6.5.08

Custo/Benefício Zero

Ninguém lê, ninguém acredita. Esse é o resumo da mídia dos cadernos de mercado das pocilgas paroaras, cada vez mais decadentes. No último domimgo, na folha nariguda, a Federação das Indústrias do Pará pagou meia página para dizer que defende o desenvolvimento sustentável.
Todo mundo morreu de rir.

10 comentários:

Anônimo disse...

Esse tipo de mídia - diga-se bem, não de jornalismo - só existe porque quem anuncia nesses cadernos dominicais ganha bônus nas também malditas coluans e nos programas de televisão que colunistas apresentam para (mantendo o dialeto)criar "sinergia" - em outras palavras, cadeia de faturamento usando espaços pretensamente editoriais. É o tipo de "jornalismo" que os anunciantes gostam porque acreditam ser vitrine. Não se tem notícia de que, por exemplo, Antônio Ermiro ou Eike Baptista, o presidente do Bradesco, o dono das Casas Bahia (maior anunciante privado do país), os presidentes do Itaú e do HSBC; os executivos das marcas de automóveis entre tantos, utilizem essa mmídia fajuta que as empresas midiáticas paroaras inventaram, para aparecer. Aliás, não se conhece nada parecido em outras publicações. Lamentável que a imprensa paraense ainda alimente esse modelo provinciano de negócio.

Juvencio de Arruda disse...

Seu comentário é muito melhor que o post. Obrigado pela aula.
É lamentável a imprensa paroara.

Juvencio de Arruda disse...

N�o tenha inveja de um cara que continua pobre, barrigudo, que tem carro velho e mulher feia, essa uma enorme mentira.
Mas ladr�o n�o se defende.Ofende.
E rouba. Dos ot�rios, claro...eheh

Anônimo disse...

Juca, minha intenção é provocar uam discussão, apenas; estimular o Sindicato dos Jornalistas, as universidades, os professores de Comunicação para uma discussão inteligente sobre a qualidade da imprensa paraense.
Continuando a nota anterior, a coisa está muito ruim. Muito, mesmo! A idéia que tenho é a mesma quando compro queijo fora do prazo fatiado ou lingüiça que foi lavada igualmente para camuflar o prazo passado.
Longe de parecer pudico, moralista ou desatualizado com os gostos do leitor contemporâneo. Mas o fato é que, agora, só faltam os jornais publicarem os ensaios da Play Boy, tal a cara de pau com que se editam fotos de mulheres quase nuas, inteiramente nuas como as de O Liberal de Hoje. Que critérios adotam os editores para publicarem tais matérias? Que conteúdo jornalístico existe nesse material? O exemnplo pronto a cabado da porcaria editorial de O Liberal é uma tal coluna chamada de BABADO. Antigamente, na tal folha, "Moranguinho" era inocente debutante na coluna do Isaac, na data do "nat". A edição de hoje desqualifica o qualificativo do velho e inocente Isaac, que continha emprestando o nome para as chamadas "notas mundas". A Mulher Moranguinho desta terça é personagem da pior pornochanchada. As revistas do gênero não fariam melhor utilidade da bunda e da virilha de uma tal de Ellen Cardoso, ou das Melancias, ou das Jacas que o tipo de jornalismo babado inventam.
O jornal não respeita seus leitores ao oferecer produto dessa qualidade. Ora, se com isso pretendem vender mais jornal, então que editem uma revista do tipo e não o tal Maior Jornal da Amazônia - que por aí também não é. Envergonho-me de comprar um jornal com esse conteúdo. Recuso-me mostrar para minha mãe ou educar crianças na leitura cotidiana de jornais com esse "material editorial", como o próprio diz que faz em trabalho do educador Meirevaldo Paiva e do escritor Salomão Laredo. Por favor, não exibam esse jornal nas escolas como instrumento de ediucão. Não é! Acabou o jornalismo! Restou o lixo das redações!

Anônimo disse...

Desculpem a falta de revisão que deixou o comentário anterior meio zambeta: uma concordância involuntariamente claudicante e uns vocábulo zarolho com a troca de letras.

Anônimo disse...

Concordo com a indignação do comentarista das 10:43. Hoje, ao abrir o jornal Diário do Pará num consultório médico, confesso, apesar de não ser pudico, que fiquei envergonhado, até porque havia uma senhora idosa bem à minha frente. Lá estava na primeira página, uma moça, bonita aliás, peladona total, só com as mãos e os cabelos cobrindo,o que minha mãe chamaria de "as partes". O que é isso minha gente?! E é todo dia. Uma verdadeira salada de frutas sem casca estampada na capa ou contracapa dos "grandes" jornais locais. Êta!
Quanto à discussão sobre o conteúdo dos jornais proposta pelo indignado, acho meio difícil. Os jornalistas estão amassando salários que o Diabo não quis e parece que o Sindicato da Categoria está em estado de sonambulismo. Há quanto tempo não se houve falar de uma campanha salarial que mobilize a categoria? Ninguém nem aparece nas reuniões do Sindicato, pelo que eu sei. Os jornalistas paraenses estão anêmicos. Os mais antigos, que ainda resistem na tal mídia, só pensam mesmo em garantir o pouco e sobreviver do jeito que der. Já os mais novos. Faz tempo que a moçada não se politiza e nem se mobiliza. Os motivos todos já sabemos.

Juvencio de Arruda disse...

Fas 10:43, pode provocar.

Anônimo disse...

Um número considerável de cursos de comunicação ( falta qualidade na maioria), não melhora em nada a qualidade da chamada grande imprensa. Alguns "fessores", não têm a menor qualificação. É por isso que eu sou Adorador de BLOG, se discordo de alguma postagem, mando minha opinião, interajo.

Anônimo disse...

Os jornais de Belém se nivelam por baixo, no nível do que cada um tem de pior. Antes, só existia o caderno Negócios, do Diário. Aí o Liberal percebeu que tava perdendo dinheiro e copiou a porcaria, criou o Mercado. Depois, o Amazônia apareceu com as mulheres nuas. Os dois outros copiaram a pornotícia. Mas a concorrência entre eles é forte mesmo nos cadernos de polícia, outra baixaria que envergonha mais do que as mulheres que, coitadas, não tem culpa do jornalismo paraense.

Anônimo disse...

E o bacana com a sua festa e revista 100% permuta, sem conteúdo, babando o ovo de emergente desesperados para aparecer.