28.7.08

OMO FM

É alva, branquíssima mesmo, a programação da Rádio Cultura, emissora mantida pelo governo do Pará.
Mais chapa branca impossível.

24 comentários:

Anônimo disse...

COMO NAO SERIA ? LEIA MAIS DOWNS E VC SABERÁ QUE AS INSTITUOÇÕES DE ESTADO ESTÃO EMPENHADAS EM MANTER O STATUS QUO...QUE OBVIEDADE !!!!

Juvencio de Arruda disse...

Sim, Mestre.
Lerei mais a sua Bíblia.
A sua, óbvio

andré disse...

É uma pena que uma emissora oficial, que teve em seus quadros jornalistas de peso, viva essa situação de ser uma Voz do Brasil piorada.
O jornalismo da Cultura já foi referência no tempo do Afonso Klautau, do Ronald Pastor e do Miguel de Oliveira.
Hoje, sob a direção de um sindicalista, a rádio viva seus piores momentos.

André

Anônimo disse...

Também não é assim...

Querem coisa pior que emprestar antenas pra Liberal e ainda ter de pagar por isso??...

Juvencio de Arruda disse...

É assim sim.
Não adiante oferecer como contraponto a situação anterior.
Ou escapam dessa moral cínica em que estão prisioneiros, ou vamos tê-la de volta, com os mesmos atores do passado.
Se manquem de uma vez e parem de se esconder na herança de seus antecessores, que só fazem reproduzir.
Piorado, é claro, porque recorrente.

Anônimo disse...

ai,ai,ai
Meus e minhas.Como uma rádio,que foi entregue para sindicalistas que de rádio só sabem trocar pilha, poderia dar certo????? E aqui nem quero dizer que todo sindicalista é burro e incompetente.Jamais? mas lanço um desafio.Analisem a ficha corrida dos sindicalistas que hoje mandam na rádio Cultura.A grande maioria nunca trabalkhou em rádio.São sindicalistas profissionais.
O que me deixa indignado é a passividade de todos,principalmente de artistas e sindicato dos jornalistas.Olham e percebem a destruição e não fazem nada para detê-la
ora as antenas da rádio Cultura.hoje tem antenas e nada mais

Anônimo disse...

É cínico o discurso do governo do estado contra os Maioranas, afinal o convênio de cessão de uso das antenas permanece em vigor. Os casos pontuias de devolução de antenas em alguns municípios, seguem criteriosamente o cronograma de liberação de geração própria para grupo liberal concedido pelo ministério das comunicações, todo processo acompanhado diretamente e com muita eficiência pelo consultor juríco do estado.Aliás, eficência que deveria ser praticada para extinguir o convênio.
Tudo não passa de um grande jogo de cena: A Ana Júlia faz que persegue o grupo liberal e grupo faz que bate na Ana Júlia.

Anônimo disse...

Já que voce abriu o debate, aproveito para dizer que pior do que chapa branca, que aliás sempre foi, a programação tanto da rádio, como da TV, piorou muito. O que se esperava era uma programação inovadora e não se consegue nem manter o que tinha. Eu imagino que não adianta muito, expandir o sinal da TV, com uma programação dessas. Era bom a Presidencia da Funtelpa e seus diretores darem uma olhada na Amazon Sat. Porque TV pública tem que ser chata?

Anônimo disse...

O que mais indigna mesmo é saber que uma emissora pública que deveria servir aos cidadãos, serve aos interesses do governo que está no poder. Não importa se é governo do partido A ou partido B. É a coisa pública transformada para servir a outros interesses. Indigna mais ainda saber que tem um monte de acadêmico no poder repetindo as ações de governos passados. Indigna saber que na rádio Cultura dá para contar os jornalistas no dedo de uma mão só porque a maioria é, de fato, comunicador popular, com todos os vícios que isso traz. Nada contra, mas quantos jornalistas sérios poderiam dar uma outra cara ao jornalismo da rádio? E nem existe jornalismo de rádio em Belém...Indigna saber que o sindicato dos jornalistas vira a cara para a Cultura e não vê que não pagam hora extra, que trabalha-se sábado e domingo sem receber e todo mundo diz que sempre foi assim. Indigna saber que é provável que fique tudo por isso mesmo até que venham outros mandantes, outros governos, outros atores...e repitam o mesmo círculo vicioso.

Anônimo disse...

