25.4.08

Relações Perigosas

De várias fontes, cada uma melhor do que a outra, vem a informação: nunca foram tão ruins as relações entre o Executivo e o Legislativo no Pará.

13 comentários:

Anônimo disse...

É fácil entender,Juvêncio.

A governadora não governa.É governada.Não há como negar esse fato.
Quem dá as cartas no governo são pessoas inexperientes e,o que é pior,pensam que sabem muita coisa.

O PT é uma federação de tendências,onde cada grupo é uma ilha,cuidando apenas do seu umbigo.

Dentre as várias tendências do partido existe a tal da DS(democracia socialista),que tem como componente de destaque a própria Ana Júlia.Pois bem,apesar de ser o menor grupo do Partido,ainda assim é dividida em quatro frações,onde uma tenta comer o "fígado" da outra.Uma balbúrdia,uma verdadeira carnificina.Veja só a briga do grupo da DS que manda na Governadora(irmãos Marcílio,ex-marido e maurílio) X grupo do ex chefe da Casa civil(Charles Alcântara).
A insatisfação das outras tendencias com uma das frações da DS(os irmãos)chega perto da linha do ódio.É que os irmãos,apesar da insignificante militância,já passaram a controlar o Estado,desprestigiando a verdadeira militância do Partido.Só para se ter uma pequena idéia da gula dos Monteiro,a SEFA,A SEPOF,A SEGOV e agora a CASA CIVIL(Puty) são indicações deles.Ou seja,controlam o Planejamento,as Finanças e a Politica no Estado.
Quanto a Politica e o relacionamento do governo com a Assembléia Legislativa é que o bicho pega. Já não vinha bem com o Charles Alcântara.Mas vinha. Trocaram o Charles,que era receptível ao diálogo,pelo Cláudio Puty,um ilustre desconhecido,que não se dá bem com a própria bancada do PT,e é tido pelos deputados como neófito e arrogante.

Por outro lado,na Assembléia o PT tem uma bancada pequena de apenas 06 deputados,sem expressão alguma.É o caso,por exemplo,do Airton Faleiro,Líder do Governo,que além de ser suplente,perdeu a credibilidade das demais bancadas porque o Governo não cumpre os acordos estabelecidos.É figura apática,de pouca cultura e,agora,enfraquecido,passou a ser antipatizado.
O Líder do PT,Deputado Carlos Martins,coitado,sem comentários.
A Vice-lider do Governo,Deputada Regina Barata,essa é tida na Assembléia como uma "doidivana",inábil,que serve apenas como chacota na ALEPA.
Por incrível que pareça,dos restantes,o que ainda se sobressai é o Deputado Bordalo,que tem se esforçado para defender o (des) governo da Ana Júlia,mas não encontra eco na cúpula palaciana.

De outra forma,resta a desilusão em todas as outras bancadas que ainda garante a governabilidade.Se por um lado o Governo é fraco,improdutivo e arrogante,na outra ponta já existe a convicção de que o Governo despreza o Parlamento.Antes havia a dúvida.Agora,
a certeza é inexorável.
Resultado: O Pior ainda está por acontecer na ALEPA. Nesta semana já tivemos uma pequena amostra. O Governo mandou um projeto de Lei criando a Superintendencia do PTP(programa territorial participativo) e no plenário,na hora da votação,se não fosse retirado de pauta, a pedido do PT,a derrota seria sintomática. E olha que só tinha 04 do G-10 no plenário.

Enfim,Juvêncio,se a governadora,que está numa redoma,não se acordar, este (des) governo tende a ser o pior que já tivemos nos últimos tempos. Isso se chegar até o final.

Anônimo disse...

É impressionante como se pode escrever tanto sem dizer nada , aos fatos :
1- Todos os projetos de interesse do governo foram até hoje aprovados, com mais ou menos debate a depender da polêmica de cada um ;

2 - O governo sistematicamente envia secretários para discutir suas proposições no parlamento, demonstrando valorizar sim aquele espaço, e demarcando claramente uma diferença de postura em relação ao governo anterior, que simplesmente "passava o rolo".

