28.3.09

Equívoco

Depois de um relatório do CNJ que mostrou uma pequena mas reveladora face do estado das artes do judiciário paraense, o blog considera bizarra a eleição do ex presidente da Corte no período 2004-2006 para conselheiro do próprio CNJ.
Mais ainda a interpretação do escolhido, embora polida e política, que viu na escolha uma distinção à magistratura paraense e um reconhecimento à importância do Poder Judiciário do Estado.

4 comentários:

Francisco disse...

Caríssimo Juvêncio,


Vc foi ao busílis da questão, como gostam de sublinhar os cultores do Direito.

Esse episódio , mal comparando , lembra o do Sindicato dos Médicos ( ou Conselho de Medicina,sei lá...) condecorando o alcaide-171 pelos "relevantes serviços prestados à classe "! Putz.

E , tudo somado , remete ao país do "samba do crioulo doido " do saudoso Stanislaw Ponte Preta.

E , assim , chegamos ao "sifu " do Lula .

É isso.

Minhas profalças.

Anônimo disse...

da leitura do relatório pelo Min. Gilson Dip, do CNJ, retransmitida pela TV Justiça neste sábado, é de assustar. Afinal o TJE tem processado muita gente que cometeu desvio de finalidade e contratou temporário sem base legal, por muito menos que disse o Min.
E agora, depois da leitura desse relatório eu começo a achar que os `atores do Pará`, parecem ingênuos perto dos casos do TJE.

Anônimo disse...

É uma panélinha só, esperariamos coisa melhor? Estou me sentindo com nariz de palhaço.

Anônimo disse...

Pois é Juvêncio, todos ficamos estupefatos com a escolha. Logo do tribunal que demonstrou os piores índices de produção, corrupção e outras mazelas. fica parecendo que a escoha do Nobre é para aliviar a exposição do TJ paraense a nível nacional. É claro que ele vai tentar, é claro.....