discordo da defesa do amigo anônimo. paulo Chaves foi um atraso na nossa cultura. O que gastou nas hiper obras e deixou de investir nos artistas é impagável. Não tem retorno, nem que ele resolvesse pagar, literalmente pagar, pelos seus erros. Este blog é bacana!!!

Anônimo disse...

ABAIXO A TEIMOSIA DO REI MORTO. VIVA O REI!!!! HAHAHHAHAHAHHAHAHHAHAHHAHAH ESSA FOI BOA: ELE É TEIMOSO, MAS È COMPETENTE, DEVOLVE MINHA GRANA E MINHA CULTURA, SEU PAULO CHAVES.

Anônimo disse...

8 x23 disse ...

Juca,

Tem Paulo Chaves, tem polêmica. Não tem jeito. Lá vou eu , aqui, meter minha colher. Discordo de algumas coisas do secretário, mas não podemos deixar de reconhecer seu talento e sua contribuição para o estado, especialmente para a capital. Vamos imaginar Belém sem Forte do Presépio, Casa das 11 Janelas, Feliz Luzitânia, São José Liberto, Estação das Docas, Parque da Residência, o Teatro da Paz restaurado e por aí vai. E o melhor: tudo funcionando e muito bem conservados, coisa rara em se tratando de equipamentos públicos. Há quem fale - e foi dito aqui, que se poderia diminuir alguns custos e priorizar outros equipamentos em bairros periféricos, o que eu concordo inteiramente. Mas como não reconhecer que esses equipamentos não abriram espaços para a nossa cultura? Só mesmo quem quer fazer a crítica pela crítica, a crítica preconceituosa só para atingir uma pessoa. Porque são justamente neses espaços que acontecem exposições, apresentação de peças, shows músicais. Dos palcos móveis com voz e violão, a grandes espetáculos com platéias de 500, 600 e até mil pessoas.De todas as classes e tendências.
Basta ler o noticiário de cultura nos jornais para se saber o que vem acontecendo na cultura nesse período. E não vou falar, aqui, dos festivais de ópera e canto lírico.Nem dos museus que surgiram nesses espaços. Mas do Pará em Cena, com peças de teatro; da Paixão do Boi, valorizando o nosso folclore; da Feira do Livro, que bate o recorde de 10 anos seguidos com público de 300 mil pessoas; do lançamento de mais 30 livros editados com valorização dos escritores paraenses; de mais de 50 Cds em série distintas, do instrumental ao popular, resgatando e deixando registrado na memória o que de melhor existe da nossa produção musical. No último domingo eu mesmo estive no Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas, revendo o nosso talentoso Galdino. E não venham me dizer que o Galdino é protegido. E ainda temos uma Orquestra Sinfônica estruturada com equipamentos novos, que dá orgulho aos paraenses. Não há dúvida que ainda tem muita coisa pra fazer pela cultura, mas não reconhecer o que foi feito é não querer enxergar. E dentre essses, com certeza, tem gente que se acha mais talentoso do que é. E, por isso mesmo, se acha no direito de espernear, o que é mais do que natural.
Com a nova governadora e, consequentemente, novo secretário, quem sabe, essa gente terá a sua vez. A conferir....

Anônimo disse...

Nesta escabrosa história da Funtelpa, em que, por uma inversão inexplicável, o governo paga fortuna para a TV Liberal usar e abusar dos equipamentos públicos no Estado, coisa que nem o capeta justifica, seria bom ler alguma consideração do deputado Vic Pires Franco. Pouco depois que as "mãos limpas" de Almir Gabriel terem assinado o indecoroso contrato com as ORM, o deputado, então rompido com a família Maiorana, entrou com processo contra o escândalo. Refeita a amizade e estreitados mais ainda os laços entre o deputado e os Maioranas, Vic retirou a queixa. Por que?

Anônimo disse...

A Orquestra srsrrs que piada. Ganha mal a beça. realmente este "anônimo" deve ser um dos amigos do rei. a crítica pela crítica quando tem fundamento não é crítica pela crítica, é fato. O mais engraçado é ele falar dos Cds srsrs Meu deus, Waldemar morreu pobre, e como ele muitos artistas estão à mingua enquanto o rei louco fazia e desfazia, de acordo com seu bel prazer. se tem algo que preste? LÓOOOOGICo que tem que ter, depois de tanta grana investida, seria até pidada não ter dado em nada. agora o secretário, pessoa tão culta e capacitada não soube nem construir espaços realmente para artistas. aquele teatro (o tal da famosa placa)tem camarins péssimos, o palco não serve nem para dança e nem para grandes espetáculos teatrais. O Theatro da Paz com sua restauração milionária não pensou nos artistas tb, tanto que o palco continua inclinado, o que prejudica os bailarinos, especialmente os clássicos. falar em TP, o secretário nem sabe pagar bem os seus músicos. Mas isso não é novidade. Até o povo chegou ao ponto de querer saber o que stava por trás das GRANDES OBRAS do rei louco. Posso dizer que não é o povo, definitivamente não é. Deve ser os artistas amigos dele, que descaradamente se apropiaram dos espaços e das oportunidades que tiveram com seu PC, talvez tb estejam os artistas conviados especiais, que ganharam horrores em cima da nossa grana, e nem quero pensar mais o que poderia estar por trás das GRANDES realizações de PC. falar nisso PC lembra PCC, lembra PC do B e lembra também.. ah, deixa pra lá. como diria Chaves: fiz tudo isso "sem querer querendo". E viva o rei que deixou seu nome gravado na nossa história!!! Obs: Tomara que seu Juvêncio publique este post....

