30.1.09

Tudo Bem

Os tucanos não ficarão aborrecidos se o verde Zé Carlos Lima assumir um cargo no governo estadual na cota do recém aliado PV. Nem um pouquinho.
E o PPS, também chamado para ocupar uma vaga, já teria indicado cinco nomes para representá-lo no executivo estadual. Todos, segundo a fonte do blog, pela caneta do deputado João Salame.

35 comentários:

Anônimo disse...

Luluquefala:
Só os tucanos, são cheirosos.

Anônimo disse...

Quem não vai gostar nem um poucon dessa história é o deputado Arnaldo Jordy.

Anônimo disse...

e a caneta do Jordy, não tem tinta não?

Anônimo disse...

essa vírgulas do lulu ferem a minha retina, oh céus!

Anônimo disse...

Nobre, isso tá me cheirando uma salada mixta, o que o poder não faz ? ainda se dizem éticos.

joão carlos

Juvencio de Arruda disse...

A "caneta" do deputado Jordy é a mesma do presidente nacional do partido, Roberto Freire. E ela diz não.
Salame é do G, um "partido" que tem, digamos, dez canetas.

Francisco Rocha Junior disse...

Juca,

Nada mais me admira no PPS, infelizmente. Já foi um partido respeitável. Com esta postura, cada vez mais se aproxima das práticas peemedebistas e de sua "esquizofrenia deliberada".

Admira-me, somente, o deputado Jordy, como presidente do diretório estadual, não enquadrar o deputado Salame. Afinal, cadê a tal disciplina partidária?

Abs.

Cabelo Seco disse...

não são dez caneta, é UMA caneta de dez cores... hehehe, daquelas com cheiro e tudo

Juvencio de Arruda disse...

rsrs

Anônimo disse...

Isso é prá tirar a teia de aranha que a caneta pegou depois da derrota em Marabá, agora ela funciona, a caneta do Dep. Joao G. Salame. Juca quem são os nomeados, dê nomes aos bois? Tem hora que não sei de que lado esse deputado está - acho que do lado dele mesmo, certo?

Juvencio de Arruda disse...

Não sei os nomes dos bovinos, mas segundo me disse uma fonte, há pouco, depois de ler o post, ele próprio estaria de olho "na butique dela". Que vem a ser a secretaria de Meio Ambiente.
Mas tenha calma.
Não demora muito o deputado aparece por aqui e mata as saudades dos leitores e do poster do Quinta.

Juvencio de Arruda disse...

By the way, Salame deve estar só adrenalina. Olha só a notícia que acaba de sair no blog da Franssineti:

"Dança das cadeiras
Valmir Ortega, o secretário de Estado mais criticado do Pará, vai sair da Sema e assumir o programa Um Bilhão de Árvores".

Anônimo disse...

Só no sonho deles a Governadora vai entregar a SEMA,não foi a toa que ela foi pegar uma pessoa do MMA para assumir a Secretaria que diga-se de passagem tem mais amor pelas nossas florestas do que uns e outros, sem falar no profissional ético e competente que ele é.

Anônimo disse...

Ao Francisco Rocha Júnior...
O jordy não tem postura moral pra enquadrar niguém no PPS.

Ele também goza das beneses do Governo Ana, mas não tem coragem pra se expor, reconhecendo. Prefere bater e assoprar (e assopra mais do que bate).

O PPS do Pará não se definiu como de situação ou oposição, então, não há o que se falar em enquadramento ou disciplina partidária.

Arnaldo ou João, Jordy ou Salame precisam sobreviver politicamente, e não acredito que seja na oposição.

Anônimo disse...

das 5:25 ninguém falou em oposição, nem de situação, mas de "murismo", de G e outras coisas mais; esse negócio de ser hoje do PT e amanhão estar de braços dados com Jatene é que não se engole; afinal esse Grupo dos 08 é apenas isso e nada mais: um murismo de dar inveja em muito tucano.
Agora, dar a SEMA pro João? Por quê, qual a força que ele tem, porque virou o 1o vice presidente da Mesa Diretora? Ou é mesmo o pessoal de Marabá (leia-se Tião e cia)bandeando-se para o lado de Ana Júlia? O jogo futuro, de 2010, está já se definindo, tão cedo? Com o Couto passeando nas Oropas?
Esperoq que alé do Salame que não foge ao debate, o Jordy também apareça para explicar porque ainda permanece "clandestino"...

