27.5.08

Sucessão na UFPA

Os diretores de todos os institutos da UFPA, os antigos Centros, decidiram ouvir os possíveis candidatos à sucessão na universidade. É uma novidade no processo eleitoral da UFPA.
Já ouviram o profesor Roberto Dall'Agnol, e vão ouvir os professores Licurgo Brito e Carlos Maneschy, e as professoras Regina Feio e Marlene Freitas. Não necessariamente nesta ordem.
Não há previsão de audição à professora Ana Tancredi, também candidata.

15 comentários:

Raphael Teixeira disse...

Nada a declarar sobre os demais candidatos por puro desconhecimento dos mesmos, mas Roberto Dall'Agnol e Licurgo Brito são nomes da mais pura confiança e capacidade para assumir a frente da Federal do Pará. Fico feliz pelo nível dos candidados. Vamos torcer para que os meandros da Reitoria, Governadoria, MEC e Palácio do Planalto nos brindem com um destes nomes!

Juvencio de Arruda disse...

São excelentes nomes, concordo com vc. Vale lembrar que todos os 54 reitores das universidades públicas brasileiras foram os mais votados no processo eleitoral, sem execeção.

Raphael Teixeira disse...

Desconhecia este dado. Quando pela primeira vez fiquei sabendo da idéia de lista tríplice que o Paulo Renato adorava fiquei chocado com tamanha falta de democracia logo dentro da universidade. Então, vamos às urnas e que elas apontem o rumo!

Juvencio de Arruda disse...

Paulo Renato fez o diabo com essa história de lista tríplice. Chegou a nomear o 3° colocado na UFRJ, a maior universidade publica federal brasileira. O elemento, cmplicadíssimo, não concluiu o mandato. Renunciou.
Tarso Genro mudou a prática, e Hadad a manteve.
Às urnas, pois.

Gabriel Oliveira-servidor da UFPA disse...

Juca, podemos dizer que o objetivo dos diretores é escolher um nome para apoiá-lo à sucessão do prof. Alex? Considerando uma resposta afirmativa, então eles "fechariam" num único nome? Como ficaria a posição do magnífico? Apoiaria a adecisão deles? E a situação do prof. Maneschy, que, tudo indica, será candidato, como ficaria, caso não seja o indicado pelo grupo?

Juvencio de Arruda disse...

Olá, Gabriel, bem vindo ao blog.
Os encontros devem ser uma etapa na decisão dos diretores. Tudo leva a crer que vão trabalhar por um único nome.
O magnífico tem dito que vai presidir o processo. Quem diz isso não pode pegar nenhum candidato pelo braço e sair em campanha.
A situação do prof. Maneschy ficará prejudicada sem o apoio dos diretores. Dele e de qualquer um, embora só deverá, ao final, aparecer tres candidatos: a professora Tancredi, o prof. Maneschy, e um dos outros quatro nomes.
Um detalhe importante, Gabriel: este um que sair candidato deverá o apoio dos outros tres.
É bastante improvável que Maneschy obtenha o apoio de qualquer um desse grupo.
Como vc vê, ainda estamos na fase do poderá, do deverá, do provável.
Acredito que a definição do grupo não se dará antes da definição do regimento eleitoral, previsto para junho ou julho.

Anônimo disse...

Depois da derrota da candidata da profa. Marlene Freitas à direção do Instituto de Ciências Jurídicas, a profa. Avelina Hesketh, são bem mindinhas as chances da primeira ser candidata à reitoria.

Acho o Maneschy o melhor nome.


Victor Picanço

Anônimo disse...

Juca, é engraçado essa "AUDIÇÃO" dos Diretores dos Institutos, em realizar uma pseudo sabatina com os pretensos candidatos a reitor. Agora também seria muito interessante a comunidade universitária também dá uma sabatinada nesses Diretores cujo tema deveria ser "GESTÃO PÚBLICA", já que os mesmos se submetem a processo eleitoral também. Gostei do exemplo e vou aproveitar pra cobrar dos futuros candidatos ao 2º escalão quando em futuras campanhas que sejam sabatinados por nós.
Pra mim, o que é importante é que todos são bons candidatos até mesmo a Tancredi, mas só quando as urnas forem apurados é que saberemos quem será o "Escolhido".

Juvencio de Arruda disse...

Pelo que entendi de seu comentário a audição dos diretores dos institutos é engraçada, mas vc gostou do exemplo, só que a audição que vc sugere não é engraçada!?!?

Anônimo disse...

Me desculpem, mas isso é como realizar uma sabatina com os ministros do Governo Federal para escolher o próximo candidato a presidente da república. Também, pode ser feito um debate ou uma sabatina, com os chefes dos departamentos, dos institutos, dos profesores, dos técnicos, etc. da Universidade e, assim por diante. Essa parece ser uma jogada, de um dos diretores "candidato", para tratar de obter o apoio "corporativo" dos demais diretores.

Anônimo disse...

Isso tudo é um jogo, um balé democratico, na verdade a maioria dos diretores ja tem seus candidatos. Maneschy conta com os maiores colegios eleitorais(Tecnologico e Saude), Regina tem apoio do ICB. Vacilam alguns entre Licurgo e Marlene. Marlene nao tem o apoio do Dirtor do seu Centro, o de Juridicas, que derrotou a candidata apoiada por ela.

Anônimo disse...

Realmente, Maneschy tem os maiores colégios eleitorais. Sou servidora em um deles(Saúde) que engloba ICS, Bettina e HUJBB. É pouco?
bjs

Anônimo disse...

Na inusitada "sabatina" o Dallagnol já declarou q nao será candidato....

Anônimo disse...

A Regina também já disse que não é candidata. Só para isso está servindo a reunião dos pré-candidatos com os diretores. Quem será o próximo a desistir? Na verdade quem decide é a comunidade acadêmica e não os diretores. Eu também concordo. O Maneschy se credenciou como o melhor candidato para ser o reitor quem vai dar continuidade ao Plano de Desenvolvimento da UFPA. Perguntem aos técnicos, aos professores e alunos não apenas aos diretores.

Anônimo disse...

Acho que a iniciativa dos Diretores é absolutamente legítima. Qualquer segmento da comunidade acadêmica pode tomar iniciativa e sabatinar quem quer que seja. Qual o problema? Depois, as eleições serão diretas. Logo, o jogo deve ser plural e aberto. Vamos parar de "purismos" ou "mitos", como se fosse o povo (no caso, a comunidade acadêmica na sua totalidade) a definir as candidaturas. Ora...!!!