30.5.08

No Largo

Show de comida gostosa, mulheres bonitas - com todo o respeito, é claro - e um papo agradabilíssimo com o advogado José Maria Toscano. Paella, filhote ao tucupi e bacalhau na brasa.
Mesa de ontem no Largo da Palmeira, o restô do Paulo Mendonça na Manoel Barata atrás da igreja de Santana, há onze anos na linha dos bons buffets do centro de São Paulo.

15 comentários:

Anônimo disse...

Luluquefala:
Será que dá pra dividir com a gente, pelo menos o endereço ?
Fica pela Manoel Barata, pela Padre Prudêncio ou na praça da ótica do oftalmo-Duciomar ?

Juvencio de Arruda disse...

rs...pela praça do Buraco da Palmeira.

Francisco Rocha Junior disse...

Bela recomendação: o bacalhau na brasa, com azeite (azeite doce, segundo os mais antigos...) e pão, é 'buonissimo'.

Francisco Rocha Junior disse...

Ah, e o Toscano é uma figuraça!

Juvencio de Arruda disse...

Acescente brócolis, batatas coradas e cebola assada. Muito bom, nobre.
E o Toscano é isso aí.
Abs

Anônimo disse...

Luluquefala
Parem ! Parem !

Anônimo disse...

Realmente, é temo de lição, o lulú está uma simpatia...

Val-André Mutran disse...

Quem sabe não dividimos uma boa mesa lá em julho?
Abs.

Juvencio de Arruda disse...

Vc está convidadíssimo, mestre.
Abs

Val-André Mutran disse...

Será uma honra. Confirmarei posteriormente a data.
Abs.

Anônimo disse...

Por falar em gastronomia, rolou estresse depois do resultado da eleição de Veja O Melhor de Belém, nesta quinta à noite. O chefe do Manjar das Garças, que tem 3 anos de estudo no Instituto Paul Boucuse, de Paris, e trabalhou em uma casa da mesma cidade, estrelada pelo Michelin, não levou o prêmio de Chefe do Ano da Veja Belém. O título saiu para Fábio Cecília, do Dom Giuseppe, que ficou também com o título de Melhor Restaurante, Melhor Comida Italiana e Melhor Carta de Vinhos (esta mais do que justa, afinal a casa tem uma loja de vinhos anexa).
A metodologia da Veja começa a ser crticada porque escolhe jurados locais - salvas raras exceções - nem sempre especializados e capazes de fazer um julgamento qualitativo. Achar que o restaurante Dom Giuseppe tem cozinha italiana melhor do que a Cantina Italiana, por exemplo, é desconhecer as virtudes da culinária da Itália: molho à base de creme de leite, seguramente, não é uma delas.
O Manjar das Garças, com certeza, honra a culinária paranese ao figurar entre os melhores restaurantes do país - não faz vergonha para nehuma casa de São Paulo, a Meca da Gastronomia Brasileira. A Veja precisa melhorar o padrão dos seus jurados. De qualquer forma, a publicaáo da Editora Abril é uma mídia que ajuda a divulgar o setor garonômico da cidade.

Juvencio de Arruda disse...

Vai ver que foi por isso que o permissionário do Mangal, e do Amazon Beer, o Arlindo, passou de cara amarrada pelo restô da Estação ontem, por volta de 22:00.
De fato a comida das duas casas está excelente.
O filé ao risoto de gorgonzola do Amazon é precioso.
Mas, sem qualquer alusão ao seu comentário, Fábio é um rapaz estudioso, criativo e trabalhador. Um craque.
E continuando a "escorregar da polêmica"...rs...nunca consequi "entrar" no cardápio da cantina Italiana.
Morro sempre no antepasto, simplesmente delicioso.
Além do que pode-se fumar.

Anônimo disse...

Caro Juvêncio,
Endosseo todos os predicados ao restaurante. O bacalhau, em geral, é bom, mas de vez em quando o Paulo pisa no tomate com a qualidade do peixe, o que não empana a qualidade da iguaria. Dá sempre para se cometer o pecado da gula. E as sextas-feiras ficam mais interessantes quando o "gabiente extraordinário" do Senadinho se reúne. Marcam presença regular: Lúcio Flávio Pinto, André Nunes, Fernando Torres, André Carrapatoso, Reginaldo Cunha (quando está em Belém)entre outros. O papo rola até altas horas da tarde. A pauta é eclética. Digna da história do Senadinho que nasceu no Lá em Casa de Paulo Martins. Às, vezes, marco presença.
Nélio Palheta

Anônimo disse...

É verdade, nem ficou muito tempo apra coemmror os prêmios que justamente a Amazon Beer recebeu.

Juvencio de Arruda disse...

Nélio, bela mesa. Tenho alguns bons amigos no Senadinho, democrática degustação (que já dura umas duas décadas, não?) que mostrou a sáude necessápria para resistir ao tempo e a incidentes como a covarde e amolecada agressão de Ronaldo Maiorana ao Lucio.