Francisco Rocha Junior disse...

Das 17:25, obrigado por seu esclarecimento. A se confirmar o que tu dizes - isto é, não aparecendo ninguém por aqui para explicar o fato, e de maneira convincente (o que acho praticamente impossível) -, era o que faltava para o PPS perder de vez o meu respeito.

Anônimo disse...

Luluquefala:
Que tucano de retina fresca !
Vai pra Santarém, ganhar uma, vai...
Pelo menos uma.

Bia disse...

Boa tarde, Juca querido:

acompanho aqui no Quinta a conversa sobre a ida ou não do PPS para a base do governo, assunto que está na onda depois da entrevista do secretário-geral-simpatia-quase-amor na Radio Tabajara.

Desconheço a rendição- nos termos em que é posta - do PPS ao governo do estado. E estranho a afirmação do anônimo de não sei que hora sobre as benesses que o Deputado Jordy ventualmente receba do governo. Salvo se benesse é ter uma ou outra emenda ao orçamento ou emenda parlamentar aprovada. Parece-me que isso é coisa republicana e não sacana.

Falo aqui como funcionária do gabinete do deputado e não como membro do partido, coisa que não sou. Mas, modestamente, sou funcionária que costuma acompanhar as discussões políticas do deputado Arnaldo Jordy. E, nesse caso específico, aguardo calmamente uma decisão, pois sei que se se comprovarem os desejos de alguns, lá irei em busca de outro trabalho...rsrsrs... certamente não por imposição do deputado, mas da minha consciência.

Querer confundir a posição do deputado Salame, que sempre apoiou o governo - e aqui não há crime, pois o PPS, ao que entendo, não é oposição por princípio, assim como não é aliado por fé - parece ser a semente que vem sendo plantada por aqui, nos comentários.

Como mulher previdente, mas não afeta a previsões, aconselho que aguardemos a posição oficial do PPS. À vista o que temos, por enquanto, são as posições isoladas dos seus dois parlamentares.

Beijão, querido.

Juvencio de Arruda disse...

Bia, também desconheço as regalias que Jordy tem no governo, e Salame, ao que sei, perdeu os nomeados que tinha, dito por ele mesmo aqui no Quinta.
Mas é evidente que a situação a um certo momento ficará insustentável pois há uma contraste entre as posições dos deputados.
Entre apoiar repubicanamente o governo, como vc menciona, e fazer parte dele há uma grande diferença.
É provável que esta definição venha à superfície com vigor após o recesso. Assim me foi dito em dezembro passado, por uma fonte credenciada do PPS.
Bjão, queridona.

Franssinete Florenzano disse...

Juca, o Zé Carlos vai assumir a Secretaria de Meio-Ambiente, sim, só que a do Município de Belém. Duciomar já bateu o martelo. A ex-secretária vai para a Codem, no lugar de Rosa Cunha.

Juvencio de Arruda disse...

Então lá se vai o Zé pro executivo municipal. A SEMA estadual é uma jóisa da coroa: em problemas e visibilidade.

Franssinete Florenzano disse...

Rsarsrsrs...é, o Zé Carlos não é bobo, vai poder andar de bicicleta todo dia e fiscalizar a natureza. Que inveja!

Prof. Alan disse...

Ei, Juvencio, Mano Velho, o Zé Carlos não era aquele um que até outro dia desses estava espinafrando o Falsário e que descia a lenha no tal de Binário?

Mudaram eles, Parente, ou quem insiste em não mudar sou eu?

Juvencio de Arruda disse...

É, Parente, vc é muito teimoso...rs

Prof. Alan disse...

Égua, Parente, eu fui brechar o blog do Zé Carlos do PV, pra ter certeza que não era eu que estava na ilharga da doideira.

Dia 28 de abril do ano passado o Zé Carlos postou lá uma nota com o título "Duciomar Nunca Mais", e tem até um vídeo espinafrando o Falsário.

