26.2.09

Mudam os Atores, Não os Papéis

Símbolo da presença tucana na prefeitura falsária de Nova Déli, a arquiteta Rosa Cunha reapresentou-se na UFPA, onde foi recebida pelo reitor Alex Fiúza.
É o desembarque dos ramphastídeos, após cinco anos, pedra cantada na sexta, 20, no blog da Franssinete.
Depois do DEM e do PSDB, agora é o PT quem chancela os desencontros e a corrupção na prefeitura da capital. Agora não, desde o segundo turno do ano passado.

23 comentários:

Anônimo disse...

O DEM nunca chancelou corrupção na prefeitura do senhor Duciomar Costa ou em qualquer outro lugar.
O DEM apoiou em 2004 a eleição de Duciomar, e só.
E se arrependeu.
Vic Pires Franco
Presidente do DEM

Anônimo disse...

Se arrependeu por que, deputado? Não conhecia a folha corrida do Duciomar?

Cláudio

Franssinete Florenzano disse...

Rosa Cunha fez da Codem uma ilha de excelência na administração municipal de Belém. Tomara que sua sucessora continue as ações.

Juvencio de Arruda disse...

Vai ver que por isso saiu, numa adminstração que não suporta excelências, só excrescências.
Rosa está otimista em relação a sua sucessora, disse-me pessolmente.
Sim, tomara que esteja certa.

Anônimo disse...

Caro Cláudio.
Já respondi a essa sua pergunta, aqui mesmo no Quinta. Vamos pesquisar, com a ajuda do Juvêncio.
Se não achar, responderei novamente sem nenhum problema.
Abraço.
Vic

luluquefala disse...

A Franssinete tem toda razão. A doutora Rosa Cunha é uma excelente técnica.
Ela só tem um defeito, que é ser cunhada do Jatene.
Mas como ninguém é perfeito...

Prof. Alan disse...

Juvencio, Mano Velho, e pensar que quando conheci Almir Gabriel, em 1989, ele jactava-se de que uma das características dos ramphastídeos era avançar e matar rato, no bico...

Naquela época, ninguém imaginava ainda a metamorfose kafkiana que estava por vir: ramphastídeos transformando-se justamente nos murídeos do qual juravam se alimentar...

Anônimo disse...

Prof. Alan
Por favor, não confunda Almir Gabriel com Simão Jatene.

Franssinete Florenzano disse...

Olá, Lulu, lembra-se de que você duvidou quando cantei a pedra lá no meu blog? Pois é...

Anônimo disse...

Cunhado não é parente, já dizia Brizola, luludemadame!

Cássio de Andrade disse...

Quanto à competência da sra. Rosa Cunha na CODEM, não tenho nada a comentar, agora na SEDUC, os servidores (principalmente os professores) não sentem nenhuma saudade.

Anônimo disse...

Eu pergunto: por onde andou Fernando Dourado (DEM) após deixar a SESPA e voltar a SESMA (onde era originalmente lotado), antes de assumir seu mandato como verador de Belém em 2008?

Anônimo disse...

Deputado Vic,
Só o senhor não conhecia, antes da primeira eleição do velhaco falsário, o dossiê que circulou não só pela Internet quanto impresso em toda a cidade sobre o caso da compra do diploma? Vai ver (epa!) não viu (epa!) porque se consultara antes com o "doutor" Dudu.

Anônimo disse...

Eu não vi essa excelencia toda, voce seria capaz de dá algum exemplo de projeto relevante coordenado pela Codem?

Anônimo disse...

Juca, me permita discordar. Pelo que sei voce não pode apontar qualquer indicaçao do PT para cargo algum da gestão do nefasto.

Franssinete Florenzano disse...

Cássio, não seja injusto. Assessorei Rosa Cunha na Seduc e ela tinha, sim, a amizade e a parceria de muitos professores. É claro que havia muitos que antipatizavam com ela, mas isso é muito subjetivo e está longe de medir a sua competência. E se é esse o seu critério, como fica a atual secretária? Não a conheço, mas o que ouço nas ruas e leio nos jornais, dito por professores, não é nada lisonjeiro a ela. E eu tenho conhecimento da opinião de pessoas, de fora da Seduc, que a têm em alta conta e louvam sua competência. Então, é melhor você fazer como o deputado Vic, que assume nada ter contra ela e atribui o seu maior defeito ao fato de ser cunhada de Simão Jatene. É preciso parar com patrulhamento, descer do palanque, avaliar as pessoas pelo que de fato são. Você, como professor e militante político, deve separar as coisas.

Cássio de Andrade disse...

Franssi, não vou perder tempo usando o blog do Juvêncio como ringue, e quero lhe afirmar que também trabalhei na SEDUC (não como assessor, mas técnico na convite de sua titular) na gestão da Profª Izabel Amazonas, no DENF (extinto pela srª Rosa Cunha) e realizamos lá um trabalho pioneiro de coordenação curricular, nem por isso desconheço os problemas de gestão na SEDUC à época. Rosa Cunha não era a pessoa adequada à SEDUC (a despeito de seu competente anterior trabalho técnico à frente do DETRAN) pois por desconhecer o meio educacional implantou um programa de reestruturação no órgão que seguiu rigidamente a política de verticalização administrativa consolidada no governo estadual à época (algo que, por exemplo, a profª Izabel Amazonas resistiu em executar, apesar de seu compromisso político com o governo Almir) e até hoje tem criado dificuldades de ser removido da estrutura da SEDUC. Você sabe que a SEDUC não é uma secretaria que muda com qualquer "choque de gestão". É atividade-fim, por isso, as dificuldades da srª Rosa Cunha em executar com sucesso seu modelo de gestão. Era a isso que os professores e servidores se referiam em grande maioria e por isso, tenho um profundo respeito pela opinião da categoria, e consigo sim separar as coisas, afinal, reconheço que nosso governo tem problemas na relação com os servidores que têm sido pacutados pelo caminho da negociação e pela não-repetição de práticas abomináveis nessa relação. A governadora teve a coragem, a humildade e a sensibilidade de se desculpar em público em várias ocasiões em relação aos incidentes da greve de 2008, coisa que não vi seus sucessores fazer em nenhum momento. Almir Gabriel chegou a desdenhar da última greve de fome do SINTEPP. Essa é a nossa diferença: sou da sala de aula e você, não. Também não a culpo por isso. Abraços fraternos.

