29.7.08

Galeria de Horrores

Deve haver gente doente na redação e no comercial de O Liberal, a maior pocilga do norte e nordeste. O caderno de Polícia da edição de hoje traz nada menos do que nove - isto mesmo, nove - fotos de cadáveres, nas mais indignas posições.

30 comentários:

Anônimo disse...

É, meu caro Juvêncio, é SÓ no O LIBERAL. Impressionante que é SÓ nele. No lindo, ético e maravilhoso jornal da frente do Bosque, não há nada. Tão Belém, como diria o comendador. E provavelmente, todas as mortes foram forjadas pelos Maioranas. Afinal, a culpa é deles, não e mesmo.
Dedé

Juvencio de Arruda disse...

Não, cara Dedé, não é só na pocilga dos Maioranas. Do outro lado do bosque há coisa igual e pior ( veja o que penso nos arquivos do blog) num revezamento constante,que passa de roldão em cima de mentes e corporações, até estabelecer a moral cíncica, que chora as comparações, e forja, isto sim, a ignorância dos consumidores desta pocilga em que vc trabalha.

Anônimo disse...

Realmente, a culpa da violência que assola Belém há tempos é da imprensa em geral, em especial desta pocilga em que eu trabalho e de onde tiro, honestamente, o meu sustento. Pra mim, parece que é só com a gente de cá. Se fosse para ser justo, tinha que falar dos DOIS e não apenas deste. afinal, os três jornais da cidade falam do mesmo assunto e dão, basicamente, as mesmas fotos
Dedé (de novo, e encerrando as transmissões)

Anônimo disse...

Ambas as porcarias impressas fazem dos seus cadernos de polícia um teatro de horrores.
Exposição sem nenhum pudor nas bancas e pontos de venda, servindo de "aperitivo" para a plebe consumidora.
Essa é a verdade.
Sangue é atrativo para vendas.
O povão é vampiro, então deixam de lado a ética e o bom jornalismo em troca de vender horrores.
Se espremer os 3 jornais, não se tem um Jornal por inteiro.
Quanta porcaria!

Anônimo disse...

oras, vais querer me convencer que é o genuíno "interesse jornalístico" que leva a sua e outras pocilgas, como diz o Juvêncio, a publicar cenas de carnificina? tenha dó!

Anônimo disse...

Se ao menos o povo encarasse as notícias do acidente como um ALERTA PARA A PRUDÊNCIA NO TRÂNSITO, seria bom. Seria ótimo!

Anônimo disse...

A jornalista Dedé mergulhou na ambivalência. Não podendo responder quem vem primeiro: "- o ovo ou a galinha?", a jornalista padece e sofre porque as críticas não foram dirigidas aos demais jornais de circulação na capital do Pará.
Recepção e emissão são duas áreas dos estudos da comunicação, não são excludentes, mas produzem diferenciações importantes na abordagem do problema. E a empresa jornalística visa lucro como qualquer outra, porém produz uma mercadoria de alto valor agregado.
Se os leitores querem sangue, e se os proprietários querem lucro, é preciso mediar a relação por meio das instituições que detém esta função.
Não adianta defender O Liberal, O Diário do Pará e os demais jornais. É necessário definir claramente as regras para as editorias de polícia pois a exposição dos cadáveres está na mesma proporção da humilhação com que se expõe a miséria. É, de fato, lamentável.

Juvencio de Arruda disse...

Das 10:47:
A proposta embutida em seu percuciente comentário – a mediação das instituições que tem essa função- já foi objeto de post aqui no Quinta,quando sugeri que o Ministério Público estabelecesse um Termo de Ajuste de Conduta com a pocilga, a modo de sobrestar a performance abusiva da editoria de Polícia do veículo.
Naquela oportunidade, manifestou-se em contrário o jornalista Marcelo Vieira, das ORM. Sem problemas.
Marcelo e Dedé são profissionais e pessoas corretas, e suas críticas aos posts e opiniões do poster são recebidas com a mesma naturalidade que são repelidas.

Anônimo disse...

