6.3.08

Caso Furtado: Novos Desdobramentos

No blog do Hiroshi Bogéa, as últimas notícias sobre o caso do promotor José Furtado, do MPE de Marabá, que disparou oito tiros na mulher num acidente doméstico.

Quando terminou seu depoimento no Ministério Público Estadual, em Belém, [ onde foi ouvida pelo Procurador geral de Justiça do Pará, Geraldo Rocha] confirmando todas as declarações prestadas à Polícia Civil, Maria Odinéia Rodrigues Farias falou ao telefone com a titular da Delegacia da Mulher de Marabá, Claudia Ely Seixas Oliveira, contando que não recuara um milímetro de sua decisão de descrever somente a verdade. Tão logo tomaram conhecimento da posição firme de Odinéia, militantes de movimentos femininos de Marabá trocaram figurinhas no sentido de homenageá-la na semana comemorativa ao Dia internacional da Mulher.

Contra-ataque

A Adepol (Associação dos Delegados de Polícia do Pará) está ajuizando uma série de ações Cível e Criminal contra José Furtado, em resposta a estratégia do promotor de processar os delegados de Marabá envolvidos na operação de busca e apreensão ocorrida na residência de Furtado.A Adepol garante que não deixará pedra sobre pedra.

Sem privilégios

Em Belém, a superintendente de Policia do Sudeste, Silvia Mara, durante reunião com o Delegado do Interior, Miguel Cunha, ouviu dele estímulo para não temer nenhum tipo de pressão nas investigações em curso. “A senhora jamais receberá um telefonema gerado de meu gabinete, no sentido de livrar a cara daqueles que ousam transgredir a lei. Pode ser promotor, juiz, delegado, prefeito, vereador... Faça o seu trabalho com dignidade”.

6 comentários:

Anônimo disse...

Juvêncio, eu não entendi até agora porque o procurador-geral de Justiça, que é quem tem poder para tal, ainda não afastou este ensadecido promotor. Tá esperando ele matar alguém?

Juvencio de Arruda disse...

Os poderes do Procurador Geral não são maiores que as regras que ele tem que cumprir.
E não se preocupe que o promotor vai ficar quietinho da silva.

CJK disse...

Parabéns a Policia Civil do Pará e ao Delegado-Geral Justiniano Alves Filho e ao delegado Miguel Cunha pela firmeza e isenção no inquérito.
Aproveito para comentar que os jornais insistem em chamar o delegado-geral de Justiniano NETO. Neto é o filho dele, um garotão bacana de 6 anos de idade, que só tem o defeito de ser (tal como pai e o avô) torcedor do Paysandú.
Aliás, o avô Justiniano recebeu uma homenagem tempos atrás deste time, por ser daqueles torcedores que compareciam até para assistir treino na Curuzú. O Justiniano filho resolveu ser policial, e o neto (filho de pai e mãe delegados de polícia) tem tempo ainda para escolher a profissão.

Anônimo disse...

Parabens delegado Miguel, as autoridades constituídas devem dar exemplo, não como está fazendo este membro ministerial, se fosse Policial, já estaria preso, mas como é da MP, pode esquecer.

Anônimo disse...

HÁ UM ERRO AÍ, O PROCURADOR GERAL NUNCA OUVIU ESSA MULHER, ELA NÂO VEIO À BELÉM
OUTRO: O PROCESSO CRIMINAL, ESSE SIM, JÁ CHEGOU EM BELÉM E NÃO ESTÁ COM A DELEGADA DE MARABÁ, INCLUSIVE JÁ ESTÁ SENDO DISTRIBUÍDO PARA O PROCURADOR(A) QUE SERÁ ESCOLHIDO PARA RELATAR
AS POSTAGENS ESTÃO EQUIVOCADAS

Juvencio de Arruda disse...

Huummm..."essa mulher"...rsrs
Estão equivocadas mesmo, é?
Então vá lá no Bogéa dizer prá ele tá, meu bem?