3 - O post acima claramente é saudoso da truculência tucana e estranha um governo que não segue o mesmo caminho e se recusa, por exemplo, a produzir outro Eldorado de Carajás ;

4 - Sobre o PTP vale lembrar que nunca, em todo o Brasil, se tentou intitucionalizar mediante lei um processo de participação popular deste tamanho, havendo mesmo defensores de tal processo que consideram não ser correta tal tentativa de inscrevê-lo em lei, daí naturalmente o debate mais acirrado e profundo que acarretará;

5 - O tucanato realmente está ficando histérico, pois o tal suposto (des) governo, produz dia a dia novas políticas que vão de um enorme número de obras do PAC, ao primeiro salão do livro do Baixo- Amazonas, que se realizou na semana passada - ou seja, um governo de fato para todos, para todo o Estado, e não apenas para os "bem" nascidos do centro de Belém et caterva.

Juvencio de Arruda disse...

Das 8:36, é evidente que o comentário anterior ao seu é cheio de mágoas.
Mas, aproveitando seu comentário,observo:

1. Devo entender que os vetos foram à projetos que não eram de interesse do governo?

2. O governo também não "enviou" secretários para importantes sessões especiais da AL, como no caso da dra. Vera Tavares, que não deu as caras para discutir questões relativas à sua (dela) área.

3. De fato havia uma truculência tucana , e o atual governo se recusa a produzir um outro Eldorado de Carajás. Aliás, com muito ônus perante à opinião pública, manipuladíssima pela mídia regional e nacional.
Destaco, entretanto, que não dependeu só da louvável disposição para o diálogo e para a negociação a não ocorrência, ontem, de mais uma tragédia na região de Carajás. Vc sabe muito bem, melhor do que eu com certeza, que as saídas para a crise agrária no estado não estão apenas nas mãos do governo estadual.
Carajás é um teatro de operações nacional do MST e da Via Campesina.
E mesmo com toda a boa vontade demonstrada na negociação, que espero que continue, há fortes possibilidades de novos e graves conflitos na área.
Também disso vc sabe melhor do que eu.

4. Desejo boa sorte nas negociações para aprovação do PTP, estratégia que considero respeitável, que avança na participação e conscientização da sociedade acerca do emprego dos recursos públicos. Todavia, desconfio seriamente da capacidade da gerência do programa em realizar a tarefa, mas isso são pormenores frente a grandeza da iniciativa.Se vira lei, já valeu.

5. Eu, se fosse vc, não me preocuparia tanto com o tucanato. Há "inimigos" mais próximos, mais fortes, mais endinheirados, e mais interessados no fracasso do governo de Ana Julia. Vc também sabe disso.
Quem sabe não teria sido um deles que escreveu o comentário acima.
Anônimos pregam peças incríveis, ao poster e aos outros comentaristas.

Por fim, reitero os termos de meu post. A relação com o Legislativo está crítica. Atente para o G-10, uma usina de crises. Eles estão desestabilizando o relacionamento entre Juvenil e Jader, tal o encanto que o G está exercendo sobre o presidente da Casa.
E se o atual governo quiser se diferenciar dos tucanos, não há possibilidade de distensionar a relação, haja vista a porcaria dos quadros da representação popular naquela casa, inclusive do PT.
O que não dá, com todo o respeito, é querer defender a tese do azul celeste na condução da gestão estadual. Não num blog que pretende discutir a questão de forma diferenciada das pocilgas midiáticas.
Se bem que até o jornal aliado deita e rola no governo, toda vez que deseja algo mais, um pouco mais.
O governo da coalizão não vai bem.
Vc sabe disso melhor do que eu.
A diferença é que eu posso dizer isso, mas vc não.
Nem anônimamente.

Anônimo disse...

