1.7.08

UEPA Mergulha no Caos

O Conselho Universitário da UEPA anulou uma eleição em que ele mesmo fez as regras, coordenou e homologou os resultados, uma literal avacalhação contra a instituição.
Lamentam os que defendem a legalidade dos processos eleitorais, e outros que só o fazem às vezes.
O MPE - despacho do promotor Nelson Medrado - quer a exclusão, da lista tríplice, do candidato Ubiquoracy Rodrigues, instrumento da monumental baderna articulada pelo então chefe da Casa Civil do governo do Pará, Mr. Johnson, e pela diretora da Escola de Governo, Edilza Fontes.

17 comentários:

Anônimo disse...

Juvêncio,

Procure saber os motivos que levaram este conselho a isso. Apesar das denúncias anteriores só agora foram apresentadas provas de irregularidades. Permitiram o voto de pessoas que não podiam e outros gravíssimos problemas. Isso não é suficiente?

CErtamente a culpa é do próprio conselho.

Acredito que a decisão, apesar de amarga, foi necessária. É melhor do que seguir com um processo sabidamente irregular.

Juvencio de Arruda disse...

A eleição está subjudice.Desse mdo caberia ao Conselho aguardar a decisão da Justiça. A governadora também nada pode fazer, depois que se eximiu de fazer o que deveria
O processo é irregular sim.
Mas as provas foram apresentadas ao Conselho antes da homologação do resultado,em jornais e blogs.
Os documentos que comprovam as irregularidades, as portarias da Seduc e da própira UEPA, estavam nas mãos do Conselho quando aceitou as candidaturas.
Se estiver errado, me corrija.
Obrigado por seu comentário.

Anônimo disse...

Juvêncio, acho que a situação da UEPA é o resultado da ingerência política na universidade. Não seria essa mesma ingerência que, dizem, o Governo do Estado estaria pretendendo na eleição pra reitor da UFPA?

Anônimo disse...

Juvêncio,

O processo judicial movido pelo Silvio Gusmão tem como objeto a exclusão do Bira da lista para nomeaçao da governadora. A decisão correta do Consul anulou o processo eleitoral como um todo, considerando as graves irregularidades insanáveis apontadas pela Procuradoria Geral do Estado.
Portanto, não há qualquer irregularidade na decisão administrativa do Consul,inexistindo qualquer obrigação de aguardo da conclusão do processo judicial.
A decisão do Consul merece elogios pois dá oportunidade para que a UEPA volte a regularidade institucional com a realização de uma nova eleição para reitor.

Anônimo disse...

Caos foi o que a gestão Palácios e Silvio Gusmão fizeram com esta nobre instituição pública. A UEPA foi usada para favorecer um grupo de pessoas irresponsáveis e que não têm zelo pelo que é público. Todas as denúncias feitas em relação a gestão passada foram provadas pelas auditorias públicas feitas que demosntraram favorecimentos ilícitos e desvios de verbas públicas. Por isto o grupo ligado ao Silvio Gusmão queria se manter a qualqer custo no poder, para que não fosse aberta a caixa preta da uepa e aparecesse todas as falcatruas feitas por este grupo. Por isto o grupo ligado ao silvio gusmão permitiu que mais de 100 servidores votassem ilegalmente, pois já tinham coagidos os mesmos a votarem na chapa da situação. A UEPa está sendo construída sobre os escombros deixados pela gestão irresponsável do reitor Fernando Palácios e pelo seu pró-reitor Silvio Gusmão. Embora a decisaõ de anular a eleição não tenha sido a mais justa, uma vez que deveria sim ser punidos apenas os culpados pelas irregularidades comprovadas, admitir que errou e iniciar um novo processo eleitoral com regras mais claras e que garantam a lisura do processo, é uma chance que a UEPA tem de resgatar sua credibilidade e dignidade perante a população.

Anônimo disse...

Quem atira no silvio esquece que esta a tira colo da Elvira que essa sim responde processo por ser improba na Justiça federal.