Quem diria...a querida Dedé defendendo este circo dos horrores que se estabeleceu entre os dois jornais da cidade.Então, prezada Dedé, se o Juca meter o malho também no Diário está tudo bem pra você?Quer dizer que para noticiar essa tragédia do acidente que matou 5 jovens,num carro incediado,precisava mostrar a foto de uma caveira carbonizada dentro do que sobrou de um Vectra???Ora a dor das famílias...que se F----!!!O respeito então, esse não merece nem ser discutido.O que importa é o circo dos horrores,fotos de açougue de quinta categoria pra vender jornal.Às favas o bom senso e a edição mais humana de um fato dantesco.
Dedé, com tristeza te falo...você está preparada para trabalhar não só na 25, como na frente do bosque.
Sucesso pra você.

Anônimo disse...

Das 11h30, eu não falo com desconhecidos, mas faço uma cortesia a vc. que parece saber quem sou. A minha reclamação com o Juvêncio é sobre a primeira porrada vir sempre em cima da gente, aqui das ORM. Nada mais e isso cansa. Quanto às questões éticas, tenho cá as minhas opiniões, mas deixo para quem prefere propará-las aos quatro ventos.
Dedé (e, definitivamente, encerrando as tranmissões)

Anônimo disse...

Dedé, alguém viu os dois apresentadores do programa de receitas da RBA, na TROPPO de domingo. Foi numa foto da festança de um colunista do Amazônia.
Tb alguém se deu conta que a foto que ilustrava a matéria da psicóloga amiga da governadora, era de uma lixeira cheia de jornal. rsrsrsr

Anônimo disse...

Juvêncio, você só sabe criticar.
Fazendo um balanço das virtudes e defeitos dos dois jornais, o saldo de O LIBERAL é altamente positivo. É jornalismo com J maiúsculo. O LIBERAL vai a fundo nas reportagens, enquanto o jornal da frente do bosque é superficial e não sabe nem os nomes dos bairros da cidade (Campina é grafado com S no caderno TEM e virou Campinas, o município paulista).
O LIBERAL tem um maravilhoso editorial ao lado do Repórter 70, o Diário só tem bobagem.
O Diário requenta informação, O LIBERAL antecipa os fatos.
E tem outra coisa: o layout do Diário é feio que dói. Uma poluição visual completa. Uma barafunda. O LIBERAL tem projeto gráfico premiado.
É isso. Uma opinião isenta estava faltando aqui. Bye!

Juvencio de Arruda disse...

Agradeço seu reconhecimento à capacidade de crítica do blog,mas vc também tem seus pendores.
Vamos lá: O Liberal é agradabilíssimo visualmente, se comparado ao Diário.
É só.
Bye pra vc também.

Anônimo disse...

Que discussão mais bizantina! Uma jornalista ofendida porque quer que o blog sempre fale primeiro contra o outro jornal que não aquele onde ela trabalha, outro (provavelmente da diretoria do jornal)afirma que O Liberal é um jornal maravilhoso, jornalismo de primeiríssima qualidade, excelência gráfica elogiada no planeta, e blá-blá-blá. Nem a jornalista nem o defensor incondicional do jornalzãozinho discutem a ética ou não dos hohhores estampados pra vender mais e apenas pr vender mais. A jornalista e o defensor incondicional enfim concordam que o que interessa mesmo é o lucro e ninguém tem o direito de discordar deles, só falar mal do jornal adversário. Pois saibam ambos que a opinião dos leitores é que os 3 jornais de Belém são falhos de jornalismo, provincianos no pior sentido da palavra e não prestam nem pra embrulhar peixe.

Anônimo disse...

Mas que maldade, pra embrulhar peixe serve, sim.

Anônimo disse...

O que motiva a compra desses jornais são: o preço acessível à população de baixa renda; do raquitismo editorial e da brutalidade, sensacionalismo e banalização como tratam a violência nas suas mais variadas formas. Observo quando um trabalhador compra um exemplar do Diário do Pará ou Amazônia e retira o horrendo caderno policial para ficar apreciando as expostas fotos cadavéricas, até crianças já se acostumaram a essa rotina. As vazes, parece que vai derramar sangue desses cadernos de tantas fotos de terror. O pior que além de não educar, estimula a reprodução e a inevitabilidade da violência. Quanto à análise crítica das causas que levam a essas mazelas, é letra morta.