Anônimo disse...

Prezados só duas informações:
a) Vic participou sim do governo Duciomar, atraves da indicação do Padre Eloi pra SECON junto com toda a diretoria do Orgao, que continha diversos assessores "historicos" do VIC, como a Patricia e a Fárida.
b) Não me consta nada de proveitoso que a Sra. Rosa Cunha tenha feito na Codem! O que sei é que foi um cabidão de emprego e que as discussões pairavam sobre o "Sexo dos Anjos".

Isso é fato, o resto é falácia!

Franssinete Florenzano disse...

Cássio, não sou de sala de aula mas fui muito presente no pouco mais de um ano em que trabalhei na Seduc, um expediente massacrante que começava às 7:30h e ia até as 11 da noite, rotineiramente. Acompanhei de perto a educação regular, a educação especial, a educação escolar indígena e quilombola e a educação para jovens e adultos, na capital e no interior. Foi um mergulho intenso do qual tirei grandes lições.
Na época da professora Izabel Amazonas, os professores e estudantes viviam em greve, ocupando as ruas ao invés das salas de aula. Na gestão de Rosa Cunha, os professores da Seduc foram os únicos a não grevar. Os da UFPA, da UEPA e do município pararam totalmente. Lembra? Isso é História, não se discute. Não vou dizer que foi uma gestão perfeita, mas implantou muitas melhorias. O Sintepp era recebido.
A Seduc é extremamente complexa, é maior do que a Prefeitura de Belém, administrativamente. E é ponto nevrálgico de qualquer governo.
Acabo de receber, por exemplo, um e-mail do governo noticiando a abertura do "I Curso de formação para professores não índios que atuarão no ensino médio nas aldeias", que será realizado até próximo dia 6. Ora, por que não professores índios, que saberão manter viva a língua mãe, os costumes e tradições dõs povos indígenas?
Não tenho a menor intenção de usar o blog como ringue, até porque não sou boxeadora, sou jornalista. Não brigo contra os fatos. Não sou partidária. Tenho paixão pela educação, porque é através dela que nosso País pode se salvar. Não me interessa vincular modelos ao partido A ou B. Interessa-me que seja eficaz, que saia do histórico faz-de-conta-que-ensino e faz-de-conta-que-aprendo. Interessa-me, por exemplo, que os estudantes não desmaiem em sala de aula porque sentem fome. Que não sejam manipulados por quem quer que seja. E que os professores sejam reconhecidos e valorizados como agentes imprescindíveis na construção de um futuro digno para todos.

Cássio disse...

Anônimo de 01:10, não endosso seu item "b", pois desconheço o trabalho executado pela srª Rosa Cunha na CODEM e não seria leviano em criticar o que desconheço. Só posso falar pela SEDUC e pelo trabalho competente que a mesma realizou a frente do DETRAN a despeito de suas picuinhas com a CTBEL (cá pra nós, em reciprocidade também). Sua gestão a frente da SEDUC, aí sím, foi problemática e o próprio PSDB pró-Almir reconhece.

Cássio de Andrade disse...

Franssi, em respeito à verdade, gostaria de enfatizar que greve de professores houve em todos os últimos governos estaduais, nos governos de Almir e de Jatene e em nosso governo (aliás, em todos os governos a partir de 1983). Existem jornalistas e meios de comunicação para atestar os fatos. A verdade histórica é uma ficção, mas um fato social, não. O resto, é produto da interpretação e das verdades de cada um. Não sou imparcial, mas tento ser objetivo seguindo a tradição da saudável ciência social e política. Vou parar por aqui. Juvêncio, domingo estarás com duas taças nas mãos: a de Belém e da Guanabara. Parabéns!

Franssinete Florenzano disse...

Cássio, quando um é militante, fica impossível o debate. Eu encerro por aqui, porque se torna infrutífero discutir. Não houve greve da Seduc em 2005, durante a grande paralisação articulada nas três esferas: municipal, estadual e federal. Você pode consultar arquivos nos jornais e emissoras de rádio e TV. Como disse, não brigo com fatos, trabalho seriamente com eles, não tenho que me preocupar em puxar a brasa para baixo da sardinha de ninguém. Não tenho procuração para defender Rosa Cunha, cumpro meu dever de testemunha ocular. O maior problema é colocar questões infraestruturais e cruciais como a educação na base do "de quem é a culpa". Chega, essa é uma visão caolha que tem causado o naufrágio do nosso sistema. Repito: enquanto não se fizer um pacto nacional pela educação, sem essa conversa fiada de partidos, sejam lá quais forem, ela continuará afundada nessa poça de politicagem.

Anônimo disse...

Falam em tanta excelência administrativa, mas a educação e analfabetismo nesse estado são lastimáveis, enquanto que em Belém a política de regularização fundiária é uma fábula.