Anônimo disse...

tem paulo realmente tem polêmica ou será que alguém já conheceu alguém tão hilário???? essa sim, foi uma crítica pela crítica srsrsrrsrss

Anônimo disse...

orquestra sinfônica com aparelhos novos e músicos miseráveis.... quem será este "anônimo", será que é o próprio legislando em causa própria???

Miguel Oliveira, diretor de O Estado do Tapajós disse...

Prezado Juca.
Acabo de constatar, com tristeza, que Lúcio Flávio Pinto prega no deserto.
O artigo de LFP sobre as perspectivas do futuro governo de Ana Júlia, cujo o texto O Estado do Tapajós disponibilizou na internet - suprindo uma lacuna do Jornal Pessoal - ou não foi lido com a devida atenção ou sua leitura provocou uma derivação de ignorância misturada a revanchismo político.
Poucos leitores de teu blog postaram comentários sobre o cerne da análise de LFP, isto é, o futuro do Pará sob o comando do PT. A maioria procurou introduzir na discussão nome de outros personagens, dando um quê de acerto de contas entre vencedores e vencidos.
Se depender do que pensa a maioria dos comentaristas do artigo do LFP, o pior está por vir. A inteligência foi parar na lata do lixo.
Réquiem aos arrivistas de plantão.

Miguel Oliveira
Jornalista, diretor de O Estado do Tapajós
Santarém-Pará.

Anônimo disse...

Querido Miguel,

se os leitores do Liberal e do Diário começarem a ler mais Lúcio Flávio com toda certeza passarão a ser menos lubridiados. Mas numa coisa eu concordo, leitor que alcance o nível de um Lúci Flávio não é tão fácil. Estão todos tão acostumados a ler porcarias que acabam ficando despreparados.

Um abraço,

Renata Lima.

Anônimo disse...

Juvencio,

Ninguem é louco de negar as qualidades profissionais e os servicos prestados ao jornalismo regional do LFP. Contudo, como dizer, sei lá, o cara a cada dia que passa fica mais chato e repetitivo. Cansa esta estoria que Ele sabe tudo e o resto, bem, devem se esforcar um pouco mais, que Ele é o bastiao da honestidade e o resto é o resto, que a formula pro Desenvolvimento Regional esta escondida no bolso da camisa dele e ninguem mais conhece ... Vem me a cabeca um poema do Fernando Pessoa (Poema em Linha Reta), onde será que anda a dúvida, a incerteza, o desconhecimento, a fraqueza e outros sentimentos tao humanos no nosso jornalista mor.
abracos
Ricardo

Anônimo disse...

O Ricardo não lê o que o Lúcio Flávio escreve. O último texto de LFP faz uma inflexão à dúvida e à incerteza, a la Fernando Pessoa.
Ou que será que Ricardo só lê 'orelha de livro' para arrotar tanta 'intelectualidade'?

Juvencio de Arruda disse...

Blz, Ricardo,ninguém discute os méritos do LFP.
Isso tb não quer dizer que ele seja o único proissional sério e competente do jornlismo paroara.
Quero dizer, apenas, que o considero o melhor.
Todavia não o situo acima do bem e do mal, embora essa não seja a questão.
Mas a sua pergunta "onde será que anda a dúvida, a incerteza, o desdconhecimento, a fraqueza e outros sentimentos tão humanos", é LFP quem responde, em quase todas as edições do JP nos últimos anos, ao confessar exatamente isso que voce pergunta.
Lúcio deve estar com o culhão abarrotado, cansadíssimo,humilhado por sentenças juduciais questionáveis, embargos de toda ordem à sua movimentação, física inclusive, tomando porrada de meliantes da PM disfarçados de leão de chácara,ameaçado...putz!
Repetitivo, cansativo..é, Ricardo,pode ser.
Não lhe tiro a razão.
Mas o que dizer da cansativa repetição de toda a sorte de patifarias e sacanagens contra as quais ele investe, com solitária e cansativa repetição?
Pelas escolhas que fez, Lúcio tem que levar tudo isso para o travesseiro, todos os dias de sua vida.
Pouca gente aguentaria.Eu não.
Voce?
Um abraço,e apareça sempre.

