24.4.07

Lacre

Sem alarde, tem sido intensa a atividade da Polícia Federal e da Anatel no fechamento de rádios clandestinas no Pará.

5 comentários:

Anônimo disse...

A PF e a Anatel continuam perseguindo rádios comunitárias, enquanto parlamentares continuam recebendo, criminosamente, concessões a torto e a direito. É a lei e a ordem brasileiras.

Anônimo disse...

Perfeito anônimo das 8:48.
O maior exemplo é a RBA, emissora do deputado Jáder Barbalho, que continua aí no ar, e deve milhões de reais de contribuição para o INSS, FGTS e outros.
Aliás, não é mais nem RBA, que já morreu para não pagar as dívidas. Agora é Sistema Clube de comunicação, uma empresa novinha e sem dívidas.
Isso sim é um escândalo. Mas se tratando desse câncer da vida pública, não se esperaria outra coisa.

Artur Dias disse...

No Júlia Seffer existe a rádio Comunitária Uirapuru, que pertence à Associação de moradores. Também lá o pessoal vive apreensivo com a possibilidade de fechamento, até pela violência usada pela polícia nessas ações. Não que a rádio não queira ser legalizada, mas porque nos processo de legalização, o governo dá prioridade a quem possa lhe dar contrapartida em forma de apoio e propaganda.

Anônimo disse...

Na maioria das cidades do interior a Rádio Comunitária é o único meio de comunicação entre a sede do município e a zona ribeirinha.
Acho que o Ministério das Comunicações deveria dar tratamento especial para as Rádios que se enquadram como acima.Quanto a PF esta tem muitas outras ilicitudes a combater.

Anônimo disse...

Não adianta vir querer fazer proselitismo de inocente aqui que ninguém é léso.
Se fosse só a RBA o problema, seria ótimo. Mas e o grupo Liberal? É santinho de pau-ôco?
Esperemos nós que o súbito interesse em legalização de débitos ao INSS, IRF, FGTS, ICMS, etc, se amplie a todos que os devem. Inclusive alguns comentaristas deste blog, que adoram ter múltiplos pseudônimos.
Que os Barbalhos, ACMs, Maioranas, Bornhausens, etc, etc, etc, recebam a visita da justiça, e deixem de lado a pose de vestais da moralidade e o cinismo de ainda vir aqui, fazer pose.
Este talvez seja o legítimo interesse da nação.