27.2.07

A Cota do Crescimento

Fazenda, Casa Civil e Justiça: a cota Lula.
Uma das opiniões de Josias de souza, em seu blog.

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E logo em seguida, também no Josias, outro post sobre os números finais do PIB brasileiro em 2006: 2,7%. De novo levemente acima do Haiti, onde 80% da população está fora do mercado de trabalho. Parecido?
Tendências para o biênio? Na mesma. Talvez o Brasil ultrapasse o Paraguai em 2008, se crescer mais de 3%. O Haiti continua lá, fona.
Técnicamente, o Brasil empacou.

10 comentários:

oliver disse...

Esse Josias não se emenda. Comparar % de crescimento do PIB brasileiro com o do Haiti, que nem economia tem, é um insulto à inteligência do leitor. Vergonhoso é o Sr. Josias de Souza.

Juvencio de Arruda disse...

Oliver, vou pedir a dois economistas que escrevam sobre o assunto para osleitores do Quinta.
Ambos são preparados e muito ocupados, mas..
Estpou particularmente interessado na posível mudança no cálculo do PIB, que o Josias suspeita de "mandracaria".
Não entendi.
Mas umcresicmento previsto de 3%,este ano e o próximo, é um desastre.
Cabe lembrar também que nunca, ao que me lembre, um governo errou tanto nas previsões de crescimento da economia como este,
Tem havido diferenças de mais de 60% entre a previsão, no início do ano, e o números efetivamente verificados ao final do exercício.
Aguardemos as considerações dos doutores.Se eles toparem o convite e mandarem os artigos eu publico no final de semana.

oliver disse...

Muito bem vindos os economistas, principalmente, se representarem correntes diferentes do pensamento econômico. Quanto a mudanças na alteração do PIB concordo que devem ser vistas com muito cuidado. Mas, o que não dá pra tolerar é a batida gasta dessa tecla oposicionista emburrecedora: "a economia brasileira cresceu 2% neste ano, menos que a do Haiti, a do Paraguai e a de caxiriri-açu", desconsiderando o óbvio macroeconômico. É por isso, compadre, que definitivamente não dá pra manter a elegância com esse tipo de raciocínio do Josias de Souza e de outros assemelhados. Acho que existem questões sérias a serem consideradas sobre a economia brasileira e estão para além desse tipo de argumento.

Juvencio de Arruda disse...

Na moscosa, compadre.
Já pedi os telefones dos professores Claudio Puty e Mário Ribeiro, algo diferentes....eheh.

francisco rocha junior disse...

Juvêncio, será realmente muito bem vinda essa contribuição dos professores Mário Ribeiro e Cláudio Puty sobre o assunto do post, se vier a se concretizar.
Mas se não ocorrer, pelo menos não poderemos cobrar de ti, já que depende de terceiros. Agora, o post sobre o Gramsci...

Juvencio de Arruda disse...

Rapaz, essa dívida vem do Natal.É Restos a Pagar...rs.
Vou atrás de quitá-la.

francisco rocha junior disse...

Se não conseguir cumpri-lo até a viagem a Cuba, fico satisfeito com uma caixa de Cohiba e uma garrafa de Habana Club em seu lugar. Só não dá pra dividir com o pessoal do Círio que passa por aqui...
Abraços.

Anônimo disse...

oi Juvencio,
O Josias é um caso perdido de jornalismo "tucanizado", como diz o Mino Carta. Nao perco mais meu tempo com ele. Contudo, a tua proposta aos Doutores em Economia acho interessante. Fico aqui na expectativa. Como sugestao, pediria que os "articulistas" verificassem, também, como cresceu nos últimos 4 ou 8 anos a renda dos 20% mais pobres da populacao Brasileira. Será que o crescimento foi igual ao da Economia como um todo?
abracos, ricardo

Juvencio de Arruda disse...

Olá, Alemão.
Pensei até em pedir só prá voce escrever sobre isso, mas me lembrei de suas malas...rs.
E sua observação,muito interessante, pode ser acrescida de igual investigação no substrato superior da renda - os lucros dos mais ricos - comparar as magnitudes, e avaliar s saúde do modelo.
A propósito, como andam a taxas de concentração de renda no Brasil?
Defendo a ampliação de várias políticas de compensação, como o Bolsa Família,uma enorme conquista social e um resgate histórico que Lula está garantindo aos pobres.
Mas não podemos ter esse programa como a maior bandeira de um governo, ou relativizações neste formidável e encantador "campo como um todo da Economia", apenas.
Expectador humilde na matéria, aguardo a discussão.
Todavia entendo que andamos em casas decimais,faz tempo.
Tempo demais.
Prepare-se para as férias.Não sei há quanto tempo não anda por aqui,mas voce vai ver as cenas da península indonésica, vinte anos depois.
Talvez piores.
Mas chegue logo...eheh
Abs

Anônimo disse...

Oh Juvencio,
As malas já estao quase prontas. Já estou contando as horas, nao mais os dias. Antes de "passar" mais uma camiseta pra colocar na mala, tenho um tempinho pra lembrar que a desigualdade de renda (o estoque de riqueza continua brutalmente desigual) caiu. Isto quer dizer que se os mais ricos ganharam tanto assim, nao foi suficiente pra reverter a tendencia de queda da concentacao da renda. Nota: estes dados, baseados no PNAD, sao contestados, mas como nao houve mudancas na metodologia do PNAD é de se esperar que pelo menos a tendencia de queda esteja correta. Sobre o Bolsa Familia depois conversamos... abs. ricardo