29.3.09

Arbage Escapou. Dessa Vez

O presidente da casa de Noca de Nova Déli, Walter Arbage (PTB) , talvez não apareça como deva na edição de hoje do Diário do Pará. Figura de destaque no braço legislativo da organização do criminoso Duciomar Gomes da Costa, Arbage dificilmente terá que se explicar ao MPE.
O promotor Frederico Oliveira, segundo uma fonte do blog, depois de estudar a denúncia na época, considerou que Arbage havia se afastado da empresa na hora certa. Se a matéria do Diário estiver correta, e não a fonte do blog, a atual promotora dos Direitos Contitucionais, Graça Cunha poderá tirar a dúvida, querendo.

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Frederico Oliveira tem bom conceito nas fontes do blog, como de resto a grande maioria do membros do MPE. O problema por lá, diz uma fonte, não é a honestidade ou a competência, mas a disposição do parquet. Ora, aí digo eu, mas isso é um enorme problema, e de certa forma se articula com as outras duas qualidades. E o resultado da articulação é francamente negativo ao MP.
Foi isso que ouviu, justamente o Frederico, de um parlamentar paroara, noite dessas no enfumaçado Cosanostra. Ouviu a conversa o sub procurador geral do MPE, dr. Barletta, também detentor das mesmas qualidades de Frederico.

2 comentários:

Prof. Alan disse...

Juvencio, Mano Velho, por falar em estripulias com verbas destinadas a saneamento, registre-se que, entre 2005 e 2008, o Governo Federal repassou ao miunicípio de Belém R$ 1.181.000,00, para a atividade de saneamento apoio à implantação e ampliação de sistemas de drenagem urbana.

E ano passado forraram os cofres municipais nada menos do que 12,6 milhões de reais, verba federal para a a atividade de saneamento apoio a empreendimentos de saneamento integrado em assentamentos precários, ou seja, dinheiro para melhorar a vida das populações pobres, residentes em áreas de saneamento precário, como os bairros da periferia de Nova Déli. Você viu ao menos algum tijolo colocado pela Prefeitura nesses lugares?

Juvencio de Arruda disse...

Parente, quem pode dizer isso é o laranjal de Duciomar, capitaneado pela Belém Ambiental, que de bilhão em bilhão tornou o ambiente desta cidade insustentável.