E já no dia 26 de outubro do mesmo ano, tem um post lacônico: "Dudu ganhou. Fomos comemorar.".

Aí de ti, Nova Déli, que possuis seres assim - e justo no teu governo!

Anônimo disse...

O Zé Carlos é da escola sem vergonha de ser e de viver, do Jatene.
É um adorável... deixa pra lá...

Anônimo disse...

cadê os deputados, o ou Jordy mandou a Bia, e não aparece:? E o João que não perde uma, cadê? A Bia que é funcionária do gabinete do Jordy já deixou o contraste: ou a coisa(esse negócio de nomear e receber emendas) é republicana ou é sacana? Acho que a discussão se eleva - no bom sentido é claro - mas falta os protagonistas.

Bia disse...

Axé, Juca querido (gostou?):

Bom dia, caro Anônimo das 7:07:

pressupondo ausência de má-fé no seu comentário, afirmo que o Deputado não me mandou falar em seu nome.

Eu disse o oposto do que você compreendeu: aprovação de emendas é coisa republicana e não, sacana. E nada afirmei sobre nomeações.

Abraço.

Beijão, Juca querido.

Anônimo disse...

Bom dia também, Bia.
Evidente que não foi de má- fé, mas vc assinalou que as benesses, que supostamente se atribuíria ao deputado Jordy, conforme um anônimo acima, são sacanas;diferentemente das emendas do deputado, se atendidas - essas sim, republicanas. Esse contraste está implícito no seu comentário. Assim, entendi que pelo contraste dado aos tema, para mim ficou claro essa sua opinião, desfeita agora, não é? Então as benesses não são "sacanas"?
Já que vc não fala pelo deputado e trabalha com ele, não dá prá estimular ele a vir aqui, explicar melhor, se sua caneta de fato não tem tinta, ou se o PPP ( ele ainda é o presidente) está rachado no Pará? É Isso?
Ficou parecendo o seguinte:
1) que as nomeações, supostamente indicadas pelo Deputado Salame, são contrárias à posição política do PPS em relação ao governmo estadual, e por isso são benesses; as quais, ao fim e ao cabo, ganharam o epíteto de "sacanas";
2) e, que se o Jordy recebeu alguma coisa foi através de suas emendas apresentadas ao Orçamento do Estado, essas sim republicanas, dentro da lei, e não podem ser considerads "benesses";
3) é assim, ou não? Longe da má-fé somente quero esclarecer, afinal
pelo que lei de seus comentários dá para saber que vc é muito mais que uma "simples" funcionária do gabinete do deputado Jordy, mas alguém com experiência política e conhecimento de causa.
Com todo respeito, e sem nenhuma má-fé,
o anônimo das 07:07

Bia disse...

Caro Anônimo, agora das 12:10:

mantendo o pressuposto da boa fé, que seu comentário reafirma, vamos lá: eu escrevi “Salvo se benesse é ter uma ou outra emenda ao orçamento ou emenda parlamentar aprovada. Parece-me que isso é coisa republicana e não sacana.” E, ao escrever isso, escrevi só isso. Porque outro anônimo deixou ilações sobre “outras” benesses que o deputado receberia e que eu desconheço. Por isso disse que o fato do Deputado Jordy ter emendas aprovadas não embutia sacanagens, acordos obscuros, ou qualquer outra atitude que não seja parlamentar, republicana, civilizada. E não são mesmo benesses.

Se houve ilações sobre outras benesses do governo serem sacanas, e, cá pra nós, o termo benesses acabou mesmo se configurando em sinônimo de favoritismos aqui “neste país”, eu não a fiz no meu comentário. E, conversando aqui, só nós dois..rsrsrs... como pessoas que não usam palavras para esconder intenções, no caso, inclusive não aceito as insinuações de que eu classificava as nomeações conseguidas, segundo os comentaristas, pelo deputado Salame junto ao governo, como sacanas. Eu não o fiz. E sequer pensei isso enquanto escrevia.