Francisco Rocha Junior disse...

Juca,

Repito o que disse em postagem feita hoje no Flanar, e que, mutatis mutandis, se enquadra perfeitamente nesta disputa:

Está em voga uma tendência, que me parece ser bem brasileira, de futebolização de toda espécie de debate. Não há uma crítica que se faça em que não apareça um interlocutor apontando o dedo para aquele que considera adversário, acusando-o de fazer o mesmo, ou pior. É assim na política, na imprensa, na economia.

Não há quem, hoje em dia, ao analisar uma conduta e sobre ela expressar opinião, não seja rotulado por quem discorda de "inimigo" e fustigado com argumentos do tipo "vocês roubavam mais", "o partido tal também fazia", "todos fazem assim", ou ironias como "é, só nós fazemos, vocês não".

Assim seguimos na nossa mediocridade, acreditando que o mundo se divide em mocinhos e bandidos, céu e inferno, positivo e negativo. Simplificamos o debate, maniqueístas como só nós sabemos ser.


Abração.

Juvencio de Arruda disse...

Nobre, o que eu chamo de moral cínica o mestre psicanalista Juradir Freire Costa chama de razão cínica. A raiz desse contructo está qqui:


http://www.google.com.br/search?sourceid=navclient&aq=t&hl=pt-BR&ie=UTF-8&rlz=1T4ADBF_pt-BRBR278BR278&q=Peter+Sloterdijk.

Bom proveito.

Abração.

Anônimo disse...

Concordo com Dedé, mas em partes. Que Juvêncio atirou a primeira pedra do lado das ORM, é verdade, mas a jornalista acaba admitindo que a linha editorial do que Juvêncio chama de "pocilga" é jogada sob o mesmo caminhão em que o concorrente se atira.
Vale a pena, então, concorrer em número de fotos de pessoas mortas na capa do caderno policial? Se um TAC daria jeito, talvez. Mas o bom senso deveria começar de dentro das redações, onde trabalham os que se dizem "formadores de opiniões", em perspectivas pra lá de ultrapassadas.
Antes do TAC, talvez os jornalistas, de lá e de cá, pudessem engolir o orgulho, tirar a camisa da empresa para a qual trabalham, e discutir profissionalmente os rumos que estão dando para o que deveria ser de utilidade pública: o jornalismo.
Duvido que os Maiorana ou os Barbalho acordem ansiosos pela capa ensanguentada. Querem vendagens maiores, sim, como quaisquer outros comerciantes, mas há que surgir uma outra forma que não seja às custas da ética transformada em bizarrice, ou da dor transformada em espetáculo.
É, soa utópico mesmo...

Anônimo disse...

Juca...

A cobertura do Diário do Pará de hoje, sobre o trágico acidente de domingo na PA 234, resume o profissionalismo que às vezes nos choca ao abrir as páginas dos grandes jornais paroaras. A ânsia de vender mais que o concorrente ignora dores e desrespeita sentimentos, pois o que interessa é o lucro que pode ser obtido a partir da exploração da dor humana e dos próprios seres humanos.
O "erro" (se pode ser assim chamado) da morte da 9ª vítima do acidente foi um verdadeiro acinte, um atentado e um desrespeito à família de Daniele Campos, que nesse momento enfrenta a dor, onde qualquer palavra machuca e deixa marcas profundas. Precaução e prudência era o mínimo que se esperava daqueles que iriam tratar e divulgar essa tragédia. Erraram produtores, repórteres e, pior ainda, editor, que deu um destaque desnecessário na busca de conseguir o furo do dia.
O mínimo que se espera no dia de amanhã é um pedido de desculpas da equipe do Diário e assumam esse erro.

Max Costa
P.S: Não quero com isso condenar apenas o Diário e aliviar a barra do concorrente. Ilustrei o fato apenas para mostrar que há muito jornalistas tem cometido exageros, que necessitam ser reparados! Jornalista não é Deus, como muitos se acham! E falo isso por conhecimento próprio!

Vladimir Cunha disse...

