25.10.08

Recordar é Viver

Uma edição pra lá de especial de O Paraense, que está sendo distribuída na periferia da cidade, mimoseia a dupla Barbalho-Pirante. Com direito a entrevista do ministro da Justiça, Tarso Genro, cujo título é "Chega de Fachada".

15 comentários:

Anônimo disse...

Esse Paraense é aquele do Brazuka?
Nesta eleição, ele servirá aos interesses de quem?

Cássio de Andrade disse...

De noooovoooo...

Anônimo disse...

É, Juca, o Tarso Genro é a esquerda que a direita gosta, PHD nesse tipo de trapalhada e o pior é que não tem o rabo solto, pois quis fazer de um deputado da bancada Dantesca o presidente do PT, aliás com apoio da DS nacional e tudo.
Essa mensagem ao partido serve para isso mesmo: dar munição para o neoliberalismo.

Anônimo disse...

O finado Silas Assis deixou muitos discípulos...

Anônimo disse...

Será que vai dar Prêmio Esso? kkkk

Anônimo disse...

Por onde a Justiça Eleitoral? Alguém viu? Só em Ananindeua?

Anônimo disse...

PSDB sai da eleição um cadáver

Anônimo disse...

Acontece que na política, assim como no cinema macábro (rs) os mortos voltam a perambular. Nesse caso, as urnas

Anônimo disse...

Ei Juca, me admira você falar deste m... de panfeto.

Juvencio de Arruda disse...

Srs,

1. Leram o jornal?

2. O jornalista Ronaldo Brasiliense mentiu em alguma matéria da edição?

3. Qul é o problema do ministro da Justiça conceder uma entrevista defendendo o fim da fachada? É por que a esquerda a protege?

4. Como terminou o episódio de apreensão daquela edição do Parense às vésperas da campanha de 2006? Os senhores sabem? Brasiliense foi indiciado? A governadora manteve a palavra e processou o jornalista?

5. Por que eu deveria esconder a informação da circulação desta "edição especial" do Paraense?

Agradeço as respostas dos prezados comentaristas, no tom em que foram feitas as perguntas.

Val-André Mutran disse...

É.

Juvencio de Arruda disse...

rsrs

Anônimo disse...

É Juvêncio, tem gente que só enxerga as suas verdades, ou as "verdades convenientes". Suas indagações são mais do que pertinentes e o Brasiliense, com todo um passado de jornalista combativo e eficiente, não iria entrar numa gelada (em qualquer sentido) pra perder.
Pode-se e deve-se contesta-lo, mas com argumentos sólidos e verdadeiros.
Jogar pedras ao vento é fácil, né mesmo?

Cássio de Andrade disse...

Aguardem a próxima edição de "O Paraense": outubro de 2010! Coitado do Felipe Patroni...

Juvencio de Arruda disse...

rsrs