4.6.09

Maioria e Minoria

Do PDT, o blog recebe a nota oficial abaixo.

A respeito de notas publicadas em alguns jornais e blog’s do Pará, a Executiva do Partido Democrático Trabalhista (PDT), vem a público esclarecer os seguintes pontos:

1. A posição do partido expressa através das inserções institucionais da legenda no horário eleitoral gratuito decorrem de posição política da maioria dos membros da Executiva Estadual do PDT.

2. Não se trata, portanto, de defender os interesses de uma classe e sim, a defesa intransigente de todo o povo paraense.

3. O PDT, fiel ao seu programa partidário, não será omisso frente aos diversos problemas sofridos pelo povo do Pará.

Atenciosamente,
Deputado Federal Giovanni Queiroz
Presidente Estadual do PDT/PA

21 comentários:

Anônimo disse...

O PDT não pode se ajoelhar diante de um desgoverno dessa marca.

Juvencio de Arruda disse...

O PDT faz melhor.
Ajoelha-se a organização de Duciomar Costa.
Só a "maioria", é claro.

Franssinete Florenzano disse...

Só duas pessoas participaram da gravação e sabiam com antecedência o que o deputado Giovanni Queiroz iria dizer: Luciano Guedes e Val André Mutran, seu assessor de imprensa.

Val-André Mutran disse...

Gosto desse blog pela polarização aos extremos: isso é sensacional.
Polarização aos extremos não trata-se aqui, de concordar ou não com o editor -- diga-se -- um craque da polemização, ou com a opinião de seus leitores -- a razão do fazer o blog. Esse ou aqueles que se propõe informação desassombrada.
Não se enganem: o preço disso é alto.
Os custos para os editores solitários de blog´s sem patrocínio é assustador aqui e alhures...
A opinião de quem escreve está sujeita a todo tipo de incompreenções, --e, aí, na minha modesta opinião reside a "força" dos blog´s arrasando a lentidão das médias (plural de mídias) conhecidas.
Polarização ao extremo é o fazer política nos ambientes adversos num país de muitas manipulações e interesses localizados.
Controversos de um lado e outro do balcão. Até mesmo porque, o fazer polítca é negociar apoios e espaços.
Há, e sempre terá, num lado e outro do balcão os incomodados, visto que os acordos são fechados em consensos baseados numa menor perda aos interlocutores.
Uns mais éticos, outros nem tantos. Nenhum bobinho ao ponto de não saber os custos eleitorais de cada decisão.
Porém, contudo... E entretanto, cabe ao eleitor o veredito.
Fico por aqui.
Aquele abraço mestre e aos seus sensacionais leitores.
Val (BSB, 23:25 - Tá um frio insano aqui)

Val-André Mutran disse...

Mestre, eu tenho uma proposta revolucionária.
Vamos fechar as fazendas, as indústrias -- Vale do Rio Doce em primeiro lugar --, as serrarias.
-- Vamos fechar tudo que seja relacionado ao andar de baixo e de cima da terra paraense.
-- Vamos começar do zero!
Vamos vender os nossos bens. Vamos ficar nús.
Se mesmo assim ainda devermos alguma coisa. Vamos pedir um passaporte para alguem que conheçe algum cacique original.
Vamos pedir ao Cacique, penhoradamente, que nos aceite em sua Aldeia.
Vamos, apreder a pescar.
Vamos nos conformar que não precisamos de internet, carros, relógios e perfumes caros.
A comunicação será após as atividades da busca pelo alimento, como Cacique que nos acolher.
Vamos aprender a pescar com o Jatene.
Ih! Com ele não. Assim o Cacique original não nos acaitará.
Vamos aprender a caçar tatú.
Correr atrás de paca. Matar arara e tirar as penas para fazer nossos cocares.
Mestre, vamos nos esforçar para andar a pé e perder pêso.
Vamos tomar banho de chuva.
Vamos tomar banho de rio. Desviando o bilau do puraquê.
Vamos apreder a não tomar banho.
Vamos, quem sabe, ser felizes!!!
Vamos começar do Zero?!

