15.3.08

Weather Report

Um novo vendaval se aproxima da Ilha, quer dizer, da Assembléia Legislativa.
As primeiras informações recomendam prudência aos defensores do coleguismo, aos que atacam a imprensa, e aos que acham que somos todos imbecis.

21 comentários:

Anônimo disse...

Luluquefala:
DOIS PESOS E UMA MEDIDA.
Hoje, li a matéria da operação da Polícia Federal que colocou atrás das grades vários envolvidos com a compra de diplomas falsos em vários estados.
Aqui no Pará, a PF entrou, com ordem judicial, na casa de um jornalista, e encontrou o mesmo modelo de diploma falso usado pelo chefe da quadrilha.
O que me deixou fulo da vida, é que quando se trata de políticos ou agentes públicos, a exposição na mídia é total. Não interessa se o cabra é culpado ou não. Basta que seu nome esteja envolvido nas investigações, já vira manchete e foto na primeira página, com nome, sobrenome, e uma condenação antecipada.
Não estou defendendo ninguém, e muito menos bandido. Só quero, como cidadão, ter o direito de receber a mesma informação pra A pra B ou pra C.
A imprensa, que cobre sempre com muito estardalhaço essas operações da PF, nos deve o mesmo tratamento para esse jornalista, que acabamos ficando sem saber se é ele ou ela, mas que foi encontrado dentro de sua casa, uma prova do crime.
Com a palavra, o mestre Juvêncio.

Juvencio de Arruda disse...

Bom dia, Lulu.

É que a essa parada aí tem detalhes diferentes das peripécias perpetradas pelos ilhéus...rs
Segundo soube, o caso passa pelos limites da atividade jornalística , e não pela falsificação ou uso de diploma falso.
Minha fonte diz que o investigado, professor de uma facú, tem registro profissional sim.
E mais não posso adiantar, por enquanto.
Não fosse isso, se é que é verdade, concordaria com vc.
Abs

Anônimo disse...

Luluquefala:
Tá tudo muito bem, tá tudo muito bom, mas realmente...
Se esse jornalista fosse político, com certeza já teria virado notícia de primeira página com condenação e tudo.
Obrigado pela resposta.

Anônimo disse...

essa é pro deputado Joao Salame que pediu pra mandar denuncia da ALEPA ao seu gabinete.

Deputado, se o senhor fala a verdade mesmo, se está sendo sincero, não precisa receber nenhuma denuncia.

Aproveite e encampe as denuncias apresentadas pela sua colega Regina Barata, sobre o comprovado, iclusive com documentos, desvio de mais de 2 milhões de reais na gestão passada só em aquisição de fariha de tapioca, fora outros desvios, totalizando mais de 20 mlhões, que a Casa toda comenta. Dizem até que seria de mais de 30 milhões.

Agora, fale tambem, que essa apuração não pode ser conduzida pela Auditoria da ALEPA, pois por ironia do "destino" ou então por muita "coincidencia", este setor (Auditoria) é chefiado por quem?

Advinhou? Não? entao eu digo...

Pela filha do Mário Couto, ex-presidente da ALEPA!

O senhor não acha isso uma vergonha deputado?

Sendo assim, vamos aguardar para breve o deputado João Salame na tribuna da ALEPA, denunciando a vergonhosa, nociva e absurda corrupção ocorrida no parlamento estadual, na gestão passada.

Viva o deputado João Salame.

Anônimo disse...

Juve,

Esse poster tem 4 comentarios mas aparece 0

Cris Moreno disse...

Chiii...acho que o Flanar vai aparecer por aqui...rsrs

Juca, bom, querido.
Beijos.

Anônimo disse...

Luluquefala:
Eu sabia que os jornalistas que estão sempre aqui no Quinta, ficaria caladinhos sobre o meu comentário.
Mas se fosse um político, meu Deus do céu...

Flanar disse...

Atualize o sítio em seu navegador, anônimo das 9:28.
Abs

Juvencio de Arruda disse...

Bom dia, colega.

Flanar disse...

Bom dia, Professor. Presente!

Cris Moreno disse...

Eu não disse, Juca! rsrs

Boa tarde, já que faltou o "dia" acima.

Beijos.

Anônimo disse...

luluquefala, tem toda razão do mundo, imagine se fosse advogado, já estaria condenado, enforcado, humilhado, respondendo processo disciplinar, lógico pelo os donos da verdades, com a palavra os jornalistas

Juvencio de Arruda disse...

