22.6.09

Sétimo Dia

Completa uma semana hoje a imobilização total da edição online do Púbico.

11 comentários:

Anônimo disse...

Atraso no pagamento do governo, único aunciante. O jornal vai acabar.

Juvencio de Arruda disse...

Por esta razão não acabará...eheh

Anônimo disse...

Poderia vir para o pebinha, aqui capital mundial dos jornais a grana é solta!!!
O pagamento minimo para cada semanário é em torno de 30 paus mês.
Todos os donos de jornais estão ricos e seus prédio santuosos, tudo a custa do meu, do seu e do nosso rico dinheirinho.

Juvencio de Arruda disse...

Quanto pagam aos blogs?...rs

Anônimo disse...

O pagamentos dos PIs autorizados pelo governo estão mesmo atrasados. as agências não esperavam isso. Muito menos os veículos. De melhor cliente de publicidade, dono da maior verba publicitária do Pará, portando o maior anunciante, o Estado passou a ser o cliente que mais deve às agêcias de propaganda e aos veículos.

Anônimo disse...

LENTE- The New York Times

A ascensão do jornalismo "faça você mesmo"
Dizem que a história é escrita pelos vencedores. Mas o que acontece quando os perdedores contam com um sistema próprio de publicação? Contrariar o poder está bem mais fácil com o uso das novas mídias, e isso tem abalado os alicerces da mídia tradicional.
Depois de o presidente Mahmoud Ahmadinejad ter ironizado os que protestavam contra os resultados das eleições no Irã, comparando-os a torcedores de futebol descontentes com "poeira", um manifestante respondeu com a seguinte mensagem no Twitter: "Ahmadinejad nós chamou de poeira; nós lhe mostramos uma tempestade de areia".
Enquanto repórteres da grande imprensa eram forçados a deixar o país, a história foi sendo deixada a cargo de iranianos com coragem suficiente para fazer vídeos e fotos com seus celulares, postar notícias no Twitter e escrever blogs sobre os protestos. Com o Estado no controle da TV e dos jornais, os iranianos recorreram ao Facebook e às mensagens de texto para se informar sobre os protestos. Quando essas vias também foram fechadas, o Twitter foi o que lhes restou.
Mas essas mídias não tradicionais têm seu lado negativo, que inclui a dificuldade de verificação dos dados e as ameaças à segurança pessoal de quem as faz. São grandes os riscos corridos por jornalistas independentes e cidadãos desprovidos do apoio de uma organização influente, e duas americanas do canal Current TV aprenderam isso da maneira mais dura ao serem detidas na fronteira da Coreia do Norte e, no início de junho, sentenciadas a 12 anos de trabalhos forçados.
"Em qualquer organização noticiosa principiante, há uma visão de que é preciso ser mais ousado do que outros veículos, para conseguir chamar atenção ao que você divulga", disse ao "New York Times" o jornalista freelancer Kevin Sites. "Isso traz um risco real."
Robert Mahoney, vice-diretor do Comitê para a Proteção dos Jornalistas, disse que as grandes organizações noticiosas "têm recursos com os quais podem contar para ajudar" jornalistas. "Seu acesso a rádio, TV e internet é algo que não pode ser subestimado." Quando o repórter Alan Johnston, da BBC, foi seqüestrado em Gaza, em 2007, a emissora organizou manifestações e petições e convenceu outras redes a cobrir o tema, para fazer pressão por sua soltura. Ele foi libertado depois de quatro meses em cativeiro.
A mídia não tradicional assume outros tipos de riscos para atrair atenção. Como escreveu Damon Darlin no "New York Times", quando os blogs "TechCrunch" e "Gawker" postaram rumores de que a Apple estaria interessada em comprar o Twitter, atraíram muitos leitores e centenas de comentários. O rumor não demorou a ser exposto como falso.
"Nunca quero perder o caráter inovador e experimental dos blogs", disse Michael Arrington, fundador do "TechCrunch" e autor do post no Twitter.
Os blogs não podem competir com os recursos de que dispõem os veículos de imprensa, de modo que é grande a tentação de arriscar-se divulgando informações interessantes, porém não confirmadas. "A precisão custa caro", disse Arrington. "[Mas] ser o primeiro a divulgar a notícia custa pouco."

Juvencio de Arruda disse...

Convide o cidadão que subscreve o artigo acima pra passar um mês estudando a trajetória da mídia em Nova Déli e a realidade regional.
Veremos o que escreverá depois.

André Costa disse...

O problema é que o público ainda não se definiu: se é um tablóide puramente noticioso, ou se é uma revista masculina.

Anônimo disse...

Juvêncio, a propósito vc sabe informar quanto ao transparência Pará, quando volta. Acho que depois de 1 ano em manutenção ele voltará em forma. Ou dispensem a empresa responsável pelo serviço, não é mesmo? Será que a AGE está fiscalizando ou auditando bem o serviço dessa empresa? Coitada na Auditora-Chefe, coitada!

Anônimo disse...

O Público on line já tá atualizado, e voltou melhor que antes, os cadernos tabloides estão com uma visualização fantástica. Eram só problemas técnicos. ôoo boquinhas malditas.....

Anônimo disse...

Este jornal é simples direto e de fácil leitura.Não passo o meu dia inteiro lendo ele.E acredito que ele está incomodando por ser totalmente imparcial.