Aliás, deixei claro que não faço esse tipo de crítica ao deputado Salame quando afirmei que, ao que sei, o PPS jamais tomou uma decisão colegiada de ser contra ou a favor o atual governo do estado. E as posições dos seus deputados parecem estar, corretamente, embasadas nisso. E, do que sei do trabalho do deputado Jordy, ele jamais assumiu,por sua vez, posturas que indicassem ser cntrário ao governo por questões de fé.

Exatamente por isso estranhei que nos últimos dias os blogs – e não foi apenas o Quinta – estivessem sendo sala para a quase afirmação de uma aliança governista, com PV e PPS - aí sim, como se fosse uma decisão do partido - de comporem oficialmente a base de apoio.

Não sou funcionária especial do gabinete, mas tenho com o Deputado Jordy uma amizade antiga e sólida que me permite informa-lo que essa discussão está posta aqui no nosso meio. Farei isso na segunda-feira, quando retorno das férias. Promessa.

Abraço.

Anônimo disse...

Bia, como diz o Juvencio, vc é mesmo amor!
Obrigado.
anônimo das 12:00

Bia disse...

Boa noite, Juca querido:

sua generosidade me rende sempre bons frutos. Obrigada, anônimo das 12:00.

Abraço.
Beijão, Juca.

João Salame disse...

Juca

Estive em São Paulo semana passada e quando cheguei minha casa está sem internet. Agora estou indo para uma audiência. Qunado retornar, à noite, me pronunciarei sobre as especulações e entrarei no debate político.
Forte abraço

João Salame

Juvencio de Arruda disse...

Obrigado, deputado.
Como o sr. vê, já tinha gente pensando que o Salame já não era mais aquele...rs
Seja bem vindo.
Forte abs.

João Salame disse...

Meu caro Juvêncio

Vou dividir minhas impressões a respeito desse post em três pontos:

SEM CARGOS, SEM CONVITES

Não é verdade que eu tenha cargos nomeados no governo. Se os tiver o governo está autorizado a divulgar os nomes e demitir, até porque, segundo consta, estão querendo reduzir o impacto da folha sobre seus gastos.
Também não fui convidado nem indiquei ninguém para ocupar a pasta da Secretaria de Meio Ambiente. Sua fonte errou meu caro Juca.
O que existe de concreto é uma disposição da governadora e uma ação do chefe da Casa Civil, Cláudio Puty, de tentar a participação do PPS no governo. O convite já foi feito ao deputado Arnaldo Jordy, presidente do PPS, e transmitido a mim e a outros dirigentes do partido. A Executiva Estadual, quando pautou o assunto em sua última reunião, decidiu apenas iniciar o diálogo, mas sem nenhuma decisão de compor a base aliada. A condução desse processo está nas mãos do deputado Jordy.
Pelos motivos acima elencados eu não poderia indicar ninguém para a Sema. Em primeiro lugar por uma questão ética: tenho excelente relacionamento com o secretário Valmir Ortega, a quem reputo um ténico com grande conhecimento sobre a questão ambiental. Trabalhar para indicar seu sucessor antes de uma decisão oficial sobre sua saída não seria de bom tom.
É fato que existem setores dentro do governo (minoritários, registre-se) que, na hipótese do PPS compor com o governo; e na hipótese da Sema ter que mudar de secretário e coubesse sua indicação a um aliado e não ao PT, o que acho improvável, veriam com bons olhos a minha indicação.
É uma operação política complicada. O PPS marcha celeremente para fechar, a nível nacional, com a candidatura Serra a presidente da República. Aderir ao governo do Estado siginificaria assumir compromissos com a reeleição da governadora Ana Júlia. Seria oportunismo compor agora com o governo e depois apoiar outra candidatura. Apesar da verticialização ter caído para as próximas eleições, é muito complicado apoiar a Ana Júlia e, no mesmo palanque, pedir votos para o Serra. Seria uma guerra com a militância petista, que, avaliamos no PPS, ainda não amadureceu o suficiente para respeitar posições divergentes de seus possíveis aliados em âmbito local. Em política, no entanto, tudo é possível.