Com a palavra os jornalistas...rrs

Anônimo disse...

É verdade que a versão G-9 da ALEPA, vai passar para versão de G-11?

Juvencio de Arruda disse...

Nada obsta...rs

Anônimo disse...

Prezado Juvêncio,
Não iria me meter, mas posso afimar o seguinte: foi a própria Policia Federal que não quis (e não permitiu o acesso) ao nome do "coleguinha". Nosso repórter (aqui do natimorto jornal Amazônia) esteve por duas vezes na PF, na sexta-feira, 14, e não teve acesso ao nome. Claro que todos ficamos muito curiosos, mas não temos o nome. A indignação de Lulu deve ser dirigida à PF, que não quis falar. Achei estranho também, mas o que sabemos é que o coleguinha mora lá pelos lados da Cidade Velha e que é muito conhecido (a informação ao nosso repórter foi a de que "se lhe der mais um detalhezinho, o nome será 'matado').
Penso que Lulu tem contas a acertar com a PF. Será?
Dedé Mesquita

Juvencio de Arruda disse...

Tem alguns colegas na Radio Liberal AM que sabem quem é. Fui informado do seguinte: ele tem registro profissional provisório, daqueles obtidos na Justiça, e estava fazendo uma matéria para um jornal de fora sobre o caso, dáaí ter sido encontrada "uma mídia" em sua casa e seu nome ter sido encontrado no computador do falsário lá de Tangará da Serra, MT.
Foi a versão que ouvi, e, se verdadeira, justifica o silêncio da PF.
Minha fonte diz que amanhã ele vai se dirigir aos seus chefes na facú onde trabalha, e dar as devidas explicações.Certamente a partir daí as coisas emergirão.
A versão é curiosa, mas é a que ouvi.
Enquanto isso o Lulu se morde...rs
Bjs ao casal e ótimo almoço de domingo.

Anônimo disse...

Caro Juvêncio, não acredito nessa tão propalada campanha de corporativismo que alguns internautas ( ou um)tanto fal(a)m. Afinal, o jornalista apura e escreve, mas a notícia só sai se a direção do jornal quiser (executivos e donos). Acredito, embora não esteja a par de toda a história, que o anonimato tenha sido uma decisão da PF em função do trabalho de investigação. Mas, como a categoria tem inúmeros inimigos, devido à sua atividade social, haja neguinho - sobretudo político corrupto, ops isso é uma redundância - dizendo que está havendo protecionismo. Menos, lulu, menos! Ah sim, se o jornalista em questão é bandido, tem que sofrer os rigores da lei e ter seu nome bem divulgado. Outra: culpado ou não ele não é jornalista no sentido completo. É provisionado. Nunca passou no banco de uma faculdade e ainda dá aula. Credo! Temos duas universidades e mais três oferecendo o curso de comunicação/Jornalismo. P/q esse cidadão não se inscreveu no vestibular antes de sair dizendo por aí que é "jornalista"?... Ele dá aula de quê se não é jornalista? Deve ser oficina, né? Coisa bem técnica... Quanto livros já deve ter lido??? Que linha teórica defende em Comunicação? Não quero dizer com isso que se ele tivesse diploma seria totalmente isento de irregularidades, mas quem estuda de fato a função social (e a entende) pelo menos pensa bem antes de tomar qualquer atitude.

Anônimo disse...

Há blogs que tecem loas e troas a alguns deputados. Como a prática é o critério da verdade, vamos esperar que estes mesmos deputados ajam.

Marcelo disse...

Juvêncio,

a hipótese de se tratar de uma matériá e extremamente plausível, mas, se for, denota uma falta de noção do jornalista. Se não tenho diploma, apenas um registro provisório, não vou fazer uma matéria sobre diploma falso,pois se algo der errado, como deu, as aparências vão estar contra mim.
Será que é difícil essa mínima leitura de cenário?

abs

Marcelo Vieira

João Salame disse...

É difícil discutir nesse nível de ironia, mas obrigado pelo viva meu caro anônimo. Vou procurar a deputada Regina Barata pra saber porque ela, que é e foi oposição ao Mário Couto; é vice-líder de um governo que leva porrada do Mário Couto todo dia; tem maioria, junto com seus aliados, na Casa; porque ela não levou adiante as denúncias. Algo deve ter acontecido e aqui não vai nenhuma crítica à deputada. Mas prometo que vou dialogar com ela e retorno com informações ao blog.
Atenciosamente,

João Salame