25.11.07

Rapidez e Transparência

Os promotores de Justiça Alexandre Batista dos Santos Neto, Frederico Antonio Lima de Oliveira, Ioná Silva de Sousa, Jorge de Mendonça Rocha e Socorro de Maria Gomes dos Santos pediram à presidente do TJ paroara, Albanira Bemerguy, prioridade em ações de improbidade administrativa que tramitam nas Varas da Fazenda Pública.
A velocidade de lesma desses processos - alguns arrastam-se há anos no tribunal - provocam clamor público, em razão da natureza do delito e da origem dos saques: os recursos públicos
Enquanto os processos dormitam, os ladrões continuam bolinando os recursos públicos, exatamente aqueles que impedem, por exemplo, a construção de cadeias femininas, o aparelhamento de hospitais públicos, o asfaltamento de estradas, a implementação de programas de geração de emprego e renda.
A ação dos promotores merece registro e aplauso.


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By the way, e na expectativa de que alguns promotores leiam o Quinta Emenda, aproveito para dar uma sugestão: também através de ofício, solicitar à desembargadora Albanira Bemerguy que determine a publicização, na íntegra e online, das atas das sessões do Pleno do TJ.

4 comentários:

Anônimo disse...

Muito mais importantes que as sessões do pleno são as reuniõezinhas de última hora que nem ata tem. Queres ver o filme editado? Eu prefiro ver os bastidores.

Juvencio de Arruda disse...

rsrs...as sessões já seriam muito interessantes.

Anônimo disse...

ANONIMAMENTE(?)ANÔNIMO EU LEIO TODOS OS DIAS, É UMA DELÍCIA!!
ASS: POR ENQUANTO ANÔNIMO E TAMBÉM PROMOTOR.
PS - OS COLEGAS DEVEM OBRIGATORIAMENTE LER. EU RECOMENDO.

Anônimo disse...

Conforme foi noticiado amplamente nos jornais locais, os promotores há quase um mês ingressaram com ação cautelar na primeira vara cível de Belém, requerendo liminarmente o afastamento do servidor Luiz Fernando do TCM e até o momento não tivemos mais notícia de qualquer decisão. Nossa imprensa paroara deveria acompanhar e informar seus leitores a respeito do resultado dessas importantes demandas de interesse público. Portanto é mais que justo priorizar essas ações que tem clamor público!