14.5.08

Santino na Mira do Conselho do MPE

Com todo o merecimento, o ex secretário tucano de Defesa Social e procurador do MPE Manoel Santino é destaque hoje na coluna Repórter Diário, da folha indisponibilizada.
Aproxima-se do nacional uma onda de grandes proporções.

9 comentários:

Anônimo disse...

Me acode lulu... me acode lulu.
Uau...uau.

Juvencio de Arruda disse...

Merece sim.

Anônimo disse...

Juca, o indigitado cidadão teve algum siricotico na sessão de ontem?

Anônimo disse...

Juca,

Em seus posts é comum vc usar alguns adjetivos interessantes que os adjetivados fizeram por merecer ou os descrevem de alguma forma. O tempo e os fatos foram meus professores para que eu pudesse identificar quem era o "falsário", "sombracelhudo", "folha nariguda" dentre outros.

Porém até hoje não sei o que vem a ser "nacional" usado com frequencia e que está no atual post, a que se refere?

Abs,

J. BEÁ

Juvencio de Arruda disse...

Beá, na linguagem de jornalismo policial refere-se aos elementos envolvidos em problemas legais.
Abs

Yúdice Andrade disse...

Originalmente, o adjetivo "nacional" servia apenas para indicar o óbvio: que a pessoa mencionada possuía nacionalidade brasileira e por isso gozava dos direitos inerentes à cidadania. Ocorre que, na prática, esse hábito ficou restrito aos registros policiais. Hoje em dia, duvido que mais alguém utilize a expressão antes de um nome além dos escrivães de polícia, agora por puro arcaísmo. Aposto que eles jamais pensaram no motivo de escrever assim.
Disso resulta que dizer "nacional Fulano" dá ares de boletim de ocorrência, daí a conseqüência mencionada pelo poster em sua resposta.

Juvencio de Arruda disse...

Obrigado pelas considerções, caríssimo mestre.
Abs

Anônimo disse...

aos poucos, ainda aos poucos, este MP vai ser melhor, embora ainda encontre muita resistência entre vários de seus membros que preferem cuidar de si do que cumprir o juramento de posse. a imprensa deve ficar alerta porque caindo na mesa do geral, assim como o outro que saiu, é capaz que fiquem os autos esquecidos, como é de costume desse povo. duas procuradoras corajosas e, espera-se, que sejam a mira da nova classe. ainda resta uma esperança. alvíssaras! a conduta indecorosa de quem deve acusar e julgar os demais deve ser cobrada como motivo para afastamento. cinja-se a sua função aqueles que querem ter benesses, mas não os onus decorrentes dessa missão que é defender a sociedade. cortando a própria carne o mp paroara inicia uma nova jornada.
parabens ao conselho superior e espera-se que o geral(do) cumpra suas funções legais sob pena de ser acionado no CNMP.
torquemada

Juvencio de Arruda disse...

Mandou bem, Torquemada.