19.3.09

Retrato

MPE e PGE brigam em Prainha, miserável cidade do oeste paroara devastada por seguidas gestões corruptas e violentas.
As razões da querela mostram, sem retoques, a face do estado desassistido que é o Pará.
Na modestíssima opinião do blog, o MPE tem razão, embora o promotor Danyllo Pompeu Colares tenha exagerado nos elogios que rasga ao parquet.

4 comentários:

Anônimo disse...

A PGE está no meio briga, já estou a favor dos Promotores que trabalham, e muito.

Francisco Rocha Junior disse...

Não entendi, das 14:31. Você poderia explicar o que quis dizer?

Anônimo disse...

É Juvêncio,
Tu e o promotor do MP esqueceram que durante 12 anos a tucanalha não realizou concursopúblico pra a Defensoria que era o curral preferido dos tucanosonde acomodavam eus queridinhosom os salários um pouquinho melhores.
Também não sabem que coube a n Júlia realizar concursopúblico e garantir o salários de R$15 mil para os defensores.
Nõ podem imaginar que 3 anos é muito pouco par saldar enooorme dívida social pervesa recebida do governo tucano onde destaca-se o pouco caso com a garantia de defesa jurídica gratuita à população.
Prainha é um lado só da história, e o MP por que se recusa em dar assistência àquela parcela da população, também naõ são paraenses? Não conhecem a história recente da assitência jurídica gratuita neste estado?
Ah, façam-me o favor!
O tal promotor devia era se preocupar em propor ACP contra os que deixaram o estado em situação de miséria social, mas com certeza ele só frequent estação das Docas e o Manjar das Garças.
Me poupem vocês.

Juvencio de Arruda disse...

É engraçado. Porque Ana Julia, ao assumir, não moveu a ACP?
Não moveu nenhuma! Por que?