17.10.08

A Prosa e o Verbo

Na coluna Repórter Diário, edição de hoje da folha sobrancelhuda, a propósito das relações entre o governo do Pará e a folha nariguda.

"Aliás, mais uma vez, abriram as portas dos cofres do governo"

O pretérito mais que perfeito do indicativo - abriram - não esconde o alvo: a governadora Ana Julia. Usando o futuro do pretérito do indicativo, não custaria nada ao secretário de Comunicação, Fábio Castro, perguntar ao Diário por que o cofre pode ser aberto para um e fechado para o outro.
Ou isso é particípio passado?
Fala, Fábio, no imperativo afirmativo.

10 comentários:

Anônimo disse...

Luluquefala sai da quarentena:
Sete homens, uma mulher, e um segredo...

Anônimo disse...

Luluquefala muda de nome até o dia 26:
Agora, é Nuloquefala.

Anônimo disse...

O Quinta nem fica feliz com o retorno do Lulu...ops, Nuloquefala

Anônimo disse...

Nada a ver, mas ....
Que coisa!!! O mundo inteiro copiando o PROER.

abs

Juvencio de Arruda disse...

rs..é porque, de certa forma, ele nunca abandonou o blog.
Pronto, Lulu. Gostou?
Abs

Juvencio de Arruda disse...

Das 11:06, é mesmo.
Abs

Anônimo disse...

Essa afirmação de que a intervenção dos BCs do mundo é igual ao Proer é igual a fogo de monturo. Um "Jornal" disse, uns políticos repetem e de repente todo mundo (no Brasil) acha isso.
O Proer foi doação e o atual é estatização e estatização de bancão e não de Fontcidan e Markas da vida. E mais, aonde não foi estatizado, a compra de títulos problemáticos pelo Estado não dão direito a comissões e dividendos pelos acionistas, e etc,etc,etc...

Tb pudera, esse pessoal só se informa pelos jornais do Brasil.

Juvencio de Arruda disse...

"Esse pessoal" adora achar que estatal é público. Antes, como agora, a patuléia pagou, descontada a comissão.
Bancão ou tamborete, a tunga é a mesma. Além do que lá sobra, e aqui "carece".

Anônimo disse...

Acabamos de passar pelo primeiro turno das eleições e o segundo já se aproxima. Foram 400 mil candidatos e se gastou mais de R$1 bilhão, tudo financiado pelas grandes empresas nacionais e multinacionais.
Durante a campanha, num debate televisivo na Band em Belo Horizonte, um jornalista fez uma pergunta a Vanessa Portugal, candidata da Frente de Esquerda Socialista, PSTU-PSOL, se era possível ganhar a eleição sem se vender ao esquema de financiamento empresarial.
O PSTU é o único partido que pode responder positivamente a essa pergunta, pois é o único partido no país inteiro que pode se orgulhar de não receber financiamento de empresários e que tem sua campanha financiada exclusivamente pelas doações de trabalhadores.
Na sociedade capitalista quem paga manda. O partido que é financiado pela burguesia perde a independência política, como aconteceu com o PT, com o PCdoB e infelizmente começa a acontecer com o PSOL de Porto Alegre, que aceitou R$100 mil da Gerdau para a campanha de Luciana Genro. Infelizmente, nenhuma ação concreta foi adotada pelas outras correntes desse partido para reverter essa decisão do PSOL gaúcho. Ocorre que o MES (corrente à qual pertence Luciana) tem um peso expressivo na direção nacional do PSOL.

Juvencio de Arruda disse...

Letrados, desta vez vai ficar assim mesmo...eheh