3.11.08

Papelão

Prosseguem explícitas, públicas mesmo, as relações entre as folhas safardanas da capital, e entre elas e o governo do Pará. Há duas semanas o Diário do Pará acusou o governo de abrir os cofres públicos às ORM; ontem, de uma suposta entrega de bobinas de papel da Imprensa Oficial do Estado para a folha que fraudou o IVC.
Deve ser tudo verdade pois a secretaria de Comunicação do governo nada fala, e a concorrente se cala.
O MP deveria tirar esta história a limpo.

19 comentários:

Anônimo disse...

Juca,

Sem querer defender, mas defendendo: o papel usado pela Imprensa Oficial é diferente do jornal O Liberal. A não ser que a compra em bobina tenha sido feita já sob encomenda, o que, convenhamos, seria muito complicado.
De qualquer forma, nunca é demais lembrar que, em tempos passados, mas precisamente entre 91 e 94, essa era uma prática corriqueira na imprensa oficial: passar bobinas para a Gaspar Viana, no perímetro compreendido entre Piedade e Praça Maranhão. Quem sabe não seja essa lembrança que faça o hoje denunciador imaginar: o que aconteceu aqui, pode, agora, estar acontecendo lá.

Roberto Souza

Juvencio de Arruda disse...

Bom dia, Roberto.
Que venham então, Secom e IVCezal, desmentir a pocilga sobrencelhuda.
Quer dizer que a folha barbalhuda "rebobinou" os cofres públicos entre 91 e 94?...eheh

Anônimo disse...

Não seriam bobinas de papel higienico ?
Combina mais com essa turma.
Ambas, por assim dizer...

Anônimo disse...

O Roberto Souza, tem Pinto ?
No sobrenome, é claro !

Anônimo disse...

sabe que lendo a nota do RD pensei que a doação tivesse sido feita para o Público. os jornais do grupo marabaense contam com imensas propagandas do governo. geralmente, quando se trata das ORM, o repórter diário fica bem agressivo. achei a nota tão branda...
achas que isso faz algum sentido ou esse grupo de marabá ainda é peixe muito pequeno?
bj da Úrsa.

Anônimo disse...

Sei não, Juca, mas acho que essa nota tem a ver com o Público e não com o Liberal

Anônimo disse...

É absoluta verdade o que diz o comentarista Roberto Souza: a mamata da bobina acabou logo nos primeiros dias do governo Almir Gabriel. O Jornal da Campos Sales também era usuário desse sistema de "empréstimo de boninas". O Proprietário não passava nem peroba na cara para pedir papel "emprestado" como se a IOE fosse almoxarifado de empresas privadas. No período dos tucanos, nunca teve sucesso. Quem estava tanto no jornal quando na autarquia, na época, sabia disso.
O jornal da 25 usa, há muito tempo, papel canadense e por isso, provavelmente, não tomaria "emprestadas" bobinas da IOE. Mas, se a IOE passou a consumir pepel importado - o que é improvável - tudo pode acontecer (ou já teria acontecido). Se alguns cadernos da folha usarf papel nacional, provavelmente o empréstimo se daria por meio da mesma fornecedora de papel e não dirertamente o veículo faria a operação. Haveria assim um triângulo.
O fato é que até 1994, a IOE era um poço sem fundo de bandalheira e havia sim essa faltra de vergonha com a coisa pública.
Nessa história toda, cresceu o boato que Laércio Oliveira, petista mais "rocha" do que "roxo", assumiria a presidência da IOE, ele que já foi diretor da gráfica por absoluta concessão de Almir Gabriel ao padrinho deputado, que até então não sabia o que era mensalão e gozava de bom tráfego entre os tucanos. Mas, no cenário de forças e contra-forças petitas, Paulo Rocha teria cancha para emplacar um posto de terceiro nível na estrutura do governo? É improvável.
A verdade é que a IOE anda imprimindo coisas muuito borradas.

Anônimo disse...

A foilha rebobibnou sim naquele período. Tem gente ainda na IOE que pode contar porque viveu essas histórias.

Anônimo disse...

Pode ser sim de papel Higiênico, mas não creio , deve ser verdade sim Juva afinal o mais novo amigo cuticular de Ana Júlia desde a Eleição são o Rominho e o Vic, pelo menos li e reli em seu blog inúmeras notíias de visitas secretas em Fusion preto peliculado ao cristal Ville . Dai por que never mor se viu baixaria sobre o Governo e sua Governadora e seu parentes e atos de Nepostismo e de outras origen na folha nariguda

Anônimo disse...

O Presidente da IOE, Altino Pinheiro, dizem, continua na IOE (aliás, o único do governo tucano que continua nas fileiras petistas) por conta de um pedido de Déa Maiorana. Mas se ele for substituído, não será por causa de outra coisa se não o seu estado de saúde. Altino anda doente e, faz algumas semanas, sofreu um problema em pleno gabinete de trabalho. A doença de Altino tem prejudicado a gestão do órgão que - por justiça deve-se dizer - desde que foi saneado no governo tucano de Almir, é superavitário, se modernizou e dá conta do recado sem bager nos cofres do Trsouro do Estado até os dias atuais.