Dizer que as capas do jornal Amazonia sao grotecas já não devia mais ser novidade. Assim como as capas do caderno Polícia, do Diário do Pará. Há anos as capas do Amazônia se tornaram uma mistura indigesta de sangue e sexo para as massas. De um lado um crime brutal, com direito a tripas, sangue e orgaos expostos, e de outro peitos e bundas da gostosa da vez, que pode ser tanto uma ex-BBB quanto a modelo quase famosa.

No entanto, até entao a sucessao de barbaridades era privilégio apenas do primo pobre do auto-proclamado "maior jornal da Amazônia". Porém, com as vendas cada vez mais ameaçadas pela concorrência, O Liberal, ainda que timidamente, acabou pendendo para o mesmo lado.

Não sou parente e sequer conhecia qualquer das meninas mortas no acidente. Mas, como leitor, fiquei chocado ao ver a caveira de uma delas estampada no Amazônia ao lado de uma foto recortada de uma menina de biquini, como se a morte e o sexo estivessem tão banalizados ao ponto de poder conviver em um mesmo espaço.

Mas claro que há sempre que se argumentar que a imprensa é livre e que os jornalistas não tem culpa que o mundo esteja tão violento. O que vale é a notícia, certo? Concorrer para ver quem estampa o cadáver mais grotesco, a notícia mais sangrenta ou mesmo a bunda mais carnuda. Afinal, diz o mantra de quem comanda as redações em Belém, "é isso que o povo quer".

Pode até ser. Mas talvez o povo queira isso porque, até hoje, não lhe foi apresentado nada de mais interessante. Somente essa visão grotesca e distorcida que os jornais locais têm do que suspostamente seria a realidade. Fico me perguntando se essa mesma lógica seria aplicada se o dono ou um parente de um dos donos dos jornais sofresse uma morte tao violenta ao ponto de "merecer" destaque em todos os veículos da imprensa paraense.

Exemplos passados me levam a pensar que não.

Anônimo disse...

Pôxa, Juca, lendo esses comentários sobre essa questão das páginas policiais dos nossos jornais, a essa hora da noite, depois de um dia muito pesado por conta das campanhas, me veio à lembrança um episódio acontecido no saudoso Estado do Pará, que fez época no final dos anos 70. Vou tentar ser fiel ao ocorrido, mas, por favor, me perdoem os contempladores se houver alguma falha de memória.
Fazíamos parte de uma redação muito jovem, outros nem tanto: eu, Ronaldo Brasiliense, Carlos Queiroz, Luís Otávio Barata, Afonso Klautau, Natsuo, Raimundo Pinto, Jaime Beviláqua, Carlos Mendes, Ana Célia Pinheiro, Ruth Rendeiro, Beth Mendes, Rosaly Brito, Rosa Leal e mais, e mais, e mais.
Aí surge uma idéia genial: mudar radicalmente o noticiário de policia do jornal, que passaria a ter um aproveitamento jornalístico normal. A diagramação seria sóbria, sem títulos em letras garrafais; o número de páginas reduziria de quatro para duas ou uma; deixaria de ocupar o espaço nobre de contra-capa; a redação das matérias seria criteriosa, pondo fim ao tradicional repórter de polícia; e por aí iam as recomendações. E a mais importante: quando houvesse um crime qualquer ou mesmo um roubo por mais escabroso que fosse, o tratamento dado ao autor era de acusado e nunca de criminoso, bandido ou ladrão. A não ser quando houvesse a condenação pela justiça. E o repórter ainda recebia uma orientação da pauta: descobrir o endereço do acusado e fazer um perfil da situação familiar, a condição social, o que teria levado a pessoa àquela situação. Ou seja: a causa social originária daquele problema policial. À frente, o jornalista Jaime Beviláquua, que editava economia, mas pelo seu perfil, sensibilidade e cultura, encaixava como uma luva nesse novo projeto.
Era ou não era uma proposta muito bacana para o jornalismo policial?
Pois bem: no terceiro dia dessa nova fase de jornalismo policial, adentra na redação, logo cedo, o chefe da baderna, o responsável pela distribuição do jornal entre os jornaleiros, esbaforido, muito zangado mesmo, com uma pilha de jornal encalhado e grita bem alto: - o que eu faço com essa porra aqui? Eu era ao chefe de reportagem e estava naquele momento complicado de fechar a pauta do dia. Fiquei sem entender direito qual era o problema. Ele continuou me olhando com os olhos bem arregalados, semblante de quem tinha passado a noite sem dormir, e com as mãos fixas na mesa sentenciou: - ou vocês mudam essa página de polícia para voltar como era antes, ou não pego mais nenhum jornal pra vender na rua!
Infelizmente, no outro dia, o Gouveão, repórter policial que fez escola, voltou a sorrir com àquelas páginas terríveis.
E o Beviláqua voltou para a economia. E a redação viu seu sonho de verão passar feito um vulcão.
Não sei se essa história dá pra rir ou pra chorar. Mas acho que deveríamos ter enfrentado o baderneiro...