Anônimo disse...

É difícil agüentar a verdade dita pelo "solitário" Lúcio Flávio? Penso que deva ser realmente difícil engolir as verdades, sejam de onde vierem. O cara está cheio de processos e mesmo assim produz, escreve, denuncia, fala em alto e bom som para os que quiserem ouvir: exerce o Jornalismo com todas as letras. Não pecebo esta "capa de super-homem" que Juvêncio me parece querer colocar em Lúcio Flávio, como não me cansam as matérias do dono do JP. A cada número do jornal a gente se depara com muitas verdades, que às vezes estão na nossa frente e não enxergamos. Verdades estas não divulgadas nos outros jornais paraenses. Agora uma coisa é certa, se o Jornal pessoal tivesse um bom visual, falo de projeto gráfico mesmo, aí sim, ele seria imbatível, pois o conteúdo supera todo e qualquer jornal da terra. acho que o jornal precisa de mais matérias culturais - o resgate da memória paraense que é feito pelo JP me agrada e também a muitos, como vejo nas cartas enviadas ao jornal. Não desmereço bons profissionais que temos, mas estes profissionais rendem-se ao que o editor ou dono do veículo permite que seja publicado (ou mesmo tenha interesse que seja), o que acaba por apagar o brilho deste repórter. Lúcio, você é referência para estudantes, jornalistas e, acredito, cada vez mais para a população pois tem competência, coragem de enfrentar "leões de chácara" e, acima de tudo, é ético. Desde quando comecei a conhecer melhor sua história e a prestar mais atenção a cada número do seu "solitário" JP tive uma visão do meu Pará bem melhor do que há alguns anos. Se pudesse, te escolheria para colocar meu anel de formatura, como não posso, deixo aqui meu comentário e a minha admiração. Comprei seu livro e quero seu autógrafo nele.
Um abraço!!!
Joana Cláudia

Anônimo disse...

Como fui citado pela anônima das 08:03, caro Juca, sugiro que esta anônima fã de algemados entre no Google e clique Ronaldo Brasiliense. Verá algumas dezenas de páginas e, entre elas, a matéria que me deu o Prêmio Esso em 1998 - Bancos dão calote de R$ 10 bilhões - que os petistas exibiam no horário eleitoral na televisão já que era uma porrada no governo FHC. Talvez a visão da anônima das 08:03 fosse outra se eu tivesse aceitado o convite da hoje governadora eleita Ana Júlia para fazer um jornal para o PT.
Grande abraço do...
Ronaldo Brasiliense

Anônimo disse...

Aqui é o Ricardo. Poxa, parece até que chutei a Santa.
Anonimo(a) das 6 tu tens dupla razao. Primeiro, confesso!Sou leitor costumaz de "orelhas" de livros. Alias, elas já me salvarm de ler e falar cada besteira. Nao menospreze as pobrezinhas. Saiba que elas nao estao lá só prá marcarem as paginas dos livros que nao leio. Mais, pessoas mais inteligentes que "nosotros" ganham um boa grana (será?) para escreve-las e portanto devemos le-las com muito carinho.
Segundo, é verdade e me penitencio aqui de público, minhas leituras do LFP tem se restringido ao que é publicado on line e, claro, as orelhas de livro que ele escreve. Contudo, voces devem me perdoar, pois minha falta de leituras do LFP nao se deve a ausência de interesse ou vontade. Dia desses, por exemplo, num frio de lascar, fui no "kiosk" da esquina e pedi - com toda a educacao - uma guarasuco e o Jornal Pessoal. O Turco atraz do balcao nao entendeu a minha pergunta e eu, tao pouco, entendi a resposta. Resultado: voltei pra casa de maos fazias e geladas.

Juvencio, sei pelo que o Lucio tem passado e me solidarizo com ele. Mas - olha ai gente, atencao, nao estou chutando a Santinha, hein?! - voces nao acham que estas "broncas" todas nao afetam a objetividade e o estilo que ele escreve? Como separar o jornalista daquilo que ele noticia? Ele é a própria notícia. O estilo chato e o tom repetitivo sejam, talvez, fruto destes problemas todos.
Quantoa a visao que ele tem de Desenvolvimento Regional nao concordo com a maioria das coisas que ele diz. Ihhhh, pronto, outra bicuda na Santa. .
Bem, falei ta falado. É isso.
abracos
ricardo

Juvencio de Arruda disse...

Ahahaha...beleza, Ricardo.
Mas o fato de voce não concordar com as teses do LFP sobre desenvolvimento regional não é chutar a santa.
Abraços pelo bom humor...rs

Pedro disse...

Tinha que ser o jornalista Lúcio Flávio para trazer à memória coletiva o tema que não quer e não pode calar: o escândalo da Funtelpa.

Embora a questão esteja hoje tramitando na justiça, a governadora eleita não pode se omitir.