20.3.09

Banditismo Sindical

Vez em quando o blog comenta a débâcle que tomou conta do sindicalismo brasileiro. Na última eleição da corporação que representa a malta que pilota os coletivos de Nova Déli, foi preciso a presença da Rotam na área. Pelas bandas do oeste e nordeste do Pará, trabalhadores rurais se entregam ao manejo de traquinos personagens que vivem à sombra - e até sob os holofotes - do governo estadual. Professores do ensino superior engendram toda sorte de malandragens e calúnias na defesa dos mais retrógados e inconfessáveis interesses. Se virarmos a moeda na direção do sindicalismo patronal a situação é muito pior: o banditismo corre solto, às escâncaras, e com mais violência ainda.
E por aí vai... Ou ia. Agora, consolidada a percepção que o sindicalismo brasileiro está próximo do estilo americano da década de 30, a Justiça do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho adquiriram competencia para investigar, denunciar e julgar conflitos intra e intersindicais, surgem as primeiras condenações às quarilhas abrigadas sob o manto do sindicalismo.
Mas deixo que o blog do Alencar, que tem expertise na área, conte esta história pra voces.
É só clikar aqui.

5 comentários:

JOSÉ DE ALENCAR disse...

Obrigado pela repercussão, caro Juvêncio.

Quem sabe assim espicaçado o movimento sindical não tome um mínimo de juízo que, como canja e caldo de galinha, não faz mal a ninguém.

Juvencio de Arruda disse...

É sempre uma satisfação repercutir suas pautas, nobre comentarista.
E sempre mantenho as esperanças, mesmo na desesperança...rs
Abs

Anônimo disse...

Juvencio, tão aí falando que o Altino lá do Acre amarelou ante o Gilmau, vá lá no conversa afiada e veja.

Juvencio de Arruda disse...

Fui lá e li a matéria.
Não acho que ele tenha afinado. Altino é um profissional sério e responsável que julgou ter cometido um erro na entrevista com o Gilmar.
Também errou o assessor de imprensa do ministro, tanto que se desculpou.
Dia desses o próprio PHA, tangido por um advogado que procurou a Justiça, reformulou suas declarações.
Normal. Todo mundo erra, independente do que faz...ou deixa de fazer.
Seja jornalista, sindicalista ou juiz. Admitir o erro e pedir desculpas é uma prática civilizada e ética, que só enobrece quem a pratica.
Valeu a dica, obrigado.

Anônimo disse...

Para enriquecer sua lista, bota aí o nome de Dionísio Gonçalves, ex-coordenador do SINTEPP no Sudeste do Pará, que foi expulso do Sindicato depois que arrombou o cofre da entidade. Ele é literalmente patrocinado pela Edilza Fontes.
Esse professorzinho foi chamado pela SEDUC para trabalhar, porque passou no último concurso da secetaria. Mas ele já disse que não quer acordo com o trabalho. Quer mesmo é ficar à disposição da dona Edilza, fazendo o trabalho política para elegê-la em 2010.
Dionísio Gonçalves é o mesmo que tenta há muito tempo derrubar a Diretora da 4a. URE, Irene Correia Ribeiro.