Caro Juca,
Esconder-se atrás do passado é pouco no festival de burradas que a comunicação do governoe stá fazendo, entendendo-se que as emissoras são parte do sistema.
O Mais grave é que está criado um contencioso jurídico sem precedentes: fizeram e aconteceram no caso TV Liberal e tudo não passou de bravatas típicas de "caça às bruxas". Tiraram a programaçãoo da Globo de algumas localidades, o que outras gestões da Funtelpa fizeram também. E sem um plano estratégico, sem recursos, mantiveram a TV Liberal na maioria dessas localidades, sem pagar pela programação retransmitida. Os Maioranas, feitos convientemente de mortos, estão pagando pra ver até onde a onda (literalmente) vai se propagar. Mas o fato é que já podem cobrar na Justiça uma boa bolada. Pela patranha, o governo vai acabar pagando mais caro. Com o meu, o seu - Juca - e o nosso pobre dinheirinho, torrado pela má adminsitração de Ana Júilia, que na Funtelpa não tem nada de Bacana. Como muitos já disseram aí em cima, a qualidade da TV e da Rádio Cultura (coitadas!) deram Ré. Nem no tempo do brega do Carlos Santos as emissoras lavaram mais branco o noticiário.

Anônimo disse...

Por falar em Governo. Na Santa Casa parou de morrer crianças ou pararam de dar notícias?

Lafayette disse...

Juva, mesmo assim, pra mim, é a que tem a melhor programação.

Só lamento a retirada de um programa: O INTERFERÊNCIA ZERO! Meu sonho de consumo, pois sempre tive vontade de participar, mas nunca tive oportunidade (nem me esforçei tanto, na verdade).

Quando o PT ganhou a eleição, pensei que o "Interferência...", aliás, iria ser remodelado, para ser, realmente, Zero. Ou seja, livre dos jabas e "orientações" das gravadoras.

E ainda mais, pois, o programa tinha uma regra escrota: tinha que ser, no máximo, 12 músicas (dentro do tempo de uma hora), e tinha que ser somente 4 paraenses (desculpem-me se não era assim, mas, pelo menos é o que me disseram, quando certa vez liguei pra lá).

Pensei que viraria um marco: 1 hora (ou 2, ou 3 ?!?), em que o ouvinte/convidado tocaria o seu repertório, paraense, nacional, internacional, galático etc.

Seria demais... putz, acabaram foi com o programa!

Ps.: Iria colocar só Buena Vista Social Club, e de preferência, só o com Ibrahim Ferrer no vocal!

Ps2.: Tá, colocaria umas 2 músicas do Arraial.

Anônimo disse...

ak diz
Fui diretor da TV Cultura durante 4 anos, sob a presidência de Francisco Cezar, no governo Hélio Gueiros. Tivemos um problema de censura com o programa Enfim, que saiu do ar, sem nenhuma demissão.
A orientação do governador era a seguinte: pode deixar me esculhambar mas bota alguém me defendendo. Elementar.
Fui durante dois anos e meio presidente da Funtelpa no primeiro governo Almir Gabriel. Nunca houve nenhum tipo de censura e, em vários momentos, fui acusado, até, de estar favorecendo adversários. Nunca pelo governador, é claro.
Nunca nomeei ou demiti alguém por questões políticas, nunca deixamos de ouvir as vozes da oposição e muitos dos cargos de chefia eram preenchidos por quem não comungava do ideário político do governo. Desses, também nunca nenhum usou seu cargo de chefia para externar suas posiçoes políticas. Era questao de competência profissional.
Testemunha é o que não falta.
Nesses seis anos e meio, nunca fomos chapa branca.
Um bom mote para discutir essa anacrônica, destrambelhada, desnecessária e perdulária TV Brasil que, com todos esses atributos, caminha pro nada.
E o nada é perigoso pra democracia.
Afonso Klautau

Anônimo disse...

É verdade. Nos tempos Carlos Santos, Linomar Bahia e Nelson "Magal"hães a Funtelpa ficou brega, mas em contrapartida era possível trabalhar vários produtos sem o medo de ser retaliado por pseudo-profissionais que não tem preparo nem para ouvir idéias, quem dirá executar programação de qualidade. Como qualquer instituição pública, a Funtelpa leva uma vida de altos e baixos. No momento, enfrenta a fase mais baixa de sua história. Tomara essa onda passe logo e reste alguma coisa para reconstruir. "Doutor" é muito importante; é ele que elabora a teoria para uma prática séria. Mas intelectualidade inconsistente e cega pode levar ao caos que há um ano e meio se instala na Fundação de telecomunicações do Pará.