O Projeto de Lei de criação da SEPTP está bem fundamentado pois foi o resultado de elaboração compartilhada entre a Assessoria Técnica da SEPTP e da Escola de Governo, da Assessoria Jurídica da SEAD, da Consultoria Jurídica do Estado e da Procuradoria Jurídica do Estado. O Projeto somente ratifica o que está sendo realizado na prática. O PTP está sim sendo gerenciado com competência, apesar das dificuldades orçamentárias por não existir de direito, somente de fato, o que explica as limitações de recursos. Em menos de 01 ano, a SEPTP, mesmo sem existência legal, conseguiu reunir mais de 80.000 munícipes nas plenárias públicas e nas Assembléias Públicas Municipais, tirando quase 4.000 conselheiros regionais. Acaba de instalar um sistema on-line de acompanhamento e monitoramento de obras, empoderando esses conselheiros para o democrático exercício da fiscalização e controle social do Estado. Por conta disso, foi premiado como experiência de gestão em Brasília e será representado nacionalmente em maio próximo por alguns de seus idealizadores.
Lamentável que os Deputados Estaduais (inclusive os que colocaram em xeque o programa participaram das plenárias públicas em 2007) por puro fisiologismo quase tenham rejeitado a Lei. Lamentável ainda mais é ainda ter que ler "aliados" petistas reproduzindo o discurso basista que Planejamento Participativo não deva ser institucionalizado. Por esse tipo de postura que o Duciomar acabou com o OP de Belém. Olha que o PTP não é a mesma coisa que OP.
Juvêncio, você tem razão e quem dera outros pudessem contar com o mesmo espírito público que você manifesta em defesa da lei. Ao invés disso, reproduzem fofocas sobre a superintendência e de forma leviana distorcem os fatos por conta de míseros 13 DAS que é a única estrutura que o Projeto apresenta, para atuar nos 143 municípios desse Estado, haja vista que o mesmo vincula a SEPTP à SEPLAN como unidade de atuação especial, portanto com o uso de servidores estáveis da própria Secretaria no desenvolvimento de atividades-meios. Uma pena que um projeto tão importante como esse tenha que estar à disposição dos sabores da relação entre o Executivo e o Executivo, perdendo o Estado a oportunidade de sair na vanguarda de um projeto que teve sua inspiração na experiência bem sucedida do governo do Piauí. A política de formação dos conselheiros e aplicação do sistema on-line estão seriamente comprometidos por conta desse tipo de coisa. Não se preocupe Juvêncio, há material humano enxuto, mas competente, para levar à cabo esse projeto, pois ele já está sendo realizado de fato. O que não dá é prá fazer democracia participativa sem recursos suficientes do ponto de vista do Poder Público. Vamos parar também com esse negócio de ficar respondendo críticas pertinentes olhando pelo retrovisor. Se os tucanos não fizeram, azar, mas também chega de discurso de "herança maldita".

Anônimo disse...