Prof. Alan disse...

Val André, não adianta pedir ajuda aos nosso índios, para recomeçar. Eles já aprendenream muito do nosso viver, negociando com garimpeiros, com a Vale e madeireiros...

Quanto ao frio em BSB, você não viu o que fez de terça para quarta...

Anônimo disse...

"3. O PDT, fiel ao seu programa partidário, não será omisso frente aos diversos problemas sofridos pelo povo do Pará.".

Não sabia que os dilapidadores madeireiros, que ainda executam trabalho escravo neste Estado e arrasam tudo como Átila, representam os problemas sofridos pelo povo do Pará".

Dá uma peninha deles, tadinhos.

Val-André Mutran disse...

Eu tenho pena de tantas coisas anônimo das 8:35 que 30 segundos, convenhamos, é muito pouco para falar.

Juvencio de Arruda disse...

O Quinta não permite comentários de blogs anônimos, Faxada, embora esteja de acordo, na íntegra, com seu comentário.

Anônimo disse...

Não, seu Mutran, vamos eliminar de vez todos os excluídos que vagueiam pelas estradas do Pará, vamos beneficiar os espertalhões que transformaram áreas de aforamento - concessões para esses espertalhões explorarem a castanha que existia nessas áreas - em fazendas de "propriedade privada", vamos acabar de uma vez por todas com esses índios "vagabundos" que têm o desplante de lutar pelo direito de permanecer em terras onde sempre viveram, vamos finaniar os "propulsores do desenvolvimento" que derrubam ilegalmente a floresta, esses "progressistas" que utilizam mão de obra escrava para implantar seus latifúndios, vamos liberar a exploração insana de nosso subsolo pela Vale e outras mineradoras, sem ficarmos absurdamente achando que eles têm que pagar algo por isso,e assim continuamos no 1000 em que voces vivem. Principalmente, vamos continuar usando raciiocínios calhordas para justificar o capitalismo selvagem defendido por voces, que talvez possamos manter a opinião pública abobalhada. Que viva o separatista, médido, fazendeiro, político e prócer do PDT do Pará, o notório Giovanni Queiroz!

Juvencio de Arruda disse...

Depois de negado seu comentario, Faxada, vc volta a reposta-lo, pela terceira vez, como anônimo,só que com uma diferença em relação ao primeiro : a frase onde vc se estabaca na generalização a aplica a pecha de meliantes EM TODOS os membros da classe política.
Não insista mais.

Anônimo disse...

O quem tem a ver essa proposta REVOLUCIONÁRIA com o descaramento dos políticos? Então devemos acreditar que de fato precisamos dos políticos para viver?

Eu hein! Cada uma que aparece.

André Costa disse...

Juvêncio, o que estou postando são falas do cotidiano de todos. Os políticos sabem disso. Não creio que algum político venha se ofender se acaso vou chamado assim. Eles não se ofendem com nada disso, senão já teriam largado o "osso" e ido para suas casas, criar galinhas, cuidar de hortas, de jardins, dos netinhos... com certeza eles não estariam onde estão.

Não creio ter havido ofensa da minha parte, não usei nenhuma palavra de baixo calão, já que palavras muito mais baixas são proferidas nas Casas do Povo pelos nossos honrados políticos. Até mesmo nos altos tribunais desse país as verdadeiras palavras de baixo calão são pronunciadas.

Não entendo o seu bloqueio quanto a meus comentários.

Em todo caso acatarei sua decisão de não aceitar comentários do FAXADA.

Juvencio de Arruda disse...

Obrigado por sua compreesão e retorno, André, mas por muito menos do que isto já enfrento um processo.

Anônimo disse...

Ai, ai

Essa estratégia de atacar os descontentes com atitudes individuais de dirigentes partidários através do famoso "A posição do partido (...) decorrem de posição política da maioria dos membros da Executiva Estadual..." (sic) caracteriza um confissão de culpa.

A Franssi, logo acima, afirma que somente o deputado e seus assessores sabiam da decisão de gravar as inserções. E ela entende do riscado, haja vista ser assessora jurídica do único deputado estadual da legenda.

