11.3.08

Adamor: Armação Fedorenta

Do deputado Adamor Aires, do PR (G-8), a propósito do post O Fato, Sem Fita.

Até que enfim uma alma se "alevanta" para assombrar a mentira, o engodo e a armação fedorenta que foram publicadas na imprensa, tudo com interesses, como dizem os colegas Petistas, nada Republicanos.Não tenho Procuração para falar pelo Deputado Luís Cunha. Falo por mim e assumo o que digo: " NÃO EXISTE E NUNCA EXISTIU NENHUM PEDIDO MEU PARA O DEPUTADO LUIS CUNHA FORJAR UM DOCUMENTO COM DATA RETROATIVA PARA JUSTIFICAR,DENTRO DO PRAZO LEGAL,DESFILIAÇÃO PARTIDARIA DO VEREADOR NILSON PAULINO,DE VISEU", conforme "tese" levantada por setores da imprensa escrita.
Ora bem. O objeto da discussão contido nos autos do TRE, é o justo motivo,ou melhor, a JUSTA CAUSA que teria levado o Vereador de Viseu a se desfiliar do PDT. Nada sobre data RETROATIVA de filiação partidária, prazo legal ou coisa que o valha.
Como se vê, Caro Juvêncio, a acusação caluniosa, só por isso, já cai por terra, se esfarela, não sobrevive, porque distorce os fatos, engana quem não conhece a matéria, e acaba criando uma " cortina de fumaça" para atingir outros interesses. Não há como negar este fato.
De outra banda, houve sim justa causa para a saída do PDT do Vereador Nilson Paulino, atual Presidente da Câmara Municipal de Viseu. Este Cidadão foi perseguido durante todo o ano de 2007,por um grupo de Vereadores de oposição ao Prefeito de Viseu, Sr. Alfredo Amim,que é do PMDB, dentre os quais o Vereador Paulo Barros,também do PDT, cujo Partido preside no Município.
Estes Vereadores de oposição chegaram a invadir a Câmara Municipal daquele Município, durante uma madrugada do ano pretérito, para confeccionarem Ata fictícia e fraudulenta de suposta Reunião, tudo na tentativa açodada de afastar o Prefeito local, fatos esses não avalisados por Nilson Paulino, o que provocava a ira de alguns de seus pares.
Tudo consta em Boletim de Ocorrência(BO) na Delegacia de Polícia daquela Cidade, confirmado pelo Comandante da PM local e plenamente provado nos autos do TRE. Criaram CPI, Comissão Processante e chegaram a afastar do Cargo o Prefeito de Viseu,por 02 vezes no ano de 2007,sendo que este sempre retornava às suas funções por força de decisão Judicial local.
A verdade é que sofrendo a perseguição política por todos conhecida e sabida, o Vereador Nilson Paulino, que agora foi absolvido pelo Egrégio TRE, procurou este Parlamentar, em agosto de 2007, para relatar que sofria perseguição de alguns Vereadores, principalmente do Vereador Paulo Barros, Presidente e seu colega do PDT, situação que motivou-me a sugerir ao nobre Deputado Luis Cunha, Vice Presidente Regional do PDT,que recebesse aquele Vereador e ouvisse os seus lamentos, já que o caso pertencia ao PDT e não ao meu Partido que é o PR.
Esta ,Juca, é a única verdade, a minha única participação nesse episódio inflado de sensacionalismo e de contorno revoltante, e o meu libelo, a minha defesa é o próprio pronunciamento do Deputado Luis Cunha, proferido da Tribuna da Assembléia Legislativa, onde este afirma, categoricamente, QUE NUNCA LHE PEDI PARA PRATICAR QUALQUER IRREGULARIDADE.
Como sabe, sou um Deputado novato na Casa, não tenho e nunca tive intimidade com o Deputado Luis Cunha a ponto de constrangê-lo a praticar um ato indigno. Seria um abuso e uma "absurdez" como diria o meu amigo e Professor Zeno Veloso.
No entanto, tenho pelo Deputado Luis Cunha um profundo respeito. Pela sua trajetória Política,com 05 mandatos servindo ao Povo do Pará, a acusação levantada contra si, deve ser considerada como piada de mal gosto.
Não conheço e não ouvi a suposta gravação da fita. Se existente, dela não participo. Portanto, nada a comentar.De outra banda, por não ter tido, a suposta gravação, Autorização Judicial ou consentimento de um dos interlocutores, é peça ilegal, imprestável, portanto.
Minha honra foi enxovalhada, Juca.Não tenho jornal, televisão ou rádio para defender-me. Mas tenho a Tribuna do Povo, a minha humilde pena e a minha inabalável coragem para enfrentar a mentira, o engodo e a armação fedorenta.
Quanto ao fato sem fita,vá fundo.E traga à baila, com sua perspicácia costumaz, os seus fundamentos.

