18.6.09

Parabéns Pra Voce

A Justiça em Marabá aceitou denúncia contra a publicidade, feita ano passado por ocasião dos aniversários dos deputados João Salame (PPS) e Bernadete Ten Caten (PT), considerando-as propaganda eleitoral fora de época.
As defesas dos parlamentares avaliam que os casos são "galhos fracos".

8 comentários:

Anônimo disse...

"Galhos fracos". O assinte denota bem em que pé está nossa justiça e principalmente nossos parlamentares, que contratam esses "especialistas" em defender o que é imoral.

Correto mesmo seria suspender os direitos políticos dos dois e de qualquer outro que se valha do cargo para tirar proveito.

Anônimo disse...

retificando...

ACINTE.

Anônimo disse...

Faz algum tempo, li em um jornal de fora de Marabá sobre essa ação da justiça contra os dois parlamentares.

Esse tipo de notícia não é divulgado em nenhum meio de comunicação da cidade de Marabá. Sabia?

É imprensa de Marabá mostrando a que veio.

Anônimo disse...

aceitou somente agora, do ano passado, será que juíz(a) que aceitou?

www.ribamarribeirojunior.blogspot.com disse...

PSOL foi o autor da denúcia diga -se de passagem , pra se fazer justiça!!!!

Juvencio de Arruda disse...

Sim, Ribamar, obrigado pela complementação.

Anônimo disse...

"galho fraco"... tanta impunidade no Brasil... quando isso vai mudar?!

'Taca pedra na Geni, ela é boa pra apanhar, ela é boa de cuspir..."

João Salame disse...

O Opinião publicou a sentença equivocada da juíza Maria Aldecy contra mim, que me tornou inelegível por 3 anos. Um absurdo provocado realmente pelo PSol. Por causa de 10 peças de out-door onde convidava, em fevereiro de 2008, as pessoas para meu aniversário. Não havia nenhum slogan político. A Justiça determinou sua retirada e o fiz imediatamente. Em todo o País no máximo esse tipo de propaganda gera multas. Na maioria dos Estados nem isso. A Dra. Maria Aldecy, irmã de fé do prefeito Maurino Magalhães, entendeu que os 10 out-doors de fevereiro influenciaram na minha votação para prefeito em outubro de 2008. Uma eleição, inclusive, na qual fui derrotado. Ela afrontou inclusive o princípio da potencialidade, consagrado na jurisprudência nacional. Agora, ela, nos extertores do seu mandato na Justiça Eleitoral (graças a Deus ela sai neste domingo), sem ouvir todas as partes envolvidas, sem esperar as alegações finais, deu outra sentença ilegal, desta vez contra mim, o ex-prefeito Tião Miranda e o meu vice Pedro Correia. Nos condenando a pagar 100 mil UFIRs e de novo nos tornando inelegível por 3 anos. O motivo? Pelo fato do ex-prefeito Tião Miranda ter aparecido no meu programa de televisão. Detalhe: na época da campanha ela deu liminar tirando o Tião do meu programa. O T.R.E. revogou a liminar dela através de uma Cautelar. Agora, no julgamento do mérito, 8 meses após as eleições, ela cassou o registro da minha candidatura e me tornou inelegível. Outro detalhe: em ambos os casos o Ministério Público nos deu razão e pediu o arquivamente dos dois processos. Fez o mesmo contra a Bernadete, por causa dos out-doors. Engraçado que nenhuma ação, até mais grave, prosperou contra o Maurino.
Não tenho o que temer no âmbito da Justiça, seja ela eleitoral ou não. E confio que, nestes dois casos, a Justiça será feita. A exemplo de tantas decisões equivocadas dessa juíza já reformadas pelo T.R.E. e pelo T.J.E.

Forte abraço

João Salame