2.4.08

Quem Banca

O chefe da Casa Civil da governadoria, Mr. Johnson, pode se preparar para abrir o bolso. Dos cofres do estado, claro.
É que o art. 305, parágrafo 2° da Constituição Estadual afirma que O Presidente e os ex- Presidentes do Poder Legislativo, o Governador e os ex-Governadores do Estado, o Presidente e os ex-Presidentes do Tribunal de Justiça, em caso de acidente ou doença, terão custeadas pelo Estado as despesas com o tratamento médico e hospitalar.”

15 comentários:

Anônimo disse...

Égua!!!!!!
O que o marcelo ladrão gabriel roubou não dá pra cobrir as despesas?
Era por isso que ele queria ser governador de novo: o filho não tinha roubado o suficiente pra cobrir casos emergenciais.
Mano, nós "tamos" f....!

Yúdice Andrade disse...

Mais um gritante exemplo da política de safadezas que grassa no Brasil. Sempre fomos um país de regalias que, a muito custo, vêm sendo reduzidas nos últimos anos, por meio de reformas constitucionais pontuais, mas que estão longe de acabar.
Num país sério, sabe-se que prerrogativas dizem respeito à função, não à pessoa. Assim, residência oficial, carro oficial, segurança particular, verba para compra de vestuário, etc., são regalias que somente se justificam enquanto o bacana está no exercício da função. "Ex" só tem a direito a ser lembrado pelos seus feitos, bons e maus.
Naturalmente, isso se aplica a qualquer ex-autoridade, independentemente de partido, orientação ideológica e quaisquer outros que tais.
Se houvesse alguma preocupação com moralidade pública, as constituições de todo o país seriam modificadas, para acabar com essa pouca vergonha. Afinal, esses camaradas têm em comum o não precisarem da caridade pública, porque suas contas bancárias estão sempre bem abastecidas.

Bia disse...

Se a notícia e os somentários referem-se ao Dr. Almir, espero que os cofres públicos possam ser poupados, já que foram obrigados a despesas "públicas" relevantes como o pagamento da esteticista e da cabelereira, ou a viagem para assistir à festa de formatura do filho da Governadora ou ao rombo do Banco do Cidadão.

Espero que Dr. Almir possa prescindir deste "auxílio" e goze rapidamente de boa sáude.

Beijão, querido.

Anônimo disse...

Cuidado comentarista petista, pra não precisar morder a língua mais tarde.Em outro momento recente da história política do Pará, já ouvi dos petistas, o mesmo rancor e raivosidade contra o Sr. Jader Barbalho, hoje dispensado ao Almir Gabriel.

Juvencio de Arruda disse...

"Partes delicadas", é?
Das 14:05, assuntos particulares não interessam ao blog, a não ser quando repercutem nas partes públicas, o que não é o caso.
Mesmo assim, obrigado.

Anônimo disse...

Concordo com o Yúdice, independente de tratar de A ou de B, de tucano, petista ou sei lá que; as regalias aos "ex" são odiosas num país condenado à miséria. Claro que desejamos ao doutor Almir o melhor tratamento possível e que ele se recupere logo e totalmente, mas está claro que, mesmo por sua condição de médico e prócer político, ele não precisa das migalhas do Estado para ser tratado. Se fosse o caso de um ex-governante em estado de miséria e sem condições de pagar um tratamento digno, que houvesse uma exceção. Mas que está na hora de acabar com privilégios odiosos, isso está sim.

Lafayette disse...

Taí, eu já acho que o Estado tem mais é que custear.

Os cargos, munus, ou mais o quê, citados na Constituição Estadual devem provocar uma diminuição de uns 20 anos no cabra pelas dores de cabeça monumentais inerentes, além de aumentarem, e muito, a probabilidade de infarto, úlcera, e o escambau.

A Constituição Estadual tem que ser cumprida - ora, se está errada, emende-se, altere-se, mas enquanto está em vigor, cumpra-se.

