15.2.09

Ronda

A coluna Repórter Diário, na edição de hoje da folha sobrancelhuda, deita e rola na governadora Ana Julia em razão do veto ao nome de Carlos Guedes para uma diretoria fundiária na Amazonia. Quase dois anos depois de seu turbulento desembarque do governo estadual, a reação do governo à escolha de Guedes mostra que as cicatrizes estão vivíssimas.

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O deputado Marcio Miranda (DEM), líder do partido na AL depois que descobriram o que Sefer fez no verão passado, queixou-se ao presidente da Casa, Domingos Juvenil (PMDB), pois Sefer usou o horário da liderança pra dizer-se inocente na última quarta, 11, na tribuna.
Marcio aparece na edição de hoje do IVCezal como o mais produtivo da Assembleia.

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Diminui a arquidiocese de Nova Déli. Não há mais bispo auxiliar. Auxiliar o que mesmo?

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O presidente da AL está preocupado com os atrasos na construção da nova - e desnecessária - sede do Poder.

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Não há mistério algum nos preços da carne bovina no Pará, senão o exercício continuado do oligopólio do setor, sob a complacência do MP que ficou de investigar o caso, e até agora xongas.
E os pecuaristas mentem quando dizem que a carne paroara é a melhor do mundo. Se fosse exportavam-na para os países centrais, e não para a Venezuela e Oriente Médio. O tipo do rebanho e as condições etíopes de sua criação conspiram contra a qualidade da carne.

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Vai dar o que falar a entrevista do coordenador de fiscalização do IBAMA, Luciano Evaristo, ao repórter Ronaldo Brasiliense na coluna Por Dentro. Pelo menos, deve.

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Parece que o prefeito falsário de Nova Déli sumiu de vez dos Em Alta e Em Baixa do Diário do Pará.

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São de chorar os anúncios de cursinhos de vestibulares que trombeteiam resultados nas edições de hoje. Tem até insinuação de mentiras em anúncios de concorrentes.

9 comentários:

Anônimo disse...

Por falar em anúncios, está de parabéns a nova campanha publicitária do Brás Hotel e Residence, assinada pela New Inside. Coisa de profissional.

Anônimo disse...

Uma correção. A agência que atende ao empreendimento Brás Hotel e Residence é a Griffo e não a New Inside.

Anônimo disse...

Então vai aí a correção da correção.
Na edição de hoje do Liberal, está lá o anúncio do empreendimento, já assinado pela nova agência, a New Inside, que substituiu a antiga que não estava dando conta do recado.
Ou do mercado.

Anônimo disse...

Quem também saiu do noticiário do Diário do Pará foi o casal Pires Franco.
Por que será ?
Respostas para a 25, sede do jornal O Liberal.

Anônimo disse...

E nóa aqui no meio, assistindo a esta troca de farpas...

Anônimo disse...

Ora, porque o Vic é amigo, agora e de novo, desde de criança dos barbalhos.

Anônimo disse...

Falando do deputado Marcio Miranda (DEM), líder do partido na AL e de que o mesmo aparece na edição de hoje do IVCezal como o mais produtivo da Assembleia, esclarecemos que de produtivo o senhor deputado nada tem. Que apresenta diversas propostas de projetos apresenta, porém em quase 100% inconstitucionais e inviáveis, sem contar que através desta manobra, dá a entender aos policiais militares que atua em prol destes... só balela... nada faz... muito papel e pouca produtividade... Joga para a galera, sua assessoria é pífia... haja inconstitucionalidade nas propostas apresentadas... a grande maioria leva porrada na análise jurídica.

Anônimo disse...

A inveja é maior que a floresta

Cássio de Andrade disse...

Em relação aos anúncios de cursinhos, isso é tão antigo quanto o próprio famigerado vestibular. Em Belém, sabemos que o mercado dos cursinhos cresceu nos anos 70 e 80 em virtude do imaginário do vestibular que vai das propagandas das "velhas feras" à retrógrada prática de anúncio de aprovados nas rádios em plena época de internet. Junte-se a isso, a guerra de propagandas sobre "quem mais aprova" e os chamados "primeiros lugares". Como sempre, há menos aprovados do que os anunciados nas propagandas. A partir de 2000, com as unificações dos programas, execuções de novos processos seletivos (PRISE, PROSEL e PSS) pelas universidades públicas, questões analítico-expositivas e instrumentos de parâmetros nacionais como o ENEM, (além das más gerências administrativas) o mercado dos cursinhos se deteriorou e as escolas passaram a investir (não necessariamente valorizar) nos ensinos fundamental e médio. O que se tem assistido ultimamente é o retorno recrudescido das práticas citadas pelo post, de guerra de cursinhos e escolas, por conta das lamentáveis decisões tomadas pelas IES públicas. Primeiro a UEPA aboliu as questões analítico-discursivas de seus processos seletivos, alegando redução de custos e agora a UFPA retorna ao velho modelão (com nova roupagem), acabando com o PSS a partir de justificativas aparentemente pedagógicas que influenciarão em muito a qualidade do ensino na Educação Básica (já nos processos desse ano, foram abolidas questões analítico-expositivas na UFPA). Esse é um tema que poderia servir de reflexão cuidadosa na área educacional e obviamente as instituições particulares não querem debater, em tempos de "vestibular pela internet" e as falácias de "educação à distância e virtual". Não estamos levando a sério esses aspectos hoje, mas futuramente as gerações estudantis nos cobrarão a fatura (pela faca, revólver ou cartão de crédito).