E, ainda por cima, me vem o assessor de imprensa do homem, deturpando o debate inteiro com um elogio aos blogs e em seguida com a deturpação do debate, numa proposta lisérgica de retorno ao período neolítico, como se esta fosse a única opção à predação que ele defende. E aliás, este nem é o foco da postagem.

Que o PDT do Pará queira defender os latifundiários, tudo bem. É um direito seu, enquanto força política comandada por um latifundiário e assessorada por filhos/parentes de latifundiários. É um direito que lhe assiste. Não concordo com isso, mas é um direito, e uma sociedade democrática não pode prescindir de posições divergentes.

Mas a postagem em si tratava da forma truculenta com que o "proprietário do minifúndio partidário" determinou o discurso da inserção. Eu, o rei sol, expresso minha posição em nome da maioria da executiva estadual, pois tenho aqui procuração de todos eles me autorizando a fazê-lo.

Se não for assim, então que Val André diga que ela mente. Senão, cale-se para sempre...

abs

Levi Menezes

Franssinete Florenzano disse...

Ninguém pode me desmentir porque o que eu escrevi, aqui e no meu blog, é a mais pura verdade. Val-André sabe disso. E não tenho qualquer motivação pessoal, registre-se, já que conheço o deputado Giovanni Queiroz há mais de vinte anos e sempre tive com ele ótimo relacionamento. Sem favor algum, tenho admiração e respeito pela sua longa vida pública, em que se destacou por defender as hidrovias e as eclusas de Tucuruí,assim como os demais modais de transporte e todos os projetos estratégicos do Pará, tendo se destacado, ainda, na Câmara Federal, como profundo conhecedor da elaboração do Orçamento Geral da União. O deputado Luis Cunha também o admira e estima - a ponto de dizer a todos que Giovanni é a pessoa de quem mais gosta dentro do PDT, por isso mesmo ficou chocado com a sua atitude.

Val-André Mutran disse...

As questões internas do PDT são resolvidas por seus protagonistas.
Aos que detestam os produtores do Pará, madeireiros, industriais minerais e agroempresários, lamento o equívico pois, os mesmos são responsáveis por mais de 60% por tudo que é gerado de riquezas num Estado que patina na condução de mudanças necessárias ao seu desenvolvimento sustentável.
Jamais me exporei a comentar assuntos internos do PDT, filiado que sou e filho do homem que fundou esse partido no Estado ao lado de seu melhor amigo, o industrial Armando Soares.
Quanto ao Giovanni, as urnas dirão se ele está certo ou errado.
Mestre, obrigado pelo espaço.

Juvencio de Arruda disse...

Todo seu, sempre, amigo.

Val-André Mutran disse...

Ao anônimo das 10:48 que se sente incomodado com meu sobrenome e o trabalho de nossa família de imigrantes libaneses e portuqueses. Aconselho visitar a Biblioteca Pública do Estado do Pará, lá no Comércio e se instruir para vir aqui enxovalhar o que não conhece.
Reclame ao Governo do Pará o processo das concesões de exploração extrativista no Estado.
Vá ao Fórum, você como cidadão. Protocole uma ação civil pública contra o Estado e contra a família Mutran e volte feliz para sua casa.
Ah! Não esqueça de assinar a ação. A Justiça está lixando para anônimos.
Volte aqui no 5.a, seja cidadão. Assine seu nome.
São tipos como você que acovardam esse país.

Val-André Mutran disse...

Não adianta.
Não tecerei qualquer comentário quanto a minha colega Franssinete.

Anônimo disse...

Juca,

Esse deputado Giovanni Queiroz, embora resida no Pará há tantos anos, não foi "assimilado" por nossos hábitos, não parece ter amor ao Pará. Por exemplo: na televisão, ele aparece falando "Paraenses do Brasil!" - Que Diabo é isso? Por acaso, o Pará não é Brasil?
Como dizem os nossos caboclos, avorte, cobra d'água!!!