Anônimo disse...

Só consegue ouvir a própria voz!

Anônimo disse...

Quando esteve nas mãos do Ney Messias, ele deixou a rádio muito comercial, se parecendo quase como qualquer outra.

Miguel Oliveira disse...

Juvêncio.

O Afonso fez uma análise ponderada da administração da Rádio Cultura no tempo dele.
Mas aqui não cabe atirar pedras na atual administração, mas a discussão serve para que o conteúdo de uma rádio educativa, como a Cultura, passe por uma discussão pública.
Como já estive no comando do jornalismo da emissora, sei o quanto é difícil manter o equilíbrio do conteúdo do noticiário até porque, às vezes, nem sempre as 'patrulhas' partem da cúpula do governo e sim de áulicos que querem mostrar serviço a base da intriga, via de regra.
Uma rádio oficial tem e terá todas as condições de oferecer um conteúdo musical e jornalístico da melhor qualidade. Isso, tenho certeza, é a vontade dos que hoje comandam a emissora.
Se ainda não trilham por esse caminho ficam sujeitos, democraticamente, a ouvirem críticas e sugestões. E a tirarem proveito de opiniões e análises divergentes das suas.

Miguel Oliveira

Anônimo disse...

Gente,hoje, o índíce de insatisfação nas emissoras Funtelpa é de 100%, até eles não estão mais se aguentando.Como apelar para os sindicatos, se estão todos vendidíssimos, com seus DAS na bolsa? Enquanto isso, a Rádio cai aos pedaços e a TV , com suas potentes antenas,é Oxigênio. ESTÁ NO AR, MAS NINGUÉM VÊ!

Anônimo disse...

E quem aguenta?

Anônimo disse...

Ó anonimo das 3:20, só porque ele colocou brega na programação? Que preconceito! Brega também é manifestação cultural.

Anônimo disse...

Juca, a Cultura vai mal, isso vai. Não dá pra esconder. Agora dizer que estava bem no governo tucano, é brincadeira, pra dizer outra coisa. A gente ligava a rádio é só ouvia: "Naza, nazarezinha..." Lembras? Sem falar nos convênios esdrúxulos, cujo teor nunca passou nem pela cabeça de ditador colombiano. O Caminho que nossas emissoras Funtelpa deveriam seguir seria o de veículos de Comunicação Pública: Rádio Pública e TV Pública. Isso, sabemos todos, dificilmente vai acontecer em governo paraora, seja ele a cor que for. Ainda estamos muito atrasados com relação (ao resto do BRasil) em termos de Democracia da comunicação. Já trabalhei (muito anos) nas emissoras, sou uma ouvinte apaixonada pela Cult FM, por isso sei o que estou dizendo. Que pena! Gostaria de estar errada.

Anônimo disse...

Anônima das 7:55
vc está errada sim. Na época dos tucanos não se ouvia apenas nazarezinha não.Nunca se tocou tanta música paraense,só que antes tinha conceito e hoje não se tem mais nada.Posso estar errado,mas a classe artística era feliz e não sabia.Tinha uma rádio de qualidade e com audiência.A Cultura FM era reconhecida no Brasil como uma das melhores FMs do país.Óbvio que problemas existiam e o convênio com as ORM era um deles,mas daí dizer que era uma merda,isso não.O problema é que se confunde informação com jornalismo,como se toda informação tivesse de ser repassada ao público no formato joprnalístico.Isto é uma falácia,assim como é falácia achar que a missão de rádios e Tvs públicas é fazer jornalismo público.Pois pra mim acho que emissoras públicas devem ir muito além do jornalismo e fomentar a cultura da sua aldeia.
Prefeira a cultura dos tucanos

Anônimo disse...

Então tá, voltemos ao "naza, nazarezinha...", ao "Nilson Chaves com açaí e tapioca" e as loucuras da chamada "música alternativa do Ney Messias".

Anônimo disse...

Caro Juca, faz muitos anos que a Cultura não é mais a mesma. Depois que o Ney passou fazendo neyzice por lá, só piorou. Pelo menos agora da pra ligar e não ouvir: "Naza, Nazarezinha". Com todo respeito à Santinha, que merece uma letra melhor, né? inté amigão!