4.6.09

Lista Suja

Matéria de Daniela Lima e Renata Camargo para o Congresso em Foco faz um balanço do prontuário dos parlamentares brasileiros no STF, a casa da impunidade na política.
São 158 nacionais que respondem a um vade mecum do crime, que vai da corrupção ao estupro.
Curiosamente, a matéria de capa do caderno Poder, do IVCezal que está sendo distribuído de graça pela cidade, traz a relação das crianças paroaras.
O international Barbalho à frente - é o terceiro de todo o Brasil - seguido de perto pelo federal santareno Lira Maia (DEM).

5 comentários:

Alessandra disse...

Mas que coisa! Ofertando gratuitamente. Quando a esmola é muita..rs. Enfim, enquanto aí se distribui, nas terras da Rainha, o Telegraph vendeu mais e mais com a publicação dos escândalos dos parlamentares britânicos:
http://www.guardian.co.uk/media/2009/jun/04/telegraph-mps-expenses-million-sales

bjs

Anônimo disse...

quem esta bancando essa distribuição gratuita?

Anônimo disse...

Mas se forem ao terminal rodoviário, todos, todos os taxistas recebem exemplares desse jornal diariamente - um para eles e outro para os clientes. Sim, e nas vans e demais meios de transporte que circulam em Icoaraci também não reclamam falta de papel para forrar gaiola de passarinho...

Anônimo disse...

O que lá é uma amostra da população brasileira.

Infelizmente é a verdade.

Val-André Mutran disse...

Lista limpa:

Giovanni Queiroz (PDT-PA)

O parlamentar, que responde por crime contra a honra, injúria e difamação, alega que o processo é decorrente de uma discussão com uma juíza em seu estado. Naquela ocasião, Giovanni teria acusado a juíza de tomar partido e prestigiar seu adversário político.

Da Assessoria de Comunicação do Gabinete do Parlamentar:

A juíza também está sendo processada. O Congresso em Foco não registrou a informação porque o jornalismo que faz é de mão única: o de avacalhar os políticos brasileiros.

Grande (des)serviço.

Em suposto: A juíza perdendo a ação será brindada com uma aposentadoria integral.

Tramita no Congresso e o CNJ começa a se antecipar, à punição exemplar de magistrados despreparados para o cargo.