28.3.09

Metáfora


No flagrante, o prefeito falsário de Nova Déli tripudia sobre a cidade nocauteada. (clike na imagem para ampliá-la)

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A foto, de John Rooney, da Associated Press, é uma das 126 que estão em exposição na Casa das Onze Janelas. A mostra Impressões Visuais é realizada pela Comissão Fulbright e as fotos fazem parte dos acervos da Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo, Jornal do Brasil, Última Hora, The Washington Post, The New York Times, Museu do Imigrante, Instituto Moreira Sales, Magnum Photos, National Geographic Magazine, NASA, Reuters e Associated Press.
A exposição fica aberta de terça a domingo até o dia 26 de abril, das 10 às 18h.

12 comentários:

Poster disse...

Hehehehe,
Ótima metáfora, Juca.
Belém na lona, Belém no chão, Belém derreada e arreada.
É a metáfora perfeita para estes tempos.
Abs.
PB.

Juvencio de Arruda disse...

rs.. Bom dia, Bacurau.
Temos que nos acostumar com as metáforas, mestre PB.
Abs

Anônimo disse...

Alvíssaras Parlamentares:
Expurgos na nação brasileira, envolvendo todos os deputados federais e senadores.
Agora só faltam os "outros".
Detalhes no seguinte endereço eletrônico:
http://contasabertas.uol.com.br/noticias/detalhes_noticias.asp?auto=2622
Câmara reserva R$ 15 mil para “desratizar” Congresso

Prof. Alan disse...

Muhammad Ali X Sonny Liston, combate memorável! Talvez seja a maior luta da história da Nobre Arte.

Em 25 de fevereiro de 1964, em Miami, Flórida, ainda apresentando-se com o nome de batismo, Cassius Marcellus Clay Jr., um jovem de 22 anos recém completos, invicto em 19 combates, derrotou o experiente Sonny Liston, dez anos mais velho e com um invejável cartel de 35 lutas e apenas uma derrota.

A luta terminou no sexto assalto. Liston foi à lona duas vezes, e não teve forças para voltar no sétimo assalto. Ali sagrou-se campeão mundial e começou ali sua polêmica e vitoriosa jornada para a história, que o consagrou como um dos maiores boxeadores de todos os tempos.

Escrevi tudo isso por um motivo: pra mostrar que Duciomar não está, em termos de qualidade, nem em condições de lamber os cadarços de Ali. Ele pode estar dando dor de cabeça, desgostos e mortes à nossa Belém, mas não tem fibra e nem raça.

Vai cair, como de resto caíram todos os que somaram arrogância, ganância e estupidez. Vai cair porque é burro demais pra ficar em pé. Porque até pra ser fora da lei é preciso ter um mínimo de inteligência.

Anônimo disse...

Comparar Duciomar com um vencedor é de uma bestialidade incomparável.

Juvencio de Arruda disse...

Ah, as metáforas...os inteligentes tensionam e as bestas se rasgam.
Vou trabalhar mais com elas aqui no blog.
Prezados Alan e bestial das 6:26, a metáfora é uma figura de estilo em que há a subtituição de um termo por outro, criando-se uma dualidade de significado.

Anônimo disse...

É isso aí JuvêNcio! é que o bestial na verdade só entende de "BESTÁFORA"

JC

Anônimo disse...

Dudu gostou, Juju. Sem metáfora.

Anônimo disse...

O PT, que tanto combatia o nepotismo, agora, no poder, reproduz essa prática nefasta. Como cita o Reporte 70, na edição de hoje, tal prática na secretaria de governo, dizem que por lá tem irmão, cunhada, papagaio...

Anônimo disse...

Apesar de ter depositado meu voto em Priante no 2º turno, eu hoje tenho uma dúvida implementada pela DS:

Entre duas bombas, não seria menos horrível deixar Duciomar onde está? Não exatamente Duciomar, pode ser até Anivaldo Vale, mas digo em não deixar José Barbalho Priante virar edil.

Prof. Alan disse...

Juvencio, Mano Velho, desculpe se pareceu uma crítica. Não critiquei a metáfora, ao contrário, achei-a apropriada, a cidade realmente está na lona. Fiz apenas uma comparação entre os respectivos: Ali, um talentoso vencedor, e o Falsário, a quem até o talento pra ser bandido falta...

Quanto ao comentário do Anônimo das 3:40, penso o seguinte: qualquer coisa, até um poste, é melhor que Duciomar. Se ele pelo menos ficasse parado já ajudava. O problema é que ele só anda na direção do caos...

Juvencio de Arruda disse...

Nem pense nisso, Parente, por favor. O tensionamento, o contraditório, é a alma do negócio...rs
É claro que os nocautes do criminoso estão próximos do fim, diferentes do de Ali, bem diferentes.
O grande mérito do criminoso foi ter percebido, como ninguém, que poderia ir muito longe antes de ser agarrado. E foi.
Isso é que o faz um criminoso incomum, e o MPF e a Justiça já começam a perceber isso.