Anônimo disse...

Juca,

o pessoal aí de cima tá muito nervoso. Assumiram a UEPA em abril e até agora nada! Só fazem auditoria em cima de auditoria e até agora não conseguiram provar desvios, diferentemente do que diz o anônimo aí de cima. Fizeram auditorias nas obras e não encontraram nada. Mas nenhuma obra anda. Não fazem licitação e o orçamento de 2009 vai ser comprometido se eles começarem a fazer as obras de 2008. Dizem que tem dinheiro mas não pagam, não abrem pregão e nem licitam. Está tudo parado, e quando começar o próximo semestre vai ser pior porque tem o vestibular. Enfim, está tudo parado e irregular. Até a anulação das eleições foram irregulares, passando por cima do regimento do CONSUN e permitindo o voto de quem já não representa a classe do DCE.
B. X. N.

Anônimo disse...

Juvencio,

Sou eu novamente, o das 4:13 PM acima.

Ao CONSUN não chegou nenhuma prova de irregularidade, nem antes nem quando houve a homologação, somente agora. Denúncias haviam várias, mas sem nada concreto. A publicação em jornais e blogs não basta pois existem interesses por parte destes, é necessário documentos ou outras provas concretas, vc sabe disso.

Os documentos que vc indica (portarias SEDUC e da UEPA) e até outros só surgiram depois do processo já encaminhado à "indecisa" Governadora. Mas estes não invalidavam o processo, pelo que sei estão relacionados ao uso indevido de recursos públicos (máquina da UEPA e do Estado, dependendo de onde vem o tiro). Estes documentos poderiam invalidar candidaturas (ainda em apuração), não alcançava todos os candidatos e nem o processo.

O processo eleitoral não está sobjudice (ou outra grafia) mas sim a candidatura do Bira supostamente irregular aos olhos do Sílvio. O que o CONSUN fez foi anular tudo, ou seja, por mais que a Justiça decida que Bira é regular ou não, pouco importa. Observou-se que o processo eleitoral possui falhas graves em sua execução.

Juvencio de Arruda disse...

Ao das 4:13, o processo está subjudice sim senhor. A PGE só tem levado pancada neste caso, má cponselheira que tem sido.
Existe um interesse por parte deste blog: meter o dedo nas sem vergonhices deste processo todo, desde o início, e até o fim.

Capitão Dalluz disse...

Boa Juca,
os caras estão querendo anular todo o processo agora que sabem que o MPE deu uma chinvalhada no Bira. O fato real é: O Bira será retirado da lista e o 4º colocado - Augusto - subirá para terceiro com a Ana Cláudia em 2º. O Sílvio permanece em primeiro e aí sim, a Judas poderá escolher um dos três um dos três legítimos para nomear.

O que a turma da intervenção está vendo é que como o parecer final lhes será desfavorável, querem anular tudo passando por cima da Justiça para realizar eleições no final do ano com uma candidatura certeira.

Segunda no CONSUN tinha ex-representante do DCE que nem poderia mais representar como Conselheira e votou pelas anulações. Tá uma bagunça mesmo.
Abraços.
B. X. N.

Anônimo disse...

Juvêncio,

O nosso amigo B.X.N das 10:27 deve está com muito medo. Todas as auditorias realizadas pela AGE, inclusive a de novembro de 2007 que foi entregue ao ex-reitor, Fernando Palácios, que nada fez, foram encaminhadas ao Ministério Público Estadual e Tribunal de Contas do Estado, para providências legais cabíveis.
No que se refere a auditoria das obras, existem irregularidades quanto a contratação da empresa Ouro Verde, na obra da reforma da auditoria, havendo fortes indícios de favorecimento a empresa, ocasionando prejuízos ao erário. Basta ler as páginas 05 a 09 do Relatório n.º 88/2008 da AGE, já encaminhada ao MP e TCE. Não é verdade que está tudo parado na UEPA. Na realidade, a atual gestão vem realizando as compras de acordo com a Lei de Licitações, ao contrário do que era feito pelos ex-gestores da UEPA que comprovam de forma fracionada ou através de suprimento de fundos, o que é totalmente irregular. A decisão do CONSUN foi legal e legítima, pois corrigiu um erro que foi a homologação de um processo eleitoral repleto de irregularidades que beneficiou o candidato do ex-reitor.
Portanto, quem deve ficar nervoso é quem está envolvido nas irregularidades apontadas pela AGE, resultado de uma administração patrimônialista e clientelista que nunca mais voltará a UEPA.