Portanto, se no futuro, a Ana Júlia precisar operar, de novo, o joelho, ou outro joelho, ou o que lá que seja, o Estado deve bancar.

Alías, o tratamento atual do joelho dela foi/está sendo bancado por ela, ou pelo Estado?

Se está sendo por ela... tá errado! Ela tem que cumprir a Constituição do seu Estado, que, por sinal, jurou cumprir.

Anônimo disse...

o tratamento da perna quebrada da governadora antes da eleição foi tbm pago pelo estado e muito bem pago.Cabe lembrar que ela não era governadora quando aconteceu o acidente

Franssinete Florenzano disse...

Concordo totalmente com o Lafayette. E também acho correto que o Estado tenha custeado as despesas do tratamento da governadora, antes dela assumir o cargo. Afinal, se tinha direito a uma equipe de transição, a viagens e outras benesses, nada mais justo do que cuidar da saúde. Indignidade é gastar o dinheiro público em obras superfaturadas e outras mazelas políticas.

Lafayette disse...

Sabe o que acontece.

É que por aqui tem-se o costume de desdenhar de "ex".

Ora, só é "ex" quem foi titular, e, portanto, deu sua cota de participação à sociedade. E tem e deve ser respeitado(a) por tal.

A Ana Júlia, um dia será "ex", mesmo que daqui há 7 anos, e aí? Cumpriu o seu dever e se joga fora?

A lógica da Constituição, acho, é que o cidadão, enquanto Governador, não tem outra renda, se não a remuneração do cargo, assim, é como se fosse o custeio do sacrifício.

Tá, já sei. Vão dizer que a lógica é utópica, mas, se não é a realidade, briga-se para muda-la.

Alterar a Constituição (que dita regras utópicas, não raro - vide: todo cidadão terá direito à saúde, educação, lazer etc. etc. (Art. 5º, CF) é mesmo que cortar a cabeça quando se está com cefaléia, ao invés de tomar um doril (êpa, não vale a rima).

Anônimo disse...

Caro Juve,

Fico pasmo com os comentários passionais, a favor ou contra, pois revelam mesquinharia pura e destilam ressentimentos e rancores inaceitáveis, num pais dito civilizado.

Que Deus ilumine o Almir Gabriel e cuide de sua saúde, pois ele é um simples mortal igual a todos nós. Se pode ou não pagar suas despesas ou se estas devem ser pagas pelo Estado ou não, isso é uma situação que nem deveria ser objeto de comentários, até porque, ele e seus familiares devem estar sofrendo. Se o filho roubou 10, 20 ou 100 milhões dos cofres públicos, que o MP e a Justiça apurem e façam sua parte.

Não aprovo muita coisa dos governos tucanos, mas não vou, neste momento, descer às rais da insensatez.

Prefiro beber uma gelada e comer um gostoso pão com pernil na padaria do Fernando. rs

Abrs

Anônimo disse...

O Lafayette já está reelegendo a Ana Júlia!!!

Anônimo disse...

Felizmente o Dr. Almir Gabriel ainda não precisou da ajuda, ou que seja obrigação, do Governo do Estado. Mas se precisasse, na minha opinião, seria mais do que justo, por tudo que esse homem público fez pelo Estado.
Torcemos por sua recuperação, para que possa ainda dar grandes contribuições ao nosso Pará.

João Augusto

Anônimo disse...

Concordo com o anônimo das 8:40 quando diz que o Dr. Almir não precisou da ajuda do Governo do Estado e nem vai precisar. Esse homem e sua família não merecem esses comentários passionais, principalmente quando ele precisa de tranquilidade para a recuperação. Não vi essa preocupaçao quando o Jader Barbalho recentemente esteve em SP a tratamento. Teve toda a sua vida privada preservada. Foi o governo que pagou? Saúde Dr. Almir que o Brasil e o Pará precisam de pessoas como o senhor.

Anônimo disse...

Comentário infeliz o que compara o direito de Almir ter suas despesas médicas custeadas, com a cabelereira e esteticista.
Me desculpem mas é rebaixamento do debate.