6 comentários:

Anônimo disse...

Caro Juvencio,

Sempre acho que todos nós devemos defender e lutar pela liberdade de imprensa, mas creio que não se pode confundir "liberdade" com "libertinagem".

A imprensa é considerada o quarto poder, e sua atuação livre e soberana é imprescidível numa democracia. Suas reportagens devem levar a população informação para que fiquemos sabendo do se passa em nosso país e no mundo.

Porém, essa mesma imprensa tem o dever e este deve ser sua meta, de informar a verdade, apenas e tão somente a verdade. O sensacionalismo e a ausencia de ética profissional devem ser coibidas em todas as esferas de atividade, entre essas a imprensa.

A acusação, o achincalhe, a calunia, andam próximo à liberdade de imprensa. Todo cuidado deve ser pouco ao noticiar um fato onde exista acusação a alguem, eis que o conceito de uma pessoa que foi injustamente caluniada pela imprensa, torna-se, perante a sociedade igual a um vaso de cristal, após quebrado, ainda que depois sejam colados os cacos, nunca mais será o mesmo.

Deputado Adamor, se o senhor é inocente, como espero e creio que o seja, fique tranquilo, pois a verdade sempre brota.

Abraço
Arthur Carepa

Juvencio de Arruda disse...

Oi,Arthur.
Aqui a tribuna é livre, para fatos e versões, que neste episódio caminham juntos.
Vou aguardar a perícia da fita e as investigações do MPE.
Um abraço prá vc, Arthur.

Anônimo disse...

Obrigado pelo conforto, caro Arthur.

Repito: Não tenho nada a ver com aquelas estapafúrdias acusações, conforme esclarecimentos já prestados, inclusive,da Tribuna da ALEPA.
Tentaram me acertar, de raspão, num assunto que envolve outros interesses políticos, não de todo revelados.
A verdade começa a tronejar, neste caso.
Cordialmente

Deputado ADAMOR AIRES
Líder do PR

Anônimo disse...

Se o deputado pediu ou não para o seu colega cometer esta irregularidade vai ser difícil provar, pois é o tipo da prova difícil.
Pode ter até acontecido, porém sustentar isto vai uma grande diferença.

João Salame disse...

Os argumentos do Adamor são sólidos. Sobretudo o que trata da peça de acusação contra o vereador Nilson Paulino, que não aborda em nenhum momento o problema da suposta assinatura forjada com data retroativa. Há muito mais coisa entre o céu e a terra neste imbróglio. Creio que, mais cedo ou mais tarde a verdade virá à tona.

João Salame

Anônimo disse...

Meio mundo já sabe, Juvêncio, que esse caso é mais um jogo rasteiro, uma vingança política da barbalhada contra o digno Parlamentar Luis Cunha. Tudo por causa do Vereador Elias Barreto, de ananindeua, que abandonou a humilhação imposta pelo Helderzinho, o desesperado, e agora apóia o Pioneiro, o futuro Prefeito daquele Município.