O PPS, O GOVERNO E NOSSO MANDATO

Quero aproveitar para agradecer as palavras da Bia. Ela acertou ao analisar a posição do PPS em relação ao governo. Desde o início o partido se recusou a fazer parte da base de apoio e assumir cargos, ao mesmo tempo em que deliberou não fazer oposição de forma ostensiva. Se posicionar no mérito das ações do governo, apoiando ou posicionando-se contra. Caso a caso. Certa ou errada essa é a posição oficial do partido.
Assim tenho me conduzido. Por isso, meu caro Francisco, não há como o PPS nem o Jordy me enquadrar. Sigo posição rigorosamente dentro da linha aprovada pelo partido. Registre-se: não sou neófito no PPS. Entrei no PCB em 1980, portanto antes mesmo do Jordy, que veio do MR-8 para o nosso partido em 1982. Sou vice-presidente estadual e membro da Direção Nacional do partido. Minhas posições, inclusive sobre o G-8, que abordarei mais adiante, foram debatidas com vários membros da Executriva Nacional, inclusive com seu secretário geral, Rubens Bueno, que nunca, em nenhum momento, ao contrário do que se especula, opuseram nenhuma restrição ou censura.
Agradecendo novamente as palavras da Bia, quero, no entanto, fazer um reparo: nem sempre apoiei o governo, como ela citou em uma passagem. Aliás, os vetos derrubados do governo tiveram minha participação, de forma acentuada, na Assembléia Legislativa. Chamei sessões especiais de temas delicados para o governo, como a questão da segurança e a temática ambiental. Na escolha da vaga da Alepa para o Tribunal de Contas dos Municípios, um momento importante, o deputado Jordy, por exemplo, votou com o governo sufragando o nome do deputado Luiz Cunha. Eu fui um dos articuladores do candidato Cesar Colares, que acabou vitorioso. Isso não produziu nenhum atrito entre eu e o Jordy, registre-se. Até porque o partido não fechou questão.

G-8, JORDY E O PPS

Nunca a questão do G-8 foi oficialmente debatida no PPS. Sou deputado de primeiro mandato, mas não sou neófito em política. Estou com 46 anos e comecei minha militância, no antigo partidão, aos 17 anos. Sei medir meus passos. E não tenham dúvidas: entre o G-8 e o PPS, sou partido. Tanto que, em nenhum momento, no G-8, contrariei ou votei contra as posições do partido. Quando o governo ofereceu algumas assessorias para os membros do G indiquei lideranças do PTB e do PP para ocupá-las. Defendi dentro do Grupo que, mesmo com 8 deputados, não pedissemos secretarias ou outros cargos, que pautassemos nosso relacionamento no apoio a questões de interesse do Estado em troca da liberação de emendas, republicanas, de interesse dos municípios que representamos. O que não sou é de travar a briga da segunda-feira no domingo. Se a dicotomia de posições entre o G e o PPS surgir, eu me debruçarei sobre a questão. Tendo como primado a questão partidária, como sempre foi na minha vida política.
Quanto ao deputado Arnaldo Jordy é claro que a questão do G produziu um certo afastamento entre nós. Tivemos uma conversa semana passada. Reconhecemos nossos erros nessa questão. Os meus. Os dele. Me permitam não expô-los aqui, porque uma conversa que não diz respeito apenas a mim.
O que importa é o respeito que tenho pelo Jordy e, tenho certeza, que ele tem por mim. Indedependente de nossas divergências. Prova disso é que ele foi um entusiasta defensor de minha candidatura a prefeito de Marabá, inclusive fazendo-se presente em nosso município na pré-campanha. Da mesma forma meu entusiasmo pela sua candidatura em Belém, a melhor na disputa pela prefeitura da capital. Tanto que me empenhei em conseguir recursos financeirtos para a sua campanha, o que de fato ocorreu.
Temos diferenças. Na avaliação do quadro político e no que se refere à condução do partido. Já expus a ele meu ponto de vista sobre essas questões. Espero que nós possamos equacioná-las de forma respeitosa e nos fóruns partidários. O PPS é sucedâneo do PCB, o partido mais antigo do País. Com muita história, com muita tradição. Maior, portanto, do que o Jordy e o Salame. Ou qualquer outra grande liderança.
Desculpe o longo texto. Mas precisava deixar várias questões claras.
Atenciosamente

João Salame