13.5.08

Jader Espera Messias

No blog Espaço Aberto, as palavras do advogado de Jader Barbalho, que prepara um agravo regimental, o que poderá liberar a venda do carro usado do Sobrancelhudo sem problemas.

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Conheci Edson Messias de Almeida no final dos anos 70, início dos 80. Morava numa casa simples e agradável, com flores no pequeno quintal, numa transversal da almirante Barroso, bairro do Marco. Seu escritório era cheio de livros. Brancão, vermelho, cabelos negros, Edson suava muito quando atendia meu pai, na época enroladíssimo em dívidas com o Banco da Amazonia. Sempre foi um advogado estudioso, competente e sério. Por alguns anos foi sócio da banca do querido Cjk, comentarista cardeal aqui do Quinta.
Já maduro, fez concurso e assumiu uma vara da Justiça Federal em Nova Déli, onde ficou por algo em torno de cinco anos, e pediu aposentadoria, voltando ao seu escritório.
Nessa época reencontrei Edson no restaurante Mascote, em Santarém. Defendia o então prefeito Lira Maia (DEM), enroladíssimo com o MPF por desvio de verbas do Fundef. Ele não me reconheceu, e eu era o diretor da campanha de tv de um dos adversários de Lira Maia na campanha de 2000. De posse de uma cópia do inquérito do MPF, sentei o cumarú no atual deputado federal.
Depois nunca mais vi Edson.
Curiosamente, na semana que passou, conversando com um juiz trabalhista que foi seu funcionário na Justiça Federal, falamos sobre ele. O juiz cobriu o advogado de elogios. Subscrevo-os.

7 comentários:

Anônimo disse...

Creio que dpois de defender o JB ele deixou de ser socio do Cjk, por que será?

Anônimo disse...

Grande Juvêncio ! Você é um craque.

Juvencio de Arruda disse...

Obrigado. Vc é que é.
Abs

Anônimo disse...

Não foi esse cidadão que condenou o Duciomar?

Se foi, não esqueço da sentença: ela diz que o Dudu seria portador de TPA, o tal do transtorno de personalidade anti-social, vulgarmente conhecido como psicopatia ou sociopatia.

Ao que parece, o réu teria sido submetido a um exame psiquiátrico, que teria dado base científica ao que o juiz escreveu.

Se não houve o exame, o então juiz chutou forte...

CJK disse...

Boa noite Juvêncio, estou encerrando meu expediente de hoje, dia 13, só agora li o post e os comentários.
Não posso deixar de esclarecer ao anônimo das 4:09h que as sociedades de advogados se formam e se dissolvem num ritmo natural do mercado profissional. Sua permanência depende de muitos fatores, visões de mundo, ênfases em um ou outro aspecto do exercício da profissão, etc. Assim sendo, o patrocínio judicial do ex-governador Jáder Barbalho pelo Edison (assim mesmo, a grafia correta é o da forma inglesa) não influenciou em nada a relação profissional que mantivemos por quase 5 anos, muito menos o seu término, amigável, por sinal.
Hoje estou associado a um grande banca de advocacia da Região Sudeste, e sou correspondente de diversos escritórios brasileiros e estrangeiros na Região Amazônica.
Se precisar de um advogado, viu anônimo, passe lá pelo meu escritório, cobro um valor justo pelos honorários, rsrsrs

Anônimo disse...

Luluquefala:
Os bens desse gatuno público não deveriam ficar indisponíveis.
Deveriam, isso sim, ser devolvidos.

Anônimo disse...

Luluquefala:
Eu só quero ver como é que vem o chiqueiro-jornal da família barbalho amanhã.