20.6.09

Líder Aderiu à Recomendação do MPF

O blog errou.
Alertado pelo comentarista José de Alencar, o Supermercado Líder aderiu sim, à recomendação do MPF na questão da carne ilegal.
Obrigado, Alencar.

7 comentários:

Val-André Mutran disse...

Sem paixões mestre. A "carne ilegal" que o MPF e veículos de comunicação social apelidam. Náo é ilegal.
Ponto 2:
Sem exceção, e faça a checagem do que eswcrevo agora. As fazendas já tinham um compromisso de "desmatamento zero".
Concluindo: as duas únicas propriedades na área em questão sem problemas são do Giovanni.
Longe do proselitismo político. Há pelo menos 10 anos -- e sou testemunha disso -- o nominado parlamentar alertou: "Em nossa atividade temos que ser os primeiros a dar o bom exemplo. Não precisamos mais desmatar nada, desde que o Governo Federal faça a sua parte".
-- Mestre. Penso que não seja necessário dizer o que é: o Governo fazer a sua parte.
Dito isto. Há um documento interno, porém, registrado em Cartório, de que todos os associados à Faepa busquem as informações necessárias para a adequação dentro dos ditames da Lei.
Lei Trabalhista, Ambiental e Tributária.
O meu celular é 61+81955525, para qualquer esclarecimento aos seus privilegiados leitores.
Aproveitando sua paciência, peço a aquiescência para repor a verdade do Caso Pagrisa:
Esta empresa está provando judicialmente que é uma empresa séria e que foi vítima de uma armação.
Sei que você e seu leitores têm todo o direito de demonizá-la (PAGRISA). No entanto, é de bom alviltre aguardar a decisão final da última instância das autoridades constituídas.
Para encerrar, e se você se interessar pelo assunto. Posso te enviar o TAC a ser firmado entre as empresas enquadradas no que virou manchete: Carne produzida como resultado de desmatamento é enquadrada pelo MPF. E o próprio MPF.
Faço isso de iniciativa própria para contribuir com os esclarecimentos necessários aos seus leitores.
Forte abraço mestre.

Juvencio de Arruda disse...

Caríssimo, obrigado pelas inormações aos leitores do Quinta.
Vamos aguardar os desdobramentos da questão.
Programe um café para o dia 3 de julho, se couber em sua agenda,e de d. Lucia, claro.
Forte abs mestre!

Val-André Mutran disse...

Já mudei a agenda. Miss Lúcia igualmente.
Passe o fio para ir buscá-lo.
Miss Marise virá a cotê?
Desta vez farei a foto para o Flanar.
Aquele abraço.

Juvencio de Arruda disse...

Sim, mestre, vamos os dois.
Passarei o fio, com certeza.
Abs aos dois.

Anônimo disse...

O mundo todo está errado, daí as notícias sempre extremamente negativas envolvendo o setor agropecuário paraense, tais: trabalho escravo, desmatamento, grilagem de terra, assassinatos de trabalhadores, etc, etc, etc.


Claro, notícias sempre muito "injustas" com o "nosso" setor agropecuário.

Quando se diz governo fazer a sua parte deve ser: Incra desmatar, Polícia Matar (como em Eldorado dos Carajás).

Quando o "poder público" faz sua parte, como o faz o Ministério Público Federal, a sociedade vê a esperança renascer.

Evidente, a intervenção do MPF não é a intervenção que a Kátia Abreu e o Mário Couto desejam. Na deles seria legal matar, desmatar, escravizar.

Anônimo disse...

não tem trabalho escravo nem ilegal? então como alegam que afetará 400 mil empregos qdo as estatisticas da RAIS/IBGE só aparecem 21 mil em atividades pecuárias? estudos de ocupação de solo no sudeste paraense na economia da UFPA demonstram correlação de 90% entre desmatamento primário e pecuária...
o MPF está correto, nós consumidores é que podemos fazer a diferença! não comprem os supermercados, não compremos nós!
Ana
pesquisadora UFPA

Anônimo disse...

O mais estranho nessa hitória toda é que são muitooooooo legais, mas nã conseguem provar. Façam-me o favor senhor Wal André e outros anônimos, fazendeiros legais no Pará? kkkkkkkkkkkkkkk