Orly Bezerra

Anônimo disse...

E o Sinjor, por que não se manifesta???

Anônimo disse...

Todas as família das vítimas deveriam entrar com um bom de um processo em cima das ORM.
Quem sabe se doesse no bolso deles, a consciência daria algum sinal de vida?!

Fernando Segtowick disse...

Eu acredito que todos temos limites no uso de nossos cargos e atribuições. Mas acho que nenhuma delas justifica a capa do Amazonia Jornal de segunda-feira. Uma imagem que resume a selvageria de todas as capas de todos os jornais de Belém. Acho que reflexão e auto-crítica é importante para todos nós, dentro e fora das redações.

Abs,

Fernando Segtowick

Juvencio de Arruda disse...

É isso, Fernando. Nada justifica.
Valeu sua visita, amigo.
Abs

Anônimo disse...

Sinjor??????
rsrsrsrs.Já tem o que queria...os DAS deste desgoverno petista

Cássio disse...

O texto do Lúcio Flávio Pinto sobre as mortes na Santa Casa tangencia esse debate que há muito o referido jornalista vem fazendo em seu JORNAL PESSOAL. É o antigo debate da linguagem do circo para o rádio, do rádio para a televisão e agora para os jornais. Não adianta mais cobrar consciência de jornalistas que editam e escrevem o que definem os donos (ou até concordem com isso) e justificam o velho jargão de "imprensa livre", "não à censura", "o povo gosta", e clichês do gênero. Pior é cobrar posição do SINJOR que há muito já perdeu sua credibilidade nesse campo. Cobrar também seleção aos leitores é esquecer o nível de formação e de acesso às informações do referido. O povo lê o que lhe é oferecido sem limites. Não oferecendo, não lê, nem questiona a ausência! A responsabilidade maior é de quem informa e forma opiniões. Daí, vale a sugerir o que mentes de bom senso têm exigido: Termo de Ajuste de Conduta. Simples! O Ministério Público deve ser mais corajoso. Defensores públicos devem ser acionados por famílias pobres quando estas tiverem seus entes estilhaçados e estampados nos tablóides. Quanto às famílias de melhor poder aquisitivo, processos nos tablóides, desde que não se sintam intimidados ou ameaçados de não sairem mais em colunas sociais ou em clicks de suplementos de praias e baladas! Aos, jornalistas, um pouco de humildade e autocrítica faz bem em qualquer ramo profissional. Ao blog, continue a encher o saco sobre isso... Faz bem à ética!

Juvencio de Arruda disse...

Obrigado, Cássio.
Acho que é por aí. Sem esaueer que a Comisão de Direitos Humanos da OAB e sua equivalente na Alepa ( alô deputada Bernadete ten Caten! )
também poderiam se manifestar na questão.
Se foi possível superar esse "estado das artes" em outros lugares do país, não vejo porque se recusar a tentar o mesmo por aqui.
É como vc diz: nenhum emprego ou leitor será perdido por causa disso.
Talvez aqui e ai alguém precise ser reciclado, por assim dizer, o que é natural em qualquer atividade, mas o post do publicitário Orly Bezerra aponta alguns caminhos.

Cássio disse...

Verdade, você tem razão. Acabei esquecendo um elemento importante nesse debate: a questão dos direitos humanos. Nesse campo tem gente com mais competência que eu.