Anônimo disse...

Essa pauta vai continuar bombando, Juca. Não seria melhor "bobinando"?
Enterraram uma cabeça de burro na travessa do Chaco contra a governadora: uma hora é o EREC pondo menino pelo ladrão (deculpem o trocadilho); noutra são essas histórias bibinando na IOE; outra mais, no próprio prédio da IOE, a Funtelpa aprontando fatos nada bacanas. Então é melhor exorcizar antes que a Sagri e a Seop façam greve.

Anônimo disse...

Isso é só o início.

Anônimo disse...

Tá na hora da Secretaria de Comunicação do Governo se pronunciar: é Público e notório.

Anônimo disse...

Juca voce se enganou. A doação foi para o nati-morto Público.

Juvencio de Arruda disse...

É mesmo? Pior ainda.
Vou apurar,obrigado.

Anônimo disse...

Alguém aí disse o o governo do estado tem uma Secretaria de Comunicação? E que ela precisa se pronunciar?

Rapá!!!! Existe mesmo um Secretaria de Comunicação nesse governo?

Anônimo disse...

Nati morto? acho que pra um jornal que começou a pouco tempo o Público vai muito bem, um jornal novo e já esta incomodando tanto os grandes a ponto de deixa-los assim? isso é que é estar morto! dizem que o Jaderzinho não passa um dia sem uma edição do Publico na mesa, porque será? Acho que as duas folhas esperavam um folhetim e isso surprendeu .. é aguardar pra ver, não pra comparar as decadas das duas publicações com o Nati morto dá? acho que ele quis dizer que ainda é um bebê prematuro, é isso? de qualquer forma pro Diário e O Liberal dividir mercado é tudo que eles não desejavamm e derrepente surge uma nova publicação com características competitivas, isso deve ter assustado.

Anônimo disse...

Esse negócio de "papel público" (de imprimir jornal, mesmo) ainda vai enrolar muita gente; e pode ser que seja o batismo do Público no sitema de relações de governo com a imprensa pelo pior caminho. Alguém tem dúvida? O que vai exigir do governo explicação não só para a história do papel bobina da IOE, qualquer que seja a folha usuária do almorifado oficial. Dá no mesmo.
Aliás, uma perunta que vai incomodar o Palácio dos Despachos, e que pode não querer calar se continuarem desnrolando a bobina dessa história de empréstimo de papel de jornal: Que interesses tinha o governo, na manhã do Círio, no Público? - isso, não o de romeiros, mas no de notícias.
Detalhe: enquanto milhares de pessoas rezavam e cantavam nas ruas de Belém, gente do governo mexia seus pauzinhos diante de uma crise na redação do Público.
Ora, era apenas uma ladainha doméstica...! típica de jornal querendo encontrar sua identidade.

Anônimo disse...

Te segura, Juca, que lá vai uma quentinha!

o Sebastião Miranda Neto - o sobrinho, não o prefeito de Marabá - para quem não sabe, adora se auto-intitular exímio articulador de grandes negócios, mas tudo que ele começa, não termina. Faz tudo sem um tostão no bolso, mas na base da lábia e do lobby. Quem conhece ele sabe disso, e aqui em Belém basta perguntar para os ex-sócios dele no BAR SPORT.
Pois bem, como ele adora falar um pouco mais do que deve, propagando os "grandes negócios"que faz, o Sebastiãozinho, assim como é chamado pelos mais íntimos, conta (também para os mais íntimos) que o Governo do Estado realmente é o grande "inspirador" do jornal O PÚBLICO, inclusive com um contrato mensal que lhe garante o pagamento da rotativa e dos custos de pessoal e consumo do diário.
A transação do jornal foi feita via Fábio de Castro, que segue a ladainha dos 'capa-pretas' do Governo de que os jornais O Liberal e Diário do Pará sao "parceiro" momentâneos, ou seja, quando chegar a campanha eleitoral de 2010, cada um tomará seu caminho apoiando outros candidatos em oposiçào a Ana Júlia.
O caso da bobina é de conhecimento da Secom, e o papel foi repassado, realmente, ao Sebastiaozinho. Tem muitas novidades programadas par o PUBLICO, com apoio total do governo.

Se tudo continuar como vai indo, ao ao invés de nati-morto, como sugere um comentarista acima, o jornal dp Miranda nasceu foi muito "bombado"e tem tudo para se firmar no Estado, nos próximos dois anos.

O jornal, ao invés de uma Terceira Via da imprensa local, se transformará sim no porta-voz da DS.

O Sebastiaozinho está vivendo seus momentos de glória, só que ele, como já comprovou em empreendimentos anteriores ( inclusive na compra de um sistema moderníssimo de provedor, em Brasília, quando deixou de pagar o fornecedor e chegou até a ser citado judicialmente), não sabe administrar. Se não tiver uma equipe competente à frente do PUBLICO, todo o esforço do governo para viabilizar o projeto do jornal vai pro espaço... sem papel e sem bobina.