Boa Juca.Seus comentários são relevantes,apesar de não concordar com a iniciativa do governo do PT de criar uma superintendencia do PTP,em forma de lei,apenas para adoçar com mais cargos a "companheirada". Você Juca, não deve ter lido o conteúdo do referido Projeto. É um escândalo.Ali é criado um "Conselho Estadual" composto,pasmen,de 107 pessoas.É criado um "Conselho Regional" com numero de pessoas dez vezes mais que aquele.É inacreditável.Se conselhos que pululam por aí,com menos de 10 pessoas,já não funcionam a contento,imagine com esse formato pretendido pela Ana Júlia.
Outra.Não há necessidade de onerar ainda mais a folha do Estado criando cargos para tal mister.É a partidarização da Estrutura de pessoal do Estado.Melhor seria a contratação de Médicos,Enfermeiros,enfim,profissionais da saude para fazer funcionar os Hospitais Regionais,como o de Santarém,minimizando o Caos que é a Saúde Pública neste Estado,agravada mais ainda no governo do PT.É uma humilhação só.
Prefiro acreditar e concordar com os comentários feitos pelo anônimo das 09:53, que disseca as entranhas do PT de forma realista.
Na verdade,se bem pensar,a única coisa que vem dando certo no governo do PT é o Hangar,tão criticado anteriormente pela "companheirada",mas hoje é orgulho para os paraenses. A "butija" é tão formidável(R$$$)que olha quem foi pra lá:a secretária particular da Ana Júlia,isso mesmo a Joana,aquela que foi flagrada com mais de R$ 1.500.000,00(hum milhão e meio) em sua conta bancária,fruto da extorsão praticada pelo Marcílio,ex-marido da Ana,junto aos madeireiros.É fato.Que o diga e mostre documentos colhidos na CPI da biopirataria.
Realmente,Juca,o Governo do PT vai mal.E de mal a pior.A insegurança da população é total.Os crimes,em seus mais diferentes aspectos,aumentaram no governo do PT.A Educação nem se fala.Nenhuma Escola construida.Greve geral,prejudicando o ano letivo.Indícios de corrupção na SEDUC na gestão do Mário Cardoso.Novo modelo de desenvolvimento para o e
Estado,necas.Até os incentivos fiscais,tão utilizados pelos Estados para atrair investimentos,foram brecados.Não dá pra entender a lógica do PT.
Numa outra ponta,os desocupados do MST pintam e bordam com a cumplicidade e participação do governo.Veja o caso do Prefeito de Paraupebas,do PT,financiando as ações dos baderneiros no sul do Pará.Um escárnio.Enquanto isso a Ana Júlia marcando viagem para Paris e Londres,pra fazer turismo,ao invés de ir pra China(sem trocadilho),como apela o incansável Carmona,lugar e região propícia para um intercâmbio comercial com possibilidades de sucesso.
Enfim,Juca,NADA NOVO NESTE NOVO GOVERNO.Só trapalhadas,como o caso da nomeação das cabeleireiras da Governadora,o Convênio milionário com o aero-clube do namorada da Ana,as viagens de jatinho,com recursos do Estado,para festas particulares dos filhos da Ana para Belo Horizonte,a prática do Nepotismo e das dispensas de licitação para golpear o Erário Público,carnificina interna,enfim,fora o que vem sendo urdido nos porões do Palácio dos despachos,que serão escândalos no amanhã.
É um caos total,Juca.Nem uma obra relevante desde 01 de janeiro de 2007. A ingovernabilidade é patente.Nenhum secretário de governo,integrante de outra tendencia que não a DS,respeita os despachos da Ana Júlia.
E pra completar,Juca,você tem razão quando afirma que está em frangalhos a base de apoio do Governo na Assembléia Legislativa.Nenhum partido ou grupo de deputados acredita nesse governo.A credibilidade é zero.Nem a bancada do PT,que a cada dia fica mais constrangida naquela Casa de Leis.
O cenário é terrível para os Paraenses com este governo do PT.

Juvencio de Arruda disse...

Pô, essa é a terceira vez que vc envia este post, que já está publicado na caixinha de comentários do post Colisão.
Não insista, por favor.

Anônimo disse...

Traduzindo em miúdos: o governo do Pt não tem projeto de Estado. Daí que, a filial da Feira Panamazônica do Livro(um sucesso dos governos tocano realizada por 10 anos seguidos), feita em Santarém, o que é de fato uma boa medida, é festejada com todos os foguetes.
Enquanto isso o Hospital Regional, também em Santarém, continua sem atender a população da região, especialmente nos casos de média e alta complexidade, razão principal de sua contrução e inauguração , ainda no governo Simão Jatene.

Antonio Fernando

Juvencio de Arruda disse...

Bom dia, AF.

Anônimo disse...

Antonio Fernando, para ser fiel aos fatos:
1 - A Feira Pan-Amazonica não é propriedade intelectual tucana, foi criada ainda se não me falha a memória quando Paes Loureiro foi Secretario.
2 - A diferença me parece é a tentativa do novo governo de democratização sterritorial, garantindo o acesso a população pareanse que não vive na capital aos bens e recursos culturais. Esquecida por longos anos de Paulo Chaves.
3 - Isto se pode comprovar também com a circulaçao da Orquestra Sinfonica e de montagens de Ópera em Tucuruí e Santarem.

Anônimo disse...

