29.10.07

Pressão Dez

A luta contra a fome é mais difícil do que se imagina. Até alternativas de baixo custo e fácil acesso, podem ser dinamitadas por poderosos interesses de empresas fabricantes de multimisturas alimentares industriais.
É o caso da pediatra e nutróloga Clara Brandão, que sofre pressão contra uma alternativa alimentar por ela criada na década de 60, em Santarém.
Clara, coordenadora de Orientação Alimentar da Secretaria de Políticas de Saúde do Ministério da Saúde, conta tudo aqui, no Estado do Tapajós.

6 comentários:

Anônimo disse...

Quantas doutoras Claras temos espalhadas pelo Pará afora. É importante a mídia divulgar, fazer barulho, mostrar para as pessoas a importãncia de trabalhos como esse. Uma pena que esse papel, hoje, seja reservado para as mídias do interior. Ainda bem que elas resistem, já que as daqui não cumprem esse papel do bem. Só do mal.
a) Paulo Roberto

Anônimo disse...

O que mais me impressionou nessa matéria do Estado do Tapajós - aliás, um jornal muito bem editado em Santarém - é que a doutora Clara é dirigente de alta cargo no ministério da Saúde e nem assim consegue enfretnar o lobby das grandes empresas alimentícias.
Essa matéria deveria ser pauta dos principais jornais brasileiros, mas parece que a imprensa sulista e também a da capital paraense nãoestão muito interessadas nesse assunto...Enquanto isso, milhares de crianças continuam a morrer de fome!

Anônimo disse...

Mestre Juvêncio,

Conheço o trabalho da Dra. Clara, desde Santarém. É vergonhoso que o governo Lula não enfrente, também na área da segurança alimentar, o lobby do "mercado".

O Quinta acerta ao linkar a reportagem do jornal e mais: porque o amigo não tenta um contato direto, investigando mais a fundo a questão, indo na fonte. Como diria Mino Carta, até o "reino mineral" sabe porque a luta contra a fome não avança, desde a campanha liderada por Betinho.

Abraços, mano velho!

Samuca

Juvencio de Arruda disse...

Doutor Samuca, vc sim grande mestre.

É difícil enfrentar os lobbyes...eheh, vc sabe. Mas deveria haver algum tipo de proteção para iniciativas como a da dra. Clara.
Vc a conhece? Acha que ela se interessaria em conversar com o Quinta?
Seria uma honra, Samuca.
Olha, prazer em reve-lo por aqui. A casa é sua.

Abraços iguais.

Anônimo disse...

Juvencio,

Conheci a Dra. Clara, em Santarém, através da minha irmã, Zuila Dutra (atualmente juíza do trabalho, no TRT - Belém), de quem ela é muito amiga. Tenho como descolar um contato com ela e propor a pauta, mano velho!
Vou à luta e te dou notícias neste espaço.

Abraços fraternos e suerte!

Samuca

Juvencio de Arruda disse...

Vou aguardar, mestre Samuca.
A pauta interesa sim, obrigado.
Tenho ouvido histórias suas, do tempo do sindicato dos bancários. Todas elogiosas, claro.

Abraços fraternos prá vc também, e sorte prá todos nos.