Anônimo disse...

Juvêncio,

Se o processo, e não uma candidatura, está subjudice então o que o CONSUN fez foi positivo. Admitindo que houve erros e fazendo correções.

Eu não quis dizer que tu, como comandante deste blog, tinha outros interesses além dos que apontas. MAs bem sabes que são necessárias provas e não apenas verbalizações. Caso contrário qualquer tribunal terminaria empatado.

Fico satisfeita em saber que consideras que existem sem vergonhices no processo todo, é momento de consertos.

Aviso aos preocupados: existem alguns preocupados com a suposta re-candidatura do Bira, ela não vai acontecer. Ele já se incluiu fora em virtude do papelão que passou na mão da "indecisa".

Diógenes Brandão disse...

Ei Juvêncio, Cadê você?

Eu vim aqui só prá te ver !!

Juvencio de Arruda disse...

Estou lá no seu e.mail.

Anônimo disse...

As provas das irregularidades do processo eleitoral (pelo menos parte delas, já que elas foram muitas) foram sim apresentadas na reunião do conselho universitário. Todos os conselheiros receberam além do levantamento da PGE, uma lista com as datas de admissões de servidores onde pode ser constatado que mais de 100 servidores que votaram estavam fora do prazo mínimo de contratação de 180 dias previsto no Regimento. Estas provas só não apareceram antes porque a gestão do Palácios e de sua pro-reitora de gestão Laura Vidal é que foram os responsáveis pela emissão das listas de votantes para a comissão eleitoral e como sabiam das irregularidades que cometeram, não deixavam ninguém ter acesso a estas informações, mesmo sendo este pedido feito diversas vezes. pelas chapas adversárias.Acho que muito mais do que anular as eleições deveriam ser punidos aqueles que a fraudaram.

Anônimo disse...

Só pra relembrar o que diz o Regimento da UEPA:

Título II
Capítulo IV
Seção I
Art. 25
§ 2º. Quando o Conselho Universitário for convocado EXTRAORDINARIAMENTE exigir-se-á, na
aprovação das matérias, a votação favorável da MAIORIA ABSOLUTA de seus MEMBROS.

Maioria simples: 50% + 01 voto.
Maioria absoluta: 2/3 dos votos dos MEMBROS do CONSUN.

CONSUN hoje: 38 membros aptos a votar

2/3 de 38 membros: 25,33 (arredondando: 25)

Votação da última reunião EXTRAORDINÁRIA do CONSUN (30/06/06)para anulação da última eleição para reitor: 24 votos a favor; 01 abstenção; 01 voto contra.

Resumindo: não houve a quantia de votos necessários para aprovar a matéria em questão (anulação da última eleição), além de ter votado nesta suposta anulação pessoas com prazo de seu mandato expirado. Decisão sem respaldo legal e repleta de irregularidades. Portanto, nenhum valor legal possui este resultado que a atual administração da UEPA quer utilizar a seu favor, já que pretendiam lançar candidato em novas eleições com apoio do Governo do Estado, e também estão apavorados após parecer do Ministério Público que pede a retirada da candidatura de Ubiracy Rodrigues e a recomposição da nova lista tríplice para decisão da ANA JUDAS. Querem aplicar novo golpe no povo da Uepa, mas os advogados estão atentos.

Amazônia News

Diógenes Brandão disse...

é isso mesmo!

Questionamentos disso, se houverem fogem da razão pelo simples e bom DAS de cada dia.