Sempre o Parlamento rejeita a ideia de dividir com ele a representatividade da sociedade.
Como o Parlamento deixa vácuo nesta representatividade e a sociedade se organiza cada vez mais, temos que a democracia passa a ser exercida por instrumentos fora do Parlamento o que causa pânico neles.
Foi desse jeito na Câmara Municipal à época do OP quando Edmilson o instalou e ele nem quis institucionalizar.
Só as Assembléias paea decidir parte dos investimento do Orçamento já causavam arrepios nos vereadores.
E agora com a ALEPA, não me espanta a rejeição dos deputados a esse instrumento de participação popular que acaba ofuscando no seio da sociedade a participação dos deputados que estam mais preocupados com seus interesses do que com o povo.
Há na verdade uma falência na representatividade do Parlamento com a sociedade, um distanciamento que vai se alargando cada vez mais, pelo perfil fisiológico dos parlamentares.
Daí ser natural que quando governos possibilitam a participação da sociedade de forma mais direta, esta venha com toda boa vontade para contribuir.
Não nos esqueçamos que as principais obras nos Municípios e regiões foram decididas por grandes plenárias da população em cada região.
Ou seja, deputados não vão poder disputar essa ou aquela obra dizendo que foram eles que solicitaram.
Isto tudo, Juca é muito estressante para os nobres deputados que se sentem fora do processo.

Anônimo disse...

É indefensável a viabilidade desse PTP,meu caro anônimo das 11:15. Esse PTP é pra fazer política,pra enganar os incaltos.Onde já se viu Conselho Regional com 4.000 participantes.Querem deformar a verdadeira Representatividade popular,que é o Parlamento.Dizem,e é difícil acreditar nesse governo do PT ,que no PTP de 2007 foram ouvidas 80.000 pessoas.Ora,só o pioneiro teve 62.000 votos,portanto com igual número de procurações.Outra.A bancada do G-10,por exemplo,representa mais de 400.000 eleitores.A do PMDB outros 300.000 votos.No fundo,o que fica exteriorizado é o desprezo do Governo do PT pelo Parlamento.Isso é inegável.
Espero que a Assembléia Legislativa não se renda e rejeite mais essa sinecura que o (des) governo do PT tenta impor à população paraense.
tenho dito.

Anônimo disse...

Com aprovação ou não pela ALEPA o PTP deve continuar, por ser um interessante mecanismo de participação popular.
Dizer que a verdadeira representatividade popular é o Parlamento. Verdadeira, ora não brinque com as nossas inteligências.
E com relação aos Pioneiros da vida, todo mundo sabe como eles conseguem todos esses votos.
E aja dentadura, cesta básica, telha, aterro, jogo de camisa, operação cesariana,receita médica, etc...
Detalhe, só na época da eleição. Depois, bem depois é depois.

Anônimo disse...

Um debate tão caro como este, no campo da relação entre democracia e representatividade, um espaço como esse do blog é insuficiente. Não entro no mérito das críticas do A.F. pois expressam suas visões de mundo e concepções de poder. O desgoverno reside na mente de quem vê e deseja ver ou inventa (a "invenção" no sentido histórico e antropológico de nossa boa hermenêutica social). A questão central é: democracia representativa e participativa são excludentes? Essse governo pensa que não e usa uma categoria bem definida para a descontrução do problema: a categoria da mediação. Isso é o que esse governo: mediar as duas formas de participação consagradas. Os Conselhos, anônimo, já funcionam e estão a pleno trbalho. E não pense que seus membros são "vaquinhas de presépio" ou clube de aliados. Lá há conselheiros petistas, tucanos, comunistas, igrejeiros, basistas, vanguardistas e grupos de todos os gêneros e perfis. Leia nossas publicações. O acesso é público. Não escondemos nada. Não vamos nos alongar, pois, como disse, o espaço do blog é insuficiente e esse não é o melhor lugar para isso. O "Quinta Emenda" já fez um grande papel de abrir a discussão e não precisam ficar usando o "blog" como"biombo de mágoas". Parlamento que se preze não deve temer a participação popular. As duas esferas podem se completar tranqüilamente pelo sadio caminho da mediação. Uma boa leitura do Boaventura não seria ruim para facilitar o debate. Saudações... Juca, parabéns pelo debate. Posso lhe enviar o Projeto de Lei, se quiser...