6.11.08

Nova Eleição em Redenção

No blog Pelos Corredores do Planalto, de Val-André Mutran.

O prefeito eleito de Redenção Wagner Fontes (PTB) teve negado o recurso que tramitava no Tribunal Superior Eleitoral contra a não prestação de contas de campanha anterior o qual concorreu.
A decisão não cabe recurso e haverá novas eleições em Redenção

11 comentários:

Anônimo disse...

Aíííí!

Val-André Mutran disse...

Alcancei o candidato a vice-prefeito de Wagner Fontes, Dr. Gervársio agora há pouco que disse que está consultando se caberá recurso, visto que a decisão é monocromática.
Independente disso o caldo entornou por lá.

Anônimo disse...

No caso Val-André é monocrática... cabe recurso, sim.

Anônimo disse...

Com o Wagner tudo é possível. Ganhar de goleada e perder no tapetão.
Fora do tema comentado, mas dentro da especialidade do blog: vendo esses comercias do Governo do Estado, que saem em quuase todos os intervalos em todas as emissoras de Tv, eu pergunto: não são muito rápidos, parecendo mais com propaganda de varejão, daqueles feitos em 15 segundos pra vender as promoções das lojas?

Ou estará vivendo esse governo uma grande promoção?
Foi a sensação que eu tive vendo esses comerciais que não dizem nada.
Mas você, que é do ramo, pode avaliar melhor isso.

Laura Costa

Juvencio de Arruda disse...

rs...é mesmo, o Wagner é imprevisível, e o JPC velho conhecido. Redenção, mesmo, só o nome.
Ainda não vi a "fast-mídia" do governo do Pará, falha minha.
Vou assistir e comentar pra vc, Laura.
Mas, em princípio, gosto do formato de 15", que exige um roteiro muito publicitário para não causar a impressão de varejo que lhe acometeu.
Uma coisa é certa: governos, qualquer um deles, estão sempre em promoção.
Politique oblige.

Anônimo disse...

Nem sei quem é esse Wagner. Não gosto nem desgosto.

Mas registro a rapidez com que o TSE se manifesta, em certos casos.

Com nosso bom e querido Jatene velho de guerra foi diferente.

Bem diferente.

Lá pelas tantas, o TSE decidiu que o prazo para defesa, que a lei concede para todos, era pequeno pro Jatene. Que, por causa e pró-causa, ganhou mais 30 dias.

Aí o pneu da barca furou, caiu uma nevasca no Raso da Catarina, houve erro na tramitação do processo e, por conta desses momentosos eventos, o julgamento de Jatene foi sendo adiado, adiado... até que o mandato acabou!

E aí está nosso bom e querido Jatene velho de guerra, lépido, faceiro e... virgem de julgamento.

Que legal!

Anônimo disse...

anônimo das 9:33 é que quem tem grana ou está com a grana pública em mãos, contrata um ex-ministro do Supremo para advogar sua causa. O resultado é certo e garantido. São duas as opções, ou a ação nunca é levada para pauta ou é indeferida.

É Brasil isso!!!!!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

EM VIGIA
Periga também a eleição de Vigia. O eleito, Noé Palheta, com quem o PT se aliou oferecendo o vice da chapa, é um devedor das finanças públicas perante a União porque não ofereceu a prestação de contas de verbas federais recebidas em convênio durante dois mandatos de prefeito. Acrescentem-se as contas totais desses dois mandatos, não aprovadas pela pelo TCM e pela Câmara local.
O TRE e o TSE sabiam, pela ordem, dessas traquinagens de Palheta, que se legalmente não o habilitavam a nova candidatura (a quinta, sem trocadilho com o blog), o impediam moralmente de ser votado e escolhido novo prefeito. Por essas e outras é que não se pode acreditar que a Justiça brasileira tenha razão ao permitir que pessoas com folha tão suja quanto imprópria a um gestor público, candidatem-se e acabem ganhando novos mandatos. Agora, a instância superior da Justiça Eleitoral corre atrás do prejuízo para impedir o salafrário vigilengo de receber o diploma de eleito. Ora, se todas as instâncias da Justiça sabiam que Noé deve à sociedade explicações, justificativas, reposição de numerário e até sua própria liberdade, por que permitiu que ele se candidatasse. E, como o segundo colocado na eleição de outubro, Edmilson Campos, também responde por crimes eleitorais, é bem possível que nova eleição venha a ocorrer em Vigia, sem a participação de ambos, devidamente interditados. Reparar agora a falha custa cara ao Estado, que bancaria novo pleito. É o velho distado; depois da casa assaltada (nesse caso literalmente) é que se tranca a porta. E assim se escreve a história política brasileira.

Juvencio de Arruda disse...

O nosso comentarista Edmilson responde por crimes eleitorais? Quais? E que história é essa de "impedimento moral"?

De resto, concordo com suas críticas.

Anônimo disse...

claro que cabe recurso. é o agravo regimental, art. 36, parágrafo 8o, do RITSE
esse recurso devolve a matéria pro plenário e permite que os Ministros possam debater e provocar uma divergencia, ...
, ainda dá pra tentar o STF, mas só adiante se for deferido medida dando efeito suspensivo à decisao plenária...

Anônimo disse...

Wagner Fontes chora e enxuga as lágrimas com tapete vermelho.